23 de set de 2012

Família Vasques de Miranda

Os Vasques de Miranda de Água Viva.


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A Descendência do Patriarca José Bento Vasques de Miranda e de sua segunda mulher, Rosa Luiza de Menezes Vasques.
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José Bento Vasques de Miranda. Ele nasceu em 01-11-1833, sexta-feira, dia de Todos os Santos, em Rebordechán, Município de Crecente, Pontevedra, Galiza, Espanha.
José Bento Vasques de Miranda casou-se pela primeira vez, por 1854, ou pouco antes, na Espanha. E sua esposa faleceu, deixando três filhas órfãs, que passaram a ser criadas pelos parentes. Ele resolveu emigrar para o Brasil. Estimamos que aqui tenha chegado em 1860, ou pouco antes. Deixou para elas uma propriedade rural que lá possuía.
Viúvo, casou-se pela segunda vez, em 1861, aqui no Brasil, com Rosa Luiza de Menezes, que adotou o nome: Rosa Luiza de Menezes Vasques. Esta nascida no ano de 1845, e que foi batizada no dia 10-04-1847, sábado, pelo Padre Vicente Ferreira Monteiro, Cura da igreja Madre de Deus, de Madre de Deus do Angu, atual Angustura, Município e Comarca de Além Paraíba, Minas Gerais; tendo como padrinhos: José Cardoso de Menezes e Nossa Senhora Mãe de Deus, por invocação. Filha legítima de Agostinho Luiz de Menezes (181525-09-1861) e de Ana Rosa de Moraes (no primeiro casamento desta); estes, agricultores na Freguesia de Angustura, mais precisamente em terras que deram origem ao Distrito de São Luiz, hoje Trimonte, Município de Volta Grande, Minas Gerais. Ao ficar viúva e com filhos menores, Ana Rosa de Moraes, para recompor o lar e acabar de criar os filhos, resolveu se casar novamente. Ela casou-se em segundas núpcias no dia 13-08-1863, quinta-feira, em cerimônia realizada pelo Padre Manoel Luiz Correa, em altar ad hoc, na sede da fazenda Santa Bárbara, na mesma região, com o agricultor Saturnino Nunes Duarte, filho legítimo de Severino Nunes Duarte e de Ana Clara da Aleluia; pessoas estas que migraram da região de Arrozal, da então Província do Rio de Janeiro.
José Bento Vasques de Miranda, era agricultor. E pelo que me disse sua neta Maria Sylvia de Menezes Müller, ele chegou ao Brasil, trazendo consigo dois ajudantes, conhecedores do ofício de ferreiro e latoeiro, para o ajudarem na implementação de seus projetos agrários, ou seja, trabalharem numa oficina para produzir e consertar instrumentos agrícolas e utensílios domésticos.
Era também capitalista, investidor e exímio negociante. Chegou trazendo um capital razoável para investir em nosso florescente País.
Aqui, acabou por fixar-se na Zona da Mata de Minas Gerais, no Termo de Leopoldina, onde adquiriu inicialmente a fazenda do Rochedo, localizada na região cafeeira onde se formou o Distrito de Espírito Santo de Água Limpa, atual Água Viva, Município de Estrela Dalva, Comarca de Pirapetinga.
A fazenda do Rochedo produzia café, milho, açúcar e cachaça. Ele chegou a possuir em 1885, um engenho de café na região. Era capitalista e foi acionista da Estrada de Ferro MacaéCampos, construída em 1875. Seus negócios prosperaram e ele adquiriu outras propriedades produtoras de café, no Distrito de São Luiz, atual Trimonte, Município de Volta Grande, Minas Gerais.
José Bento, desde a Espanha, tinha por costume frequentar cassinos. No Brasil seu gosto por jogos não foi diferente. De vez em quando, desde a época do império, visitava os daqui. Algumas vezes perdia grandes quantias nessas visitas.
Ele ajudou a custear a construção de uma pequena capela nas proximidades de uma nascente de água cristalina. Capela simples com bom acabamento e em estilo galego, tendo como orago o Divino Espírito Santo, e filial da igreja matriz Madre de Deus da Freguesia de Angustura, Diocese de Juiz de Fora. O lugar era também o cruzamento de caminhos que demandavam às fazendas da região. E aí se formou uma vila, que o Governo Mineiro pelo Decreto No 55, de 06-05-1890, criou o Distrito de Espírito Santo de Água Limpa, então pertencente ao Município de São José de Além Paraíba, atual Além Paraíba. Mais tarde o Distrito teve o seu nome mudado para Água Viva, e com as emancipações e desdobramentos, hoje pertence ao Município de Estrela Dalva, Comarca de Pirapetinga.
José Bento Vasques de Miranda passou a ser cidadão brasileiro, beneficiado pela lei que considerava como brasileiro todo o cidadão estrangeiro residente no País a partir do dia 15-11-1889 (Decreto número 58-A, de 14-12-1889, do Governo Provisório da República dos Estados Unidos do Brasil).
Depois que obteve a cidadania brasileira, José Bento Vasques de Miranda ocupou o cargo de Juiz de Paz do recém criado Distrito de Espírito Santo de Água Limpa (Água Viva).
Em 1900, a maioria dos filhos já havia se casado, exceto a filha caçula que se casou no último trimestre de 1905.
Já idoso e octagenário, ele que já vinha recebendo acompanhamento médico do doutor Moraes Mello, veio a óbito no dia 21-12-1915, terça-feira, às 21 horas, na sede da fazenda Santo Antônio, no Distrito de São Luiz, atual Trimonte, Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais. Contava exatos 82 anos, 1 mês e 20 dias de idade. Seu corpo foi sepultado no dia seguinte no Cemitério Público de Trimonte, Município de Volta Grande (MG).
Já a viúva, Rosa Luiza de Menezes Vasques, sobreviveu ao Marido por 11 anos, 7 meses e 27 dias. Veio a óbito aos 82 anos de idade, no dia 18-08-1927, quinta-feira, às 4 horas e 10 minutos, na sede da fazenda do Rochedo, em Água Viva. E seu corpo jaz sepultado também no Cemitério Público de Trimonte, Município de Volta Grande.
Do seu segundo casamento, que durou 54 anos, o casal gerou oito filhos, todos com o sobrenome "Vasques de Miranda", que foram pela ordem os seguintes: 1) Marianna; 2) José Guilherme; 3) João Baptista; 4) Augusto; 5) Julieta; 6) Anna; 7) Joaquim (falecido ainda criança); e 8) Agostinha. E estes geraram 52 netos, sendo que, cerca de 40 deles chegaram à idade adulta.
José Bento Vasques de Miranda casado com Rosa Luiza de Menezes Vasques é o patriarca desta ilustre família dos Vasques de Miranda que se espalhou pelo Brasil, principalmente, por Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. 
II-1 Marianna Vasques de Miranda. Ela nasceu no ano de 1862, na sede da fazenda do Rochedo, situada em terras que vieram a compor o atual Distrito de Água Viva, Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais; e foi aí batizada pelo Padre do então Curato de Nossa Senhora da Conceição, Distrito de Conceição da Boa Vista, Termo e Comarca de Leopoldina, Minas Gerais. Marianna Vasques de Miranda estudou no Colégio Santa Isabel, da cidade de Petrópolis, Estado do Rio de Janeiro.
Casou-se no dia 30-10-1878, quarta-feira, às 13 horas, na então Paróquia de Conceição da Boa Vista, com o agricultor João Clemente de Sá, em cerimônia celebrada pelo Padre Modesto Theophilo Alves Ribeiro, no qual serviram como testemunhas, Luiz Augusto Gomes e Miguel Antônio Pereira Caldas, tendo ela adotado o nome: Marianna Vasques de Miranda Sá. Ele nascido e batizado no ano de 1849, na Freguesia de São Francisco de Paula, em Cantagalo, na então Província do Rio de Janeiro; era filho legítimo de João Clemente de Sá, já falecido, e de Luiza Guilhermina de Sá (Luiza Guilhermina Gomes do Couto quando solteira); neto materno de José Gomes do Couto e de Ana Benedita de Souza.
O casal foi produtor de café na região de Volta Grande, Minas Gerais e depois migrou para a região de São Manoel, atual Município de Eugenópolis, Minas Gerais, fixando-se em terras da localidade de Pinhotiba.
 
III-1 João Clemente de Sá JúniorNasceu no dia 26-09-1879, sexta-feira, na região do atual Distrito de Água Viva, Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais, e foi batizado em 03-01-1880, sábado, pelo Padre Modesto Theophilo Alves Ribeiro, da Paróquia de Conceição da Boa Vista, então Termo de Leopoldina, Distrito que hoje pertence ao Município de Recreio (MG).
Casou-se com Consuelo Julieta Vargas Correia, que adotou o nome: Consuelo Julieta Correia de Sá. Esta era filha legítima de [2] Custódio Vargas Correia e de [3] Virgilina Antunes Vieira, casados em Leopoldina (MG), no dia 08-06-1884, domingo, e residentes em Pinhotiba, Distrito hoje pertencente ao Município de Eugenópolis (MG). Ela era neta paterna de [4] Francisco de Vargas Correia e de [5] Venância Esméria de Jesus, natural de Leopoldina (MG), e também conhecida pelo nome de Venância Gomes de Almeida; por Francisco de Vargas Correia, bisneto de [8] Francisco de Vargas e de [9] Teresa Maria de Jesus; por Venância Esméria de Jesus, bisneta de [10] Antônio Rodrigues Gomes Filho e de [11] Rita Esméria de Jesus; por Teresa Maria de Jesus, é também trineta de [18] Antônio Rodrigues Gomes Filho e de [19] Rita Esméria de Jesus; por Antônio Rodrigues Gomes Filho, trineta de [20] Antônio Rodrigues Gomes e de [21] Jacinta Rosa de Jesus; por Rita Esméria de Jesus, trineta de [22] Manoel Antônio de Almeida, natural de Santa Rita de Ibitipoca (MG), e de [23] Rita Esméria de Jesus, falecida em 20-01-1865, casal este povoador de Leopoldina (MG).
O casal João Clemente de Sá Júnior e Consuelo Julieta Correia de Sá gerou doze filhos.
IV-1 João Clemente de Sá Neto.
IV-2 Syria Correia de Sá. Ela se casou com o seu primo João Martins. Este, filho legítimo de [2] Antônio Martins e de [3] Vera Clemente de Sá, neto materno de [6] João Clemente de Sá nascido por volta de 1850 em São Francisco de Paula, na então Província do Rio de Janeiro, e de [7] Marianna Vasques de Miranda Sá nascida em 1862 na região do atual Distrito de Água Viva, Município de Estrela Dalva (MG); por João Clemente de Sá, bisneto de outro [12] João Clemente de Sá e de [13] Luiza Guilhermina de Sá; por Marianna Vasques de Miranda Sá, bisneto de [14] José Bento Vasques de Miranda (01-11-1833―21-12-1915), natural de Rebordechán, Crecente, Galiza, Espanha e falecido na sede da fazenda Santo Antônio, no atual Distrito de Trimonte, Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais, e de [15] Rosa Luiza de Menezes Vasques [1845―18-08-1927], falecida viúva na sede de sua fazenda do Rochedo, no atual Distrito de Água Viva, Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais; e por Rosa Luiza de Menezes Vasques, trineto do agricultor [30] Agostinho Luiz de Menezes [cerca de 1815―25-09-1861] e de [31] Ana Rosa de Moraes (no seu primeiro casamento).
IV-3 Ilka Correia de Sá. Ela se casou em primeiras núpcias com Manoel José Caldeira e adotou como nome de casada: Ilka de Sá Caldeira. Eles tiveram cinco filhos.
V-1 Geralda de Sá Caldeira  "Filhinha". Ela se casou com José Laerte Agostini. Sendo Geralda Caldeira Agostini o seu nome de casada.
V-2 Clélio Caldeira de Sá.
V-3 Elza de Sá Caldeira. Ela se casou com Aurélio de Castro Torres e adotou o nome: Elza de Sá Caldeira Torres. Comerciantes estabelecidos em Volta Grande, Estado de Minas Gerais, no ramo de panificação. Ele filho legítimo de Manoel José Torres e de Diogina de Castro Torres.
V-4 João José Caldeira.
V-5 Clarice de Sá Caldeira. Ela se casou com Antônio de Castro Torres e adotou o nome: Clarice Caldeira de Castro Torres. Ele, militar e ex-pracinha da Força Expedicionária Brasileira na Segunda Guerra Mundial. Estabelecido em Volta Grande, Estado de Minas Gerais, onde foi proprietário do "Bar Monte Castelo". Sendo ele irmão do Aurélio de Castro Torres acima citado no item V-3, e filho legítimo de Manoel José Torres e de Diogina de Castro Torres.
O casal teve seis filhos.
VI-1 Bráulio Caldeira Torres. Nasceu no ano de 1950 em Volta Grande, Estado de Minas Gerais e conviveu em união consensual estável com Marisa Menezes.
Bráulio Caldeira Torres faleceu em Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais, por volta do dia 01-01-2012, domingo, aos 61 anos de idade. O sepultamento do corpo foi realizado no Cemitério São Sebastião em Volta Grande.
VI-2 Rigoberto Caldeira Torres. Nasceu em Volta Grande, Estado de Minas Gerais. E se casou nesta mesma Localidade com Terezinha Maria Siqueira Castro, que adotou o nome: Terezinha Maria Castro Torres.
Eles são residentes e domiciliados em Volta Grande e têm três filhos.
VII-1 Lucas Castro Torres. Ele é natural de Volta Grande, Estado de Minas Gerais. Professor universitário, casado com Patrícia Zimermann, esta, natural da cidade de Campo Grande, Estado do Mato Grosso do Sul. Eles são residentes e domiciliados nesta mesma Capital. Têm um casal de filhos: Ana e Antônio.
VII-2 Thiago Castro Torres. Ele é natural de Volta Grande, Estado de Minas Gerais. Casado com Carol Costa.
VII-3 Alice Castro Torres. Ela é natural de Volta Grande, Estado de Minas Gerais. Casou-se com Marco Antônio Zimermann.
VI-3 Manoel Caldeira Torres. Natural de Volta Grande, Estado de Minas Gerais.
VI-4 Sílvio Caldeira Torres. Natural de Volta Grande, Estado de Minas Gerais. Casou-se na primeira vez com ..........
VI-4 Sílvio Caldeira Torres. Casou-se na segunda vez com ..........
VI-5 Maria de Fátima Caldeira Torres. Natural de Volta Grande, Estado de Minas Gerais. Casada com José ..........
VI-6 Antônio de Castro Torres Filho. Natural de Volta Grande, Estado de Minas Gerais.
IV-3 Ilka Correia de Sá. Após ficar viúva com o nome de Ilka de Sá Caldeira, uniu-se a Geraldo de Sá. E eles tiveram três filhos.
V-6 Custódio de Sá Caldeira. Ele nasceu na localidade de Pinhotiba, Município de Eugenópolis, Estado de Minas Gerais. Casou-se com Maria Miquelina de Sá.
Custódio de Sá Caldeira era funcionário da agência dos correios de Volta Grande, Estado de Minas Gerais, onde faleceu. Dona Maria Miquelina de Sá continua residindo nesta mesma Cidade.
Eles tiveram quatro filhos e uma filha.
VI-1 Jorge Luiz de Sá.
VI-2 Cléberson de Sá.
VI-3 Jéferson de Sá.
VI-4 Jones de Sá.
VI-5 Diacuí de Sá.
V-7 Geraldo Salvador de Sá. Ele nasceu na localidade de Pinhotiba, Município de Eugenópolis, Estado de Minas Gerais. Casou-se com Anair Cândida de Oliveira, que adotou o nome: Anair Cândida de Sá. Ela, natural de Miradouro, Estado de Minas Gerais, filha de João Cândido de Oliveira e de Augusta Ferreira.
Geraldo Salvador de Sá é funcionário público aposentado do Estado de Minas Gerais, e trabalhou na Coletoria Estadual de Volta Grande, Leopoldina e Juiz de Fora, onde reside atualmente.
O casal teve quatro filhas e um filho.
VI-1 Joana d'Arc de Sá. Ela se casou com João de Deus Alves e adotou o nome: Joana d'Arc de Sá Alves. O casal tem três filhos.
VII-1 Daniel de Sá Alves.
VII-2 Daniele de Sá Alves.
VII-3 Cristiane de Sá Alves.
VI-2 Janete Consuelo de Sá. Ela se casou com o doutor Osmar Matias de Abreu e adotou o nome: Janete Consuelo de Sá Abreu. Ele, natural de Goiânia, Estado de Goiás, médico homeopata e pediatra aí estabelecido. Ela já é falecida e deixou três filhas.
VII-1 Thaís de Sá e Abreu. Reside em Brasília (DF).
VII-2 Paula de Sá e Abreu. Reside em Goiânia, Estado de Goiás.
VII-3 Tamires de Sá e Abreu. Reside em Goiânia, Estado de Goiás.
VI-3 Jussara Fátima de Sá. Ela se casou com o engenheiro Luiz Fernando Rodrigues e adotou o nome: Jussara Fátima de Sá Rodrigues. Ele, natural da cidade de Tocantins, Estado de Minas Gerais, filho legítimo de José Rodrigues e de dona Herondina Rodrigues. Ela é desenhista industrial da Prefeitura de Juiz de Fora (MG).
VII-1 Fernanda Rodrigues de Sá.
VII-2 Amanda Rodrigues de Sá.
VI-4 Valéria Regina de Sá. Ela se casou com o doutor Evandro Pereira Valadão Lopes e adotou o nome: Valéria Regina de Sá Lopes. Ele, Meritíssimo Juiz do Trabalho, na cidade do Rio de Janeiro; filho legítimo do doutor Hélio Valadão, Meritíssimo Juiz na cidade de Juiz de Fora (MG), e de dona Carminha Lopes.
VII-1 Henrique de Sá Lopes.
VII-2 Guilherme de Sá Lopes.
VII-3 Felipe de Sá Lopes.
VI-5 Júlio César de Sá. Ele se casou com Cláudia Lídia Scotton. Esta, natural de Santos Dumont, Estado de Minas Gerais.
VII-1 Alexandre Scotton de Sá.
VII-2 Leandro Scotton de Sá.
V-8 Salvador Jorge da Conceição. Ele nasceu na localidade de Pinhotiba, Município de Eugenópolis, Estado de Minas Gerais. Casou-se com Juraci Ferreira, que adotou o nome: Juraci Ferreira da Conceição.
O casal reside na cidade de Volta Grande, Estado de Minas Gerais.
VI-1 Sheila Aparecida Ferreira da Conceição. Natural de Volta Grande (MG). Formada em Letras pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Nair Fortes Abu Mehry, de Além Paraíba (MG). Solteira. 
VI-2 Salvador Ferreira da Conceição Júnior. Contabilista, natural de Volta Grande (MG). Ele se casou com Tatiana da Costa Souza, que adotou o nome: Tatiana da Costa Souza Ferreira. O casal é pai de dois filhos.  
VI-3 Soraia Aparecida Ferreira da ConceiçãoNatural de Volta Grande (MG). Formou-se em Matemática no início do ano 2000. Casou-se com Luiz Augusto Lamim de Souza e adotou o nome: Soraia Aparecida Ferreira da Conceição de Souza.
VI-4 Saulo Ferreira da ConceiçãoNatural de Volta Grande (MG) e funcionário da Petrobrás. É casado.
VI-5 Shirley Ferreira da ConceiçãoNatural de Volta Grande (MG). Solteira, estudante.
IV-4 Ary Clemente de Sá.
IV-5 Hilda Correia de Sá. Ela se casou com Sebastião Esteves e adotou o nome: Hilda de Sá Esteves.
IV-6 Jair Clemente de Sá. Ele se casou com Amélia Coutinho, natural de Nova Iguaçu, Estado do Rio de Janeiro.
IV-7 Maria Clara Correia de Sá. Ela se casou com o português, Clemente Ferreira. Casal residente no Bairro Cascadura, no Rio de Janeiro (RJ).
IV-8 Altair Clemente de Sá. Casado com ..........
IV-9 Ely Clemente de Sá. Casado com Áurea ..........
IV-10 Sebastião Clemente de Sá. Falecido ainda criança.
IV-11 Hélio Clemente de Sá. Falecido ainda criança.
IV-12 Rita Correia de Sá. Falecida ainda criança.
III-2 Vera Clemente de Sá. Casou-se com Antônio Martins, que era popularmente conhecido por "Antônio Pizunha".
IV-1 João Martins. Ele se casou com sua prima Syria Correia de Sá. Esta, filha legítima de [2] João Clemente de Sá Júnior nascido em 25-09-1879, quinta-feira, na região do atual Distrito de Água Viva, Município de Estrela Dalva (MG), e de [3] Consuelo Julieta Correia de Sá nascida por volta de 1888; neta paterna de [4] João Clemente de Sá nascido por volta de 1850 em São Francisco de Paula, na então Província do Rio de Janeiro, e de [5] Marianna Vasques de Miranda Sá nascida em 1862 na região do atual Distrito de Água Viva, Município de Estrela Dalva (MG); neta materna de [6] Custódio Vargas Correia nascido no dia 10-09-1864, sábado, em Leopoldina (MG), e de Virgilina Antunes Vieira; por João Clemente de Sá, bisneta de outro [8] João Clemente de Sá e de [9] Luiza Guilhermina de Sá; por Marianna Vasques de Miranda Sá, bisneta do espanhol [10] José Bento Vasques de Miranda (01-11-1833―21-12-1915), natural da Galiza e falecido na sede da fazenda Santo Antônio, no atual Distrito de Trimonte, Município de Volta Grande (MG), e de [11] Rosa Luiza de Menezes Vasques [1845―18-08-1927], falecida viúva na sede de sua fazenda do Rochedo, no atual Distrito de Água Viva, Município de Estrela Dalva (MG); por Custódio Vargas Correia, bisneta de [12] Francisco de Vargas Correia e de [13] Venância Esméria de Jesus, natural de Leopoldina (MG); por Rosa Luiza de Menezes Vasques, trineta do agricultor [22] Agostinho Luiz de Menezes [cerca de 1815―25-09-1861] e de [23] Ana Rosa de Moraes (no seu primeiro casamento); por Francisco de Vargas Correia, trineta de [24] Francisco de Vargas e de [25] Teresa Maria de Jesus; por Venância Esméria de Jesus, trineta de [26] Antônio Rodrigues Gomes Filho e de [27] Rita Esméria de Jesus.
IV-2 Teresa Martins. Casada com .......... Manna.
III-3 Fausto Clemente de Sá. Estabelecido em Colina, no Estado do Espírito Santo.
III-4 José Guilherme Clemente de Sá. Ele nasceu no dia 13-05-1886, quinta-feira, em Água Viva, no atual Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais. E foi batizado em 10-04-1888, terça-feira, pelo Padre Modesto Theophilo Alves Ribeiro, da Paróquia de Conceição da Boa Vista, no atual Município de Recreio (MG); foram seus padrinhos: José Guilherme Vasques de Miranda e Alexandrina Luiza de Menezes Vasques.
III-5 Olga Clemente de Sá. Ela nasceu no dia 13-01-1888, sexta-feira, em Água Viva, no atual Município de Estrela Dalva (MG). E foi batizada no dia 10-04-1888, terça-feira, pelo Padre Modesto Theophilo Alves Ribeiro, da Paróquia de Conceição da Boa Vista, no atual Município de Recreio (MG); foram seus padrinhos: o casal Júlio Henrique Boechat e Olivia de Sá Boechat, fazendeiros na região de Espírito Santo de Água Limpa, atual Distrito de Água Viva, Município de Estrela Dalva (MG).

III-6 Juarez Clemente de Sá. Ele nasceu no dia 14-10-1894, domingo, em Providência, Município de Leopoldina, Estado de Minas Gerais. E casou-se no dia 17-06-1919, terça-feira, em São Luiz, atual Trimonte, Município de Volta Grande (MG), com sua prima, Ana Pires Vasques de Miranda – "Nini", que adotou o nome: Ana Pires Vasques de Miranda Sá. O casamento foi presidido pelo Juiz de Paz, Gustavo Eugênio de Bittencourt Duarte e foram testemunhas: Luiz Augusto Teixeira de Castro, Julieta Vasques de Castro e Lourival Pacheco de Castro.
A [1] Ana Pires Vasques de Miranda Sá era filha legítima de [2] Augusto Vasques de Miranda (1874―03-07-1916) e de [3] Maria Alcina Pires Vasques de Miranda (Maria Alcina Duarte Pires quando solteira) nascida por volta de 1882 e casada no dia 21-10-1899, sábado, em Água Viva, no atual Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais; neta paterna do espanhol, [4] José Bento Vasques de Miranda (01-11-1833―21-12-1915) e de sua segunda mulher, [5] Rosa Luiza de Menezes Vasques (1845―18-08-1927); neta materna de [6] José Joaquim Pires e de [7] Ana Eugênia Duarte; e por Rosa Luiza de Menezes Vasques, bisneta de [10] Agostinho Luiz de Menezes (cerca de 1815―25-09-1861) e de [11] Ana Rosa de Moraes (no primeiro casamento desta).
IV-1 .......... Filho único.
III-7 Maceo Clemente de Sá. Ele nasceu no dia 03-04-1897, sábado, em Providência, Município de Leopoldina, Estado de Minas Gerais.
II-2 José Guilherme Vasques de Miranda. Nasceu no ano de 1866 na sede da fazenda do Rochedo, situada na região que deu origem ao atual Distrito de Água Viva, Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais. Casou-se em 1886, com sua prima Alexandrina Luiza de Menezes – "Xandoca", que adotou o nome: Alexandrina Luiza de Menezes Vasques. Esta nascida por volta de 1869, em terras formadoras do Distrito de São Luiz, atual Trimonte, Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais, filha legítima de Alexandre Luiz de Menezes e de Emiliana Francisca Coutinho; neta paterna de Agostinho Luiz de Menezes nascido por volta de 1815 na então Capitania do Rio de Janeiro, e falecido no dia 25-09-1861, quarta-feira, em terras que deram origem ao Distrito de Trimonte, Estado de Minas Gerais, e de sua mulher Ana Rosa de Moraes (no primeiro casamento desta). Todos estes, agricultores na citada Região.
José Guilherme Vasques de Miranda era tabelião e escrivão do 2o Ofício de Registro de Imóveis de São Manoel, atual Eugenópolis, Estado de Minas Gerais, onde residia com a família.
Em 27-10-1896, foi nomeado Capitão do 136o Batalhão de Infantaria de Minas Gerais – 2a Companhia de São Paulo do Muriaé, atual Muriaé, (Diário Oficial da União). Foi também vereador eleito pelo então Distrito.
Alexandrina Luiza de Menezes Vasques faleceu no dia 24-10-1928, quarta-feira, às 20 horas e 35 minutos, em sua residência, em São Manoel, atual Eugenópolis (MG), teve como causa mortis: colecistite infecciosa e peritonite supurada apendicular pós-operatória, conforme o atestado de óbito firmado pelo farmacêutico Antônio Eleutério Silvino de Castro. Tinha 59 anos de idade e cerca de 41 anos de casada. Seu corpo jaz sepultado no Cemitério de Eugenópolis (MG).
José Guilherme Vasques de Miranda faleceu aos 68 anos de idade, no dia 18-02-1935, segunda-feira, às 16 horas, em domicílio situado à Rua Coronel Miranda, em São Manuel, atual Eugenópolis, Estado de Minas Gerais. Causa mortis: toxemia e colapso cardíaco, conforme o atestado de óbito firmado pelo médico, doutor Carlos Barbuto. Seu corpo jaz sepultado no túmulo da família no Cemitério de Eugenópolis.
III-1 José Vasques de Miranda. Era popularmente conhecido por "Miranda". Nascido no dia 29-05-1887, domingo, em Água Viva, no atual Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais. E foi batizado no dia 10-04-1888, terça-feira, pelo Padre Modesto Theophilo Alves Ribeiro, da Paróquia de Conceição da Boa Vista, no atual Município de Recreio, Estado de Minas Gerais; foram seus padrinhos: o avô paterno, José Bento Vasques de Miranda e a avó materna, dona Emiliana Francisca Coutinho.
Era casado com dona "Lilica". Foi proprietário e residente em São Pedro do Itabapoana, atual Mimoso do Sul, no Estado do Espírito Santo (1920 e 1921) e que anos mais tarde, já em 1930, mudou-se para Ipanema, Estado de Minas Gerais, e aí construiu um prédio onde fundou a Farmácia São Sebastião com uma entrada lateral para a sua moradia. Ainda vivia em 28-06-1952.
Foi homenageado pela Câmara Municipal de Ipanema, Estado de Minas Gerais com o nome de um logradouro público: a Rua José Vasques de Miranda.
IV-1 Roberto Vasques de Miranda.
IV-2 Edgard Vasques de Miranda. Farmacêutico formado no ano de 1942 pela Faculdade de Farmácia da Universidade de São Paulo, na Capital Paulista.
Casou-se em Ipanema, Estado de Minas Gerais, com Renildes Soares da Cunha, que adotou o nome: Renildes Soares Vasques de Miranda. Esta era filha legítima de Sebastião Soares da Cunha e de sua segunda esposa, dona Doralice Soares da Cunha; família que se transferiu de Muriaé (MG) para Ipanema (MG) e que foram proprietários de uma das maiores minas de níquel do Brasil, ambos já falecidos.
Edgard Vasques de Miranda que herdou a Farmácia São Sebastião que fora do pai, continuou morando em Ipanema (MG). Vindo ele a falecer em 1997. Sua esposa também já é falecida.
Ele foi homenageado pela Câmara Municipal de Ipanema, Estado de Minas Gerais, que deu seu nome a um logradouro público da cidade: a "Rua Edgar Vasques de Miranda".
O casal deixou três filhos.
V-1 Fernando Soares Vasques de Miranda. Casou-se por volta de 1983, com Maria Carla Bueno Franco, que adotou o nome: Maria Carla Bueno Franco Vasques de Miranda. Ela que quando solteira esteve residindo em Natal (RN), nascera em São Paulo (SP); e filha legítima de Dirceu Franco e de Adélia Bueno Franco, ambos naturais e casados na Capital Paulista.
O Fernando Soares Vasques de Miranda se dedicou à agricultura e ao comércio. Faleceu no ano de 1996, em Ipanema, Estado de Minas Gerais.
Dona Maria Carla Bueno Franco Vasques de Miranda, viúva, continua residindo em Ipanema (MG), onde é proprietária da Ótica Ipanema Limitada.
VI-1 Fernando Bueno Franco Vasques de Miranda.
VI-2 Maria Elisa Bueno Franco Vasques de Miranda.
V-2 Roberto Soares Vasques de Miranda. Ele é natural de Belo Horizonte (MG) e residente em Ipanema (MG), onde se casou com Eliana Pereira, que adotou o nome: Eliana Pereira Vasques de Miranda.
Foram proprietários da Drogaria Miranda, situada nesta mesma Cidade, no local onde funcionara a do seu pai. Já desativada.
O casal tem um filho adotivo.
V-3 Edgard Vasques de Miranda Filho – "Gagá". Casou-se em Ipanema (MG), com Cristina. Emigraram para os Estados Unidos da América, onde eles se separaram e continuam residindo. Tiveram dois filhos.
VI-1 Edgard Vasques de Miranda Neto. Nascido em Belo Horizonte (MG).
VI-2 Bernardo Vasques de Miranda. Residente em Boston, Massachusetts, Estados Unidos da América.
IV-3 Edwaldo Vasques de Miranda. Era piloto e dedicava-se à aviação. Morreu quando o avião monomotor que ele pilotava, caiu nas proximidades da cidade de Ipanema, Estado de Minas Gerais, devido à ocorrência de uma tempestade. O aeroplano, na época denominado teco-teco, havia decolado da cidade mineira de Manhuaçu, em dia instável sujeito a chuvas, transportando um advogado com destino à Ipanema. E no acidente morreram os dois ocupantes da aeronave.
Ele era solteiro. Sem geração.
III-2 João Baptista Vasques de Miranda Sobrinho. Ele nasceu em Minas Gerais no dia 18-12-1889, quarta-feira, migrou para a cidade de Ribeirão Preto, Estado de São Paulo, onde se casou com dona Irma Iraide Coppo, que adotou o nome: Irma Iraide Coppo de Miranda. Esta, filha legitima de Luiz Coppo (Luigi Coppo) e de Regina Trevisanello, nascida em Ribeirão Preto, Estado de São Paulo, no dia 29-05-1899, segunda-feira, e que foi aí batizada na catedral de São Sebastião, no dia 04-09-1899, segunda-feira, pelo reverendo Cônego João Nepomuceno de Souza, sendo seus padrinhos o casal Sílvio e Hortência Fortes.
João Baptista Vasques de Miranda Sobrinho faleceu em Ribeirão Preto, Estado de São Paulo, no dia 12-04-1966, terça-feira, aos 76 anos, 3 meses e 25 dias de idade. Já sua esposa faleceu viúva nesta mesma Cidade, no dia 04-03-1988, sexta-feira, aos 88 anos, 9 meses e 4 dias de idade.
O casal gerou oito filhos.
IV-1 Oswaldo Vasques de Miranda. Nasceu no dia 25-08-1924, segunda-feira, em Ribeirão Preto, Estado de São Paulo; e foi batizado em Muriaé (MG). Casou-se com Benedita de Araújo Ribeiro, que adotou o nome: Benedita Ribeiro Vasques de Miranda; esta nascida no dia 28-03-1921, segunda-feira, em União dos Palmares, Estado de Alagoas, e falecida em 21-12-1997, domingo, em Presidente Prudente, Estado de São Paulo, contando 76 anos, 8 meses e 23 dias de idade. O representante comercial Oswaldo Vasques de Miranda esteve residindo e trabalhando em diversas localidades, tais como, Ribeirão Preto (SP), Londrina (PR) e Bauru (SP), antes de fixar residência em Presidente Prudente (SP), aonde veio a falecer no dia 14-06-2006, quarta-feira, aos 81 anos, 9 meses e 20 dias de idade. Seu corpo jaz sepultado junto ao de sua esposa, na quadra 86, lote 331, do Cemitério São João Batista, em Presidente Prudente.
V-1 Regina Coelli Vasques de Miranda. Nascida na cidade de Ribeirão Preto, Estado de São Paulo. É fisioterapeuta formada em 1982 pelo Instituto Municipal de Ensino Superior de Presidente Prudente (SP) e também professora universitária de Fisioterapia. Casou-se com o engenheiro civil Emerson Sampieri Burneiko e adotou o nome: Regina Coelli Vasques de Miranda Burneiko. Sendo ele descendente de famílias naturais da Itália e da Letônia. O casal se separou em 2007 e ela voltou a ter o seu nome de solteira.
Eles são residentes e domiciliados em Presidente Prudente e têm três filhos.
VI-1 Rafael Vasques Sampieri Burneiko. Advogado, residente e domiciliado em Tangará da Serra, Estado do Mato Grosso.
VI-2 Luiz Gustavo Vasques de Miranda Sampieri Burneiko. Estudante de Jornalismo. Residente em Cuiabá, Estado do Mato Grosso.
VI-3 Mariana Vasques de Miranda Sampieri Burneiko. Advogada em Cuiabá, Estado do Mato Grosso.
V-2 Marco Antônio Vasques de Miranda. Ele é natural de São Paulo (SP). Engenheiro formado pela Escola de Engenharia Mauá, de São Caetano do Sul (SP), Turma de 1981. Casou-se com a paulistana Luciana Cocicov Cunha Lima, que adotou o nome: Luciana Cocicov Cunha Lima de Miranda.
Doutora Luciana é formada em Psicologia e Psicanálise em 1995, pela Faculdade Paulistana de Ciências e Letras, de São Paulo (SP) e formada também, em Psicopedagogia, em 2005, pela Universidade de Cuiabá, Estado do Mato Grosso. Atualmente ela desempenha suas funções profissionais na "Clínica Pró-Saúde", em Cuiabá.
Marco Antônio é sócio diretor da empresa Agro Amazônia Sistemas Mecanizados Limitada.
VI-1 Lucas Cocicov Vasques de Miranda. É estudante de Comunicação Social e Radialismo na Universidade Metodista de São Paulo (SP).
VI-2 Marina Cocicov Vasques de Miranda. Estudante em Cuiabá, Estado do Mato Grosso.
IV-2 Jandyra Vasques de Miranda. Nasceu em Ribeirão Preto, Estado de São Paulo. E também se casou nesta mesma Cidade, no dia 27-11-1967, segunda-feira, aos 41 anos de idade, com o advogado, doutor Manoel de Souza Ferro, de 56; Ele nascido no dia 11-05-1911, quinta-feira. Passando ela a assinar-se: Jandyra Vasques de Miranda Ferro.
O doutor Manoel de Souza Ferro faleceu em Ribeirão Preto (SP), no dia 01-02-1995, quarta-feira, aos 83 anos, 8 meses e 21 dias de idade. Sem geração.
IV-3 José Vasques de Miranda Sobrinho. Nasceu no dia 31-05-1928, quinta-feira, em Ribeirão Preto, Estado de São Paulo. Casou-se com Adélia Thereza Giannasi, que adotou o nome: Adélia Thereza Giannasi Vasques de Miranda  dona "Nenê". Residentes e domiciliados em Ribeirão Preto.
O comerciante José Vasques de Miranda Sobrinho foi proprietário do magazine e alfaiataria "JB Confecções" em Ribeirão Preto, uma das lojas mais antigas e tradicionais do comércio local; fundada no ano de 1939 e onde ele começara ainda menino como entregador da loja.
Dona Adélia Thereza Giannasi Vasques de Miranda nascida no dia 25-02-1930, terça-feira, faleceu em 11-03-1999, quinta-feira, em Ribeirão Preto, com 69 anos e 14 dias de idade.
José Vasques de Miranda Sobrinho faleceu em Ribeirão Preto, no dia 21-06-2012, quinta-feira, aos 84 anos e 21 dias de idade.
V-1 José Luiz Vasques de Miranda. Ele é engenheiro civil formado no ano de 1985 e natural de Ribeirão Preto, Estado de São Paulo, onde se casou com a professora Roberta Aparecida Felício, que adotou o nome: Roberta Aparecida Felício de Miranda.
Residentes em Ribeirão Preto, Estado de São Paulo.
V-2 José Roberto Vasques de Miranda. Natural de Ribeirão Preto, Estado de São Paulo. Médico pediatra formado no ano de 1981 pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto.
Casou-se nesta mesma Cidade com a doutora Maria Inês Stafanini Ferreira, que adotou o nome: Maria Inês Ferreira de Miranda.
O casal é residente e domiciliado em Porto Velho, Estado de Rondônia, onde a doutora Maria Inês é professora do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal de Rondônia - UNIR, e o doutor José Roberto integra a equipe médica do Hospital 9 de Julho.
V-3 José Renato Vasques de Miranda. Administrador de Empresa, natural de Ribeirão Preto, Estado de São Paulo, onde se casou com Sílvia Regina Riul Nunciatelli, que adotou o nome: Sílvia Regina Nunciatelli Miranda.
Eles são residentes e domiciliados em Ribeirão Preto.
VI-1 Fernanda Nunciatelli Miranda. Natural de Ribeirão Preto, Estado de São Paulo.
VI-2 Sofia Nunciatelli Miranda. Natural de Ribeirão Preto, Estado de São Paulo.
IV-4 Eloy Alexandrino Vasques de Miranda. Nasceu no dia 29-05-1930, quinta-feira, em Ribeirão Preto, Estado de São Paulo. Ele se casou em Araraquara (SP), com Célia Odile Delle Piagge, que adotou o nome: Célia Odile Delle Piagge Vasques de Miranda. Ela, filha legítima de Pedro Delle Piagge Filho, natural de Ribeirão Preto e de Rosina Sica, natural de San Basile, Itália.
Eloy foi comerciante do ramo de açougues, em Araraquara. E faleceu nesta mesma Cidade no dia 29-09-2007, sábado, aos 77 anos e 4 meses de idade. Seu corpo jaz sepultado no Cemitério São Bento, em Araraquara.
O casal deixou três filhas. E dona Célia, viúva, reside em Araraquara.
V-1 Célia Regina Vasques de Miranda. Natural da cidade de Araraquara, Estado de São Paulo, casada com Antônio Marques Filho, sendo Célia Regina Vasques de Miranda Marques o seu nome de casada.
VI-1 Manoela de Miranda Marques.
VI-2 Letícia de Miranda Marques.
V-2 Maria do Carmo Vasques de Miranda. Ela é natural da cidade de Araraquara, Estado de São Paulo, casada com Massimo Delbon, sendo Maria do Carmo Vasques de Miranda Delbon o seu nome de casada.
VI-1 Richiel Delbon.
VI-2 Rafaela Delbon.
V-3 Maria de Fátima Vasques de Miranda. Ela é natural da cidade de Araraquara, Estado de São Paulo. Casada com José Mário Redondo.
VI-1 Tales Fernando de Miranda Redondo.
IV-5 Luiz Vasques de Miranda. Nasceu em Ribeirão Preto, Estado de São Paulo, e aí também faleceu com apenas 1 ano de idade.
IV-6 Maria Aparecida Vasques de Miranda. Nasceu em Ribeirão Preto, Estado de São Paulo, e aí também faleceu em tenra idade.
IV-7 Wanderley Vasques de Miranda. Nasceu em Ribeirão Preto, Estado de São Paulo e é gêmeo com Wanda Vasques de Miranda. Casou-se nesta mesma Cidade no dia 28-11-1967, terça-feira, com Nancy Pereira da Costa nascida em 05-05-1928, sábado, que adotou o nome: Nancy Costa Vasques de Miranda. O casal mais tarde se separou.
Dona Nancy Costa Vasques de Miranda faleceu em Ribeirão Preto no dia 09-01-2011, domingo, aos 82 anos, 8 meses e 4 dias de idade. A Câmara Municipal de Ribeirão Preto, pelo Projeto de Lei número 921/11, de José Carlos de Oliveira (Bebé), homenageou-a dando o seu nome a um logradouro público da Cidade.
Neste ano de 2012, Wanderley Vasques de Miranda, viúvo com 72 anos, continua residindo em Ribeirão Preto.
V-1 Rita de Cássia Vasques de Miranda. Ela é professora, natural da cidade de Ribeirão Preto, Estado de São Paulo. Casou-se duas vezes. Seu primeiro marido foi Flávio Rogério Afeto Silva, casados nesta mesma Cidade no dia 20-12-1997, sábado.
Ela manteve o mesmo nome de solteira. Mais tarde o casal se separou.
V-1 Rita de Cássia Vasques de Miranda casou-se pela segunda vez no dia 09-04-2011, sábado, em Ribeirão Preto, Estado de São Paulo, com Marcus Aurélio Lopes Júnior e ela continuou mantendo o mesmo nome de solteira.
O casal é residente e domiciliado em Ribeirão Preto, Estado de São Paulo, onde Rita de Cássia Vasques de Miranda é funcionária estadual e desempenha o cargo de agente de organização escolar.
V-2 João Paulo Vasques de Miranda. Natural de Ribeirão Preto, Estado de São Paulo. É casado.
IV-8 Wanda Vasques de Miranda. Ela nasceu em Ribeirão Preto, Estado de São Paulo e é gêmea com Wanderley Vasques de Miranda. Casou-se nesta mesma Cidade no dia 16-10-1963, quarta-feira, com o advogado, doutor Íris Mendes Ribeiro. Este, filho legítimo de Benedito Mendes Ribeiro e de Maria de Souza Ribeiro, naturais de São Sebastião do Paraíso, Estado de Minas Gerais.
O casal é separado e tem três filhos.
V-1 Adriana Mendes Ribeiro. É natural de Ribeirão Preto, Estado de São Paulo, onde se casou com Caio Márcio Barbosa Chaves e adotou o nome: Adriana Ribeiro Chaves.
VI-1 Pedro Ribeiro Chaves. Natural de Ribeirão Preto, Estado de São Paulo.
VI-2 Laura Ribeiro Chaves. Natural de Ribeirão Preto, Estado de São Paulo.
V-2 Íris Mendes Ribeiro Júnior. Natural de Ribeirão Preto, Estado de São Paulo, onde se casou com Denise Arouca.
O casal se separou. Eles tiveram um filho.
VI-1 Felipe Mendes Ribeiro. Natural de Ribeirão Preto, Estado de São Paulo.
V-3 Luiz Fernando Mendes Ribeiro. Natural de Ribeirão Preto, Estado de São Paulo, onde se casou com Cristiane Medeiros Machado.
VI-1 João Lucas Machado Ribeiro. É natural de Ribeirão Preto, Estado de São Paulo.
III-3 Sebastião Vasques de Miranda. Conhecido por "Mindonga" no seio familiar. Falecido em Vitória, Estado do Espírito Santo. Casado e sem geração. Sua esposa chamava-se Adelaide ..........
III-4 Floriano Vasques de Miranda. Falecido solteiro no início da década de 1930, vitimado por tuberculose (incurável na época).
III-5 Mário Vasques de Miranda. Falecido em São João do Manhuaçu, Estado de Minas Gerais.
III-6 Maria Vasques de Miranda. Conhecida por "Maricas" no seio familiar. Nascida por volta do ano de 1900, em São Manoel, atual Eugenópolis, Estado de Minas Gerais. Casada com Raphael Barbuto Sobrinho, filho legítimo do italiano José Barbuto (Giuseppe Barbuto) nascido em Serra San Bruno, na Calábria, e de Ana Sanchez Barbuto. Sendo seu nome de casada: Maria Vasques Barbuto. Ambos residentes e falecidos em Eugenópolis, Estado de Minas Gerais onde seus corpos jazem sepultados; ela em 1971 e ele em 1976. Geraram cinco filhos. O Raphael Barbuto Sobrinho era irmão e concunhado de José Barbuto casado com sua cunhada Lourdes relacionada no item III-9, abaixo.
IV-1 Ivanir Vasques Barbuto. Ele nasceu em Eugenópolis, Estado de Minas Gerais. Casou-se em Além Paraíba (MG), com Emília Afonso de Miranda, que adotou o nome: Emília Afonso Barbuto. Esta, natural de Eugenópolis, Estado de Minas Gerais, filha legítima de Maurílio Afonso de Miranda (04-01-1901─06-11-1979) e de Maria Aurora da Silva Miranda (06-06-1904─08-09-1982).
Ivanir Vasques Barbuto é funcionário aposentado dos correios e foi proprietário de cinema em Eugenópolis, Estado de Minas Gerais, onde reside. 

V-1 Eunice Miranda. Nascida em Muriaé, Estado de Minas Gerais. Casou-se em Eugenópolis (MG) com Sebastião Assis da Silva e adotou o nome: Eunice Miranda da Silva.
VI-1 Emiliana Miranda da Silva.
VI-2 Luciana Miranda da Silva.
VI-3 Lucas Miranda da Silva.
IV-2 Marlene Vasques Barbuto. Ela é natural de Eugenópolis, Estado de Minas Gerais. Casou-se com Izonel Cruz Pimentel, e adotou o nome: Marlene Barbuto Cruz. Ele, natural também de Eugenópolis, onde desempenha o cargo de prefeito municipal pela segunda vez, eleito que foi nos pleitos de 2000 e de 2008.
V-1 Marcos Barbuto Cruz.
V-2 Verônica Barbuto Cruz.
V-3 Mônica Barbuto Cruz.
V-4 João Rafael Barbuto Cruz.
IV-3 José Vasques Barbuto. Natural de Eugenópolis, Estado de Minas Gerais, onde faleceu aos 8 meses de idade.
IV-4 Edvaldo Vasques Barbuto. Natural de Eugenópolis, Estado de Minas Gerais e falecido em Vitória, Estado do Espírito Santo.
IV-5 Wilson Vasques Barbuto. Natural de Eugenópolis, Estado de Minas Gerais.
III-7 Clara Vasques Miranda. Nascida por volta do ano de 1902 em São Manoel, atual Eugenópolis, Estado de Minas Gerais. Casou-se no dia 27-06-1936, sábado, em Alegre, Estado do Espírito Santo, com o tropeiro, Anízio Nogueira, e adotou o nome: Clara Vasques Nogueira. Ele residente em Alegre, Estado do Espírito Santo, nascido por volta de 1909, filho legítimo de Adhemar Nogueira e de Lindolpha Penna Nogueira.
Clara Vasques Nogueira faleceu no dia 05-11-1936, quinta-feira, às 6 horas e 30 minutos, tendo como causa mortis envenenamento. Contava 34 anos de idade, e tinha apenas 4 meses e 9 dias de casada. Seu corpo foi sepultado no Cemitério Municipal de Alegre (ES). Sem geração.
III-8 Alexandrino Vasques de Miranda. Nascido no dia 03-02-1908, segunda-feira, às 13 horas e 30 minutos, na sede da fazenda da Prata, em São Manoel, atual Eugenópolis, Estado de Minas Gerais, e faleceu nesta mesma localidade no dia 18-07-1909, domingo, às 9 horas e 30 minutos. Contava apenas 1 ano, 5 meses e 15 dias de idade. Seu corpo jaz sepultado no Cemitério Municipal de Eugenópolis, Estado de Minas Gerais.
III-9 Lourdes Vasques de Miranda. Ela é natural de São Manoel, atual Eugenópolis, Estado de Minas Gerais. Casada com José Barbuto, filho legítimo do italiano José Barbuto (Giuseppe Barbuto), natural de Serra San Bruno, na Calábria, e de Ana Sanchez Barbuto. Sendo seu nome de casada: Lourdes Vasques Barbuto. O casal teve apena um filho. O José Barbuto era irmão e concunhado do Raphael Barbuto Sobrinho casado com sua cunhada Maria relacionada no item III-6, acima. Eles moram em Eugenópolis, Estado de Minas Gerais.
IV-1 Haroldo Barbuto. Ele é natural de Eugenópolis, Estado de Minas Gerais. Casou-se com Maria das Graças Ferreira, que adotou o nome: Maria das Graças Ferreira Barbuto. Ela é Secretária Municipal de Educação, em Eugenópolis. Haroldo Barbuto faleceu no dia 20-10-2009, terça-feira, nesta mesma Localidade.
O casal teve quatro filhos.
V-1 Dirceu Ferreira Barbuto.
V-2 Diógenes Ferreira Barbuto.
V-3 Douglas Ferreira Barbuto.
V-4 Diego Ferreira Barbuto.
  
II-3 João Baptista Vasques de Miranda. Nasceu no dia de São João, 24-06-1870, sexta-feira, na sede da fazenda do Rochedo, situada na região que deu origem ao atual Distrito de Água Viva, Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais.
No ano de 1893 aproximadamente, com suspeita de tuberculose, foi para São João del Rei, Estado de Minas Gerais para tratamento de saúde. Naquele clima propício, em pouco tempo se recuperou. Ficou encantado por essa bela cidade e pelo seu povo muito amável, hospitaleiro e religioso. Resolveu então se fixar ali. Em 1895, com ajuda do pai, fundou o Bazar Japonês, na Avenida Rui Barbosa, no 1, onde vendia artigos diversos, como: armarinho, papelaria, livros, brinquedos, perfumaria, charutaria, fogos de artifício, etc.
Numa terça-feira, 02-03-1897, às 12 horas, casou-se com a sua prima Rita Zulmira de Menezes – "Nhazinha", que adotou o nome: Rita Zulmira de Menezes Vasques. O casamento foi realizado na sede da fazenda do tenente Joaquim Ferreira de Menezes, pai da noiva, no Distrito de Espírito Santo de Água Limpa, atual Água Viva, Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais; matrimônio presidido pelo Juiz de Paz, Norberto Valadão Flores. Serviram como testemunhas: o seu cunhado João Clemente de Sá (então com 47 anos de idade) e o seu irmão, José Guilherme Vasques de Miranda (então com 30 anos de idade), este residente em São Manoel, atual Eugenópolis (MG). Ela nascida no dia 08-11-1878, sexta-feira, em Espírito Santo de Água Limpa, atual Água Viva (MG), e batizada no dia 11-02-1879, terça-feira, na Paróquia de Conceição da Boa Vista (MG); filha legítima de Joaquim Ferreira de Menezes, batizado no dia 02-12-1853, sexta-feira, na Freguesia de Madre de Deus do Angu, atual Angustura (MG), e de sua primeira esposa, Amélia Maria Nunes de Menezes (Amélia Maria Nunes Duarte quando solteira), natural de Areias, Estado de São Paulo; neta paterna de Agostinho Luiz de Menezes nascido por volta de 1815 na então Capitania do Rio de Janeiro, e falecido no dia 25-09-1861, quarta-feira, em terras que deram origem ao Distrito de Trimonte (MG), e de sua mulher Ana Rosa de Moraes (em seu primeiro casamento); neta materna de Severino Nunes Duarte e de Antônia Maria Nunes. Por Severino Nunes Duarte, a Rita Zulmira Zulmira de Menezes Vasques era bisneta de outro Severino Nunes Duarte e de Ana Clara da Aleluia. Todos estes ascendentes eram agricultores na mesma região.
João Baptista Vasques de Miranda foi presidente da Associação Comercial e Industrial de São João del Rei, Estado de Minas Gerais, no período de 1907 a 1908. Ele faleceu no dia 28-08-1943, sábado, aos 73 anos, 2 meses e 4 dias de idade, após 46 anos, 5 meses e 26 dias de casado. E a Rita Zulmira de Menezes Vasques faleceu no dia 24-10-1948, domingo, aos 69 anos, 11 meses e 16 dias de idade. Seus corpos jazem sepultados no túmulo da família no Cemitério Nossa Senhora do Carmo, em São João del Rei (MG).


III-1 Juracy de Miranda Vasques. Nascida no ano de 1898, em São João de del Rei, Estado de Minas Gerais. Ela se casou no dia 30-09-1919, terça-feira, na igreja de Nossa Senhora do Pilar, em São João del Rei, com Carlos Alves Filgueiras, natural de Pitangui (MG), filho legítimo de Antônio Alves Filgueiras Campos e de Maria Carolina Bahia Filgueiras; foi celebrante o Padre Gustavo Ernesto Coelho ‒ Vigário; e serviram como testemunhas: Joaquim Ferreira de Menezes, avô materno da contraente e David Francisco Mourão. Seu nome de casada era: Juracy Vasques Filgueiras ‒ "Cici" para os familiares. Eles tiveram sete filhos.
IV-1 Maria Carolina Vasques Filgueiras. Casou-se com .......... Melo e adotou o nome: Maria Carolina Filgueiras de Melo. Ela faleceu em Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais, onde residia.
IV-2 Carlos Antônio Vasques Filgueiras. Ele se casou-se no 3º Subdistrito de Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais, com Maria Eugênia de Almeida Cunha, que adotou o nome: Maria Eugênia de Almeida Cunha Filgueiras.
Casal falecido em Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais. Ele, em 2011 e ela em 2012. Tiveram doze filhos.
V-1 Carlos Almeida Cunha Filgueiras. Ele é natural de Belo Horizonte (MG), onde se casou com Isabel Cristina Soares Caminha.
V-2 Maurício Almeida Cunha Filgueiras. Ele se casou com Ana Luísa de Sousa e Silva, em Belo Horizonte (MG).
V-3 Rodrigo Almeida Cunha Filgueiras. Natural de Belo Horizonte (MG), onde se casou com Maria Cristina Silva Leite.
V-4 Elizabeth Gressi Almeida Cunha Filgueiras.
V-5 Fernando Almeida Cunha Filgueiras. Natural de Belo Horizonte (MG).
V-6 Cristina Almeida Cunha Filgueiras. Natural de Belo Horizonte (MG).
V-7 Heloísa Almeida Cunha Filgueiras. Natural de Belo Horizonte (MG).
V-8 Marco Antônio Almeida Cunha Filgueiras. Advogado.
V-9 .......... Almeida Cunha Filgueiras.
V-10 .......... Almeida Cunha Filgueiras.
V-11 .......... Almeida Cunha Filgueiras.
V-12 .......... Almeida Cunha Filgueiras.
IV-3 Juracy Vasques Filgueiras. Era oficial de administração da Viação Férrea Centro Oeste, unidade de operação da Rede Ferroviária Federal Sociedade Anônima (04-09-1967). Falecida no dia 28-12-2005, quarta-feira, em Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais, onde residia.
IV-4 Kléber Vasques Filgueiras.  Conceituado médico estabelecido na cidade de São João del Rei (MG). Casou-se no ano de 1956 com a assistente social paulistana, Lúcia Kawall, que adotou como nome de casada: Lúcia Kawall Filgueiras. Esta, nascida no ano de 1924 e filha de pai alemão; que ele conhecera nos Estados Unidos da América, quando lá estiveram fazendo curso de aperfeiçoamento profissional. O doutor Kléber Vasques Filgueiras faleceu no dia 18-07-1966, segunda-feira. Já a viúva Lúcia Kawall Filgueiras faleceu na Capital Paulista no dia 18-09-2012, terça-feira, aos 88 anos de idade, depois de ter passado por uma cirurgia. O casal não deixou descendência. A Câmara Municipal de São João del Rei homenageou ao doutor Kléber Vasques Filgueiras, dando o seu nome a um movimentado logradouro público da Cidade.
IV-5 João Bosco Vasques Filgueiras.
IV-6 Ilka Vasques Filgueiras. Casou-se em Belo Horizonte (MG), com Geraldo de Castro. passando a assinar-se: Ilka Filgueiras de Castro. Ambos faleceram na Capital Mineira, onde residiam; ela em 09-12-2007, domingo. 
IV-7 Maria José Vasques Filgueiras.
                        
III-2 João Baptista Vasques de Miranda Júnior. Nascido no dia 08-07-1899, sábado, em São João del Rei, Estado de Minas Gerais, e foi aí batizado na igreja de Nossa Senhora do Pilar, no dia 01-04-1900, domingo, pelo Padre João Pimentel, sendo seus padrinhos: Francisco Raymundo Cardoso e Maria da Conceição Cardoso.
Casou-se em 15-01-1929, terça-feira, em Belo Horizonte (MG), com Maria Antonieta Mello Silva, que adotou o nome: Maria Antonietta Mello Silva Vasques. Esta nascida no dia 28-05-1901, terça-feira, em Soledade, Estado de Minas Gerais. Filha legítima do chefe de almoxarifado da Estrada de Ferro Centro-Oeste de Minas, Getúlio Silva, natural de Cruzeiro (SP), e de Antonina de Mello Silva – "Lindoca", natural do Vale do Paraíba, no Estado de São Paulo.
João Baptista Vasques de Miranda Júnior estudou no Instituto Eletrotécnico e Mecânico, de Itajubá (MG). Após os estudos, esteve trabalhando pela década de 1920, como representante comercial na cidade do Rio de Janeiro  então Capital Federal.
Retornou a São João del Rei (MG). Em janeiro de 1929 gerenciava o Bazar Japonês de seus pais. Depois foi professor de Matemática no Colégio Padre Machado, da Cidade.
Era enxadrista e dedicava-se à poesia. Enviava sempre seus trabalhos literários para o jornal local sob o pseudônimo de "Vasmir". Chegou a publicar um livro de poemas. Escreveu também algumas peças teatrais infantis, que eram apresentadas no Grupo Escolar Maria Teresa de São João del Rei; sendo a mais importante, "A Gata Borralheira" – uma opereta musicada por Afi, seu grande amigo (resumindo o que diz a senhora Glaura Vasques de Miranda em seu livro).
João Baptista Vasques de Miranda Júnior morreu em 11-09-1936, sexta-feira, em São João del Rei (MG), vítima de pneumonia; contava 37 anos, 2 meses e 3 dias de idade, após 7 anos, 7 meses e 27 dias de casado. Seu corpo jaz sepultado no túmulo da família no Cemitério Nossa Senhora do Carmo, desta mesma Cidade.
Com a criação da Academia Sanjoanense de Letras, na década de 1960, o seu nome foi registrado como patrono de uma das cadeiras.
Já Maria Antonietta Mello Silva Vasques foi aluna interna, do Colégio Sagrado Coração de Jesus, de Itajubá (MG), mas, concluiu os seus estudos no Colégio Nossa Senhora das Dores, de São João del Rei (MG). Na Capital Mineira, para onde havia se mudado com os pais, continuou seus estudos de piano com o renomado professor Pedro de Castro, no Conservatório Mineiro de Música.
No ano de 1923, ingressou no Magistério Primário do Estado de Minas Gerais, trabalhando inicialmente como professora regente de música e recreação infantil, no Jardim da Infância Delfim Moreira, na Capital Mineira. Após o seu casamento, obteve transferência para o Grupo Escolar Maria Teresa, de São João del Rei, Estado de Minas Gerais. E após o falecimento de seu marido, transferiu-se novamente para a Capital Mineira, indo trabalhar na cadeira de música do Grupo Escolar Barão de Macaúbas, no Bairro Floresta, onde permaneceu até a sua aposentadoria em 1951 (resumindo o que diz em seu livro a senhora Glaura Vasques de Miranda sobre dona Maria Antonietta Mello Silva Vasques).
Dona Maria Antonietta Mello Silva Vasques faleceu em Belo Horizonte (MG), em hospital, no dia 29-09-1969, segunda-feira, depois de ter sofrido um choque anafilático provocado por anestesia durante uma cirurgia de útero no dia 17-09-1969, quarta-feira, depois de ter permanecido doze dias em estado de coma; contava 68 anos, 4 meses e 1 dia de idade. O casal deixou três filhas.
IV-1 Yeda Vasques de Miranda. Ela nascida em Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais, onde se casou com o seu conterrâneo, advogado e industrial, doutor Mauro Thibau da Silva Almeida e adotou o nome: Yeda Vasques Thibau de Almeida. Residem na Capital Mineira.
V-1 Márcio Vasques Thibau de Almeida. É natural de Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais e casado com Maria Cristina Gonçalves Thibau de Almeida. Residem em Campo Grande, Estado do Mato Grosso do Sul.
O Excelentíssimo Desembargador, Doutor Márcio Vasques Thibau de Almeida é o atual Presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 24ª Região do Estado do Mato Grosso do Sul.
VI-1 Eduardo Gonçalves Thibau de Almeida.
VI-2 Ricardo Gonçalves Thibau de Almeida.
V-2 Martha Vasques Thibau de Almeida. Ela é natural de Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais. E é formada em História, Biblioteconomia e Direito. Casou-se nesta mesma Capital com o ilustre advogado, doutor Antônio Marcelo Perdigão da Silva. Ambos residentes e domiciliados em Belo Horizonte.
A doutora Martha Vasques Thibau de Almeida é alta funcionária da Universidade Federal de Minas Gerais.
V-3 Mílton Vasques Thibau de Almeida. É natural de Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais e casado com Tereza Cristina Sorice Baracho Thibau. Residem na Capital Mineira.
O Meritíssimo Juiz, Doutor Mílton Vasques Thibau de Almeida é o atual titular da 4ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais.
VI-1 Mário Baracho Thibau.
VI-2 Letícia Baracho Thibau.
V-4 Múcio Vasques Thibau de Almeida. Nascido no dia 01-01-1957, terça-feira, em Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais. Ele deixou uma filha de seu relacionamento consensual com a namorada de nome Mara.
VI-1 Daniela Thibau de Almeida. Residente em Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais, onde se casou com Carlos Henrique Gontijo Paulino e adotou o nome: Daniela Thibau Paulino. Casal separado.
VII-1 Matheus Thibau Paulino. Natural de Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais. Técnico em Informática. Trabalha na "Conservação Internacional CI-Brasil".
VII-2 Lucas Thibau Paulino. Natural de Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais. Funcionário da "Companhia Energética de Minas Gerais Sociedade Anônima - CEMIG".
V-4 Múcio Vasques Thibau de Almeida. Formou-se em Direito e continuou morando e exercendo suas atividades profissionais em Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais, onde veio a falecer. Deixou uma filha de sua união com Luciana de Araújo.
VI-2 Mariana Araújo Thibau de Almeida. Natural de Belo Horizonte (MG).
V-5 Myrza Vasques Thibau de Almeida. Natural de Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais. Casou-se na Capital Mineira com Jorge Luiz Chiavegatto e adotou o nome: Myrza Vasques Chiavegatto. Ela é engenheira eletrotécnica e funcionária da Secretaria Executiva do Comitê Gestor de Tecnologias da informação e comunicação da Prefeitura de Belo Horizonte.
VI-1 Cláudia Vasques Chiavegatto. Médica, natural de Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais. Casada nesta mesma Capital, com Rodrigo de Freitas.
VI-2 Carla Vasques Chiavegatto.
V-6 Murilo Vasques Thibau de Almeida. Natural de Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais. Engenheiro civil estabelecido em Paris, França. Solteiro.
V-7 Marcelo Vasques Thibau de Almeida. Nascido no dia 21-08-1966, domingo, em Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais. Advogado residente em Betim, Estado de Minas Gerais onde se casou com Maria Cássia de Resende Lara, natural desta mesma Cidade, filha legítima de Rubem Antônio Reis Lara e de Maria Cássia de Resende também casados em Betim. O Doutor Marcelo Vasques Thibau de Almeida faleceu no dia 11-05-2004, terça-feira, aos 37 anos, 8 meses e 20 dias de idade.
IV-2 Glaura Vasques de Miranda. Professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais, Secretária de Educação de Belo Horizonte (1993-1996) nascida em São João del Rei, Estado de Minas Gerais e casada em Belo Horizonte, com o também professor universitário e escritor, Malori José Pompermayer, aposentado no dia 16-03-1994, do Departamento de Ciência Política da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal de Minas Gerais.
O professor e escritor [1] Malori José Pompermayer, conforme suas próprias e originais pesquisas genealógicas ao lado da esposa, já publicadas há alguns anos pela internet, é filho legítimo de [2] Sizenando Pompermayer e de [3] Cristina Marchesi; neto paterno de [4] Ricardo Pompermayer e de [5] Justina Bressanelli; neto materno de [6] Pasqual Marchesi e de [7] Paulina Moreschi. Por Ricardo Pompermayer, o marido Malori José Pompermayer é bisneto de [8] Cristano Pompermayer nascido em 1844 em Fierozzo, Arcebispado de Trento, Itália, e de [9] Anna Huller; por Justina Bressanelli, é bisneto de [10] Angelo Bressanelli nascido em 1846 na Itália e de [11] Maria Teresa Trespadini nascida em 1849 na Itália, onde também se casaram no dia 18-01-1874, domingo, e ambos falecidos no Brasil; por Pasqual Marchesi,  é  bisneto de [12] Angelo Marchesi e de [13] Bianca Rossi, ambos nascidos em 1846 na Itália, e falecidos no Brasil, sendo ele em 19-04-1918, sexta-feira; por Paulina Moreschi,  é  bisneto dos italianos [14] Antonio Moreschi e [15] Geoseffa Cuoggi, naturais da Província de Bérgamo. Malori José Pompermayer, pelo bisneto Cristano Pompermayer, era trineto do homônimo italiano [16] Cristano Pompermayer nascido em 1822 em Fiorozzo, na Província de Bérgamo e de [17] Catherine Corn; por Angelo Bressanelli, era trineto dos italianos [20] Pietro Bressanelli e [21] Augusta Guairini; e por Angelo Marchesi, era trineto dos italianos [24] Giuseppe Marchesi e [25] Maria Facca.
O casal reside em Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais.
V-1 Camila Vasques Pompermayer. É fisioterapeuta. Natural de Belo Horizonte, Minas Gerais.
IV-3 Maria das Mercês Vasques de Miranda. Nascida em São João del Rei, Estado de Minas Gerais, ainda criança mudou-se com a família para Belo Horizonte, onde se formou em Arquitetura. Casou-se em 1959 com o médico recém formado, doutor Dário Bittencourt e adotou o nome: Maria das Mercês Vasques Bittencourt.
Doutor Dário Bittencourt nasceu em Argolas, Estado do Espírito Santo, cresceu em Vitória e mudou-se ainda jovem para Belo Horizonte, onde continuou os seus estudos. Em 1959, se formou em Medicina na Universidade Federal de Minas Gerais.
Em sua carreira profissional, além de professor universitário na UFMG, dava também atendimento aos pacientes no Hospital das Clínicas, no da Cruz Vermelha e no Júlia Kubitschek.
Maria das Mercês Vasques Bittencourt, além de arquiteta e professora universitária na UFMG, foi também funcionária do Ministério da Aeronáutica (04-12-1964), em Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais.
O doutor Dário Bittencourt aposentou-se no início da década de 1990 e veio a falecer no dia 27-05-2012, domingo, aos 78 anos de idade, em decorrência de pneumonia. Seu corpo jaz sepultado no Cemitério do Bonfim. O casal teve quatro filhos.
V-1 Paula Vasques Bittencourt. Natural de Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais. Ela é formada em Ciências Econômicas pela Universidade Federal de Minas Gerais e mestre em Economia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. É casada com Carlos Antônio da Rocha Azevedo ‒ "Rochinha", chefe do Departamento de Natação do Minas Tênis Clube, de Belo Horizonte. E a Doutora Paula Vasques Bittencourt atualmente é Diretora Financeira de Relações com Investidores da Copasa e Diretora Financeira da Copasa Serviços de Saneamento Integrado do Norte e Nordeste de Minas Sociedade Anônima.
O casal reside em Belo Horizonte..
VI-1 Lucas Bittencourt Azevedo.
VI-2 Bianca Bittencourt Azevedo.
V-2 Bruno Vasques Bittencourt. Nasceu em 1962, em Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais, onde também se casou com a jornalista paulista, Sandra Cristina do Nascimento, formada pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. O casal se separou pouco tempo depois e deixou uma filha.
Ele ex-nadador do Minas Tênis Clube, correspondente da revista Placar em Belo Horizonte de 1987 a 1989 e depois chefe da sucursal da revista Veja, no Recife.
Bruno Vasques Bittencourt faleceu no Município de Ferreiros, no norte do Estado de Pernambuco, na manhã do dia 28-07-1990, sábado, aos 28 anos de idade. Dirigia o carro que se chocou de frente contra uma ambulância na Rodovia PE-82, que liga Recife a Campina Grande e teve morte instantânea. Ele assumiria dois dias depois, a função de subeditor da revista Veja em São Paulo. Deixou a filha Nina, então com dois anos de idade.
VI-1 Nina Bittencourt.
V-3 Bráulio Vasques Bittencourt. Natural de Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais. Formado em Administração de Empresa. Esteve morando no Japão por sete anos, empregado na sede da Sharp Corporation, na cidade de Osaka.
Dedica-se à pintura artística. Como escritor é autor da monografia: "Biodanza, criatividade e arte: um relato existencial", com 79 páginas, Belo Horizonte (MG) ‒ 03-12-2011. Solteiro e residente na Capital Mineira.
V-4 Flávia Vasques Bittencourt. Natural de Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais. Médica dermatologista formada pela Universidade Federal de Minas Gerais. Casou-se nesta mesma Capital, com Roberto Denis Machado. O casal é divorciado. Casal sem filho.
V-4 Flávia Vasques Bittencourt. Estando divorciada casou-se pela segunda vez com o médico dermatologista, doutor Bernardo Faria Gontijo Assunção, que é professor do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina e médico do Hospital das Clinicas da Universidade Federal de Minas Gerais.
A Doutora Flávia Vasques Bittencourt possui consultório médico no Bairro Santa Efigênia em Belo Horizonte e é também professora universitária na UFMG. Sem filho.
III-3 Zulmira Vasques de Miranda. Nascida no dia 18-04-1901, quinta-feira, em São João del Rei, Estado de Minas Gerais, e foi aí batizada pelo Padre Gustavo Ernesto Coelho, no dia 23-06-1901, domingo, na igreja de Nossa Senhora do Pilar, sendo seus padrinhos: José Augusto Teixeira de Castro, representado por Francisco de Paula Miranda, e Julieta Vasques de Castro, representada por Ana Luiza de Menezes Vasques. Morreu ainda criança, em São João del Rei, Estado de Minas Gerais.
III-4 Rosa Luiza Vasques de Miranda. Nascida no dia 19-02-1903, quinta-feira, em São João del Rei, Estado de Minas Gerais. Casou-se nesta mesma Cidade, no dia 24-06-1925, quarta-feira, com o seu conterrâneo José Lourenço de Oliveira e adotou o nome: Rosa Luiza Vasques de Oliveira.
José Lourenço de Oliveira nasceu no dia 26-09-1900, quarta-feira, em São João del Rei, Estado de Minas Gerais. Filho legítimo de Custódio Lourenço de Oliveira, natural de São Pedro do Sul, no Distrito de Viseu, na Região Centro, em Portugal, e de sua conterrânea Rosa de Oliveira, que chegaram ao Brasil em 1881 e fixaram residência em São João del Rei, e se dedicaram à atividade hoteleira, após inaugurarem aí um hotel na Rua Antônio Rocha. Com o sucesso obtido nos negócios, mais tarde, construíram na atual Avenida Tancredo Neves, em frente à estação da Estrada de Ferro Centro-Oeste de Minas, o "Hotel Brasil", cuja inauguração se deu no ano de 1898. Custódio Lourenço de Oliveira faleceu no ano de 1927 e a esposa passou a dirigir os negócios ao lado filho José Lourenço de Oliveira.
A Rosa Luiza Vasques de Oliveira faleceu no dia 03-09-1933, domingo, de hemorragia cerebral causada por arterite luética dos vasos encefálicos, conforme atestado médico firmado pelo doutor Euclides Garcia de Lima. Ela contava apenas 30 anos, 6 meses e 15 dias de idade, e 8 anos, 2 meses e 10 dias de casada. O casal deixou somente um filho com apenas 20 dias de idade, que segue neste relatório.
Viúvo, José Lourenço de Oliveira casou-se pela segunda vez, com Rosa Lourenço de Oliveira e teve muitos filhos; vindo ele a falecer no dia 11-01-1952, sexta-feira, contando 51 anos, 3 meses e 16 dias de idade; e sua mãe, a portuguesa Rosa de Oliveira faleceu no dia 29-06-1962, sexta-feira. Passando a viúva, Rosa Lourenço de Oliveira e filhos a dirigirem os negócios. Já, Rosa Lourenço de Oliveira faleceu no dia 30-04-1996, terça-feira, em São João del Rei, Estado de Minas Gerais. Todos os corpos destes jazem sepultados no Cemitério Coberto de Nossa Senhora do Carmo, em São João del Rei, Estado de Minas Gerais.
IV-1 José Lourenço de Oliveira. Militar, natural de São João del Rei, Estado de Minas Gerais, nascido no dia 14-08-1933, segunda-feira. Em sua bela carreira no Exército Brasileiro chegou ao honroso posto de coronel reformado da Infantaria. Reside na Capital Mineira.
III-5 Dulce Vasques de Miranda. Nascida em 05-06-1904, domingo, em São João del Rei, Estado de Minas Gerais, e que foi aí batizada pelo Frei Patrício, no dia 11-09-1904, domingo, na igreja de Nossa Senhora do Pilar, sendo seus padrinhos: Octaviano Ribeiro Teixeira e Maria Augusta de Rezende. Morreu ainda criança, em São João del Rei, Estado de Minas Gerais.
III-6 Nair Vasques de Miranda. Nascida no ano de 1905, em São João del Rei, Estado de Minas Gerais, e que foi aí batizada pelo Frei holandês, José Haas ‒ ofm, no dia 14-10-1906, domingo, na igreja de Nossa Senhora do Pilar, sendo seus padrinhos: Olympio Reis e Maria Gabriela Reis. Formou-se no curso de Normalista. No final da década de 1920 iniciou sua atividade de professora primária na cidade de São João del Rei. Ela residiu à Rua Antônio da Rocha nº 107, Centro, nesta mesma Cidade, onde faleceu solteira, no dia 12-06-1988, domingo, aos 82 anos de idade. Seu corpo jaz sepultado no túmulo da família no Cemitério Nossa Senhora do Carmo, em São João del Rei, Estado de Minas Gerais.
            
III-7 Maria do Carmo Vasques de Miranda. Ela era carinhosamente chamada de "Mariquita" no seio familiar. Nascida em 23-12-1907, segunda-feira, em São João del Rei, Estado de Minas Gerais, e que foi aí batizada pelo Padre Alberto Martins O. Filho, no dia 24-06-1908, quarta-feira, na igreja de Nossa Senhora do Pilar, sendo padrinhos, os tios paternos: João Pacheco Vieira e Anna Vasques Vieira.
Professora normalista, em 01-06-1930, começou a lecionar numa escola rural do Município de São João del Rei (MG), com o salário mensal de duzentos mil réis. Ia diariamente no trem das 12 horas e retornava no das 18.
Casou-se com .......... no final do ano de 1938. Sem geração.
Ela faleceu no dia 20-02-1965, sábado, com 57 anos, 1 mês e 28 dias de idade. Seu corpo jaz sepultado no túmulo da família no Cemitério Nossa Senhora do Carmo, em São João del Rei, Estado de Minas Gerais.
III-8 Telmo Vasques de Miranda. Nascido em 10-06-1909, quinta-feira, em São João del Rei, Estado de Minas Gerais, e que foi aí batizado pelo Frei holandês, Florentino Brolmann  ofm, no dia 03-02-1910, quinta-feira, na igreja de Nossa Senhora do Pilar, sendo seus padrinhos: Albino Dias Nogueira e Aldina Simões Nogueira. Ele morreu ainda criança, em São João del Rei, Estado de Minas Gerais.
III-9 Ruy Vasques de Miranda. Nascido em 22-04-1912, segunda-feira, em São João del Rei, Estado de Minas Gerais, e que foi aí batizado pelo Frei holandês, Cyrillo  ofm, no dia 15-12-1912, domingo, na igreja de Nossa Senhora do Pilar, sendo seus padrinhos: Antonio Domingues de Souza e Maria do Carmo Menezes Domingues – seus tios maternos.
Casou-se no dia 15-11-1960, terça-feira, na cidade do Rio de Janeiro, com Elzy Barbosa Fernandes. Em 08-02-1962, o casal já residia em Brasília (DF), onde Ruy Vasques de Miranda era escrevente e datilógrafo do Ministério da Saúde. Ele morreu em Brasília (DF), por volta de 1974. Sem geração.
                           
III-10 Marina Vasques de Miranda. Nascida em São João del Rei, Estado de Minas Gerais. Casou-se com .......... e depois se separaram. Sem geração.
                 
II-4 Augusto Vasques de Miranda. Nasceu no ano de 1874, na sede da fazenda do Rochedo, já demolida, que ficava situada em terras do atual Distrito de Água Viva, Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais.
Casou-se no dia 21-10-1899, sábado, às 15 horas, no Distrito do Espírito Santo de Água Limpa, atual Água Viva, Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais, com Maria Alcina Duarte Pires, que adotou o nome: Maria Alcina Pires Vasques de Miranda. Foram testemunhas: Gabriel Teixeira Marinho (então com 29 anos de idade), comerciante no Rio de Janeiro  Capital Federal, e João Evangelista de Carvalho (então com 46 anos de idade), lavrador residente em Providência, Município de Leopoldina, Estado de Minas Gerais. E o casamento religioso foi celebrado nesta mesma data, na capela do Divino Espírito Santo, em Água Limpa, pelo Cônego Joaquim Inácio Monteiro. Ela nascida por volta de 1882, filha legítima do lavrador José Joaquim Pires e de Ana Eugênia Duarte Pires; esta falecida antes de 1899.
Augusto Vasques de Miranda faleceu no dia 03-07-1916, segunda-feira, às 22 horas, em Leopoldina, Estado de Minas Gerais, e teve como causa mortis: infecção paratífica, conforme atestado de óbito firmado pelo doutor Felipe Nunes Pinheiro. Contava 42 anos de idade, e 16 anos, 8 meses e 12 dias de casado. Seu corpo jaz sepultado no Cemitério Público de Trimonte, Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais.
III-1 Ana Pires Vasques de Miranda. Chamada carinhosamente de "Nini" nos meios familiares. Nascida no final do ano de 1900 ou pouco depois. Casou-se no dia 17-06-1919, terça-feira, no Distrito de São Luiz, atual Trimonte, Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais, com o seu primo Juarez Clemente de Sá e adotou o nome: Ana Pires Vasques de Miranda Sá. Ele nascido no dia 14-10-1894, domingo, no Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, filho legítimo de João Clemente de Sá nascido por volta de 1850 em São Francisco de Paula, então Município de Cantagalo, Estado do Rio de Janeiro, e de Marianna Vasques de Miranda Sá nascida em 1862, na região onde se formou o Distrito de Divino Espírito Santo de Água Limpa, atual Água Viva, Município de Estrela Dalva, Comarca de Pirapetinga, Estado de Minas Gerais – sendo estes casados no dia 30-10-1878, quarta-feira, na igreja de Nossa Senhora da Conceição, em Conceição da Boa Vista, hoje pertencente ao Município de Recreio, Estado de Minas Gerais. Juarez Clemente de Sá era neto paterno de João Clemente de Sá e de Luiza Guilhermina de Sá naturais da então Província Fluminense; e materno, de José Bento Vasques de Miranda (01-11-1833―21-12-1915), natural de Rebordechán, Crecente, Galiza, Espanha e falecido na sede da fazenda Santo Antônio, no Distrito de Trimonte, Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais, e de sua segunda esposa, Rosa Luiza de Menezes Vasques (1845―18-08-1927); por Rosa Luiza de Menezes Vasques, bisneto de Agostinho Luiz de Menezes (1815―25-09-1861) e de Ana Rosa de Moraes (em seu primeiro casamento).
O casal teve apenas um filho.
IV-1 .......... Vasques de Miranda Sá.
III-2 José Augusto Vasques. Ele se casou com Dinorah Gonçalves de Menezes, que adotou o nome: Dinorah Gonçalves Vasques.
Ela, filha legítima de [2] José Gonçalves de Castro Fonseca, cirurgião-dentista e farmacêutico nascido em 1883, em Providência, Município de Leopoldina, Estado de Minas Gerais e de [3] Maria Antonieta de Menezes Gonçalves (Maria Antonieta de Menezes quando solteira) nascida em 08-04-1888, domingo, na região de Água Viva, Município de Estrela Dalva (MG), onde se casou no dia 17-02-1906, sábado, e que faleceu viúva na cidade do Rio de Janeiro no dia 23-07-1982, sexta-feira, aos 94 anos, 3 meses e 15 dias de idade, tendo o seu corpo sido aí sepultado no dia seguinte no Cemitério São Francisco de Paula, em Catumbi. Dinorah Gonçalves Vasques era neta paterna do agricultor [4] José Gonçalves da Fonseca e de [5] .......... de Castro; e materno, de [6] Joaquim Ferreira de Menezes nascido em 1848 e batizado em 02-12-1853, sexta-feira, pelo Padre Vicente Ferreira Monteiro, da igreja Madre de Deus, de Angustura (MG) – e que foi subdelegado de polícia e fazendeiro no Distrito de Água Viva, localidade que hoje faz parte do Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais – e de sua primeira esposa [7] Amélia Maria Nunes de Menezes (Amélia Maria Nunes Duarte quando solteira), natural de Areias (SP), e casada pelo Padre Manoel Luiz Correia, da igreja de Nossa Senhora da Conceição, de Conceição da Boa Vista, no atual Município de Recreio (MG). Por Joaquim Ferreira de Menezes, Dinorah Gonçalves Vasques era bisneta de [12] Agostinho Luiz de Menezes nascido por volta de 1815 e falecido no dia 25-09-1861, quarta-feira, na região onde se formou o Distrito de Trimonte, no atual Município de Volta Grande (MG), e de [13] Ana Rosa de Moraes – em seu primeiro casamento. Por Amélia Maria Nunes de Menezes, a Dinorah Gonçalves Vasques era bisneta dos agricultores, [14] Severino Nunes Duarte e [15] Antônia Maria Nunes; e por Severino Nunes Duarte, era trineto de [28] Severino Nunes Duarte e de [29] Ana Clara da Aleluia.
Dinorah Gonçalves Vasques nascida em 27-03-1912, quarta-feira, faleceu no dia 25-04-1967, terça-feira, no Rio de Janeiro e seu corpo jaz aí sepultado no Cemitério São Francisco de Paula, em Catumbi. Contava 55 anos e 29 dias de idade.
IV-1 Mário Gonçalves Vasques. Natural do Rio de Janeiro, então Distrito Federal. Casou-se com a sua prima, Elda Lúcia Menezes dos Santos, que adotou o nome: Elda Lúcia Santos Vasques. Esta, natural de Água Viva, no atual Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais; filha legítima do lavrador [2] Elpídio Victório dos Santos nascido no dia 14-10-1910, sexta-feira, em Rio Pardo, atual Argirita, Estado de Minas Gerais, e falecido viúvo em Água Viva no dia 08-04-2004, quinta-feira, aos 93 anos, 5 meses e 25 dias de idade, e de [3] Yolanda Vasques de Menezes Santos (Yolanda Vasques de Menezes quando solteira) nascida em Água Viva, no dia 03-08-1916, quinta-feira, professora primária, falecida em 16-12-1996, segunda-feira, aos 80 anos, 4 meses e 13 dias de idade; e seus corpos jazem sepultados no Cemitério Público de Água Viva. Elda Lúcia Santos Vasques é neta paterna de [4] Elfino Victório dos Santos, natural de Carandaí, Estado de Minas Gerais e de [5] Emília Rita dos Santos (Emília Rita de Campos quando solteira), carinhosamente chamada de "Bilica" pelos parentes e amigos, natural de Rio Pardo, atual Argirita (MG), que se transferiram em 1930 para Água Viva (MG), onde foram comerciantes; e materna do agropecuarista [6] Geraldino Ferreira de Menezes nascido em 27-12-1881, terça-feira, na região formadora do Distrito de Água Viva e aí falecido no dia 22-10-1920, sexta-feira, contando 38 anos, 9 meses e 23 dias de idade, e 14 anos, 11 meses e 22 dias de casado, e da professora [7] Agostinha Vasques de Menezes (Agostinha Vasques de Miranda quando solteira) nascida na sede da fazenda do Rochedo, em Água Viva, no dia 26-11-1884, quarta-feira e falecida na cidade do Rio de Janeiro, em 01-11-1969, sábado, aos 80 anos, 11 meses e 6 dias de idade, estando seus corpos sepultados no Cemitério Público de Trimonte, Município de Volta Grande (MG). Por Elfino Victório dos Santos, Elda Lúcia Santos Vasques é bisneta de [8] José Estevam dos Santos e de [9] Maria Magdalena dos Santos; por Emília Rita dos Santos, era bisneta de [10] Firmo José Coelho e de [11] Maria Rita de Campos; por Geraldino Ferreira de Menezes, era bisneta de [12] Joaquim Ferreira de Menezes nascido por volta de 1848, na região hoje pertencente ao Distrito de Água Viva, Município de Estrela Dalva (MG), e de sua primeira esposa [13] Amélia Maria Nunes de Menezes (Amélia Maria Nunes Duarte quando solteira), natural de Areias (SP); por Agostinha Vasques de Menezes, bisneta de [14] José Bento Vasques de Miranda (01-11-1833―21-12-1915), espanhol, natural da Região da Galiza, e falecido na sede da fazenda Santo Antônio, em Trimonte, no atual Município de Volta Grande (MG), e de sua segunda esposa, [15] Rosa Luiza de Menezes Vasques (Rosa Luiza de Menezes quando solteira (1845―18-08-1927) falecida em Água Viva (MG).
V-1 Mário Gonçalves Vasques Júnior. Ele é natural de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais. Controlador de voo no aeroporto de Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais. Casou-se em Venda Nova, Belo Horizonte, com Elaine Aparecida Ritson. E o seu casamento religioso foi celebrado em maio de 1996, na igreja de São Francisco, na Pampulha, na Capital Mineira. Ela, natural de Volta Redonda, Estado do Rio de Janeiro.
V-2 Marcelo dos Santos Vasques.
V-3 Hellen dos Santos Vasques. Engenheira mecânica pela Universidade Federal de Minas Gerais; colou grau em 05-09-2009.
III-3 Alzira Vasques de Miranda. Casou-se em 22-12-1938, quinta-feira. na cidade do Rio de Janeiro, com Arnô Campos, natural de Campos dos Goytacazes, Estado do Rio de Janeiro. Sendo Alzira de Miranda Campos o seu nome de casada. O casal se separou anos mais tarde.
IV-1 Maria Ernestina de Miranda Campos. Filha única, casou-se com Lauro Leite Costa Freire e adotou o nome: Maria Ernestina Campos Freire. O casal é residente no Bairro de Ipanema, no Rio de Janeiro (RJ).
                 
III-4 Maria Vasques de Miranda. Casada com Hermógenes nascido em Recreio, Estado de Minas Gerais. Tiveram cinco filhos.
IV-1 Nanci Vasques. Residente em Nova Friburgo, Estado do Rio de Janeiro.
IV-2 Elza.
IV-3 Creuza.
IV-4 Adauto.
IV-5 .......... 
II-5 Julieta Vasques de MirandaEla nasceu no dia 09-07-1878, terça-feira, na sede da fazenda do Rochedo, situada em terras do futuro Distrito de Água Viva, Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais; e foi aí batizada em 30-10-1878, quarta-feira, pelo Padre Modesto Theophilo Alves Ribeiro da Paróquia de Conceição da Boa Vista, então Termo de Leopoldina, Estado de Minas Gerais. Foram seus padrinhos: João Clemente de Sá e Luiza Guilhermina de Sá, agricultores vizinhos, sogros de sua irmã mais velha, Marianna Vasques de Miranda Sá. Julieta Vasques de Miranda foi educada no Colégio Santa Isabel, da cidade de Petrópolis, Estado do Rio de Janeiro. Ela se casou no dia 08-07-1899, sábado, às 11 horas, na sede da fazenda do Rochedo, no Distrito de Espírito Santo de Água Limpa, atual Água Viva, Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais, com o comerciante e agricultor, viúvo, Luiz Augusto Teixeira de Castro, e adotou o nome: Julieta Vasques de Castro. O casamento civil foi presidido pelo Juiz de Paz, Sebastião Carlos de Magalhães Castro e foram testemunhas: o médico doutor Lucas Tavares de Lacerda e João Clemente de Sá. O casamento religioso foi celebrado pelo Padre Joaquim Inácio Monteiro, sendo testemunhas: o doutor Lucas Tavares de Lacerda e Augusto Vasques de Miranda, irmão da nubente. Neste mesmo local, dia e hora, foi celebrado também o casamento de sua irmã Anna Vasques de Miranda com João Pacheco Vieira. O marido Luiz Augusto Teixeira de Castro nasceu no dia 01-06-1867, sábado, na sede do sítio Gratidão (já demolido há muitos anos), situado no Município e Comarca de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, nas proximidades da região formadora do Distrito de Providência. E foi batizado em 13-06-1868, sábado, na vizinha fazenda Trimonte; foram seus padrinhos, Luiz de Souza Brandão e Marceliana de Magalhães Brandão (futuros barões de Porto Novo), por procuração apresentada por Herculana Alexandrina Xavier de Mendonça; oficiante: Padre José Manoel Esteves. Era filho legítimo de Joaquim Antônio Teixeira de Castro (1816/1818―31-01-1893), natural do norte de Portugal, que depois de deixar os estudos eclesiásticos, migrou para o Brasil e foi agricultor em Providência, Município de Leopoldina, Estado de Minas Gerais e que faleceu no Distrito de São Luiz, no atual Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais, e de sua mulher Carolina Augusta de Siqueira Castro casada em 1856 e falecida em 14-11-1880, domingo, no sítio Gratidão, em Providência, Município de Leopoldina; neto materno de Francisco Antunes de Siqueira e de Francisca Carolina Gonçalves Cortes, agricultores na Freguesia de Madre de Deus do Angu, atual Angustura, Município de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. O casal residiu até 2004, no Distrito de São Luiz, atual Trimonte, Município de Volta Grande; e a partir de 2005, passou a morar na recém adquirida fazenda da Pedra, com cerca de 102 alqueires geométricos de área, no Distrito de Espírito Santo de Água Limpa, atual Água Viva, Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais. Luiz Augusto Teixeira de Castro faleceu no dia 03-12-1935, terça-feira, às 5 horas e 45 minutos, na sede da fazenda da Pedra, em Água Viva, Estado de Minas Gerais, tendo como causa da morte: arteriosclerose generalizada, conforme atestado de óbito firmado pelo doutor Pompílio Guimarães, médico de Leopoldina, Estado de Minas Gerais. Contava 68 anos, 6 meses e 2 dias de idade; e 36 anos, 4 meses e 25 dias, deste seu segundo matrimônio. Seu corpo jaz sepultado no Cemitério Público de Trimonte, Estado de Minas Gerais. Julieta Vasques de Castro, que sobreviveu ao Marido por 7 anos, 1 mês e 25 dias, veio a óbito na data de 28-01-1943, quinta-feira, às 2 horas da madrugada, em domicílio, na cidade de Recreio, Estado de Minas Gerais, vítima de esclerose em placas, dispepsia vago-simpática e caquexia, conforme atestado de óbito firmado pelo médico, doutor Darcy Nunes de Miranda. Contava 64 anos, 6 meses e 19 dias de idade. Seu corpo jaz sepultado no Cemitério Público de Trimonte, Estado de Minas Gerais.
          
     
                    
III-1 Oswaldo Vasques de Castro. Nasceu no dia 14-09-1899, quinta-feira, às três horas da madrugada, na sede da fazenda Santo Antônio, no Distrito de São Luiz, atual Trimonte, Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais. Casou-se em 31-12-1927, sábado, em Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, com Maria José Villela Junqueira – "Zezé" nascida em 15-09-1904, quinta-feira, nesta mesma Cidade, e que passou a chamar-se: Maria José Junqueira de Castro. No início eles fixaram residência em Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, onde nasceram os seus quatro filhos.
Já no final da década de 1930, o agropecuarista Oswaldo Vasques de Castro mudou-se para o Distrito de Água Viva, aonde também desempenhou o cargo de Juiz de Paz. E após o falecimento de sua mãe, adquiriu em sociedade com o seu primo e cunhado Sebastião Teixeira de Castro, as partes de seus irmãos na fazenda da Pedra, no Distrito de Água Viva, em Minas Gerais, localidade esta que hoje faz parte do Município de Estrela Dalva e Comarca de Pirapetinga; e em 12-12-1946, comprou a parte do cunhado Sebastião Teixeira de Castro. Por volta de 1950, ele demoliu a sede da fazenda da Pedra, que já não compensava reforma, e construiu no mesmo local uma nova sede que recebeu a denominação de Rancho Alegre.
Pouco tempo depois, ainda no início da década de 1950, a família vendeu o Rancho Alegre e se transferiu para Leopoldina, Estado de Minas Gerais. Em Leopoldina, Oswaldo montou uma serraria na Rua Três de Junho, que manteve em atividade até a década de 1960. E fundou também aí uma fábrica de água sanitária na Rua Presidente Carlos Luz, que por motivo de saúde deixou pouco tempo depois. E mais tarde ele se aposentou.
Oswaldo Vasques de Castro faleceu em Leopoldina, Estado de Minas Gerais, de ataque cardíaco no dia 02-05-1975, sexta-feira, aos 75 anos, 7 meses e 18 dias de idade e após 47 anos, 4 meses e 2 dias de casado; Já a viúva Maria José Junqueira de Castro, faleceu também em Leopoldina, Estado de Minas Gerais, no dia 13-03-1991, quarta-feira, aos 86 anos, 5 meses e 26 dias de idade.
A ascendência da esposa: [1] Maria José Junqueira de Castro era filha legítima do fazendeiro [2] José Joaquim Junqueira (12-10-1862―04-01-1930], falecido em Além Paraíba (MG), e de [3] Bárbara de Azevedo Junqueira (Bárbara de Azevedo Villela Pedras quando solteira); neta paterna de [4] Joaquim Tibúrcio de Andrade Junqueira e de [5] Gabriela Angelina de Andrade (Gabriela Angelina de Azevedo e Paiva quando solteira); neta materna de [6] Francisco de Andrade Villela Pedras, que foi batizado no mês de novembro de 1841, em Aiuruoca (MG), e de [7] Mariana Honorina de Azevedo; por Joaquim Tibúrcio de Andrade Junqueira, bisneta do [8] barão de Alfenas (I) – Gabriel Francisco Junqueira (1782―18-01-1868) e da [9] baronesa de Alfenas (I) – Inácia Constança de Andrade; por Gabriela Angelina de Azevedo e Paiva, bisneta de [10] Domingos Theodoro de Azevedo batizado em Carrancas (MG) no dia 12-01-1801, e de [11] Maria José de Andrade Mello, casados em 20-08-1828, em Carrancas (MG); por Francisco de Andrade Villela Pedras, bisneta de [12] Alexandre Antônio Villela e de sua primeira mulher, [13] Bárbara Delminda de Andrade Botelho; por Mariana Honorina de Azevedo, bisneta de [14] Antônio Gabriel de Souza Pinto e de [15] Ana Antônia de Azevedo Pinto (Ana Antônia de Azevedo quando solteira). Pelo barão de Alfenas (I) – Gabriel Francisco Junqueira, a Maria José Junqueira de Castro era trineta de [16] João Francisco Junqueira nascido em 14-11-1724, em Garrida, São Simão da Junqueira, Vila do Conde, Portugal, e falecido em 05-04-1819, na sede da fazenda Campo Alegre, em São Tomé das Letras (MG) e de [17] Helena Maria do Espírito Santo nascida em 17-06-1737, em São João del Rei (MG), casada em 16-01-1758, na capela de Carrancas (MG) e falecida em 11-10-1810, também na sede da fazenda Campo Alegre, em São Tomé das Letras (MG), e ambos os corpos sepultados dentro da igreja matriz de São Tomé Apóstolo, nesta mesma Localidade; pela baronesa de Alfenas (I) – Inácia Constança de Andrade (que era irmã de Francisco José de Andrade e Mello), era trineta de [18] José de Andrade Peixoto nascido em 1742, em Carrancas (MG), e falecido em 10-05-1789, em Lavras (MG), e de [19] Mariana Vitória do Nascimento falecida em 31-12-1810, na sede da fazenda Pitangueiras, em Carrancas (MG); por Domingos Theodoro de Azevedo, era trineta de [20] Francisco Machado de Azevedo, natural de Espírito Santo de Vila Nova, Praia da Vitória, Açores, e falecido em 1841, em Carrancas (MG), e de [21] Prudenciana Umbelina de Paiva nascida na sede da fazenda do Engenho, em Carrancas (MG), e aí batizada em 23-02-1783; por Maria José de Andrade Mello, era trineta de [22] Francisco José de Andrade e Mello, natural de Lavras (MG), e de [23] Ana Rosa de Jesus, que se casaram em 08-06-1806; por Alexandre Antônio Villela, era trineta do capitão [24] Francisco Antônio Villela nascido em 23-12-1769, em Serranos (MG), e de sua primeira mulher, [25] Joaquina Tomásia dos Reis; por Bárbara Delminda de Andrade Botelho, era trineta de [26] Thomé Inácio Botelho, natural de Lavras do Funil, atual Lavras (MG), e aí batizado em 14-03-1774 e falecido em 1826, e de [27] Emerenciana Constança de Andrade, que se casou em 07-02-1798 e faleceu em 01-10-1865.
 
       
IV-1 Elys Junqueira de Castro. Natural de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, onde se casou no dia 17-01-1949, segunda-feira, com o militar e agropecuarista Lair dos Reis Junqueira e adotou o nome: Elys de Castro Junqueira. Ele nascido no dia 10-07-1917, terça-feira, no Distrito de Santa Izabel, atual Abaíba, Município de Leopoldina, Estado de Minas Gerais e falecido no dia 19-05-2007, sábado, em Leopoldina (MG), onde residia, contando 89 anos, 10 meses e 9 dias de idade e após 58 anos, 4 meses e 2 dias de casado. Ex-pracinha da Segunda Grande Guerra Mundial, que desembarcara em Nápoles, na Itália, num domingo, dia 16-07-1944. O casal teve quatro filhos.
Ascendentes do marido: [1] Lair dos Reis Junqueira era filho legítimo de [2] Tomé de Andrade Junqueira e de [3] Iria dos Reis Junqueira (Iria Carvalho dos Reis quando solteira); neto paterno de [4] Antônio Gabriel Junqueira de Carvalho falecido em 08-05-1897, e de sua esposa e sobrinha, [5] Helena Nicésia Ribeiro de Andrade Junqueira, cujo nome de solteira era Helena Nicésia Ribeiro de Carvalho (08-10-1833―04-07-1877); neto materno de [6] Quirino de Andrade Reis e de [7] Guilhermina Cândida de Carvalho Reis (Guilhermina Cândida Belfort de Carvalho quando solteira); por Antônio Gabriel Junqueira de Carvalho, bisneto do [8] barão de Alfenas (I) – Gabriel Francisco Junqueira (1782―13-01-1868) e da [9] baronesa de Alfenas (I) – Inácia Constança de Andrade falecida em 27-06-1858, na sede da fazenda Campo Alegre, em São Tomé das Letras, Estado de Minas Gerais; por Helena Nicésia Ribeiro de Andrade Junqueira, bisneto de [10] Antônio José Ribeiro de Carvalho e de [11] Helena Nicésia Junqueira de Andrade; por Quirino de Andrade Reis, bisneto de [12] Severino Domenciano dos Reis, natural dos Prados, Estado de Minas Gerais e de [13] Iria Cândida de Andrade casados em 30-06-1824, em Carrancas, Minas Gerais; por Guilhermina Cândida de Carvalho Reis, bisneto do [14] segundo barão de Cajuru – Militão Honório de Carvalho falecido em 21-02-1869, e da [15] segunda baronesa de Cajuru – Maria Cândida Belfort de Arantes; pelo barão de Alfenas (I) – Gabriel Francisco Junqueira, trineto de [16] João Francisco Junqueira nascido em 14-11-1727, em Garrida, São Simão da Junqueira, Vila do Conde, Portugal, e falecido em 05-04-1819, na sede da fazenda Campo Alegre, em São Tomé das Letras (MG) e de [17] Helena Maria do Espírito Santo nascida em 17-06-1737, em São João del Rei (MG), e falecida em 11-10-1810, na sede da fazenda Campo Alegre, em São Tomé das Letras (MG), e ambos os corpos aí sepultados dentro da igreja matriz de São Tomé Apóstolo; pela baronesa de Alfenas (I) – Inácia Constança de Andrade, trineto de [18] José de Andrade Peixoto nascido em 1743, em Carrancas (MG), e falecido em 10-05-1789, em Lavras (MG), e de [19] Mariana Vitória do Nascimento, natural de São João del Rei (MG), e falecida em 31-12-1810, na sede da fazenda Pitangueiras, em Carrancas (MG); por Antônio José Ribeiro de Carvalho, trineto do sargento-mor [20] Custódio Ribeiro Pereira Guimarães e de [21] Maria Ribeiro de Carvalho; por Helena Nicésia Junqueira de Andrade, trineto também do [8 e 22] barão de Alfenas (I) – Gabriel Francisco Junqueira e da [9 e 23] baronesa de Alfenas (I) – Inácia Constança de Andrade; por Severino Domenciano dos Reis, trineto de [24] Antônio dos Reis e Silva, natural de São João del Rei (MG), falecido em 08-05-1841, na fazenda Pouso Real, em São Francisco do Onça (MG), e de [25] Maria Clara de Rezende nascida em 08-05-1780, nos Prados (MG), e falecida em São João del Rei (MG); por Iria Cândida de Andrade, trineto do alferes [26] José Joaquim de Andrade e Mello, natural de São João del Rei (MG) e de [27] Francisca de Paula Policeia de Jesus, também chamada de Francisca de Paula de Paiva; pelo segundo barão de Cajuru – Militão Honório de Carvalho, trineto do [28] primeiro barão de Cajuru – João Gualberto de Carvalho nascido em 1797 e falecido em 21-02-1869, no Distrito de São Joaquim, Município de Barra Mansa (RJ), e da [29] primeira baronesa de Cajuru – Ana Inácia Ribeiro de Carvalho (Ana Inácia Conceição Ribeiro do Vale quando solteira) nascida em 24-08-1804, em Madre de Deus de Minas (MG), e falecida em 11-01-1889, em Andrelândia (MG); e pela segunda baronesa de Cajuru – Maria Cândida Belfort de Arantes, trineto do [30] barão de Cabo Verde – Antônio Belfort de Arantes nascido em 1804, em Aiuruoca (MG), e falecido em 19-07-1885, em Turvo, atual Andrelândia (MG), e da [31] baronesa de Cabo Verde – Maria Custódia de Paula Ribeiro de Arantes (Maria Custódia de Paula Ribeiro do Vale quando solteira).
O Lair dos Reis Junqueira tinha mais doze irmãos. Eis a relação: 1) Helena de Andrade Junqueira; 2) Waldemar dos Reis Junqueira casado com Zuleika Barbosa Junqueira (Zuleika de Resende Barbosa quando solteira); 3) Guilhermina Junqueira Ferraz (Guilhermina dos Reis Junqueira quando solteira) casada com Alceu Junqueira Ferraz; 4) Antônio dos Reis Junqueira casado com Amélia Póvoa Junqueira; 5) Maria José Junqueira Barbosa (Maria José dos Reis Junqueira quando solteira) falecida aos 98 anos de idade, casada com Ruy Meirelles Barbosa; 6) Quirino dos Reis Junqueira casado com Elza Rezende Junqueira (Elza Barbosa de Rezende quando solteira), ex-proprietários da fazenda Santa Úrsula, em São Martinho, Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Estado de Minas Gerais; 7) Hercília Junqueira Barbosa (Hercília dos Reis Junqueira) casada com Ronan Barbosa de Resende; 8) Sylvia Reis Junqueira Ferraz (Sylvia dos Reis Junqueira quando solteira) casada com Antônio de Paula Junqueira Ferraz – "Toniquinho Ferraz" ex-proprietário da fazenda Itatinga, no Distrito de Abaíba, Município de Leopoldina, Estado de Minas Gerais; 9) Maria Aparecida Junqueira casada com Agenor Barbosa; 10) Gabriel dos Reis Junqueira (15-10-1915―04-09-2004) casado com Nadir de Castro Junqueira (Nadir Baptista de Castro quando solteira); 11) Lair dos Reis Junqueira (10-07-1917―19-05-2007) casado com Elys de Castro Junqueira (Elys Junqueira de Castro quando solteira); 12) José Nélson Junqueira; e 13) Nadir Junqueira de Castro ‒ Nadir dos Reis Junqueira quando solteira (07-09-1922―12-12-1975), que faleceu na Casa de Caridade Santa Rita, em Barra do Piraí, Estado do Rio de Janeiro, após sofrer um acidente de carro e que foi a primeira esposa de Alcides Batista de Castro (24-09-1919―21-08-1990).
V-1 Eliane de Castro Junqueira. Natural de Além Paraíba (MG). Casou-se em Leopoldina (MG), com Rivadávia Pimenta de Almeida Filho e adotou o nome: Eliane Junqueira Pimenta de Almeida. Ele, natural de Belo Horizonte (MG), onde residem.
VI-1 Gustavo Junqueira Pimenta de Almeida. Natural de Belo Horizonte (MG). Fisioterapeuta.
VI-2 Alexandre Junqueira Pimenta de Almeida. Natural de Belo Horizonte (MG). Médico veterinário e empresário.
V-2 Sérgio Luiz de Castro Junqueira. Natural de Leopoldina (MG), onde se casou com Vera Lúcia Conte, que adotou o nome: Vera Lúcia Conte Junqueira. Casal residente em Leopoldina.
VI-1 Alan Conte Junqueira. Ele é natural de Leopoldina (MG).
VI-2 Alex Conte JunqueiraEle é natural de Leopoldina (MG).
VI-3 Carolina Conte JunqueiraEla é natural de Leopoldina (MG). Enfermeira e também micro empresária.
V-3 Celina de Castro Junqueira. Natural de Leopoldina (MG), onde se casou em 17-06-1972, sábado, com João Carlos Valle de Souza e adotou o nome: Celina Junqueira de Souza. Ele, empresário, nascido no dia 01-09-1950, sexta-feira, no Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Minas Gerais, residentes e domiciliados nesta mesma Cidade. João Carlos Valle de Souza faleceu aí no dia 07-10-2004, quinta-feira, aos 54 anos, 1 mês e 6 dias de idade, e após, 32 anos, 3 meses e 20 dias de casado. Era filho legítimo de [2] Sílvio Domingues de Souza e de dona [3] "Juju", neto paterno de [4] Antônio Domingues de Souza e de [5] Maria do Carmo Menezes Domingues – "Sinhá" (Maria do Carmo Ferreira de Menezes quando solteira); por Antônio Domingues de Souza, bisneto de [8] Manoel Domingues de Souza e de [9] Victorina Ferreira de Souza (Victorina Ferreira quando solteira); por Maria do Carmo Menezes Domingues, bisneto de [10] Joaquim Ferreira de Menezes batizado no dia 02-12-1853, sexta-feira, em Madre de Deus do Angu, atual Angustura, Estado de Minas Gerais e de sua primeira esposa [11] Amélia Maria Nunes de Menezes (Amélia Maria Nunes Duarte quando solteira), natural de Areias, Estado de São Paulo e casados em 14-07-1868, terça-feira, em Conceição da Boa Vista, Estado de Minas Gerais; por Joaquim Ferreira de Menezes, trineto do agricultor [20] Agostinho Luiz de Menezes (1815―25-09-1861) e de [21] Ana Rosa de Moraes (em seu primeiro casamento); e por Amélia Maria Nunes de Menezes, trineto de [22] Severino Nunes Duarte e de [23] Antônia Maria Nunes.
O casal é residente em Leopoldina (MG).
VI-1 Karina Junqueira de Souza. Natural de Juiz de Fora (MG). Nutricionista formada pela Universidade Federal de Viçosa. Reside em Brasília (DF).
VI-2 Rafael Junqueira de Souza. Natural de Juiz de Fora (MG). Residente e domiciliado na Capital Mineira.
VI-3 Daniel Junqueira de Souza. Natural de Juiz de Fora (MG). Engenheiro, casado com a engenheira Priscila Lima. Ela é natural e residente em Belo Horizonte (MG). Ele mora e trabalha em Salvador (BA). 
VII-1 Isabela.
V-4 Cibele de Castro Junqueira. Natural de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, onde se casou no dia 08-07-1978, sábado com o seu conterrâneo Eneas Carvalho Lacerda, nascido no dia 14-08-1950, segunda-feira, e adotou o nome: Cibele Junqueira Lacerda.
O casal mudou-se para a cidade de Anápolis, Estado de Goiás. Anos depois retornou para Leopoldina. Eneas Carvalho Lacerda faleceu no dia 20-08-2011, sábado, aos 61 anos e 6 dias de idade, e após 33 anos, 1 mês e 12 dias de casado. Tiveram duas filhas.
VI-1 Aline Junqueira Lacerda. Advogada, natural de Leopoldina (MG) e estabelecida em Belo Horizonte (MG).
VI-2 Cristina Junqueira Lacerda. Natural da cidade de Anápolis (GO). Ela é Analista de Comunicação. Dedica-se também à dança. Possui alguns vídeos publicados no "You Tube", com o nome artístico de "Cristina Lacerda".
IV-2 Gabriella Junqueira de Castro ‒ "Bilá". Nascida no dia 13-08-1930, quarta-feira, em Além Paraíba, Estado de Minas Gerais e se casou no dia 14-09-1953, segunda-feira, em Leopoldina, Estado de Minas Gerais, com o agropecuarista Nylson José Barbosa Junqueira, passando a ter o nome: Gabriella de Castro Junqueira.
A Gabriella de Castro Junqueira faleceu em Santa Luzia, Estado de Minas Gerais, no dia 12-07-1992, domingo, com 61 anos, 10 meses e 29 dias de idade, depois de 38 anos, 10 meses e 28 dias de casada. O casal teve quatro filhos.
Ascendência do marido: [1] Nylson José Barbosa Junqueira nasceu no dia 25-08-1929, domingo, em Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais e faleceu viúvo em 23-05-1996, quinta-feira, em Santa Luzia, Estado de Minas Gerais, com 66 anos 8 meses e 28 dias de idade. Ele era filho legítimo de [2] José Joaquim Junqueira Júnior e de [3] Olga Barbosa Junqueira (Olga Barbosa de Castro quando solteira), que foram agricultores em Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais; neto paterno de [4] José Joaquim Junqueira (12-10-1862―04-01-1930] falecido em Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, e de [5] Bárbara de Azevedo Junqueira (Bárbara de Azevedo Villela Pedras quando solteira); neto materno de [6] Lauro Barbosa de Castro (26-05-1871―15-12-1947) e de [7] Angelina Guedes de Castro (15-04-1887―24-02-1951). Por José Joaquim Junqueira, o Nylson José Barbosa Junqueira era bisneto de [8] Joaquim Tibúrcio de Andrade Junqueira e de [9] Gabriella Angelina de Azevedo e Paiva; por Bárbara de Azevedo Junqueira, bisneto de [10] Francisco de Andrade Villela Pedras batizado no mês de novembro de 1841, em Aiuruoca, Estado de Minas Gerais, e de [11] Mariana Honorina de Azevedo; por Joaquim Tibúrcio de Andrade Junqueira, trineto dos barões de Alfenas – [16] Gabriel Francisco Junqueira (1782―18-01-1868) e [17] Inácia Constança de Andrade; por Gabriella Angelina de Azevedo e Paiva, trineto de [18] Domingos Theodoro de Azevedo e de [19] Maria José de Andrade Mello, casados em 20-08-1828, em Carrancas, Estado de Minas Gerais; por Francisco de Andrade Villela Pedras, trineto de [20] Alexandre Antônio Villela e de sua primeira mulher, [21] Bárbara Delminda de Andrade Botelho; por Mariana Honorina de Azevedo, trineto de [22] Antônio Gabriel de Souza Pinto e de [23] Ana Antônia de Azevedo Pinto (Ana Antônia de Azevedo quando solteira).
V-1 José Roberto de Castro Junqueira. Médico pediatra e clínico geral, natural de Leopoldina, Estado de Minas Gerais. Casou-se duas vezes. O seu primeiro casamento foi com Katia Mendonça Magalhães.
V-1 José Roberto de Castro JunqueiraO seu segundo casamento foi com Maria Consuelo Barros Arantes. Eles são residentes e domiciliados em São Lourenço, Estado de Minas Gerais. Sendo ele médico e ela, empresária.
V-2 Luiz Eduardo de Castro Junqueira. Natural da cidade de Leopoldina, Estado de Minas Gerais.
V-3 Carlos Lúcio de Castro Junqueira. Natural da cidade de Leopoldina, Estado de Minas Gerais.
V-4 Bárbara Luciana de Castro Junqueira. Natural da cidade de Leopoldina, Estado de Minas Gerais.
IV-3 Maria José Junqueira de Castro – "Mariinha". Ela nasceu em Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, onde se casou com o agropecuarista Mauro Junqueira Barbosa e adotou o nome: Maria José de Castro Barbosa. O casal é residente em Leopoldina, Estado de Minas Gerais e teve seis filhos.
Ascendentes do marido: [1] Mauro Junqueira Barbosa é filho legítimo de [2] Ronan Barbosa de Resende nascido no dia 25-07-1902, no Distrito de Tebas, Município de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, e de [3] Hercília Junqueira Barbosa (Hercília dos Reis Junqueira quando solteira) nascida em 13-10-1906, em Encruzilhada, atual cidade de Cruzília, Estado de Minas Gerais, e que foram fazendeiros em Leopoldina; neto paterno de [4] Emílio Filgueira Barbosa de Miranda e de [5] Delmira Resende Barbosa (Delmira Teixeira de Resende quando solteira); neto materno de [6] Thomé de Andrade Junqueira, natural do Distrito de Santa Izabel, atual Abaíba, Município de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, e de [7] Iria dos Reis Junqueira (Iria Carvalho dos Reis quando solteira), proprietários da fazenda Boa Esperança, em Abaíba; por Delmira Resende Barbosa, bisneto de [10] Antônio Belizandro dos Reis Meirelles nascido por volta de 1832, e de [11] Josefa Firmina de Rezende, que moraram na fazenda dos Passos, em Madre de Deus de Minas (MG), e que depois foram fazendeiros no Distrito de Tebas, Município de Leopoldina (MG); por Thomé de Andrade Junqueira, bisneto dos fazendeiros [12] Antônio Gabriel Junqueira de Carvalho falecido em 08-05-1897, e de sua esposa e sobrinha [13] Helena Nicésia Ribeiro de Carvalho nascida em 08-10-1833 e falecida em 04-07-1877; por Iria dos Reis Junqueira, bisneto dos fazendeiros [14] Quirino de Andrade Reis e [15] Guilhermina Cândida de Carvalho Reis (Guilhermina Cândida Belfort de Carvalho quando solteira). Por Antônio Belizandro dos Reis Meirelles, o Mauro Junqueira Barbosa é trineto de [20] José de Souza Meirelles nascido em cerca de 1795, e de sua segunda mulher, [21] Ana Paulina de Rezende Reis nascida por volta de 1810 (casal estabelecido em São José do Favacho, Baependi, Estado de Minas Gerais); por Josefa Firmina de Rezende, trineto dos fazendeiros [22] José Teixeira da Costa Guimarães, natural de Madre de Deus de Minas (MG) e aí falecido em 19-11-1869, e de [23] Maria Teobalda de Rezende, natural dos Prados, Estado de Minas Gerais, casada em 15-11-1824, no oratório da fazenda Pouso Real, na Aplicação da Onça, Estado de Minas Gerais, e falecida em 22-08-1883, em Madre de Deus de Minas (os inventários de cada um dos cônjuges encontram-se arquivados no Museu Regional de São João del Rei, Estado de Minas Gerais); por Antônio Gabriel Junqueira de Carvalho, trineto do [24] barão de Alfenas (I) – Gabriel Francisco Junqueira (agraciado com o referido título, por Decreto Imperial de 11-10-1848), nascido no ano de 1782, na sede da fazenda Campo Alegre, em São Tomé das Letras, Estado de Minas Gerais e aí falecido em 13-01-1868, e que fora Deputado Provincial em Minas Gerais, nas legislaturas de 1830–1833 e de 1834–1837, e da baronesa de Alfenas (I) – Inácia Constança de Andrade, natural de Carrancas, Estado de Minas Gerais, que foi aí batizada na ermida do Divino Espírito Santo e também aí casada em 11-06-1808, e que faleceu em 27-06-1858, na sede da fazenda Campo Alegre, em São Tomé das Letras, Minas Gerais, onde o casal jaz sepultado dentro da igreja matriz (cujo orago é São Tomé Apóstolo); por Helena Nicésia Ribeiro de Carvalho, trineto dos fazendeiros [26] Antônio José Ribeiro de Carvalho e [27] Helena Nicésia Junqueira de Andrade batizada em 12-08-1811, na capela da fazenda do Favacho, em Baependi, Estado de Minas Gerais, e que foram proprietários da fazenda do Condado; por Quirino de Andrade Reis, trineto de [28] Severino Domenciano dos Reis, natural dos Prados, Minas Gerais, e de [29] Iria Cândida de Andrade, que se casaram no dia 30-06-1824, em Carrancas, Minas Gerais, e que foram proprietários da fazenda Pitangueiras, em São Vicente Ferrer, atual São Vicente de Minas, Estado de Minas Gerais, casal este que deu origem à família Andrade Reis, no Estado de Minas Gerais; e por Guilhermina Cândida de Carvalho Reis, trineto do [30] segundo barão de Cajuru – Militão Honório de Carvalho, líder político e fazendeiro, falecido no dia 21-02-1869, e da [31] segunda baronesa de Cajuru – Maria Cândida Belfort de Arantes.
V-1 Luiz Fernando de Castro Barbosa. Ele é Natural de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. Casou-se com Marluce Queiroz, natural de Belo Horizonte, que adotou o nome: Marluce Queiroz Barbosa. Eles são residentes no Distrito de São Benedito, Município de Santa Luzia, na região metropolitana de Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais. Têm dois filhos.
VI-1 Rodolfo Queiroz Barbosa. Natural da cidade de Belo Horizonte.
VI-2 Oswaldo Queiroz Barbosa. Natural da cidade de Belo Horizonte.
V-2 Magaly de Castro Barbosa. Natural de Leopoldina, Estado de Minas Gerais e residente em Belo Horizonte. É solteira.
V-3 José Mauro de Castro Barbosa. Natural de Leopoldina (MG). Ele se casou em São Pedro dos Ferros (MG), com Ana Lídia Boroni Martins, natural desta mesma Cidade, e que adotou o nome: Ana Lídia Boroni Martins de Castro Barbosa. O casal morou em Lagoa Santa (MG), e mora atualmente na Capital Mineira.
VI-1 Vinícius Boroni Martins de Castro Barbosa. Advogado, natural de Raul Soares (MG). Residente e domiciliado na Capital Mineira.
VI-2 Lidiane Boroni Martins de Castro Barbosa. Ela é advogada, natural de Rio Casca (MG). Residente e domiciliada em Lagoa Santa (MG). 
V-4 Filomena de Castro Barbosa. Natural de Leopoldina, Estado de Minas Gerais. Ela se casou no dia 19-07-1982, segunda-feira, em Belo Horizonte, com Roberto Márcio da Silva nascido nesta mesma Capital e adotou o nome: Filomena de Castro Barbosa e Silva. O casal divorciou-se pouco tempo depois e deixou uma filha. Ela voltou a ter o seu nome de solteira e mora em Belo Horizonte.
VI-1 Poliana de Castro Barbosa e Silva. Nascida em Belo Horizonte (MG). Ela é casada em comunhão consensual estável com Humberto Guimarães. Eles são residentes e domiciliados nesta mesma Capital. São pais da Angelina.
V-5 Maria Hercília de Castro Barbosa. Natural da cidade de Leopoldina, Estado de Minas Gerais e se casou em Belo Horizonte, com Renato da Silva, natural desta mesma Capital, e adotou o nome: Maria Hercília de Castro Barbosa e Silva. São residentes e domiciliados em Belo Horizonte.
VI-1 Hugo de Castro Barbosa e Silva. Ele é natural de Belo Horizonte (MG) e graduado em Administração com Mix de Comunicação de Marketing e sua Aplicabilidade.
VI-2 Henrique de Castro Barbosa e Silva. Natural de Belo Horizonte (MG).
V-6 Valéria de Castro Barbosa. Natural de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, Ela se casou em Belo Horizonte, com Alexandre Gonçalves de Melo, natural desta mesma Capital. Sem mais notícias.
IV-4 Oswaldo José Junqueira de Castro – "Oswaldinho". Nasceu no dia 20-08-1934, segunda-feira, em Além Paraíba (MG). Casou-se no dia 08-02-1958, sábado, em Leopoldina (MG), com sua meia-prima Cleuza Tavares de Castro, que manteve após o casamento o mesmo nome de solteira. Casal residente em Itumbiara, Estado de Goiás. Oswaldo José Junqueira de Castro faleceu, já aposentado, no dia 01-01-2011, sábado, na cidade de Uberlândia (MG), aos 76 anos, 4 meses e 12 dias de idade e após 52 anos, 10 meses e 24 dias de casado. 
Ascendência da esposa: [1] Cleuza Tavares de Castro é natural do Distrito de São Luiz, atual Trimonte, Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais, filha legítima dos fazendeiros, [2] Sebastião Pacheco de Castro – "Tião de Castro" (28-05-1897―12-07-1974), e de [3] Leonor Tavares de Castro (17-04-1903―20-01-1989) casados em 19-10-1919, em Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais, que foram proprietários da fazenda Morro Alegre, distante 1.550 metros da estação ferroviária de Trimonte, Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais; neta paterna dos fazendeiros, [4] Luiz Augusto Teixeira de Castro (01-06-1867―03-12-1935), e de sua primeira esposa, [5] Maria Tereza Pacheco de Castro (22-01-1873―01-03-1899) casados em 19-12-1891, no Distrito de São Luiz – localidade esta que a partir do dia 01-01-1944, teve o seu nome mudado para Trimonte, pelo Decreto-Lei 1.058, de 31-12-1943 e que hoje pertence ao Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais; neta materna dos fazendeiros [6] José Tavares da Silva e [7] Maria do Rosário Tavares da Silva; por Luiz Augusto Teixeira de Castro, bisneta do patriarca [8] Joaquim Antônio Teixeira de Castro (1816/1818―31-01-1893), natural de Portugal, e da segunda esposa, [9] Carolina Augusta de Siqueira Castro casada em 1856 e falecida em 14-11-1880; por Maria Tereza Pacheco Vieira, bisneta de [10] Manoel Pacheco Vieira (30-05-1844―09-08-1914) e de [11] Vitória Amarante Pacheco (16-04-1848―16-07-1924), casados no dia 13-04-1869, na Freguesia de Nossa Senhora da Conceição do Paquequer, atual Sumidouro, Estado do Rio de Janeiro; por José Tavares da Silva, bisneta de [12] Manuel Tavares da Eira e de [12] Maria Tavares, naturais do Minho, Portugal; por Maria do Rosário Tavares da Silva, bisneta de [15] Helena Maria da Silva; por Carolina Augusta de Siqueira Castro, trineta de [18] Francisco Antunes de Siqueira e de [19] Francisca Carolina Gonçalves Cortes; por Manoel Pacheco Vieira, trineta de [20] José Gomes Vieira de Souza e de [21] Carolina Leopoldina Cândida Vieira; por Vitória Amarante Pacheco, trineta de [22] José Luciano do Amarantes, e de [23] Rosa Pereira de Jesus batizada em 30-09-1815, na igreja matriz de Cantagalo, na então Capitania do Rio de Janeiro.
V-1 Luiz Eugênio Tavares de Castro. Natural de Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais, filho legítimo de Oswaldo José Junqueira de Castro e de Cleuza Tavares de Castro. Formado em Administração de Cooperativa e é também Bacharel em Comunicação Social. Ele é casado com Maria Elisa Vieira Tavares de Castro. São empresários, residentes e domiciliados em Itumbiara, Estado de Goiás. Têm três filhos.
VI-1 Luiz Augusto Vieira de Castro. Ele é natural de Itumbiara (GO). Formado em Medicina, pela Universidade de Uberlândia. Casado com Fernanda Dantas de Castro. São residentes e domiciliados em Uberlândia (MG).
VI-2 Ana Clara Vieira de Castro. Ela é natural de Itumbiara (GO). Médica oftalmologista formada pela Universidade Federal de Goiás.
VI-3 Ana Letícia Vieira de Castro. Ela é natural de Itumbiara (GO). Formada em Medicina pela Universidade  Federal de Uberlândia.
V-2 Oswaldo Vasques de Castro Neto. Natural de Belo Horizonte (MG), filho legítimo de Oswaldo José Junqueira de Castro e de Cleuza Tavares de Castro. Ele é graduado em Gestão de Recursos Humanos e pós-graduado em Gestão de Pessoas. Casou-se com Mirlei Silva Melo, que adotou o nome: Mirlei Silva Melo Vasques de Castro. Ela é formada em Engenharia Química, pela Universidade Federal de Uberlândia Residem em Uberlândia. Eles moram em Uberlândia (MG).
VI-1 Frederico Melo Vasques de Castro. Natural de Uberlândia (MG). Ele é casado com Débora Chagas.
VI-2 Janaína Melo Vasques de CastroNatural de Itumbiara (GO). Ela é formada em Psicologia e tem pós-graduação em Gestão Empreendedora de Negócios. Tem compromisso sério com Matheus Lacerda.
V-3 Sebastião Tavares de Castro Sobrinho. Natural de Belo Horizonte (MG), filho legítimo de Oswaldo José Junqueira de Castro e de Cleuza Tavares de Castro. Casou-se com Soraia Pinto Fernandes, que adotou o nome: Soraia Pinto Fernandes de Castro. Eles são comerciantes e residem na cidade do Rio de Janeiro (RJ).
VI-1 Flávia Pinto Fernandes de Castro.
III-2 Maria da Conceição. Ela nasceu no dia 10-06-1900, domingo, de madrugada, na sede da fazenda Santo Antônio, no Distrito de São Luiz, atual Trimonte, Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais, e faleceu pouco depois, o sepultamento do corpo ocorreu à tarde do mesmo dia no cemitério público local.
                        
III-3 José Vasques de Castro – "Zé de Castro". Nascido no dia 15-05-1902, quinta-feira, na sede da fazenda Santo Antônio, no Distrito de São Luiz, atual Trimonte, Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais. Casou-se no dia 20-07-1933, quinta-feira, na capela do Socorro, no Distrito de Tebas, Município de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, com Maria da Conceição Monteiro de Siqueira, que passou a se chamar: Maria da Conceição Siqueira Castro. Ela nascida no dia 15-07-1916, sábado, em São Domingos, hoje pertencente ao Município de Santo Antônio do Aventureiro, Estado de Minas Gerais. O casal dedicou-se à agricultura e foi proprietário do sítio Palmeiral em Trimonte, e muitos anos mais tarde transferiu residência para Volta Grande.
José Vasques de Castro morreu no dia 07-03-1985, quinta-feira, às treze horas, no Hospital São Salvador, em Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, e o sepultamento do corpo ocorrido no dia seguinte no Cemitério São Sebastião, em Volta Grande (MG); contava 82 anos, 9 meses e 20 dias de idade e 51 anos, 7 meses e 15 dias de casado.
Já Maria da Conceição Siqueira Castro faleceu viúva, na cidade de Volta Grande, Estado de Minas Gerais, às quatro horas e trinta minutos da madrugada do dia 25-05-2003, domingo, e seu corpo foi aí sepultado à tarde do mesmo dia junto ao do marido; contava 86 anos, 10 meses e 10 dias de idade.
Ascendência da esposa: [1] Maria da Conceição Siqueira Castro era filha legítima de [2] Francisco Barbosa de Siqueira – "Nhonhô Siqueira" (16-12-1882―28-01-1964) e de [3] Clara Godoy Monteiro de Siqueira – "Titina" (05-06-1889―09-11-1949), cujo nome de solteira era Clara Godoy Monteiro de Castro e que se casaram em 03-02-1906, em Providência, Município de Leopoldina (MG); neta paterna de [4] João Alexandre de Siqueira nascido em 24-08-1857, na Freguesia de Calheiros, Ponte de Lima, Portugal e falecido em 19-06-1944, em Bicas (MG) e de [5] Flausina Barbosa de Siqueira (Flausina Barbosa de Miranda quando solteira) nascida em 31-12-1861, em Piacatuba, Município de Leopoldina (MG), casada em 11-02-1882, na igreja de Santo Antônio, em Tebas, Município de Leopoldina, e falecida em 01-03-1939, quando o automóvel em que viajava na estrada de São Domingos, no atual Município de Santo Antônio do Aventureiro (MG) se desgovernou e caiu dentro de um lago; neta materna de [6] José Augusto Monteiro de Castro (1862―22-04-1902) e de [7] Maria Augusta de Godoy Monteiro de Castro (Maria Augusta de Godoy quando solteira) nascida em 04-01-1867, em Volta Grande, Estado de Minas Gerais, e casada em 26-08-1882, na igreja de Nossa Senhora da Conceição, em Conceição da Boa Vista, no atual Município de Recreio, Estado de Minas Gerais; por João Alexandre de Siqueira, bisneta de [8] Alexandre Joaquim Antônio nascido em 22-09-1822, em Calheiros, Ponte de Lima, Portugal, e de sua segunda mulher, [9] Maria Rosa Cerqueira (09-09-1836―29-08-1873), casados em 01-10-1856, em Cepões, Ponte de Lima, Portugal – os sobrenomes "Cerqueira" e "Antônio" deste casamento em Portugal se transformaram em "Siqueira" no Brasil, adotado que foi por João Alexandre de Siqueira que o passou aos seus filhos; por Flausina Barbosa de Miranda, bisneta de [10] Francisco José Barbosa de Miranda e de [11] Maria Júlia de Oliveira, estabelecidos na região de Piacatuba, no Município de Leopoldina, Estado de Minas Gerais; por José Augusto Monteiro de Castro, bisneta do comendador [12] Lucas Manoel Monteiro de Castro, fazendeiro nascido na sede da fazenda União, em São Martinho, Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, e de sua mulher, [13] Maria da Glória Monteiro de Rezende nascida na sede da fazenda Soledade (sede antiga já demolida), em São Martinho, onde também de casaram no dia 15-06-1861; por Maria Augusta de Godoy, bisneta de [14] Olympio Augusto de Godoy e de sua primeira mulher, [15] Anna Fortunata de Bittencourt Godoy (Anna Fortunata de Bittencourt e Castro quando solteira), batizada em 24-10-1839, no oratório da fazenda Bom Sucesso, situada em área do atual Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais, onde também se casaram no dia 04-02-1858.
   
         
IV-1 Terezinha Maria Siqueira Castro. Nascida em Leopoldina, Estado de Minas Gerais, professora normalista formada em 1978 pelo Colégio Santos Anjos de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. Casou-se com Rigoberto Caldeira Torres e adotou o nome: Terezinha Maria Castro Torres.
Ascendência do marido: [1] Rigoberto Caldeira Torres é natural de Volta Grande, Estado de Minas Gerais, filho legítimo de [2] Antônio de Castro Torres, ex-pracinha da Força Expedicionária Brasileira na Segunda Guerra Mundial e também comerciante que foi proprietário do "Bar Monte Castelo", em Volta Grande (MG), e de [3] Clarice Caldeira de Castro Torres (Clarice de Sá Caldeira quando solteira); neto paterno de [4] Manoel José Torres e de [5] Diogina de Castro Torres; neto materno de [6] Manoel José Caldeira e de [7] Ilka de Sá Caldeira (Ilka Correia de Sá quando solteira); por Ilka de Sá Caldeira, bisneto de [14] João Clemente de Sá Júnior nascido em 26-09-1879, na região onde surgiu o Distrito de Água Viva, no atual Município de Estrela Dalva (MG), e batizado em 03-01-1880, na igreja de Nossa Senhora da Conceição, em Conceição da Boa Vista, no atual Município de Recreio (MG), e de [15] Consuelo Julieta Correia de Sá (Consuelo Julieta Correia quando solteira). Por João Clemente de Sá Júnior, o Rigoberto Caldeira Torres é trineto de [28] João Clemente de Sá nascido por volta de 1850, em São Francisco de Paula, Município de Cantagalo, na então Província do Rio de Janeiro, fazendeiro produtor de café em Volta Grande (MG), e de [29] Marianna Vasques de Miranda Sá (Marianna Vasques de Miranda quando solteira) nascida por volta de 1862, na região que deu origem ao Distrito de Água Viva, no atual Município de Estrela Dalva (MG), e que se casaram em 30-10-1878, no Curato de Conceição da Boa Vista (MG); por Consuelo Julieta Correia de Sá, trineto de [30] Custódio Vargas Correia nascido em 10-09-1864, em Leopoldina (MG), e de [31] Virgilina Antunes Vieira, casal que residiu em Pinhotiba, no atual Município de Eugenópolis (MG); por João Clemente de Sá, quarto neto de outro [56] João Clemente de Sá e de [57] Luiza Guilhermina de Sá; por Marianna Vasques de Miranda Sá, quarto neto de [58] José Bento Vasques de Miranda nascido em 01-11-1833, em Rebordechán, Crecente, Pontevedra, Galiza, Espanha, e falecido em 21-12-1915, na sede da fazenda Santo Antônio, no Distrito de São Luiz, atual Trimonte, Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais, e de sua segunda mulher, [59] Rosa Luiza de Menezes Vasques (Rosa Luiza de Menezes quando solteira) nascida no ano de 1845, na região formadora do Distrito de Água Viva (MG), batizada no dia 10-04-1847, em Madre de Deus do Angu, atual Angustura (MG), e falecida viúva no dia 18-08-1927, em Água Viva, no atual Município de Estrela Dalva (MG) – casal que deu origem às famílias Vasques de Miranda, Vasques de Castro e Vasques de Menezes; por Custódio Vargas Correia, quarto neto de [60] Francisco de Vargas Correia e de [61] Venância Esméria de Jesus, também chamada de Venância Gomes de Almeida, natural de Leopoldina (MG).
V-1 Lucas Castro Torres. Natural de Volta Grande, Estado de Minas Gerais. Ele é professor universitário, casado com Patrícia Zimermann; esta, natural de Campo Grande, Estado do Mato Grosso do Sul. São residentes e domiciliados nesta mesma Capital. Têm um casal de filhos.
VI-1 Ana.
VI-2 Antônio.
V-2 Thiago Castro Torres. Natural de Volta Grande, Estado de Minas Gerais. Casado com Carol Costa.
V-3 Alice Castro Torres. Natural de Volta Grande, Estado de Minas Gerais. Casou-se com Marco Antônio Zimermann.
III-4 Maria Vasques de Castro. Nasceu no dia 03-08-1903, segunda-feira, na sede da fazenda Santo Antônio, no Distrito de São Luiz, atual Trimonte, Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais, onde também veio a óbito no dia 13-12-1904, terça-feira, de morte natural, com 1 ano, 4 meses e 10 dias de idade. Seu corpo foi sepultado no Cemitério Público de Trimonte, Estado de Minas Gerais.
                   
III-5 Francisco de Assis Vasques de Castro – "Chichico". Nasceu no dia 16-11-1905, quinta-feira, às duas horas e trinta minutos da madrugada, na sede da fazenda da Pedra, no Distrito de Espírito Santo de Água Limpa, atual Água Viva, Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais. Foi aí batizado no dia 26-05-1906, sábado, na capela do Divino Espírito Santo, pelo Padre Antônio José Gomes, da Freguesia de Angustura, Município de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, tendo como padrinhos: o seu tio materno, José Guilherme Vasques de Miranda com a esposa Alexandrina Luiza de Menezes Vasques.
Casou-se no dia 07-05-1932, sábado, no Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, com Helena Villela Junqueira – "Lelê", que adotou o nome: Helena Junqueira de Castro; esta nascida no dia 18-06-1911, domingo, na sede da fazenda Mato Dentro, no Distrito de Santa Izabel, atual Abaíba, Município de Leopoldina, Estado de Minas Gerais. O casal residiu na sede da fazenda Bonfim, no Distrito de Água Viva (MG); depois a família se mudou para a recém adquirida fazenda Santana, no Distrito de Itapiruçu, Município de Palma, Estado de Minas Gerais, onde residiu no período de 1936 a 1944, quando a vendeu e transferiu-se para a fazenda Campestre, em São Martinho, Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Estado de Minas Gerais; propriedade esta que pertencera ao seu sogro Eugênio Ribeiro Junqueira – "Genico", adquirida após negociações com os cunhados herdeiros. E aí permaneceu de 1944 até 1974, quando o casal já mais idoso e por motivo de saúde se transferiu para a cidade de Leopoldina; deixando a propriedade aos cuidados dos filhos. Eles tiveram doze filhos. Francisco de Assis Vasques de Castro morreu em Leopoldina, Estado de Minas Gerais, na Casa de Caridade Leopoldinense, às quatorze horas e quarenta minutos, do dia 26-09-1980, sexta-feira, de ataque cardíaco, aos 74 anos, 10 meses e 10 dias de idade, depois de 48 anos, 4 meses e 19 dias de casado. Helena Junqueira de Castro, viúva, faleceu na Casa de Caridade Leopoldinense, em Leopoldina, Estado de Minas Gerais, no dia 11-03-1993, quinta-feira, de ataque cardíaco, aos 81 anos, 8 meses e 21 dias de idade. Os corpos jazem sepultados no Cemitério Municipal de Leopoldina.
Ascendência da esposa: [1] Helena Junqueira de Castro era filha legítima do fazendeiro [2] Eugênio Ribeiro Junqueira – "Genico" nascido no dia 19-08-1879, terça-feira, em Cristina, Estado de Minas Gerais, e falecido em 28-08-1961, segunda-feira, na sede da fazenda Palmital, em São Martinho, Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, contando 82 anos e 9 dias de idade, e de [3] Helena Villela Junqueira nascida em 07-09-1882, quinta-feira, na sede da fazenda Mato Dentro, em Santa Izabel, atual Abaíba, Município de Leopoldina, casada aos 17 anos de idade, em 07-09-1899, quinta-feira na sede desta mesma Fazenda e falecida em 29-08-1944, terça-feira, na sede da fazenda Campestre, em São Martinho, contando 61 anos, 11 meses e 22 dias de idade e seu corpo jaz sepultado junto ao do marido no Cemitério Público de Abaíba; neta paterna de [4] Custódio Ribeiro Junqueira, fazendeiro, que foi proprietário da fazenda Três Barras, em Cristina, no Sul de Minas, e de [5] Laureana Ribeiro de Arantes Junqueira, cujo corpo jaz sepultado no Cemitério Municipal de Queluz, Estado de São Paulo; neta materna de [6] Gabriel de Andrade Junqueira nascido por volta de 1857, em São Tomé das Letras, Minas Gerais, e falecido em 25-08-1920, quarta-feira, às nove horas e quarenta minutos, em Leopoldina, Minas Gerais, em consequência de esclerose cardíaca, e seu corpo desceu à sepultura no Cemitério Público de Abaíba (MG), e de [7] Christiana Villela Junqueira (nome de solteira: Christiana Villela de Andrade) nascida por volta de 1864, em São Vicente Ferrer, atual São Vicente de Minas (MG), que ao ficar órfã de mãe, foi criada pela enteada Cândida Cardoso Villela, e que faleceu de senilidade em 06-08-1961, domingo, às oito horas e trinta e cinco minutos, em sua residência na cidade de Leopoldina (MG), com 97 anos de idade, e cujo corpo jaz sepultado no Cemitério Municipal de Leopoldina; por Custódio Ribeiro Junqueira, bisneta de [8] Antônio José Ribeiro de Carvalho, fazendeiro, proprietário da fazenda do Condado, no Sul de Minas, e de [9] Helena Nicésia Junqueira de Andrade batizada em 12-08-1811, segunda-feira, na capela da fazenda do Favacho, em Baependi, Estado de Minas Gerais; por Laureana Ribeiro de Arantes Junqueira, bisneta do fazendeiro e comendador, [10] José Wenceslau de Souza Arantes, e de [11] Teresa do Carmo Ribeiro; por Gabriel de Andrade Junqueira, bisneta do fazendeiro [12] Antônio Gabriel Junqueira de Carvalho falecido em 08-05-1897, sábado, e de sua esposa e sobrinha, [13] Helena Nicésia Ribeiro de Andrade Junqueira (Helena Nicésia Ribeiro de Carvalho quando solteira) nascida em 08-10-1833, terça-feira, e falecida em 04-07-1877, quarta-feira, de "recaída de parto", contava 43 anos, 8 meses e 26 dias de idade; e por Christiana Villela Junqueira, bisneta de [14] Casimiro Villela de Andrade e de sua primeira esposa, [15] Ana de Andrade Penha.
                                       
IV-1 Walter Junqueira de Castro. Nasceu na sede da fazenda Bonfim, no Distrito de Água Viva, no atual Município de Estrela Dalva (MG), e casou-se em Leopoldina (MG), com Maria Inês Junqueira Ferraz, que adotou o nome: Maria Inês Ferraz de Castro. O casal é proprietário da fazenda Lajinha, no Distrito de Abaíba, Município de Leopoldina (MG). Eles têm um casal de filhos.
Ascendência da esposa: [1] Maria Inês Ferraz de Castro nasceu no Distrito de Abaíba (MG). É filha legítima de [2] Antônio de Paula Junqueira Ferraz – "Toniquinho Ferraz" e de [3] Sylvia Reis Junqueira Ferraz (Sylvia Reis Junqueira quando solteira), proprietários da fazenda Itatinga, no Distrito de Abaíba, Município de Leopoldina (MG); neta paterna de [4] Christiano Junqueira Ferraz, fazendeiro, nascido em 16-08-1876, e de [5] Helena Junqueira Ferraz; neta materna de [6] Thomé de Andrade Junqueira, natural do Distrito de Santa Izabel, atual Abaíba, Município de Leopoldina (MG), e de [7] Iria dos Reis Junqueira (Iria Carvalho dos Reis quando solteira), fazendeiros, que foram proprietários da fazenda Boa Esperança, em Abaíba; por Christiano Junqueira Ferraz, bisneta do fazendeiro [8] Francisco Dias Ferraz e de [9] Teresa Arantes Junqueira – "Zica"; por Helena Junqueira Ferraz, bisneta de [10] Joaquim Dias Ferraz – "Quinquim Ferraz" nascido em 01-05-1854, em Cristina, Estado de Minas Gerais, e falecido em 21-02-1924, em Pirapetinga, Estado de Minas Gerais, e de [11] Maria do Carmo de Andrade Junqueira nascida no dia 25-03-1865 e batizada em 10-04-1865, em Cruzília, Estado de Minas Gerais, e casada em 27-11-1880; por Thomé de Andrade Junqueira, bisneta do fazendeiro [12] Antônio Gabriel Junqueira de Carvalho falecido em 08-05-1897, e de sua esposa e sobrinha [13] Helena Nicésia Ribeiro de Andrade Junqueira (Helena Nicésia Ribeiro de Carvalho quando solteira) nascida em 08-10-1833 e falecida em 04-07-1877; por Iria dos Reis Junqueira, bisneta do fazendeiro [14] Quirino de Andrade Reis, e de [15] Guilhermina Cândida de Carvalho Reis (Guilhermina Cândida Belfort de Carvalho quando solteira). Por Francisco Dias Ferraz e seu irmão Joaquim Dias Ferraz, a Maria Inês Ferraz de Castro é trineta de [16 e 20] Silvestre Dias Ferraz nascido em 31-12-1812, e falecido em abril de 1901, aos 88 anos de idade, e de [17 e 21] Ana Leonízia de Castro nascida por volta de 1828, casada em 24-10-1843, na igreja de Nossa Senhora do Montserrat, em Baependi, Estado de Minas Gerais e falecida em 25-03-1914, aos 85 anos de idade; por Teresa Arantes Junqueira, trineta do fazendeiro [18] Custódio Ribeiro Junqueira e de [19] Laureana Ribeiro de Arantes Junqueira; por Maria do Carmo de Andrade Junqueira, trineta também de [22] Antônio Gabriel Junqueira de Carvalho e de [23] Helena Nicésia Ribeiro de Andrade Junqueira; pelo bisavô Antônio Gabriel Junqueira de Carvalho, trineta do [24] barão de Alfenas (I) – Gabriel Francisco Junqueira nascido no ano de 1782, na sede da fazenda Campo Alegre, em São Tomé das Letras, Estado de Minas Gerais e aí também falecido em 13-01-1868, e da [25] baronesa de Alfenas (I) – Inácia Constança de Andrade, natural de Carrancas, Estado de Minas Gerais, onde também se casou em 11-06-1808, e que faleceu no dia 27-06-1858, na sede da referida fazenda Campo Alegre, em São Tomé das Letras (MG), estando o corpo dela e do marido sepultados dentro da matriz de São Tomé Apóstolo, nesta mesma Cidade; pela bisavó Helena Nicésia Ribeiro de Andrade Junqueira, trineta do fazendeiro [26] Antônio José Ribeiro de Carvalho e de [27] Helena Nicésia Junqueira de Andrade batizada no dia 12-08-1811, na capela da fazenda do Favacho, em Baependi, Estado de Minas Gerais; por Quirino de Andrade Reis, trineta de [28] Severino Domenciano dos Reis, natural dos Prados, Minas Gerais, e de [29] Iria Cândida de Andrade casada em 30-06-1824, em Carrancas (casamento este que deu origem à família Andrade Reis, em Minas Gerais), e que foram donos da fazenda Pitangueiras, em São Vicente Ferrer, atual São Vicente de Minas (MG); e por Guilhermina Cândida de Carvalho Reis, trineta do [30] segundo barão de Cajuru – Militão Honório de Carvalho, fazendeiro e político, falecido em 21-02-1869, e da [31] segunda baronesa de Cajuru – Maria Cândida Belfort de Arantes.
V-1 Carlos Francisco Ferraz de Castro. Casou-se na cidade de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, com Cecília Andrade Moraes, que adotou o nome: Cecília Moraes de Castro. Esta, filha legítima de Rogério Junqueira de Moraes e de Luiza Andrade Moraes; neto paterno de Jáder Lima de Moraes, do Distrito de Abaíba, Município de Leopoldina (MG), e de dona Nicota Monteiro de Andrade.
VI-1 Igor Moraes de Castro. Natural de Leopoldina, Estado de Minas Gerais.
V-2 Lúcia Helena Ferraz de Castro. Casou-se com Pedro Matolla Júnior e adotou o nome: Lúcia Helena de Castro Matolla. Eles são empresários residentes e domiciliados na cidade de Leopoldina, Estado de Minas Gerais.
Eis a ascendência do cônjuge: [1] Pedro Matolla Júnior é filho legítimo de [2] Pedro Matolla (28-11-1926―27-05-1990), fiscal de transporte coletivo do Departamento Nacional de Estradas de Rodagem em Leopoldina, Estado de Minas Gerais, onde nasceu e faleceu, e de [3] Lea Barbosa Matolla; neto paterno de [4] Ranulfo Matolla Miranda nascido no dia 12-10-1896, segunda-feira, em Santo Antônio do Aventureiro, Estado de Minas Gerais, e falecido no ano de 1972, em Leopoldina (MG), onde foi sitiante, industrial do ramo de olaria e cerâmica, delegado municipal de polícia e vereador, e de [5] Honorina Pacheco Moraes nascida em 30-11-1902, domingo, em Providência, Município de Leopoldina (MG). Por Ranulfo Matolla Miranda, o Pedro Matolla Júnior é bisneto de [8] José Matolla de Miranda e de [9] Maria Augusta Cosini nascida por volta de 1878 em Mântua (Mantova), Lombardia, Itália e que veio para o Brasil em 1888 com os pais; por Honorina Pacheco Moraes, bisneto de [10] Pedro Pacheco de Carvalho Filho e de [11] Manoela Moraes; por José Matolla de Miranda, trineto de [16] Antônio Justiniano Matolla de Miranda e de [17] Umbelina Gomes de Rezende; por Maria Augusta Cosini, trineto dos italianos [18] Agostino Cosini e [19] Amália Luigia; e por Pedro Pacheco de Carvalho Filho, trineto dos portugueses, [20] Pedro Pacheco de Carvalho e [21] Maria Custódia Nascimento.
IV-2 Wanda Junqueira de Castro. Nasceu no dia 19-02-1934, segunda-feira, às 16 horas e 15 minutos, na sede da fazenda Bonfim, no Distrito de Água Viva, Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais. Ela faleceu na sede da mesma Fazenda, no dia 02-07-1934, segunda-feira, às 9 horas, com apenas 4 meses e 13 dias de idade, tendo como causa mortis: infecção intestinal e peritonite, conforme atestado firmado pelo médico, doutor Álvaro Botelho Junqueira, de Leopoldina (MG). O sepultamento do corpo foi no Cemitério Público de Trimonte (MG).
IV-3 Elza Junqueira de Castro. Nasceu na sede da fazenda Bonfim, no Distrito de Água Viva, hoje pertencente ao Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais. Casou-se no ano de 1958, em Leopoldina, com o comerciante Fausto Barbosa Junqueira e adotou o nome: Elza de Castro Junqueira. Ele nascido no dia 24-03-1927, quinta-feira, às 5 horas e 30 minutos da manhã, em Leopoldina e aí também falecido no dia 29-05-2002, quarta-feira, aos 75 anos, 2 meses e 5 dias de idade e após 43 anos, 10 meses e 24 dias de casado. Ele foi dono de uma quitanda, situada no Mercado Municipal de Leopoldina. O casal teve três filhos.
Ascendência do marido: o comerciante [1] Fausto Barbosa Junqueira era filho legítimo do fazendeiro [2] Waldemar dos Reis Junqueira e de [3] Zuleika Barbosa Junqueira (Zuleika de Resende Barbosa quando solteira); neto paterno de [4] Thomé de Andrade Junqueira e de [5] Iria dos Reis Junqueira (Iria Carvalho dos Reis quando solteira), que foram proprietários da fazenda Boa Esperança, no Distrito de Abaíba, Município de Leopoldina (MG); neto materno de [6] Emílio Filgueira Barbosa de Miranda e de [7] Delmira Resende Barbosa (Delmira Teixeira de Resende quando solteira); por Thomé de Andrade Junqueira, bisneto de [8] Antônio Gabriel Junqueira de Carvalho, fazendeiro falecido em 08-05-1897, e de sua esposa e sobrinha [9] Helena Nicésia Ribeiro de Andrade Junqueira, cujo nome de solteira era Helena Nicésia Ribeiro de Carvalho (08-10-1833―04-07-1877); por Iria dos Reis Junqueira, bisneto de [10] Quirino de Andrade Reis e de [11] Guilhermina Cândida de Carvalho Reis (Guilhermina Cândida Belfort de Carvalho quando solteira); por Delmira Resende Barbosa, bisneto de [14] Antônio Belizandro dos Reis Meirelles nascido por volta de 1832, e de [15] Josefa Firmina de Rezende, que moraram na fazenda dos Passos, em Madre de Deus de Minas (MG), e que depois foram fazendeiros no Distrito de Tebas, Município de Leopoldina (MG). Por Antônio Gabriel Junqueira de Carvalho, O Fausto Barbosa Junqueira era trineto do [16] barão de Alfenas (I) – Gabriel Francisco Junqueira (1782―13-01-1868) e da [17] baronesa de Alfenas (I) – Inácia Constança de Andrade falecida no dia 27-06-1858, na sede fazenda Campo Alegre, em São Tomé das Letras (MG); por Helena Nicésia Ribeiro de Andrade Junqueira, trineto de [18] Antônio José Ribeiro de Carvalho e de [19] Helena Nicésia Junqueira de Andrade; por Quirino de Andrade Reis, trineto de [20] Severino Domenciano dos Reis, natural dos Prados (MG), e de [21] Iria Cândida de Andrade casados em 30-06-1824, em Carrancas (MG); por Guilhermina Cândida de Carvalho Reis, trineto do [22] segundo barão de Cajuru – Militão Honório de Carvalho falecido em 21-02-1869, e da [23] segunda baronesa de Cajuru – Maria Cândida Belfort de Arantes; por Antônio Belizandro dos Reis Meirelles, trineto de [28] José de Souza Meirelles nascido por volta de 1795, e de sua segunda mulher, [29] Ana Paulina de Rezende Reis nascida cerca de 1810 (casal estabelecido em São José do Favacho, Baependi, Estado de Minas Gerais); e por Josefa Firmina de Rezende, trineto do fazendeiro [30] José Teixeira da Costa Guimarães, natural de Madre de Deus de Minas (MG) e aí falecido em 19-11-1869, e de [31] Maria Teobalda de Rezende, natural dos Prados (MG), casada em 15-11-1824, no oratório da fazenda Pouso Real, na Aplicação da Onça, Estado de Minas Gerais, e falecida em 22-08-1883, em Madre de Deus de Minas (os inventários de cada um dos cônjuges encontram-se arquivados no Museu Regional de São João del Rei, Estado de Minas Gerais).
V-1 Lenice de Castro Junqueira. Ela é natural da cidade de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, onde se casou em 1982 com José Maria de Oliveira Franzoni e adotou o nome: Lenice Junqueira Franzoni.
Ela é enfermeira em Belo Horizonte (MG), onde residem.
VI-1 Daniele Junqueira Franzoni. Tem um filho do seu namorado Alessandro Ribeiro Reis.
VII-1 Júlia Junqueira Franzoni e Ribeiro Reis ‒ "Ju". Nascida em Belo Horizonte (MG).
V-2 José Antônio de Castro Junqueira. Ele é engenheiro civil, natural de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, onde reside e vem exercendo suas atividades profissionais. Casou-se em Laranjal, Estado de Minas Gerais, com Roseli Ribeiro da Silva, que adotou o nome: Roseli Ribeiro Silva Junqueira. Esta, filha legítima do taxista José Francisco da Silva e de Maria das Graças Ribeiro Silva, residentes e domiciliados em Laranjal.
VI-1 Gabriela Ribeiro Silva Junqueira. Nascida em Leopoldina, Estado de Minas Gerais.
VI-2 Débora Ribeiro Silva Junqueira. Nascida em Muriaé, Estado de Minas Gerais.
V-3 Gilberto de Castro Junqueira. Natural de Leopoldina, Estado de Minas Gerais. Casou-se no dia 16-09-1995, sábado, em Pocrane, Estado de Minas Gerais, com Adriana. O casal se separou pouco tempo depois. Sem geração.
IV-4 Waldir Junqueira de Castro. Agropecuarista nascido na sede da fazenda Santana, no Distrito de Itapiruçu, Município de Palma, Estado de Minas Gerais. Em 1944 mudou-se com os pais para a fazenda Campestre, em São Martinho, Distrito de Providência, no Município de Leopoldina, Estado de Minas Gerais. Em 1978, ele se casou em Recreio (MG), com Gilceia de Andrade Vicente, que adotou o nome: Gilceia Vicente de Castro. Ela é professora primária normalista e natural de Recreio (MG). O casal tem duas filhas. Eles residem já há alguns anos em Poços de Caldas, Estado de Minas Gerais, onde passaram a se dedicar ao comércio.
Ascendência da esposa: [1] Gilceia Vicente de Castro é filha legítima de [2] Hamílton Fernandes Vicente (31-07-1921―23-04-1994), ferroviário aposentado da Rede Ferroviária Federal Sociedade Anônima, nascido e falecido em Recreio, Estado de Minas Gerais, e de [3] Odete de Andrade Vicente, natural também de Recreio, onde se casou em 1949; neta paterna do espanhol [4] Ramon Vicente, construtor civil e ferreiro em Recreio (MG), e de [5] Ana Fernandes Vicente (Ana Dias Fernandes quando solteira), grande incentivadora da arte teatral na cidade de Recreio (MG) e que foi aí proprietária do "Cine-Teatro Eldorado"; neta materna de [6] Virtulino Andrade e de [7] Iracema Lima de Andrade; por Ramon Vicente, bisneta dos espanhóis, [8] José Vicente e [9] Petronilha Carneiro; por Ana Fernandes Vicente, bisneta de [10] José Fernandes Júnior e de [11] Josefa Dias Fernandes; por Virtulino Andrade, bisneta de [12] Leopoldino Borges de Andrade e de [13] Hermínia de Andrade; e por Iracema Lima de Andrade, bisneta de [14] Marceli de Carvalho Lima e de [15] Henriqueta da Costa Lima.
V-1 Ana Cristina Vicente de Castro. Natural de Recreio (MG), e residente em Poços de Caldas (MG). Formada em Economia. Casada.
V-2 Luciana Vicente de Castro. Natural de Leopoldina (MG). Residente em Poços de Caldas (MG).
IV-5 Isabel Junqueira de Castro. Nascida no dia 02-07-1938, sábado, às 4 horas da madrugada, na sede da fazenda Santana, no Distrito de Itapiruçu, Município de Palma, Minas Gerais. No ano de 1944, mudou-se com os pais para a fazenda Campestre, em São Martinho, Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Minas Gerais. Ela esteve morando durante muitos anos na cidade de Leopoldina e depois mudou-se para a cidade do Rio de Janeiro, aonde veio a falecer, solteira, pelo que dizem, no mês de dezembro de 2014, aos 76 anos e 5 meses de idade. O seu corpo jaz sepultado no Cemitério Nossa Senhora do Carmo, em Leopoldina, Minas Gerais.
IV-6 Luiz Eugênio Junqueira de Castro. Ele nasceu no dia 19-08-1939, sábado, às 10 horas e 30 minutos, na sede da fazenda Santana, no Distrito de Itapiruçu, Município de Palma, Minas Gerais. Ele morreu no dia 07-03-1940, quinta-feira, às 8 horas da manhã, também na sede da fazenda Santana, em Itapiruçu, Município de Palma. Tendo o seu corpo sido sepultado à tarde do mesmo dia no Cemitério Público de Itapiruçu. Contava apenas 6 meses e 17 dias de idade.
IV-7 Francisco Junqueira de Castro. Ele nasceu na sede da fazenda Santana, no Distrito de Itapiruçu, Município de Palma, Minas Gerais. Em 1944 mudou-se com os pais para a fazenda Campestre, em São Martinho, Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Minas Gerais. Já rapaz, morou e estudou em Leopoldina e depois transferiu-se para a cidade do Rio de Janeiro, onde passou a trabalhar na Companhia Estadual de Gás. E nesta mesma Cidade ele se casou com Maria das Graças Mendes, que adotou o nome: Maria das Graças Mendes de Castro. Ela, natural do Rio de Janeiro (RJ), filha legítima de Hermínio José da Silva, natural da Cidade do Porto, Portugal, e de Alice de Almeida Mendes, natural de Barbacena (MG). O casal reside no Bairro de Ipanema no Rio de Janeiro (RJ). Eles têm um casal de filhos.
V-1 Marcelo Mendes de Castro. Engenheiro, natural do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro. Casou-se nesta mesma Capital, com Daniele Mendonça Vieites. Esta, filha legítima de José Ernesto de Souza Vieites e de Maria Helena de Mendonça Vieites.
VI-1 Gabriel.
V-2 Fabiana Mendes de Castro. Natural do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro.
IV-8 Ana Maria Junqueira de Castro. Ela nasceu na sede da fazenda Santana, no Distrito de Itapiruçu, Município de Palma, Minas Gerais. Em 1944, mudou-se com os pais para a fazenda Campestre, em São Martinho, Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Minas Gerais. Ela se casou na cidade de Leopoldina (MG), com Aparecido Teixeira, então gerente das Casas Pernambucanas da Cidade, e ela passou a se chamar Ana Maria de Castro Teixeira. Ele, natural de Mirassol, Estado de São Paulo, filho legítimo de Matias Teixeira e de Genebra Saborini. O casal esteve residindo nas seguintes localidades: Leopoldina (MG), Teresópolis (RJ), Rio de Janeiro (RJ), Campos dos Goytacazes (RJ), Dourados (MS), Ilhéus (BA), e novamente Rio de Janeiro (RJ), onde Aparecido Teixeira se aposentou. O casal transferiu-se depois para a cidade de São José do Rio Preto (SP), onde abriu uma loja de antenas parabólicas e artigos eletrônicos. Eles têm um casal de filhos.
V-1 Ana Paula de Castro Teixeira. É natural da cidade do Rio de Janeiro (RJ) e casou-se em São José do Rio Preto (SP), com Flávio Henrique Fracarolli Aissa, filho legítimo de Advino Aissa e de Neide Fracarolli Aissa. Ela adotou como nome de casada: Ana Paula Castro Teixeira Aissa. O casal é residente em Bauru, Estado de São Paulo, onde se dedica ao comércio.
VI-1 Arthur Henrique Teixeira Aissa. Natural de São José do Rio Preto, São Paulo e mora em Bauru, neste mesmo Estado.
V-2 Anderson de Castro Teixeira. É natural da cidade do Rio de Janeiro (RJ) e casou-se na Estância Suíça, em São José do Rio Preto (SP), com Patrícia Borges Pereira, que adotou o nome: Patrícia Pereira Teixeira. Esta, filha legítima de Gilmar Costa Pereira e de Irene Borges Pereira. O casal reside em São José do Rio Preto, onde se dedica ao comércio.
VI-1 Maria Eduarda Pereira Teixeira.
VI-2 Laura Helena Pereira Teixeira.
IV-9 Jayme Junqueira de Castro. Nasceu no dia 27-07-1943, terça-feira, na sede da fazenda Santana, no Distrito de Itapiruçu, Município de Palma, Estado de Minas Gerais. No ano de 1944, mudou-se com os pais para a fazenda Campestre, em São Martinho, Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Minas Gerais. Casou-se no dia 15-02-1986, sábado, na igreja de Jesus Menino Rei, em Recreio, Estado de Minas Gerais, com a viúva Vera Regina Cardoso Almeida, nome trazido de seu primeiro casamento com o industriário Euvaldo Marcos Soares Almeida (Recreio-MG, 04-04-1951―Recreio-MG, 25-01-1983) e cujo nome de solteira era Vera Regina Carneiro Cardoso, com quem se casara no dia 31-01-1976, sábado, também em Recreio; sendo o Euvaldo filho legítimo de Sebastião Almeida Ferreira e de Euni Soares Almeida; e eles tiveram deste primeiro casamento o filho Fábio Cardoso Almeida.
Ascendentes da esposa: [1] Vera Regina Cardoso Almeida (Vera Regina Carneiro Cardoso quando solteira) é professora primária, filha legítima de [2] José Fernandes Cardoso (Recreio-MG, 13-10-1927―Muriaé-MG, 03-02-1997) e de dona [3] Olinda Helena Carneiro Cardoso (Olinda Helena Gomes Carneiro quando solteira); neta paterna de [4] José Cardoso Sobrinho e de [5] Eurídice Fernandes Cardoso, esta nascida no ano de 1897, em Conceição da Boa Vista, no atual Município de Recreio, Minas Gerais, e que faleceu em 27-03-2000, segunda-feira, em Leopoldina, Minas Gerais, com a avançada idade de 102 anos; e neta materna de [6] Jair Carneiro e de [7] Regina Gomes Carneiro.
Jayme Junqueira de Castro e Vera Regina Cardoso Almeida se separaram em 15-02-1990, quando completaram quatro anos de casados, e tiveram o filho: Eduardo Cardoso Junqueira de Castro.
Após a separação, Vera Regina Cardoso Almeida consorciou-se em união consensual estável com Gilmar Heleno Marquito e tiveram o filho: David Cardoso Marquito nascido na cidade de Leopoldina, onde residem.
Jayme Junqueira de Castro faleceu na Casa de Caridade Leopoldinense, em Leopoldina, Minas Gerais, na manhã do dia 26-02-2007, segunda-feira, aos 63 anos, 6 meses e 30 dias de idade e seu corpo foi sepultado à tarde do mesmo dia no Cemitério Municipal de Leopoldina.
V-1 Eduardo Cardoso Junqueira de Castro. Ele é natural de Leopoldina, Estado de Minas Gerais. Analista de Planejamento Econômico na empresa Vallourec & Sumitomo Tubes, do ramo de Mineração e metais, que atende Conselheiro Lafaiete e Região. Solteiro.
IV-10 Helena Junqueira de Castro. Ela nasceu na sede da fazenda Campestre, em São Martinho, Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Estado de Minas Gerais. Casou-se no Largo do Machado, Catete, Rio de Janeiro (RJ), com Miguel Carlos Alves Moreira, natural de Boa Esperança, Rio Bonito, Estado do Rio de Janeiro. Seu nome de casada é: Helena de Castro Moreira. O casal reside na cidade do Rio de Janeiro, onde se dedica ao comércio.
V-1 Alex de Castro Moreira. Advogado, natural da cidade do Rio de Janeiro (RJ), onde é residente e domiciliado. Tem uma filha com sua ex-namorada, Cristiane Corrêa, que é moradora nesta mesma Capital.
V-1 Maria Clara Corrêa Moreira. Natural do Rio de Janeiro (RJ).
IV-11 Eduardo Junqueira de Castro. Ele nasceu no dia 01-07-1947, terça-feira, às 7 horas da manhã, na sede da fazenda Campestre, em São Martinho, Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Estado de Minas Gerais.
Ele faleceu no dia 17-02-1976, terça-feira, às 8 horas e 20 minutos da manhã, no Hospital Cotrel, na cidade de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais, onde estava internado em estado de coma com traumatismo cranioencefálico e laceração cerebral, sofrido em acidente de automóvel ocorrido no dia 13-02-1976, sexta-feira, às 5 horas e 30 minutos, na rodovia BR-267, que liga Leopoldina a Juiz de Fora, nas proximidades do Bairro Floresta, na chegada de Juiz de Fora (MG). O automóvel em que viajava sozinho se desgovernou e saiu fora não só da pista de rolamento, como da estrada também, arremessando-o violentamente para fora do veículo. Ele estava seguindo para Juiz de Fora, onde trabalhava na Cooperativa Central dos Produtores de Leite – CCPL (hoje desativada). Ele era engenheiro, solteiro e contava 28 anos, 7 meses e 16 dias de idade. Seu corpo jaz sepultado no túmulo de n° 821, do Cemitério Municipal de Leopoldina, Estado de Minas Gerais. Sem geração.
IV-12 Maria Leni Junqueira de Castro. Nasceu no dia 12-02-1950, domingo, na sede da fazenda Campestre, em São Martinho, Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Estado de Minas Gerais. E em Providência ela se casou no dia 26-10-1974, sábado, com o engenheiro civil, José Alberto da Costa Cordeiro, alto funcionário da Light no Rio de Janeiro (RJ), e adotou o nome: Maria Leni Junqueira de Castro Cordeiro. Ele nascido no dia 05-01-1941, domingo, em Belém, Estado do Pará; filho legítimo de Ubirajara Coelho Cordeiro e de Maria das Neves Costa Cordeiro.
O engenheiro José Alberto da Costa Cordeiro morreu vitimado por câncer de estômago e septicemia, no dia 12-04-1993, segunda-feira, na cidade do Rio de Janeiro, onde residia e seu corpo foi sepultado nesta mesma Capital, no Cemitério São João Batista – túmulo de n° 3.972; ele contava 52 anos, 3 meses e 7 dias de idade.
Maria Leni Junqueira de Castro Cordeiro ficou viúva depois de 18 anos, 5 meses e 17 dias de casada. Pouco tempo depois ela se mudou com seus dois filhos para a cidade de São José dos Campos (SP), onde faleceu no dia 11-08-2015, terça-feira, aos 65 anos, 5 meses e 30 dias de idade.
V-1 Wagner de Castro Cordeiro. Natural do Rio de Janeiro (RJ). Mora e trabalha em São José dos Campos, Estado de São Paulo. Solteiro.
V-2 Newton de Castro Cordeiro. Natural do Rio de Janeiro (RJ), onde se casou  com Manuela Viana Bertoldo, natural de Juiz de Fora (MG). Ele é funcionário da CNEN – Comissão Nacional de Energia Nuclear, que faz parte do Ministério de Ciência e Tecnologia.
III-6 Maria Dulce Vasques de CastroNasceu numa terça-feira, dia 23-11-1909, às doze horas, na sede da fazenda da Pedra, no Distrito de Espírito Santo de Água Limpa, atual Água Viva, Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais; e fez sua primeira eucaristia numa quarta-feira, dia 15-08-1923, dia consagrado à Assunção de Nossa Senhora, então feriado religioso. Maria Dulce Vasques de Castro fez seus estudos ginasiais em Recreio, Estado de Minas Gerais. Casou-se com o seu primo Sebastião Teixeira de Castro, no dia 08-07-1926, quinta-feira, às dezessete horas, na sede da citada fazenda da Pedra, no Distrito de Água Viva; tinha apenas 16 anos, 7 meses e 15 dias de idade e manteve o mesmo nome de solteira. O casamento foi realizado perante o Juiz de Paz Evaristo Teixeira de Queiroz e serviram como testemunhas: José de Castro Júnior e Lourival Pacheco de Castro.
Inicialmente fixaram residência em Recreio, Estado de Minas Gerais onde o marido mantinha os seus negócios. Em 1944, mesmo residindo em Recreio, eles passaram a ser proprietários da fazenda da Pedra, com área de 112 alqueires, no Distrito de Água Viva, Estado de Minas Gerais, em sociedade com Oswaldo Vasques de Castro (irmão da Maria Dulce Vasques de Castro), após adquirirem as terras dos demais herdeiros do inventário da Julieta Vasques de Castro. No dia 12-12-1946 eles venderam a parte para o sócio Oswaldo Vasques de Castro e se mudaram para Leopoldina, Estado de Minas Gerais. A partir de 1947 até 1952 eles foram donos do Hotel Santos, na Praça General Osório, no centro da cidade de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, que ficava situado onde hoje se encontra o prédio do Banco do Brasil e que era vizinho da estação ferroviária da Estrada de Ferro Leopoldina. Em 1952, eles retornaram para a cidade de Recreio; e foram aí proprietários de uma máquina de beneficiar arroz até o ano de 1954, quando a venderam e entraram novamente no ramo de hotelaria, adquirindo o Minas Hotel, que ficava situado à Rua Ferreira Neto, defronte a estação da Estrada de Ferro Leopoldina, no centro da Cidade. Em 17-07-1960, após deixarem o ramo hoteleiro, mudaram-se para Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais, passando a residir inicialmente à Rua Catulo Breviglieri n° 297, apartamento n° 101, no Bairro Jardim Glória. No ano de 1961, transferiram-se para a Rua Morais Sarmento n° 247, no Centro, onde ficaram morando até o ano de 1966, quando se mudaram para a Rua Osório de Almeida n° 875, no Bairro Poço Rico. Eles tiveram onze filhos: Sebastião, Francisco, Maria Julieta, Luiz Augusto, Rubens, Leila, José Alcides, Maria Aparecida, Jorge Romero, Antônio Carlos e Roberto Heleno. Tiveram ainda três filhos de criação: Lea Eulália de Castro (sobrinha do casal), Maria das Dores Aires e Alberto José Aires. Em 1976, o casal festejou em Juiz de Fora, com os filhos, netos, parentes e amigos, as suas bodas de ouro.
Sebastião Teixeira de Castro popularmente conhecido por “Zinho”, nasceu no dia 18-07-1898, segunda-feira, às seis horas, no Distrito de São Luiz, atual Trimonte, Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais e faleceu no dia 19-06-1981, sexta-feira, às cinco horas, em sua residência situada à Rua Osório de Almeida n° 875, no Bairro Poço Rico, em Juiz de Fora, tendo como causa mortis broncopneumonia e enfisema pulmonar, conforme atestado de óbito firmado pelo doutor José Rafael de Souza Antunes. Ele contava 82 anos, 11 meses e 1 dia de idade e 54 anos, 11 meses e 11 dias de casado.
Já, Maria Dulce Vasques de Castro faleceu no dia 27-06-1993, domingo, às 8 horas e 30 minutos, na Casa de Saúde do HTO – Hospitais Reunidos Sociedade Anônima, de Juiz de Fora, tendo como causa mortis, acidente vascular cerebral e arritmia cardíaca, conforme atestado de óbito firmado pelo doutor Pedro Paulo de Oliveira. Contava 83 anos, 7 meses e 4 dias de idade. Os corpos do casal jazem sepultados no Cemitério Parque da Saudade, no Bairro Santa Terezinha, em Juiz de Fora (MG).
Ascendentes do marido: [1] Sebastião Teixeira de Castro era filho legítimo de [2] José Augusto Teixeira de Castro (10-09-1861―11-04-1913) e de [3] Francisca de Almeida Castro, chamada de “Chiquinha” nos meios familiares (28-06-187116-03-1957), cujo nome de solteira era Francisca Alminda de Almeida, e que se casaram em Leopoldina, Estado de Minas Gerais no dia 04-09-1886; neto paterno do patriarca português, [4] Joaquim Antônio Teixeira de Castro (cerca de 181631-01-1893) e de [5] Carolina Augusta de Siqueira Castro (Carolina Augusta de Siqueira quando solteira), falecida no dia 14-11-1880, domingo, na sede do sítio Gratidão, em Providência, Município de Leopoldina, Estado de Minas Gerais; neto materno de [6] Venâncio José de Almeida e Costa e de [7] Ana Paula de Sena, sobrinha do marido, ambos naturais de Leopoldina, Estado de Minas Gerais. Por Carolina Augusta de Siqueira Castro, o Sebastião Teixeira de Castro era bisneto dos fazendeiros, [10] Francisco Antunes de Siqueira e [11] Francisca Carolina Gonçalves Cortes. Por Venâncio José de Almeida e Costa, o Sebastião Teixeira de Castro era bisneto do fazendeiro [12] Manoel Antônio de Almeida nascido em 19-08-1782, em Santa Rita de Ibitipoca, Minas Gerais e falecido em Leopoldina, Minas Gerais, por volta de 1872, já nonagenário, e de [13] Rita Esméria de Jesus falecida no dia 20-01-1865, em Leopoldina. Por Ana Paula de Sena, o Sebastião Teixeira de Castro era bisneto de [14] João Gualberto Ferreira Brito e de sua primeira esposa [15] Maria Venância de Almeida.
IV-1 Sebastião Teixeira de Castro JúniorEle nasceu no dia 10-07-1928, terça-feira, em Recreio, Estado de Minas Gerais e faleceu no dia 30-12-1990, domingo, em Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais, contando 62 anos, 5 meses e 20 dias de idade. Ele era conhecido nos meios familiares por "Sebastiãozinho". Casou-se duas vezes. O seu primeiro matrimônio foi realizado em Leopoldina, Minas Gerais, no dia 17-04-1949, domingo, com Emma Gesualdo Iennaco, que adotou o nome: Emma Iennaco de Castro; esta nascida em 11-11-1928, domingo, nesta mesma Cidade e falecida no dia 03-08-1982, terça-feiraem Ouro Preto, Minas Gerais, aos 53 anos, 8 meses e 23 dias de idade, depois de 33 anos, 3 meses e 17 dias de casada.
A [1] Emma Iennaco de Castro era filha legítima de [2] Rafael Iennaco e de [3] Juracy Gezualdo Iennaco (Juracy Pacheco Gezualdo quando solteira) nascida por volta de 1909 na cidade do Rio de Janeiro e falecida em 13-05-1996, em Leopoldina, Minas Gerais, onde eram comerciantes; era neta paterna de [4] Lorenzo Iennaco e de [5] Emma Sparano Iennaco (Emma Sparano quando solteira), naturais de Maratea, Itália; e materna de [6] Miguel Gezualdo e de [7] Laura Pacheco Gezualdo.
Sebastião Teixeira de Castro Júnior, depois deste seu primeiro casamento passou a morar em Leopoldina, Minas Gerais, onde era ligado ao comércio – um grande atacadista de feijão; porém, com pouca experiência no ramo, não foi bem sucedido nesta atividade. O casal então se transferiu para a região norte do Estado do Paraná, onde chegou a residir nalgumas cidades enquanto variava algumas atividades comerciais; e também em Ourinhos, Estado de São Paulo onde possuiu um posto de serviços. Muitos anos depois o casal retornou ao Estado de Minas Gerais e se fixou em Ouro Preto. Ao ficar viúvo em Ouro Preto, Sebastião Teixeira de Castro Júnior se mudou-se para Juiz de Fora. O casal teve quatro filhos: Luiz Celso, Maurício, Cláudio e Adriana.
V-1 Luiz Celso Iennaco de Castro. Ele nasceu no dia 13-02-1950, segunda-feira, em Leopoldina, Estado de Minas Gerais. E morreu instantaneamente com politraumatismo em um acidente de automóvel ocorrido no dia 08-09-1973, sábado, pelas 4 horas e 30 minutos da madrugada na altura do km 216, da Rodovia BR-116, no Município de Leopoldina. Ele estava dirigindo o seu automóvel fusquinha, retornando de uma exposição em Muriaé, Estado de Minas Gerais, quando um ônibus ao tentar fazer uma ultrapassagem bateu de frente com o seu veículo. Com ele viajavam mais três colegas, sendo que dois deles morreram e um escapou com sequelas. Ele tinha apenas 23 anos, 6 meses e 26 dias de idade; e o sepultamento do corpo foi à tarde do mesmo dia no Cemitério Municipal de Leopoldina. Era solteiro.
V-2 Maurício Iennaco de Castro. Natural de Leopoldina, Estado de Minas Gerais e residente em Fortaleza, Estado do Ceará, onde é proprietário de uma empresa corretora de seguros. Ele é casado com Suyene Coelho Leão, que adotou o nome: Suyene Leão de Castro. Ela, natural de Belo Horizonte (MG). 
VI-1 Natália Leão de Castro.
VI-2 Danilo Castro.
V-3 Cláudio Iennaco de Castro. Ele se casou com sua conterrânea, Alba Valéria de Paula Vallone, que adotou o nome de Alba Valéria Vallone Iennaco de Castro. Eles têm três filhos.
VI-1 Cláudio Vallone Iennaco de Castro. Natural de Leopoldina (MG) e residente em Juiz de Fora (MG).
VI-2 Luiza Vallone Iennaco de Castro. Natural de Leopoldina (MG).
VI-3 Paulo Vallone Iennaco de Castro. Natural de Leopoldina (MG).
V-4 Adriana Iennaco de Castro. Natural de Londrina, Estado do Paraná. Ela é residente e domiciliada na cidade de Ouro Preto, em Minas Gerais. Casada com Fernando de Oliveira e tiveram um casal de filhos. Casal separado.
VI-1 Isadora.
VI-2 Vítor.
IV-1 Sebastião Teixeira de Castro Júnior depois de ficar viúvo, casou-se pela segunda vez, com Maria Ignês Oliveira Mostaro, economista, natural de Juiz de Fora, Minas Gerais, que adotou o nome: Maria Ignês Mostaro de Castro. Esta, filha legítima do casal Sebastião Mostaro e Celeste Oliveira Mostaro. Ele faleceu em Juiz de Fora, no dia 30-12-1990, domingo, vítima de câncer; contava 62 anos, 5 meses e 20 dias de idade e seu corpo foi sepultado à tarde do mesmo dia no Cemitério Parque da Saudade, nesta mesma Cidade.
V-5 André Almeida de Castro. Natural de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais
IV-2 Francisco Teixeira de Castro. Ele nasceu no dia 25-02-1930, terça-feira às 10 horas e 40 minutos, na sede da fazenda São Tiago, em Recreio, Estado de Minas Gerais e morreu afogado no rio Muriaé, no dia 13-01-1946, domingo, durante suas férias escolares, quando ao pular para um mergulho, bateu com a cabeça numa pedra submersa e desapareceu nas águas do rio. Ele e seus colegas saltavam para os mergulhos gritando: "―Tarzan!" Nome do popular e admirado herói de filmes e revistas em quadrinhos, muito em voga na época. O seu corpo só foi encontrado e resgatado dias depois, num lugar bem distante do local do acidente. Seu corpo jaz sepultado no Cemitério Municipal de Recreio, Estado de Minas Gerais. Era um adolescente louro, de olhos verdes e contava apenas 15 anos, 10 meses e 19 dias de idade.
IV-3 Maria Julieta Teixeira de Castro. Ela é natural de Recreio, Estado de Minas Gerais e se casou no dia 24-09-1949, sábado, em Leopoldina, Estado de Minas Gerais, com o topógrafo Rubens Campos, e adotou o nome: Maria Julieta de Castro Campos. Ele nascido no dia 04-07-1924, sexta-feira, em Laje do Muriaé, Estado do Rio de Janeiro, filho legítimo de Leopoldo Camilo Campos e de Maria Agostinha Martins Campos.
Rubens Campos era funcionário do antigo Departamento Nacional de Estradas de Rodagem – DNER, tendo prestado serviços em diversas localidades, até fixar residência em Curitiba, Estado do Paraná, aonde veio a falecer no dia 27-04-1986, domingovitimado por câncer depois de muito tratamento. Contava 61 anos, 9 meses e 23 dias de idade e 36 anos, 7 meses e 3 dias de casado.
Já Maria Julieta de Castro Campos faleceu em Curitiba, Estado do Paraná, no dia 30-12-2006, sábado, contava 75 anos, 6 meses e 4 dias de idade.
O casal teve seis filhos: Marly, Leopoldo, Rubens, Renato, Marcelo e Paulo.
      
V-1 Marly de Castro Campos. Ela é natural de Recreio, Estado de Minas Gerais, formada em Letras Inglês e Direito e professora da Universidade Federal do Paraná, com Grau de Mestre. Casada com o engenheiro Cícero Osvaldo Coati, industrial, matemático e também professor da Universidade Federal do Paraná. O seu nome de casada é Marly de Castro Campos CoatiCasal sem filho e residente em Curitiba.
V-2 Leopoldo de Castro CamposNasceu em Pouso Alegre, Estado de Minas Gerais. Ele é formado em Engenharia Civil e casou-se duas vezes. Sua primeira esposa foi Vanessa Pastorello Tavares. Professora normalista formada em 1973 pela Escola Municipal Professor João Macedo Filho, de Curitiba, Estado do Paraná. Eles são divorciados e tiveram duas filhas: Luciana e Melissa. Ela já é aposentada e reside na Capital Paranaense.
VI-1 Luciana Tavares Campos Ela é natural de Curitiba (PR) e se casou pela primeira vez com Henrique Olsen Pizzatto. O casal se divorciou. O seu nome quando casada, era: Luciana Campos Pizzatto. Eles tiveram um filho.
VII-1 Felipe Campos Pizzatto.
VI-2 Melissa Tavares Campos. Ela é fisioterapeuta e natural de Curitiba, Estado do Paraná. Ela se casou com Marlon Scheid Bernardo, paranaense natural da cidade de Francisco Beltrão. O casal se divorciou. Ela reside na Capital Paranaense. Tiveram  uma filha.
VII-1 Bárbara Campos Bernardo.
V-2 Leopoldo de Castro Campos casou-se pela segunda vez com a professora normalista, Mara Solange Guedes, que adotou o nome: Mara Solange Guedes Campos. O casal é residente em Curitiba, Paraná.
VI-3 Mabel Guedes Campos. Natural de Curitiba, Paraná. Formada em Comunicação Social, Publicidade e Propaganda.
VI-4 Leo Guedes Campos.
VI-5 Gabriel Guedes Campos.
V-3 Rubens de Castro Campos. Ele é natural de Camanducaia, Estado de Minas Gerais. Administrador de empresa, casou-se com Lotte Radowitz, que adotou o nome: Lotte Radowitz Campos. Esta, formada em Direito. O casal tem três filhos e reside na cidade de Foz do Iguaçu, Estado do Paraná.
VI-1 Marlise Radowitz Campos. Bacharela em Direito. Casou-se com o advogado, Doutor Giulmar de Oliveira. São separados e têm um casal de filhos.
VII-1 Guilherme.
VII-2 Stefanny.
VI-2 Patrícia Radowitz Campos. Ela é advogada em Foz do Iguaçu, Estado do Paraná.
VI-3 Rubens Radowitz Campos. Nascido em Porto União, Santa Catarina. Ele é consultor jurídico e técnico em informática. Morador na cidade de Foz do Iguaçu, Paraná.
V-4 Renato de Castro Campos. Nascido no ano de 1954. Formou-se em  administração de empresa e em Direito. Ele se casou com Lizete Cristina e Silva, que adotou o nome: Lizete Cristina e Silva Campos. Moradores no Estado do Paraná. Casal divorciado. Eles tiveram quatro filhos.
VI-1 Tatiana e Silva Campos. Ela se casou com o técnico em processamento de dados, Izidio de Loyola Andolfato da Rosa e adotou o nome: Tatiana e Silva Campos Andolfato da Rosa. Residentes e domiciliados em Curitiba, Paraná.
VI-2 Lizandra e Silva Campos.
VI-3 Leopoldo e Silva Campos. Ele é casado com Elizandra Velloso. Formado em Engenharia. Residente e domiciliado em Curitiba, Paraná.
VI-4 Thays e Silva Campos. Ela é arquiteta e urbanista. Casou-se com Dalthon Alvares Gonçalves e adotou o nome: Thays e Silva Campos Gonçalves. Eles são residentes e domiciliados em Curitiba, Paraná.
V-4 Renato de Castro Campos. Depois de seu Divórcio, ele passou a conviver em união consensual estável, a partir do ano de 2002, em Araucária, Estado do Paraná, com a enfermeira Maria Jane Pinheiro da Silva Padilha, que era separada do marido e mãe de um filho. Todavia no último trimestre de 2012 o casal se separou. E no dia 28-12-2012, sexta-feira, Renato de Castro Campos faleceu na sua residência, tinha 58 anos de idade e seu corpo foi sepultado no dia seguinte no Cemitério Parque Iguaçu, em Curitiba (PR). Deixou uma filha.
VI-5 Renata Pinheiro Campos. Natural de Araucária, Paraná.
V-5 Marcelo de Castro Campos. Ele nasceu no de 1956.  Casou-se com Zenita Becchi Dal Prá, que adotou o nome: Zenita Becchi Dal Prá Campos. Sendo ele economista e funcionário público federal, residente em Curitiba, Paraná. O casal se divorciou e ela voltou a ter o nome de solteira. Eles tiveram duas filhas.
VI-1 Maria Carolina Dal Prá Campos. Ela é natural da cidade de Curitiba, Paraná. Formada em Direito pela UFPR - Universidade Federal do Paraná.
VI-2 Priscilla Dal Prá Campos. Natural da cidade de Curitiba, Paraná. Ela é médica de clínica geral graduada pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná.
V-5 Marcelo de Castro Campos. Estando ele divorciado, casou-se pela segunda vez com Vera Lúcia da Silva Bezerra, que adotou o nome: Vera Lúcia da Silva Bezerra Campos. Ele, funcionário público federal, ocupante do cargo de tecnologista em propriedade industrial, no INPI – Instituto Nacional da Propriedade Industrial, residente em Curitiba, Estado do Paraná. 
Marcelo de Castro Campos faleceu nesta mesma Capital, aos 52 anos de idade, no dia 11-02-2009, quarta-feira.
V-6 Paulo de Castro Campos. Ele é administrador de empresa, natural de Curitiba, Paraná. Casou-se com Clarice Camaroski Gavelik, que adotou o nome: Clarice Camaroski Gavelik Campos. Eles têm dois filhos e residem em Curitiba, Estado do Paraná. Ele é funcionário da Companhia de Habitação do Paraná. Têm dois filhos.
VI-1 Tiago Augusto Gavelik Campos. Natural de Curitiba, Paraná. Ele é "Personal Trainer" e professor em Curitiba.
VI-2 William Gavelik Campos. Natural de Curitiba, Paraná. Ele é formado em Direito pela Universidade Federal do Paraná.
IV-4 Luiz Augusto Teixeira de Castro NetoEle nasceu no dia 09-12-1932, sexta-feira, em Recreio, Estado de Minas Gerais, onde também se casou em 20-12-1959, domingo, com Maria da Penha Meirelles Magdaleno, que adotou o nome: Maria da Penha Magdaleno de Castro.
Ascendência da esposa: [1] Maria da Penha Magdaleno de Castro é filha legítima de [2] Joaquim Martins Magdaleno nascido em 07-03-1914, sábado, no Distrito de Campo Limpo, que em 01-01-1944, teve o seu nome mudado para Ribeiro Junqueira, no Município e Comarca de Leopoldina, Estado de Minas Gerais e de [3] Esther Meirelles Magdaleno (Esther Meirelles quando solteira) nascida em 09-01-1918, quarta-feira, em Recreio (MG) e aí casada em 03-12-1935, terça-feira, e que faleceu em 26-11-1986, quarta-feira, nesta mesma Localidade; neta paterna de [4] Manoel Diogo Magdaleno nascido por volta de 1880, em Portugal e falecido em 01-09-1944, sexta-feira, no Distrito de Ribeiro Junqueira, no Município de Leopoldina (MG), e de [5] Herculina de Souza Martins nascida por volta de 1892, neste mesmo Distrito, e aí também casada no dia 11-05-1912, sábado; neta materna do marceneiro e tanoeiro, [6] Eusébio Joaquim de Meirelles nascido no ano 1861 em Portugal e falecido no dia 20-04-1942, segunda-feira, em Recreio (MG), e de [7] Cecília Clementina de Jesus, natural de Portugal; por Manoel Diogo Magdaleno, bisneta de [8] Joaquim Magdaleno e de [9] Maria Diogo, naturais de Portugal; por Herculina de Souza Martins, bisneta de [10] Antônio Martins e de [11] Nila Soares Martins, lavradores no Distrito de Campo Limpo, atual Ribeiro Junqueira, Município de Leopoldina (MG); por Eusébio Joaquim de Meirelles, bisneta de [12] José Meirelles e de [13] Maria da Conceição, naturais de Portugal; e por Cecília Clementina de Jesus, bisneta de [15] Antônia Januária.
O casal depois do casamento residiu poucos meses em Recreio (MG) e se transferiu para Juiz de Fora (MG). Luiz Augusto Teixeira de Castro Neto trabalhou como estofador em sua oficina montada num galpão situado nos fundos de sua residência, na Rua Osório de Almeida, nº 875 – no Bairro Poço Rico, em Juiz de Fora.
Luiz Augusto Teixeira de Castro Neto faleceu no dia 29-08-1999, domingo, às 22 horas 30 minutos, em sua residência, em decorrência de câncer de próstata; contava 66 anos, 8 meses e 20 dias de idade e 39 anos, 8 meses e 9 dias de casado; seu corpo desceu à sepultura às 16 horas do dia seguinte, no Cemitério Parque da Saudade, nesta mesma Cidade. Eles tiveram cinco filhos: Silvana, Antônio Márcio, Valéria, Luiz Augusto e Dulcilea.
V-1 Silvana Magdaleno de Castro. Nasceu em Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais e aí se casou com o seu parente, Heveraldo Lima de Castro e manteve o mesmo nome de solteira. Ele, natural de Leopoldina, Estado de Minas Gerais.
Ascendência do marido: [1] Heveraldo Lima de Castro é filho legítimo de [2] Ormeu Baptista de Castro, comerciante já aposentado, natural de Além Paraíba (MG), e de [2] Leda Maria de Lima Castro (Leda Maria Lima quando solteira), natural de Pirapetinga (MG), e casados em Além Paraíba (MG); neto paterno do agricultor [4] José de Castro Júnior nascido em 05-05-1892, quinta-feira, na sede do sítio Espalha-Fogo, no Município de Cataguases (MG), e falecido em 06-02-1975, quinta-feira, em Recreio (MG) e de [5] Honorina Baptista de Castro (Honorina Baptista de Paula quando solteira) nascida em 28-03-1893, terça-feira, na sede da fazenda Boa Esperança, em Recreio (MG), e aí casada em 02-12-1914, quarta-feira, e onde também veio a falecer viúva no dia 06-02-1958, quinta-feira; neto materno de [6] Odívio Ferreira da Silva Lima nascido em 08-12-1902, segunda-feira, em Pirapetinga (MG) e de [7] Palmyra Mello Ferreira Lima (Palmyra Cardoso de Mello quando solteira) nascida em 01-08-1907, quinta-feira, em Pirapetinga (MG), e onde eles também se casaram no dia 08-12-1926, quarta-feira – no aniversário do Odívio – e que foram fazendeiros no Distrito de Caiapó, no Município de Pirapetinga (MG); por José de Castro Júnior, bisneto de [8] José Augusto Teixeira de Castro nascido em 10-09-1861, terça-feira, na sede do sítio Gratidão, nas proximidades do local onde se formou o Distrito de Providência, Município e Comarca de Leopoldina (MG) e que faleceu no dia 11-04-1913, sexta-feira, em Barbacena (MG), e de [9] Francisca de Almeida Castro (Francisca Alminda de Almeida quando solteira) nascida em 28-06-1871, quarta-feira, em Leopoldina (MG), casada em 04-09-1886, sábado, na igreja de São Sebastião em Leopoldina (MG) e falecida em Recreio (MG), no dia 16-03-1957, sábado; por Honorina Baptista de Castro, bisneto de [10] Sebastião Baptista de Paula e de [11] Maria Amélia da Cunha Paula (Maria Amélia Simplício Cunha quando solteira), casados em 11-09-1880, sábado, em Conceição da Boa Vista, hoje pertencente ao Município de Recreio (MG); por Odívio Ferreira da Silva Lima, bisneto de [12] Ovídio Ferreira da Silva Lima e de [13] Alice da Silveira Lima (Alice Falleiro da Silveira quando solteira); por Palmyra Mello Ferreira Lima, bisneto de [14] Júlio Cardoso de Mello e de [15] Mariana Constança de Mello.
O casal Heveraldo Lima de Castro e Silvana Magdaleno de Castro teve duas filhas. Eles são residentes em Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais, onde são comerciantes no ramo de padaria no Centro da Cidade.
VI-1 Mariana Lima de Castro. Natural de Juiz de Fora.
VI-2 Marlize Lima de Castro. Natural de Juiz de Fora.
V-2 Antônio Márcio Magdaleno de Castro. Ele nasceu no dia 07-10-1961, sábado, em Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais e morreu nesta mesma Cidade no dia 10-10-1961, terça-feira, com apenas três dias de nascido.
V-3 Valéria Magdaleno de Castro. Ela é natural de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais, onde se casou com Cássio de Carvalho Villela Cavaca, natural de Santos Dumont (MG). O seu nome de casada é Valéria de Castro Villela Cavaca. O casal reside em Juiz de Fora.
VI-1 Milena de Castro Villela Cavaca.
V-4 Luiz Augusto Magdaleno de Castro. Ele é natural de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais, onde se casou com Vera Lucia Jansen que adotou o nome: Vera Lucia Jansen de Castro. O casal tem uma filha e reside em Campo Grande, Estado do Mato Grosso do Sul.
Vera Lucia Jansen fora casada em primeiras núpcias com Sebastião Campagnacci Marco de Rezende falecido em 05-01-2008, sábado, aos 61 anos de idade, em Juiz de Fora (MG) e que era filho legítimo de Sebastião Marco de Rezende e de dona Tereza Campagnacci de Rezende. Ela teve deste primeiro casamento, um casal de filhos: Patrícia Jansen Marco de Rezende e Daniel Jansen Marco de Rezende, que são residentes e domiciliados também na cidade de Campo Grande (MS).
VI-1 Danielle Jansen de Castro. Ela reside em Campo Grande, Estado do Mato Grosso do Sul.
V-5 Dulcilea Magdaleno de Castro. Ela nasceu em Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais, onde se casou com Arivaldo Figueiredo Silva nascido em João Pessoa, Estado da Paraíba. Ele era segundo sargento do Exército Brasileiro. O casal se separou pouco tempo depois e não teve filho.
IV-5 Rubens Teixeira de Castro. Ele, natural de Recreio, Estado de Minas Gerais, casou-se em Santos Dumont (MG) com a professora normalista, Dinah Marques Pereira, que adotou o nome: Dinah Marques de Castro. Ela, natural de Santos Dumont (MG), filha legítima de Henrique Marques Pereira, natural de Portugal, e de dona Florinda Severina Pereira.
O casal é residente em Juiz de Fora (MG), onde Rubens Teixeira de Castro, que é funcionário público já aposentado, desempenhou as funções de técnico em mecânica de solos, no Departamento Nacional de Estradas de Rodagem – DNER. O casal teve dois filhos.
    
V-1 Leonardo Henrique Marques de Castro. Engenheiro, natural de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais, onde também se casou com a advogada juiz-forana, doutora Márcia Curzio Ferreira, que adotou o nome: Márcia Curzio Ferreira de Castro. O casal reside na cidade de Campinas, Estado de São Paulo.
Leonardo Henrique Marques de Castro é Diretor do Departamento Administrativo da Prefeitura Municipal de Campinas. E a sua esposa também é alta funcionária desta citada Prefeitura.
VI-1 Lívia Curzio Ferreira de Castro.
V-2 Evandro Marques de Castro. Ele é engenheiro e natural de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais. Casou-se em São Paulo (SP), com Sandra Hiraoka de Oliveira. Ela em virtude do casamento adotou o nome: Sandra Hiraoka de Oliveira Castro. Eles residem na Capital Paulista, onde são empresários.
VI-1 Evandro Marques de Castro Júnior.
VI-2 Giúlia de Oliveira Castro.
IV-6 Leila Teixeira de Castro. Ela é natural de Recreio, Estado de Minas Gerais. Casou-se com o comerciante e agricultor, Jandyr Rispoli – no seu segundo casamento. Ela adotou como nome de casada: Leila de Castro Rispoli.
Ele, natural de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais, nascido no dia 28-09-1927, quarta-feira, e aí também falecido no dia 18-04-2006, terça-feira, tendo como causa mortis, desfibrilação atrial; contava 78 anos, 6 meses e 21 dias de idade e 21 anos, 6 meses e 20 dias de casado; ele era filho de Altivo de Souza e de Regina Rispoli, e neto materno de Roque Sagarella e de Luísa Rispoli Sagarella. Foi comerciante no ramo de máquinas operatrizes, na Avenida Sete de Setembro, nº 683, no Bairro Costa Carvalho, em Juiz de Fora. Ele deixou dois filhos do seu casamento anterior.
Leila de Castro Rispoli, viúva, continua residindo em Juiz de Fora. Casal sem filho.
IV-7 José Alcides Teixeira de CastroEle é natural de Recreio, Estado de Minas Gerais. Casou-se em Além Paraíba (MG), com a professora primária, Ivone Felipe de Souza, que adotou o nome: Ivone de Souza de Castro; ela nascida em Além Paraíba, filha legítima de Nílton Morais de Souza, farmacêutico nesta mesma Cidade, e de Florisminda Felipe de Souza (Florisminda Felipe quando solteira).
José Alcides Teixeira de Castro inicialmente foi balconista da Casa Araújo em Recreio (MG) e depois foi transferido para gerenciar a filial da Casa Araújo situada na Vila Laroca, em Além Paraíba (MG), onde continuou desempenhando esta função durante muitos anos, até se tornar proprietário de seu próprio comércio, ao adquirir a renomada loja em sociedade com o seu concunhado Odilon Meirelles Magdaleno (falecido no dia 20-06-2002, quinta-feira, em Além Paraíba), irmão de sua cunhada Maria da Penha Magdaleno de Castro, acima citada no item IV-4.
José Alcides Teixeira de Castro hoje é aposentado e reside na Vila Laroca em Além Paraíba. O casal tem a filha única, Cristina.
VI-1 Cristina Souza de Castro. Ela é formada em Jornalismo e funcionária bancária. Natural da cidade de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, onde se casou no dia 02-05-1998, sábado, com Cláudio Goulart. Este nascido em Juiz de Fora (MG), filho legítimo de Geraldo Goulart e de Maria da Glória B. Goulart. 
O casal é separado e não deixou nenhum filho.
IV-8 Maria Aparecida Teixeira de CastroEla nasceu no dia 23-03-1940, sábado, em Recreio, Estado de Minas Gerais, onde também se casou em 22-06-1958, domingo, com o comerciante José Rosa Dutra, e adotou o nome: Maria Aparecida de Castro Dutra. Ele nascido no dia 27-06-1929, quinta-feira, em Manhumirim, Estado de Minas Gerais, filho legítimo de João José Dutra e de Guilhermina Rodrigues Rosa.
Após o casamento eles passaram a residir em Recreio (MG) e depois de alguns anos se mudaram para Juiz de Fora (MG), onde foram comerciantes durante muitos anos. José Dutra Rosa faleceu no dia 04-04-1987, sábado, de acidente vascular cerebral, aos 57 anos, 9 meses e 8 dias de idade, depois de 28 anos, 9 meses e 13 dias de casado. E a Maria Aparecida de Castro Dutra faleceu viúva no dia 19-01-1990, sexta-feira, de ataque cardíaco, com apenas 49 anos, 9 meses e 27 dias de idade. Ambos os corpos jazem sepultados no Cemitério Parque da Saudade, em Juiz de Fora. Eles tiveram quatro filhos: Sílvio Romero, Denise, José e Fernanda.
V-1 Sílvio Romero de Castro Dutra. Ele é natural de Recreio, Estado de Minas Gerais, e formado em Economia. É empresário em Juiz de Fora (MG), onde se casou com a arquiteta, Vera Burnier Ganimi Filha, que adotou o nome: Vera Burnier Ganimi Dutra. O casal se separou e ela voltou a ter o seu nome de solteira. Eles tiveram a filha Maria Sílvia.
A ascendência da ex-esposa: [1] Vera Maria Burnier Ganimi Filha é filha legítima do advogado e empresário, [2] doutor Alber Antônio Ganimi, natural de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais, onde é diretor da Construtora Alber Ganimi Limitada e presidente do Centro Industrial da Cidade, e de sua esposa [3] dona Vera Maria Burnier Ganimi (Vera Maria Araújo Burnier quando solteira); neta paterna de [4] Antônio Sejan Ganimi e de [5] Maria David Ganimi; neta materna do doutor [6] Egberto Moreira Penido Burnier e de [7] Léa Castro Araújo Burnier (Léa Castro Araújo quando, solteira). Pelo doutor Egberto Moreira Penido Burnier, a Vera Maria Burnier Ganimi Filha é bisneta de [12] Octavio Penido Burnier e de [13] Margarida Moreira; por Octavio Penido Burnier é trineta de [24] Miguel Noel Nascentes Burnier nascido em 08-07-1845, terça-feira, na cidade do Rio de Janeiro, onde faleceu em 27-07-1884, domingo, aos 39 anos e 19 dias de idade, e de [25] Maria Antônia Penido Burnier  "Totônia" (Maria Antônia Duarte Penido quando solteira), nascida em Juiz de Fora (MG) no dia 17-06-1856, terça-feira, e aí também falecida no dia 16-02-1946, sábado, beirando os 89 anos e 8 meses de idade. Por Miguel Noel Nascentes Burnier, a Vera Maria Burnier Ganimi Filha é quarta neta de [48] Miguel Noël Bournier e de sua primeira mulher [49] Carolina Sophia Nascentes, falecida em Barbacena (MG) aos 21 anos de idade, tendo o seu corpo sido aí sepultado dentro da matriz de Nossa Senhora da Piedade, no domingo, dia 10-05-1846 (o seu filho Miguel Noel Nascentes Burnier que tinha então 10 meses de vida, foi criado pela segunda mulher, dona Maria Eufrásia Nascentes); por Maria Antônia Penido Burnier, é quarta neta do médico, doutor [50] João Nogueira Penido nascido em São José do Paraopeba, Comarca de Ouro Preto (MG), no dia 30-05-1822, quinta-feira, e falecido em 01-07-1901, segunda-feira, em Juiz de Fora (MG), aos 79 anos, 1 mês e 1 dia de idade, e de [51] Maria Cândida Lima Duarte Penido (Maria Cândida Lima Duarte quando solteira) nascida em 07-06-1837, quarta-feira, em Barbacena (MG) e falecida em 02-11-1881, quarta-feira, em Juiz de Fora (MG), aos 44 anos, 4 meses e 26 dias de idade; por João Nogueira Penido, é quinta neta do médico, doutor [100] Antônio Nogueira Penido, natural de São José de Paraopeba (MG) e de [101] Francisca Antônia de Araújo, natural de Itabira do Campo, atual Itabirito (MG), e que tiveram vinte e três filhos; por Maria, Cândida Lima Duarte Penido, é quinta neta do comendador [102] Feliciano Coelho de Oliveira Duarte, natural de Guarapiranga, atual Piranga (MG), e de [103] Constança Emília de Lima casada no dia 06-02-1826, segunda-feira, em Barbacena (MG); por Antônio Nogueira Penido, é sexta neta de [200] Manuel Nogueira Penido e de [201] Luísa Rodrigues de Souza, esta natural de São Sebastião, Comarca de Mariana (MG); por Francisca Antônia de Araújo, é sexta neta do português, [202] Antônio Simões de Araújo e de [203] Maria da Costa Pereira, natural de Itabira do Campo, atual Itabirito (MG); por Feliciano Coelho de Oliveira Duarte, é sexta neta do capitão-mor [204] José Coelho Duarte, natural de Nossa Senhora Conceição dos Carijós, atual Conselheiro, Lafaiete (MG), e de [205] Maria Francisca de São José, conterrânea do marido; por Constança Emília de Lima, é sexta neta do capitão [206] José Rodrigues de Lima, natural de Paracatu (MG), que arrematou em hasta pública a fazenda Borda do Campo, em Barbacena, Estado de Minas Gerais, e de [207] Maria Antônia de Oliveira, mais conhecida por "Nhanhã do Campo". Por Manuel Nogueira Penido, a Vera Maria Burnier Ganimi Filha é sétima neta de [400] Manuel Nogueira, natural de São Miguel de Gândara, Penafiel, Douro, Portugal, e de [401] Maria, Francisca, natural de Santo André do Sobrado, Valongo, Porto, Portugal; por Luísa Rodrigues de Souza, é sétima neta de [402] Luís Teixeira, natural de São Miguel do Urió, Arouca, Portugal, e de [403] Santa Rodrigues de Souza, natural de São, Vicente de Irivo, Penafiel, Douro, Portugal; por Maria Antônia de Oliveira, é sétima neta do Inconfidente [414] José Aires Gomes nascido no ano de 1734, em Santos Dumont (MG), e falecido em 1796 em Inhambane, Moçambique, África, e de [415] Maria Inácia de Oliveira nascida na sede da fazenda Borda do Campo, em Barbacena (MG); por José Aires Gomes, é oitava neta de [828] João Gomes Martins nascido em 21-02-1685, quarta-feira, em São Félix de Gondifelos, Barcelos, Portugal, que veio para o Brasil, estabelecendo-se inicialmente em Sumidouro, hoje Padre Viegas, Município de Mariana (MG), e de [829] Clara Maria de Mello, também chamada de Clara Maria de Jesus, nascida por volta de 1704, em Nossa Senhora da Apresentação de Irajá, no Rio de Janeiro (RJ), Brasil, e que aí se casaram na freguesia da Candelária no dia 19-05-1725, sábado, e que foram os fundadores da capela de São Miguel e Almas e da cidade de Santos Dumont, no Estado de Minas Gerais; por Maria Inácia de Oliveira, é oitava neta do capitão [830] Manuel Lopes de Oliveira (segundo marido), natural da Freguesia de Santa Maria do Olival, Feira, Portugal, e de [831] Ana Maria dos Santos, natural do Rio de Janeiro (RJ), que era viúva de Manuel Dias de Sá; por João Gomes Martins, é nona neta de [1656] Antônio Gomes e de [1657] Maria Martins, ambos naturais de São Félix de Gondifelos, Barcelos, Portugal, onde se casaram em 02-11-1678, quarta-feira; por Clara Maria de Mello, é nona neta do capitão [1658] Manuel Neto Barreto, natural de São Pedro de Alcântara, ilha da Madeira, Portugal, e de sua segunda esposa, [1659] Clara Soares de Mello nascida em São Bernardo de Inhaúma no Rio de Janeiro (RJ) e que por sua vez era viúva do capitão Manuel Carvalho Pereira, em cerimônia celebrada na Freguesia de Irajá, no Rio de Janeiro (RJ), no dia 15-08-1701, segunda-feira; pelo capitão Manuel Lopes de Oliveira, é nona neta dos portugueses, [1660] Manuel Lopes e [1661] Isabel Fernandes; pelo capitão Manuel Neto Barreto, é décima neta de [3316] Manuel Neto e de [3317] Maria Alves, naturais da ilha da Madeira, Portugal; por Clara Soares de Mello, é décima neta de [3318] Antônio Soares de Amorim e de [3319] Apolônia Ferreira.
VI-1 Maria Sílvia Burnier Ganimi Dutra.
V-2 Denise de Castro Dutra. Nasceu no dia 06-06-1960, segunda-feira, em Recreio, Estado de Minas Gerais. Casou-se em Juiz de Fora (MG), com o comerciante Miguel Antônio Azzi Chaubah e adotou o nome: Denise Dutra Chaubah. Ela faleceu no dia 12-02-2002, terça-feira de carnaval, em Juiz de Fora, tendo como causa mortis câncer de fígado; contava apenas 41 anos, 8 meses e 6 dias de idade. Ela era formada em Pedagogia e foi professora na Cidade. O marido continua residindo em Juiz de Fora. Eles tiveram duas filhas.
VI-1 Roberta Dutra Chaubah.
VI-2 Raphaela Dutra Chaubah.
V-3 José de Castro Dutra. Ele é natural de Recreio, Estado de Minas Gerais, Casou-se em Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais com Valéria Cristina Ferreira, que adotou o nome: Valéria Cristina Ferreira Dutra. São residentes e domiciliados em Juiz de Fora.
VI-1 Sabrina Ferreira Dutra.
VI-2 Gabriela Ferreira Dutra.
V-4 Fernanda de Castro Dutra. Ela é natural de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais, onde contraiu matrimônio com o bancário Aurélio Albuquerque Tostes e adotou o nome: Fernanda de Castro Dutra Tostes. Residentes em Juiz de Fora.
VI-1 Maria Fernanda Dutra Tostes.
IV-9 Jorge Romero Teixeira de Castro. Nascido no dia 26-08-1942, quarta-feira, na cidade de Recreio, Estado de Minas Gerais. Casou-se em 08-02-1969, sábado, em Juiz de Fora (MG), com a professora e contadora, Léa Christina de Faria Brant Horta, que adotou o nome: Léa Christina Teixeira de Castro. Ela, nascida no dia 15-09-1938, quinta-feita, na cidade do Rio de Janeiro, filha legítima de Argemiro Caldeira Brant Horta nascido em 04-08-1880, quarta-feira, em Santa Bárbara do Tugúrio, Estado de Minas Gerais e de Elpídia Henriques Faria Barbosa Horta (Elpídia Henriques Faria Barbosa quando solteira) nascida em 22-07-1887, sexta-feira, em Cataguases, Estado de Minas Gerais; neta paterna de Antônio Rabelo Horta e de Christina Caldeira Brant Horta (Christina Caldeira Brant quando solteira.
A Léa Christina Teixeira de Castro faleceu em decorrência de enfisema pulmonar, no dia 10-01-2013, quinta-feira, em Juiz de Fora (MG) e seu corpo foi sepultado no dia seguinte no Cemitério Nossa Senhora da Glória, nesta mesma Cidade; contava 74 anos, 3 meses e 26 dias de idade e 43 anos, 11 meses e 2 dias de casada. E o Jorge Romero Teixeira de Castro, viúvo e aposentado, passou morar em companhia de sua irmã viúva, Leila de Castro Rispoli, em Juiz de Fora (MG). Vindo ele a falecer aí no dia 06-04-2015, segunda-feira, aos 72 anos, 7 meses e 11 dias de idade; e seu corpo foi sepultado no dia seguinte, no Cemitério Parque da Saudade, nesta mesma Cidade.
V-1 Ana Cristina Teixeira de Castro. Ela, além do curso de Normalista, é formada em Letras e em Direito. Casou-se com o analista de sistemas Marcello Mussi e adotou o nome: Ana Cristina Teixeira de Castro Mussi. Ele, filho de William José Mussi, natural de Visconde do Rio Branco, Estado de Minas Gerais e de Maria Luiza Colombiano Mussi, natural de Miradouro, Estado de Minas Gerais.
A Doutora Ana Cristina esteve em Portugal fazendo pós-graduação.
Eles são divorciados e têm um casal de filhos. Ela reside em Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo.
VI-1 Isabella Teixeira de Castro Mussi.
VI-2 Lucas Teixeira de Castro Mussi.
V-1 Ana Cristina Teixeira de Castro. Casou-se pela segunda vez, com o advogado, Doutor Marcelo Olivato.
IV-10 Antônio Carlos Teixeira de Castro. É natural da cidade de Recreio, Estado de Minas Gerais. Trabalha como representante comercial em Juiz de Fora (MG), onde se casou com Anicea Fonseca Manso, que adotou o nome: Anicea Fonseca de Castro. Esta, filha legítima de Arlindo Fonseca Manso e de Anita Fonseca Manso, todos naturais de Bias Fortes, Estado de Minas Gerais. O casal é residente em Juiz de Fora. Eles têm três filhos.
V-1 Andrea Fonseca de Castro. Advogada, natural de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais, onde se casou com o advogado, doutor Ricardo Monteiro Werneck. O casal é residente e domiciliado nesta mesma Cidade.
VI-1 Tiago de Castro Werneck.
V-2 Alexandre Fonseca de Castro. É natural de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais e formado em Contabilidade. Casado com Ana Paula Silveira.
VI-1 Gabriel Silveira de Castro.
VI-2 Lucas Silveira de Castro.
V-3 Ânderson Fonseca de Castro. É natural de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais e formado em Medicina. Reside em Santa Rita de Jacutinga, Estado de Minas Gerais.
IV-11 Roberto Heleno de Castro. Ele é natural da cidade de Leopoldina, Estado de Minas Gerais e se casou em Juiz de Fora (MG), com Iolanda Maria Rodrigues Santiago, que adotou o nome: Iolanda Maria Santiago de Castro. Eles são separados. Ela, natural de Bicas, Estado de Minas Gerais, filha legítima de Argemiro Dutra Santiago e de Maria Cândida Rodrigues Santiago, naturais de São João Nepomuceno, Estado de Minas Gerais.
Roberto Heleno de Castro que fora comerciante em Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais, há tempos reside e trabalha em São José dos Campos, Estado de São Paulo. Já dona Iolanda Maria Santiago de Castro continua residindo em Juiz de Fora. Eles tiveram dois filhos.
V-1 Roberto Heleno de Castro Júnior. Ele é natural de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais, onde se casou com  Ana Karla de Campos Calsavara, que adotou o nome: Ana Karla de Campos Calsavara e Castro. Esta, filha legítima de Carlos Muffato Calsavara e de Maria Auxiliadora de Campos Calsavara. A doutora Ana Karla é formada em Medicina com especialidade em Pediatria e desempenha suas atividades profissionais em São João del Rei, Estado de Minas Gerais.  E o doutor Roberto Heleno é formado em Direito pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Atuou como Promotor Público nas Comarcas de Juiz de Fora, Pouso Alegre, Muriaé e São João del Rei, no Estado de Minas Gerais. E depois passou a atuar no cargo de Secretário-Geral da Procuradoria-Geral de Justiça do Ministério Público do Estado de Minas Gerais.
VI-1 Luísa Calsavara de Castro.
VI-2 Artur Calsavara de Castro.
V-2 Fabrício Heleno de Castro. Ele é natural de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais, onde se casou com  Lara Cunha Muniz. O casal reside e trabalha na Capital Paulista.
Ambos são formados em Comunicação Social pela Faculdade de Comunicação da Universidade Federal de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais.
Ele é subeditor da "Editora On Line", que publica diversas revistas, como a "Meu Próprio Negócio". E é autor do livro "Guia do INSS: 500 Respostas para as Dúvidas Mais Comuns dos Contribuintes", com 106 páginas.
Ela desempenha o cargo de editora assistente da revista "Arquitetura & Construção", da Editora Abril.
Ascendentes da esposa: [1] Lara Cunha Muniz é filha legítima de [2] Américo Vidal Muniz Filho nascido em 27-03-1927, domingo, e de [3] Maria Nicolina Ferreira da Cunha, "Lili"; neta materna de [6] Antônio Pedro da Cunha Filho nascido em 03-06-1915, quinta-feira, e falecido em 28-05-1983, sábado, aos 67 anos, 11 meses e 25 dias de idade, e de [7] Geralda Ferreira da Cunha (Geralda Ferreira da Fonseca quando solteira) nascida em 27-02-1920, sexta-feira, e falecida em 16-10-2008, quinta-feira, aos 88 anos, 7 meses e 19 dias de idade. Por Geralda Ferreira da Cunha, a Lara Cunha Muniz é bisneta de [14] Elysio Ferreira da Fonseca nascido em 21-04-1887, quinta-feira e falecido em 11-07-1975, sexta-feira, aos 88 anos, 2 meses e 20 dias de idade, e de sua esposa [15] Maria Maximiana de Jesus, "Mariazinha", que era também chamada de Maria Maximiana Lara, nascida no dia 21-02-1889, quinta-feira, na localidade do Rio do Peixe, em Entre Rios de Minas, Estado de Minas Gerais, casada em 12-09-1903, sábado, na sede da fazenda Bonsucesso, em Maripá de Minas, Estado de Minas Gerais, quando tinha apenas 14 anos, 6 meses e 22 dias de idade, e falecida no dia 13-01-1950, sexta-feira, aos 60 anos, 10 meses e 23 dias de idade − e que foram proprietários da fazenda da Serra, em Maripá de Minas. Por Elysio Ferreira da Fonseca, a Lara Cunha Muniz é trineta de [28] Avelino Ferreira da Fonseca falecido no dia 04-07-1926, domingo, e de [29] Christiana Jacintha da Conceição nascida em 1874 e falecida no dia 07-01-1949, sexta-feira − e que foram proprietários da fazenda Boa Vista da Serra, grande produtora de café, em Maripá de Minas; por Maria Maximiana de Jesus, trineta de [30] Theophilo Gonçalves Lara e de [31] Francisca Cândida Lara (Francisca Cândida quando solteira). Por Avelino Ferreira da Fonseca, a Lara Cunha Muniz é quarta neta de [56] Antônio Ferreira Martins Júnior e de [57] Henriqueta Martins Soares Henriques, "Nicota", nascida em 1865 e que ainda vivia em maio de 1908 − e que foram proprietários da fazenda São Domingos, em Rochedo de Minas, Estado de Minas Gerais; por Francisca Cândida Lara, quarta neta de [62] Cândido José de Souza batizado em 28-06-1829, domingo, na capela de São Gonçalo do Brumado, Estado de Minas Gerais, e de [63] Maria da Glória de Jesus; por Antônio Ferreira Martins Júnior, quinta neta de [112] Antônio Ferreira Martins nascido no dia 12-02-1832, domingo, em Barbacena, Estado de Minas Gerais e falecido no ano de 1921, com cerca de 88 anos de idade, e de sua esposa e prima [113] Luiza Maria da Conceição nascida em 1829 e falecida em 1909; por Cândido José de Souza, quinta neta de [124] Manoel José de Souza batizado em 02-09-1798, domingo, na capela de São Gonçalo do Brumado, Estado de Minas Gerais e falecido no dia 02-04-1885, quinta-feira, e de [125] Maria Alves de Jesus. Por Antônio Ferreira Martins, a Lara Cunha Muniz é sexta neta de [224] José Ferreira da Fonseca e de [225] Joana Maria da Conceição; por Manoel José de Souza, sexta neta de [248] Félix José de Souza nascido em 1760 e falecido em 24-11-1817, segunda-feira, na fazenda Cachoeira, em Santa Rita do Rio Abaixo, Estado de Minas Gerais, e de [249] Izabel Álvares da Conceição nascida também em Santa Rita do Rio Abaixo e falecida no dia 07-03-1827, quarta-feira; por Félix José de Souza, sétima neta do tenente-coronel [496] Marcos de Souza Magalhães nascido em São Pedro de Sá, localidade pertencente na época ao Termo de Arcos, Comarca de Valença, Portugal, e de [497] Marianna de Almeida e Silva; por Izabel Álvares da Conceição, sétima neta de [498] Luiz Caetano de Moura falecido no mês de maio de 1794, e de [499] Narciza Álvares da Conceição; e por Marcos de Souza Magalhães, oitava neta de outro [992] Marcos de Souza Magalhães e de [993] Juliana Soares de Araújo, naturais da Freguesia de São Pedro de Sá, Portugal.
               
               
III-7 Jayme Vasques de CastroAgropecuarista nascido no dia 01-04-1912, segunda-feira, às 11 horas na sede da fazenda da Pedra, no Distrito de Água Viva, no atual Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais. Casou-se em 30-12-1935, segunda-feira, em Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, com Gabriella Villela Junqueira – "Sinhazinha", que adotou o nome: Gabriella Junqueira de Castro; servindo como testemunhas: Francisco de Assis Vasques de Castro e Acyr Villela Junqueira. Ela, natural de Estrela Dalva, Minas Gerais, nascida no dia 20-09-1918, sexta-feira, às 6 horas, em domicílio. Eles foram proprietários do sítio Engenho Novo, no Distrito de Trimonte, Município de Volta Grande, Minas Gerais.
Jayme Vasques de Castro morreu no dia 23-03-1943, terça-feira, às 18 horas e 30 minutos, em terras do sítio Canaã, no Distrito de Trimonte, que na época ainda se chamava São Luiz; eletrocutado por um fio elétrico de alta-tensão que havia se desprendido de um poste  durante uma tempestade ocorrida no dia anterior  da linha de transmissão que passava pelos terrenos do referido sítio; ele estava a cavalo e ajudado por José Brás de Assis, tocando um boi do sítio Engenho Novo de sua propriedade para o sítio Canaã pertencente ao seu sobrinho Wilson de Castro Cortes, quando houve o contato e a descarga fatal. Faleceu instantaneamente junto com o seu cavalo. Contava 30 anos, 11 meses e 22 dias de idade, e 7 anos, 2 meses e 23 dias de casado. O sepultamento do corpo ocorreu no dia seguinte, 24-03-1943, quarta-feira, no Cemitério Público de Trimonte.
Ele deixou viúva a Gabriella Junqueira de Castro – "Sinhazinha", que tinha então 24 anos, 6 meses e 3 dias de idade, com três filhas ainda muito novas para criar: Maria Helena com 4 anos, 8 meses e 24 dias de idade; Maria Apparecida com 3 anos e 1 dia; e Maria do Carmo com apenas 6 meses e 9 dias. E Gabriella que manteve o seu estado de viuvez, com muita luta e honradez criou a família sempre unida. Gabriella faleceu em Belo Horizonte no inicio da noite do dia 28-06-2004, segunda-feira, aos 85 anos, 9 meses e 8 dias de idade, e 61 anos, 3 meses e 5 dias como viúva. Seu corpo jaz sepultado no Cemitério do Bonfim, na Capital Mineira.
Ascendentes da esposa: [1] Gabriella Junqueira de Castro era filha legítima do fazendeiro [2] Alcides Villela Junqueira falecido em dezembro de 1954, e de sua primeira mulher, [3] Maria Helena dos Reis Junqueira; neta paterna dos fazendeiros [4] José Joaquim Junqueira (12-10-186204-01-1930) e de [5] Bárbara de Azevedo Junqueira (Bárbara de Azevedo Villela Pedras quando solteira); neta materna dos agricultores [6] Alberto Augusto Junqueira e [7] Gabriella dos Reis Junqueira. Por José Joaquim Junqueira, a Gabriella Junqueira de Castro era bisneta de [8] Joaquim Tibúrcio de Andrade Junqueira e de [9] Gabriella Angelina de Andrade (Gabriella Angelina de Azevedo e Paiva quando solteira). Por Bárbara de Azevedo Junqueira, a Gabriella Junqueira de Castro era bisneta de [10] Francisco de Andrade Villela Pedras batizado no mês de novembro de 1841, em Aiuruoca, Minas Gerais, e de [11] Mariana Honorina de Azevedo. Por Alberto Augusto Junqueira, a Gabriella Junqueira de Castro era bisneta de [8 e 12] Joaquim Tibúrcio de Andrade Junqueira e de [9 e 13] Gabriella Angelina de Andrade. Por Gabriella dos Reis Junqueira, a Gabriella Junqueira de Castro era bisneta de [14] Francisco Theophilo dos Reis batizado em 10-03-1833, e de [15] Mariana Ribeiro Junqueira. Por Joaquim Tibúrcio de Andrade Junqueira, a Gabriella Junqueira de Castro era trineta do [16 e 24] barão de Alfenas (I) – Gabriel Francisco Junqueira (178218-01-1868) e da [17 e 25] baronesa de Alfenas (I) – Inácia Constança de Andrade; por Gabriela Angelina de Andrade, trineta de [18 e 26] Domingos Theodoro de Azevedo e de [19 e 27] Maria José de Andrade Mello, casados em 20-08-1828, em Carrancas, Minas Gerais; por Francisco de Andrade Villela Pedras, era trineta de [20] Alexandre Antônio Villela, também chamado de Alexandre Antônio Villela Pedras em alusão à fazenda das Pedras de sua propriedade no Sul de Minas Gerais, e de sua primeira mulher, [21] Bárbara Delminda de Andrade Botelho; por Francisco Theophilo dos Reis, era trineta de [28] Severino Domenciano dos Reis, natural dos Prados, Minas Gerais e de [29] Iria Cândida de Andrade, casados em 30-06-1824, onde teve início a família "Andrade Reis" em Minas Gerais; por Mariana Ribeiro Junqueira, era trineta de [30] Antônio José Ribeiro de Carvalho, mais conhecido pela alcunha de "Velho do Condado", e de [31] Helena Nicésia Junqueira de Andrade, que foi batizada em 12-08-1811, na capela da fazenda do Favacho, em Baependi, Minas Gerais.
         
IV-1 Maria Helena Junqueira de Castro. Ela nasceu na sede da fazenda Bonfim, no Distrito de Água Viva, no atual Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais. Ficou órfã de pai quando tinha apenas 4 anos, 8 meses e 24 dias de idade. É formada em Filosofia. Casou-se em Belo Horizonte, Minas Gerais, com Afonso Jahy Nunes Coelho, filho legítimo de Jahy Nunes Coelho e de Maria José Pimenta.
O Afonso Jahy Nunes Coelho nasceu no dia 10-01-1937, domingo, em São João Evangelista (MG) e faleceu no dia 30-03-1998, segunda-feira, em Belo Horizonte (MG), aos 61 anos, 2 meses e 20 dias de idade. Já Maria Helena Junqueira de Castro, que manteve o mesmo nome de solteira, permaneceu viúva e continua residindo na Capital Mineira. Casal sem filho.
IV-2 Maria Apparecida Junqueira de Castro. Ela nasceu na sede do sítio Engenho Novo, no Distrito de São Luiz, localidade esta que a partir de 01-01-1944 teve o nome mudado para Trimonte, no Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais. Ficou órfã de pai com apenas 3 anos e 1 dia de idade. Ela se casou em Belo Horizonte, Minas Gerais, com José de Magalhães, que é natural de Caeté, Minas Gerais, e adotou o nome: Maria Aparecida Junqueira de Castro Magalhães. O casal reside na Capital Mineira e tem três filhos.
V-1 Artur Augusto de Castro Magalhães. Natural de Belo Horizonte, Minas Gerais, onde se casou com Simone Cristina Rodrigues nascida em Caratinga, Minas Gerais; filha legítima de Ormy Rodrigues Alves e de Isabel da Conceição Rodrigues; seu nome de casada é: Simone Cristina Rodrigues Magalhães.
VI-1 Bruno de Castro Rodrigues Magalhães. Natural de Belo Horizonte, Minas Gerais.
VI-2 Ana Clara Rodrigues Magalhães. Natural de Belo Horizonte, Minas Gerais.
V-2 Fernando César de Castro Magalhães. Natural de Belo Horizonte, Minas Gerais, onde se casou com Keyla Taiane Manini Santos, também natural da Capital Mineira e filha legítima de José Derval Santos e de Maria da Conceição Manini Santos. Seu nome de casada é: Keyla Taiane Manini Santos Magalhães.
VI-1 Diego Santos Magalhães.
VI-2 Leandro Santos Magalhães.
V-3 José Henrique de Castro Magalhães. Natural de Belo Horizonte, Minas Gerais, onde se casou com Érika Salles dos Santos, que adotou o nome: Érika Salles Magalhães. O casal reside na Capital Mineira.
VI-1 Gabriel Salles Magalhães.
IV-3 Maria do Carmo Junqueira de Castro. Ela nasceu na sede do sítio Engenho Novo, no Distrito de São Luiz, atual Trimonte, Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais. Tinha apenas 6 meses e 9 dias de idade quando ficou órfã de pai. Ela se casou em Belo Horizonte, Minas Gerais, com o engenheiro Glenan Dias Chagas Ribeiro e adotou o nome: Maria do Carmo de Castro Chagas Ribeiro. Ele nascido em 08-12-1943, quarta-feira, em Belo Horizonte, Minas Gerais, e aí falecido no mês de agosto de 1999, aos 55 anos de idade e após 28 anos de casado. Era engenheiro da Copasa na Capital Mineira; e filho legítimo de Olavo Chagas Ribeiro nascido em Guanhães, Minas Gerais, e de Iracema Dias Chagas Ribeiro.
A viúva Maria do Carmo de Castro Chagas Ribeiro continua residindo em Belo Horizonte, Minas Gerais.
V-1 Maria Gabriela de Castro Chagas Ribeiro. Nasceu em 30-05-1975, sexta-feira, em Belo Horizonte, Minas Gerais, onde faleceu em 22-06-1975, domingo, com apenas 23 dias de nascida.
V-2 Danielle de Castro Chagas Ribeiro. Ela é natural de Belo Horizonte, Minas Gerais e formada em Relações Públicas. Solteira.
V-3 Cristiane de Castro Chagas Ribeiro. Ela é natural de Belo Horizonte, Minas Gerais e formada em Fisioterapia na cidade de Petrópolis, Estado do Rio de Janeiro. Solteira.
                                   
III-8 Vanor Vasques de Castro. Nasceu no dia 02-12-1915, quinta-feira, às 14 horas, na sede da fazenda da Pedra, no Distrito de Água Viva, no atual Município de Estrela Dalva, Minas Gerais e foi aí batizado em 01-03-1916, quarta-feira, na capela do Divino Espírito Santo, pelo Padre Aristides de Araújo Porto (que anos mais tarde veio a ser bispo em Montes Claros), sendo seus padrinhos: o irmão Oswaldo Vasques de Castro e sua tia materna, Anna Vasques Vieira, a "Zizinha". Casou-se na sede da fazenda da Pedra, às 16 horas do dia 23-02-1938, quarta-feira anterior ao Carnaval, com Julieta Lattuf Hissi, que contava apenas 14 anos, 11 meses e 28 dias de idade e que passou a chamar-se: Julieta Hisse de Castro. Esta natural de Estrela Dalva, Minas Gerais, nascida no dia 26-02-1923, segunda-feira, às 23 horas, e que foi aí batizada na igreja de Nossa Senhora da Conceição, pelo Padre João Batista da Silva, em 27-05-1923, domingo, sendo seus padrinhos: os libaneses, naturais da cidade de Zahlé, na Província de Bekaa, Elias Bouhid (22-02-1890―02-07-1947) e sua esposa Sophia Bouhid  Sophia Abalen quando solteira (14-09-1894―16-01-1978), conterrânea do Marido e que foram conceituados comerciantes estabelecidos inicialmente em Estrela Dalva, Minas Gerais, depois em Conservatória, Estado do Rio de Janeiro e mais tarde em Volta Grande, Minas Gerais. Ela foi educada no Colégio Santos Anjos de Além Paraíba, Minas Gerais.
Os ascendentes da esposa que abaixo relaciono, eram todos naturais da localidade de Kfar Aamay, Aley, Província do Monte Líbano, República do Líbano – na época sob domínio do Império Turco – e que professavam a religião Cristã Maronita, que tem plena comunhão com a Santa Sé e reconhece a autoridade do Papa. Mas que possui ritual próprio, por exemplo: a Santa Missa é celebrada em aramaico  a língua que Jesus falava, ou em siríaco – um dialeto do aramaico; permite o casamento dos padres, desde que eles permaneçam sempre padres, tomando conta de suas respectivas paróquias; e já aos padres que optam pelo celibato é permitido galgar cargos hierarquicamente superiores da direção da Igreja (bispo, arcebispo, etc). Eis a referida ascendência da esposa: [1] Julieta Hisse de Castro era filha legítima dos comerciantes [2] Kalil Hissi (10-03-189012-12-1964) e [3] Rosa Lattuf Hissi (01-12-189315-12-1954), imigrantes estes que foram comerciantes, inicialmente em Estrela Dalva (MG); depois num prédio localizado à margem da estrada próximo à sede da fazenda Conceição, distante 17,5 quilômetros de Além Paraíba (MG); mais tarde nas proximidades da estação ferroviária de Simplício, no Município de Além Paraíba; depois no Distrito de Água Viva, que hoje pertence ao Município de Estrela Dalva (MG); e por último, em São Martinho, Distrito de Providência, Município de Leopoldina (MG). A Julieta Hisse de Castro: era neta paterna de [4] Isse Khalil Assaf e de [5] Najme Mansur; era neta materna de [6] Habib Lattuf Ilia, falecido no Líbano em 1900, e de [7] Janne Amin, falecida em 1903, também no Líbano; por Isse Khalil Assaf, era bisneta de [8] Assaf Isse, que foi administrador de Kfar Aamay e aí falecido no ano de 1913, e de [9] Mariam Assaf  a primeira esposa de seus três casamentos; por Najme Mansur, era bisneta de [10] Mansur Abichebeb falecido em 1900, e de [11] Mariam Mansur falecida em 1919. Todos pequenos agricultores que negociavam seus produtos, principalmente frutas e hortaliças, em Beirute, distante pouco mais de 17 quilômetros de suas propriedades na serra. E a população da pequena Localidade era toda constituída por parentes e em sua quase totalidade os nubentes acabavam sendo todos primos entre si, em diversos graus (e é verdade quando um libanês chama um conterrâneo seu de "brimo"); e eles mantêm nos casamentos da Localidade, um rígido controle de consanguinidade.
Vanor Vasques de Castro e Julieta Hisse de Castro primeiramente residiram na sede da fazenda da Pedra, até outubro de 1942, quando se mudaram para o recém adquirido sítio da Baixada, situado também em área do Distrito de Água Viva, então Município de Volta Grande e hoje pertencentes ao de Estrela Dalva (MG); em abril de 1945, o casal se transferiu para São Martinho, Distrito de Providência, Município de Leopoldina (MG), onde residiu numa pequena casa alugada ao lado do campo de futebol. Em fins de 1947, o casal adquiriu um prédio com ferraria e moradia. Em 14-02-1948, Julieta passou a ser funcionária da agência dos correios em São Martinho, em substituição ao antigo titular Bento Correia Pinto falecido no ano de 1947; enquanto Vanor tocava a ferraria com um ferreiro recém admitido chamado Adriano.
Na madrugada do dia 15-12-1948, quarta-feira, a família salvou-se milagrosamente de uma avassaladora enchente, mas perdeu quase todos os seus bens materiais. Em 1950, eles adquiriram um prédio vizinho onde passaram a morar depois de tê-lo modificado. Vanor nessa época fez um curso de fotografia por correspondência e mais tarde adquiriu um automóvel chevrolet sedan, ano de 1936,  tirou carteira de motorista e o colocou na praça. Em 03-10-1955 foi eleito Juiz de Paz  que na época era cargo eletivo  do Distrito de Providência, pelo então PSD ‒ Partido Social Democrático, com 259 votos; cargo que ocupou no período de 31-01-1956 a 31-01-1961. Anos depois, em São Martinho, Vanor fez diversas experiências com antenas rômbicas para televisão – um sistema de origem alemã para captação de sinais por tropodifusão.
A família ficou residindo em São Martinho, até o final de 1969, quando após a desativação da agência dos correios local, Julieta teve que se transferir para a cidade de Recreio, Minas Gerais; passando a família a morar na Rua Aragão, n° 306. E em Recreio Vanor completou um curso de rádiotécnico por correspondência e chegou a registrar uma pequena firma, quando veio a falecer no dia 12-04-1975, sábado, à 0 hora e 15 minutos da madrugada, de edema agudo do pulmão. Contava 59 anos, 4 meses e 10 dias de idade e 37 anos, 1 mês e 20 dias de casado.
Após o falecimento do marido, Julieta Hisse de Castro ficou pouco tempo residindo em Recreio, Minas Gerais. Já no ano de 1976, ela se mudou com os filhos para a cidade de Além Paraíba, Minas Gerais, onde passou a morar; primeiramente na Rua Capitão Mendes, n° 222; depois na Rua São Geraldo, n° 182; e finalmente na Rua Cecília Binato, n° 154 – no Terreirão. Ela que desde sua saída de São Martinho estava em disponibilidade e assinando ponto diariamente nas agências dos correios, aposentou-se no dia 14-05-1980.
Julieta Hisse de Castro faleceu no dia 15-09-1980, segunda-feira, às 18 horas e 30 minutos, no Hospital São Salvador, em Além Paraíba, Minas Gerais, vítima de edema agudo do pulmão; contava 57 anos, 6 meses e 20 dias de idade. Os corpos do casal foram sepultados no Cemitério Público de Trimonte, no Município de Volta Grande, Minas Gerais. Eles tiveram quatorze filhos, sendo sete homens e sete mulheres. De todos os descendentes da família Vasques de Miranda, Vanor Vasques de Castro foi o que gerou o maior número de filhos.
    

            
IV-1 Maria Dilene Hisse de Castro. Ela nasceu em 25-12-1938, domingo, dia de Natal, às 11 horas da manhã, na sede da fazenda da Pedra, no Distrito de Água Viva, no atual Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais. E foi aí batizada na capela do Divino Espírito Santo, no dia 05-02-1939, domingo, pelo Padre Benito Vasquez, de nacionalidade espanhola e Vigário da Paróquia de Angustura, Município de Além Paraíba, Minas Gerais; e que teve como padrinhos: o avô materno Kalil Hissi e a avó paterna Julieta Vasques de Castro. Ela faleceu no dia 19-11-1941, quarta-feira, dia da Bandeira, às 23 horas, na sede da fazenda da Pedra, em Água Viva; tendo sido dado como causa mortis: infecção renal e intoxicação, conforme atestado de óbito firmado pelo farmacêutico, João Lino Ribeiro da Silva; tinha apenas 2 anos, 10 meses e 25 dias de idade e seu corpo foi sepultado no dia seguinte, no Cemitério Público de Trimonte, no Município de Volta Grande, Minas Gerais.
          
IV-2 Luiz Fernando Hisse de Castro. É o autor da presente árvore genealógica da família. Nascido na sede da fazenda da Pedra, no Distrito de Água Viva, no atual Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais. Aposentou-se como funcionário público estadual pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de Minas Gerais, onde trabalhava na área técnica na elaboração de projetos e na fiscalização e medição de obras públicas executadas pelas firmas empreiteiras; tendo participado da pavimentação de diversos trechos rodoviários, tais como: trecho de Pirapetinga ― Volta Grande, da rodovia BR-393; trecho Volta Grande ― Além Paraíba, da rodovia BR-393; trecho Leopoldina ― Cataguases, da rodovia BR-120; trecho Cataguases ― Piraúba, da rodovia BR-120; trecho Ubá ― Visconde do Rio Branco, da rodovia MG-447; trecho São João Nepomuceno ― Descoberto, da rodovia MG-353; trecho Juiz de Fora ― Entroncamento da BR-040, da rodovia MG-353; e na cidade de Juiz de Fora: na época da remodelação da Avenida Rio Branco e do acesso da Cidade à Represa João Penido.
No período de 1971 a 1972, licenciado do Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais, esteve trabalhando numa firma de construção civil chamada Coenge Sociedade Anônima, no Estado da Bahia: prestou serviços primeiramente na pavimentação do subtrecho, Ponte do Rio Jequitinhonha ― Ponte do Rio Pardo, da rodovia BR-101 (próximo ao Município baiano de Itapebi); e depois na duplicação de aclives para caminhões no trecho Feira de Santana ― Amélia Rodrigues, da rodovia BR-324.
Luiz Fernando Hisse de Castro casou-se no dia 20-12-1970, domingo, em Leopoldina, Estado de Minas Gerais, com a escriturária da Casa de Caridade Leopoldinense, Célia Monteiro de Rezende nascida na sede do sítio Palmital, em Arraial dos Montes, Município de Leopoldina, e que adotou o nome: Célia Rezende Castro. Com a separação consensual do casal ocorrida em Juiz de Fora, Minas Gerais, no dia 14-08-1987, sexta-feira, ela voltou a usar o seu nome de solteira: Célia Monteiro de Rezende; e no dia 23-10-1990, terça-feira, houve a homologação nesta mesma Cidade, do divórcio do casal. Eles tiveram quatro filhos e atualmente residem em São José dos Campos, Estado de São Paulo; ele no Jardim Veneza e ela no Bosque dos Eucaliptos.
Os ascendentes da ex-esposa até a sexta geração: [1] Célia Monteiro de Rezende (Célia Rezende Castro quando casada) é filha legítima dos agricultores, [2] Antônio Monteiro de Rezende (22-05-190315-12-1967) e de [3] Corina Francisca de Rezende (09-03-190413-07-1981) casados em 07-04-1926, quarta-feira, no Distrito de Santa Izabel, atual Abaíba, Município de Leopoldina, Minas Gerais, e que residiam em Arraial dos Montes; neta paterna dos agricultores, [4] João Baptista Monteiro de Rezende e [5] Josephina Monteiro de Rezende casados na cidade de Tiradentes, Minas Gerais e que se transferiram para Arraial dos Montes; neta materna dos agricultores, [6] João Monteiro de Rezende Sobrinho e [7] Maria do Carmo Rezende, ambos naturais de Minas Gerais e que também se estabeleceram em Arraial dos Montes, no Município de Leopoldina; por João Baptista Monteiro de Rezende e seu irmão José Monteiro de Rezende Sobrinho, bisneta de [8 e 12] Marcos Monteiro de Rezende e de [9 e 13] Amélia Francisca Monteiro de Rezende (Amélia Francisca Ribeiro da Silva quando solteira); por Josephina Monteiro de Rezende, bisneta de [10] José Monteiro de Rezende e de [11] Messias Rezende Mendonça nascida em 05-03-1851, quarta-feira, em São João del Rei, Minas Gerais; por Maria do Carmo Rezende, bisneta do comendador [14] Domiciano Monteiro de Rezende e de sua segunda esposa [15] Maria José Lara de Rezende (Maria José Lara quando solteira; pelos irmãos Marcos Monteiro de Rezende, José Monteiro de Rezende e Domiciano Monteiro de Rezende, trineta de [16, 20, 24 e 28] Geraldo Ribeiro de Rezende (o filho) batizado em 15-10-1812, quinta-feira, na ermida da fazenda Cachoeira, na Lagoa Dourada, Minas Gerais, e de sua segunda esposa [17, 21, 25 e 29] Maria do Carmo Monteiro de Castro; por Amélia Francisca Monteiro de Rezende (Amélia Francisca Ribeiro da Silva quando solteira), trineta de [18 e 26] Luiz Ribeiro da Silva falecido em 09-10-1889, quarta-feira, na fazenda Boa Vista, em Resende Costa, Minas Gerais, e de [19 e 27] Ismênia Maria de Almeida casada em 12-11-1845, quarta-feira, na ermida do Catimbau, em Resende Costa, Minas Gerais; por dona Messias Rezende Mendonça, trineta de [22] João de Deus Ribeiro de Rezende batizado em 15-03-1806, sábado, nos Prados, Minas Gerais e falecido no ano de 1872 em Tiradentes, Minas Gerais, e de [23] Maria Luzia de Mendonça falecida em 1886, na sede da sua fazenda Roça Grande, em Tiradentes, Minas Gerais; por Maria José Lara de Rezende (Maria José Lara quando solteira), trineta de [30] Theófilo Gonçalves Lara e de [31] Francisca Cândida Lara (Francisca Cândida quando solteira); por Geraldo Ribeiro de Rezende (o filho) e seu irmão João de Deus Ribeiro de Rezende, quarta neta de outro [32, 40, 44, 48 e 56] Geraldo Ribeiro de Rezende (o pai) nascido em 20-11-1771, quarta-feira, na Lagoa Dourada, Minas Gerais, onde também morreu no dia 09-11-1848, quinta-feira, e de [33, 41, 45, 49 e 57] Ismênia Joaquina de Rezende (Ismênia Joaquina de Mendonça quando solteira) nascida no ano de 1776, em São João del Rei, Minas Gerais e que se casou em 04-07-1812, sábado, na ermida da fazenda Cachoeira, na Lagoa Dourada, Minas Gerais; por Maria do Carmo Monteiro de Castro, quarta neta do tenente [34, 42, 50 e 58] Francisco de Paula Ribeiro e de [35, 43, 51 e 59] Joana Baptista Monteiro de Castro; por Ismênia Maria de Almeida, quarta neta de [38 e 54] Felisberto Pinto de Almeida, natural de Tiradentes, Minas Gerais e falecido em 20-04-1842, quarta-feira, e de [39 e 55] Maria Libânia de Rezende batizada em 21-09-1807, segunda-feira, na ermida da Cachoeira, na Lagoa Dourada, Minas Gerais, e casada no dia 04-07-1833, quinta-feira, na igreja matriz de Nossa Senhora da Conceição, Prados, Minas Gerais; por Maria Luzia de Mendonça, quarta neta de [46] Matheus Gonçalves de Mendonça e de outra [47] Maria Luzia de Mendonça; por Francisca Cândida Lara (Francisca Cândida quando solteira), quarta neta de [62] Cândido José de Souza batizado em 28-06-1829, domingo, na capela de São Gonçalo do Brumado, Minas Gerais, e de [63] Maria da Glória de Jesus.
      
V-1 Roberto Rezende Castro. Ele é natural de Feira de Santana, Estado da Bahia. Formou-se em Administração de Empresas e Negócios, no ano de 1999, pela Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas da UNIVAP – Universidade do Vale do Paraíba, em São José dos Campos, Estado de São Paulo. Casou-se em Juiz de Fora, Minas Gerais, com Luciene Bonoto Batista, que adotou o nome: Luciene Bonoto Batista de Castro. O casal esteve morando em diversas cidades: São José dos Campos (SP), Belém (PA) e Guarulhos (SP); e atualmente em Arujá (SP).
A ascendência da esposa: [1] Luciene Bonoto Batista de Castro é natural de Juiz de Fora, Minas Gerais e filha legítima do protético [2] Luiz Batista, natural de Cataguases, Minas Gerais, e de [3] Vera Bonoto Batista (Vera Bonoto quando solteira), nascida em domicílio na fazenda Passo da Pátria, no Município de Bicas, Minas Gerais, e que são moradores no Bairro Linhares em Juiz de Fora, Minas Gerais; neta paterna de [4] José Batista (26-07-190117-10-1975), natural do Distrito de Angustura, Município de Além Paraíba, Minas Gerais, que foi operador de máquina industrial em Cataguases, Minas Gerais, onde faleceu aos 74 anos, 2 meses e 21 dias de idade, e de [5] Clotilde Luiza de Jesus (08-12-191103-01-2009), falecida viúva, em Cataguases, Minas Gerais, aos 97 anos e 26 dias de idade; neta materna de [6] José Bonoto (30-05-191104-01-1972), lavrador, natural de Bicas, Minas Gerais e que faleceu em Juiz de Fora, Minas Gerais, aos 60 anos, 7 meses e 5 dias de idade, e de [7] Maria Bolotari Bonoto (Maria Bolotari quando solteira), nascida de Bicas, Minas Gerais em 21-03-1919, sexta-feira, e falecida viúva em Juiz de Fora, Minas Gerais no dia 19-07-2011, terça-feira, aos 92 anos, 3 meses e 28 dias de idade; por José Batista, bisneta de [8] João Batista da Costa e de [9] Maria Rodrigues da Silva; por Clotilde Luiza de Jesus, bisneta de [10] Cristiano José da Silva, descendente dos índios puris da Zona da Mata de Minas Gerais, e de [11] Maria Luzia de Jesus; por José Bonoto, bisneta de [12] João Bonotto (25-09-187810-12-1960), natural da Itália e falecido em Juiz de Fora, Minas Gerais, aos 82 anos, 2 meses e 15 dias de idade, e de [13] Rosa Carniatti Bonoto (Rosa Carniatti quando solteira), natural da Itália e falecida em Bicas, Minas Gerais; por Maria Bolotari Bonoto, bisneta de [14] Guglielmo Angelo Ballotari nascido em 25-03-1885, quarta-feira, na Província de Verona, na Região de Veneto, na Itália e falecido em 20-03-1946, quarta-feira, em Bicas, Minas Gerais, aos 60 anos, 11 meses e 23 dias de idade, e de [15] Ernesta Nero Bolotari (Ernesta Nero quando solteira) nascida na Província de Mântua (Mantova), Região da Lombardia, na Itália, em 25-01-1890, sábado, e que se casaram em Bicas, Minas Gerais; por João Bonotto, trineta dos italianos [24] Marcos Bonotto e [25] Philomena Etemol; por Rosa Carniatti Bonoto, trineta dos italianos [26] Vicenzo Carniatti e [27] Thereza Carniatti; por Guglielmo Angelo Ballotari, trineta dos italianos [28] Giovanni Ballotari nascido em 1855 e [29] Maria Michelini nascida em 1856; e por Ernesta Nero Bolotari trineta dos italianos [30] Giovanni Nero e [31] Celestina Martino, nascida em 1866.
O Roberto é funcionário da Receita Federal lotado no Aeroporto Internacional de Cumbica.
VI-1 Isabela Bonoto de Castro. Nascida em Belém, Estado do Pará.
VI-2 Melissa Bonoto de Castro. Nascida em São Paulo, Estado de São Paulo.
V-2 Marisa Rezende Castro. Nasceu em Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais; onde foi diplomada como Normalista pelo Colégio Tiradentes da Polícia Militar de Minas Gerais. Transferiu-se para São José dos Campos, Estado de São Paulo, onde se formou em Odontologia pela Universidade do Vale do Paraíba e se especializou em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial. Tem uma filha tida com o seu ex-namorado Albert Mário Antônio Luís Carlos Euclides de Cornides (Albert Von Cornides), natural da Capital Paulista e odontólogo formado em 1997 pela Universidade Federal de Juiz de Fora e que se estabeleceu nesta mesma Cidade.
Ascendentes do ex-namorado: [1] Albert Mário Antônio Luís Carlos Euclides de Cornides é filho legítimo do geólogo e agricultor [2] Albert Thomas de Cornides, natural de Budapeste, Hungria, e estabelecido em Eunápolis, Estado da Bahia, e de [3] Myra Lúcia Chagas de Cornides (Myra Lúcia Martins Chagas quando solteira) nascida no dia 18-01-1951, quinta-feira, em Almenara, Minas Gerais, e falecida em 08-11-2006, quarta-feira, em Juiz de Fora, Minas Gerais, aos 55 anos, 9 meses e 21 dias de idade, tendo o seu corpo sido cremado em Vitória, Estado do Espírito Santo; neto paterno dos húngaros, doutor [4] Albert Cornides de Krempachi e Gronostovi e [5] Alice Bakonyi, falecida viúva em São Paulo Capital; neto materno do professor e poeta [6] Mário Ferreira Chagas e de [7] Gláucia Martins Chagas, esta nascida em 18-07-1918, quinta-feira, e já falecida; por Alice Bakonyi, bisneto dos húngaros [10] Janos Baconyi (1874—14-02-1938) – primeiro marido, e de [11] Alice Hausser (27-11-1883—14-05-1979); por Mário Ferreira Chagas, bisneto de [12] Tibério Ferreira Chagas, fazendeiro e comerciante, natural de Campos de São João, Município de Palmeiras, Estado da Bahia, que morreu aos 57 anos de idade, e de sua primeira esposa [13] Maria Leopoldina Evangelista; por Alice Hausser, trineto do doutor [22] Adorjan Hausser nascido em 11-03-1851, terça-feira, e de [23] Charlotte (16-03-1852—12-06-1923); por Tibério Ferreira Chagas, trineto dos portugueses [24] Benedito Ferreira Souza Chagas e [25] Isabel Cerqueira de Novais, ambos fazendeiros e mineradores de diamantes na Chapada Diamantina, e ambos falecidos em Campos de São João, Município de Palmeiras, Estado da Bahia.
VI-1 Amanda Taisa Castro de Cornides. Nascida em São José dos Campos, Estado de São Paulo.
V-2 Marisa Rezende Castro. Ela reside na cidade de São José dos Campos, Estado de São Paulo, onde desempenha suas atividades de cirurgiã-dentista. Casou-se no ano de 2006, com o advogado, doutor Igor Alves Hauck e adotou o nome: Marisa Rezende Castro Hauck. Ele: filho legítimo do engenheiro Carlos Guilherme Correa Hauck e de Maria Tereza Alves Hauck (Maria Tereza Simões Alves quando solteira). Neto pela parte paterna de Crisantho Henriques Hauck e de Hermelinda Martins Correa Hauck (Hermelinda Martins Correa quando solteira); e materna de João Alves e de Grafina Simões Alves. Por Crisantho Henriques Hauck, bisneto de Gustavo Hauck nascido em 1885/1886 no Distrito de Paula Lima, Município de Juiz de Fora, Minas Gerais e de sua mulher, Maria Henriques Hauck (Maria Henriques quando solteira), nascida e casada no Distrito de Paula Lima, aonde também residiam – ela falecida em 30-06-1940, domingo e ele, em 10-05-1955, terça-feira. Por Gustavo Hauck: trineto de Frederico Hauck Júnior (1857/1858—20-06-1913), natural de Spabrücken, Rheinpreussen, Alemanha e falecido na serra dos Altanos, Distrito de Paula Lima, Município de Juiz de Fora, Minas Gerais e de sua mulher, Dorothea Hauck, proprietários e moradores no Distrito de Paula Lima. Por Maria Henriques Hauck: trineto de Antônio Henriques de Aquino e de sua mulher Umbelina Henriques de Aquino. Por Frederico Hauck Júnior: tetraneto de Friedrich Hauck nascido em 1819/1820 em Spabrücken, Estado de Rheinpreussen, Alemanha e de sua mulher e conterrânea, Anna Maria Hauck, nascida em 1819/1820; casal este que no dia 04-06-1858, sexta-feira, embarcara com seus cinco filhos pelo navio Osnabrück, procedente do porto alemão de Hamburgo, desembarcando no porto brasileiro do Rio de Janeiro e seguindo depois para a Colônia Borboleta, em Juiz de Fora, Minas Gerais.  
Igor Alves Hauck trabalha como supervisor numa empresa  distribuidora de produtos para supermercados, atacados e comércio em geral, em São José dos Campos, Estado de São Paulo.
VI-2 Lucas Castro Hauck. Nascido em São José dos Campos, Estado de São Paulo.
V-3 César Rezende Castro. Natural de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais. Em 2000, formou-se em Administração de Empresas e Negócios pela Universidade do Vale do Paraíba, em São José dos Campos, Estado de São Paulo, onde reside e trabalha. Solteiro em 2012.
V-4 Sílvia Rezende Castro. Natural de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais. Bacharela em Direito pela Universidade do Vale do Paraíba, em São José dos Campos, Estado de São Paulo, onde reside e trabalha. Casou-se nesta mesma Cidade em 2011, com o seu primo Thiago de Castro Santos e adotou o nome: Sílvia Rezende Castro Santos. Ele, bancário, natural de Além Paraíba, Minas Gerais. O casal reside em São José dos Campos.
Ascendência do marido: [1] Thiago de Castro Santos é filho legítimo de [2] Luiz Augusto Silva Santos, natural de Além Paraíba, Minas Gerais e de [3] Maria de Fátima Castro Santos (Maria de Fátima Hisse de Castro quando solteira), natural de São Martinho, Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Minas Gerais; neto paterno de [4] Hildo Santos (04-02-1930—31-10-2008), natural de Além Paraíba, Minas Gerais e falecido em São José dos Campos, Estado de São Paulo, e de [5] América Silva Santos, conterrânea do marido, casados no dia 26-06-1954, sábado, em Além Paraíba, Minas Gerais; neto materno de [6] Vanor Vasques de Castro (02-12-1915—12-04-1975), natural do Distrito de Água Viva, no atual Município de Estrela Dalva, Minas Gerais e falecido em Recreio, Minas Gerais, e de [7] Julieta Hisse de Castro (26-02-1923—15-09-1980) − Julieta Lattuf Hissi quando solteira, natural de Estrela Dalva, Minas Gerais e falecida em Além Paraíba, Minas Gerais, casados em 23-02-1938, quarta-feira, na sede da fazenda da Pedra, em Água Viva, Distrito hoje pertencente ao Município de Estrela Dalva, Minas Gerais. Por Hildo Santos, o Thiago de Castro Santos é bisneto do ferroviário [8] Waldemiro Santos (14-04-1899—22-08-1986) nascido e falecido em Além Paraíba, Minas Gerais, e de [9] Eugênia de Oliveira Santos (01-11-1900—24-03-1976) − Eugênia dos Santos Oliveira quando solteira e conterrânea do marido; por América Silva Santos, bisneto de [10] Joaquim da Silva nascido no dia 28-05-1904, em Além Paraíba, Minas Gerais, e de [11] Leopoldina Baeta da Silva; por Vanor Vasques de Castro, bisneto de [12] Luiz Augusto Teixeira de Castro (01-06-1867—03-12-1935) nascido na sede do antigo sítio Gratidão, nas proximidades do local onde se formou o Distrito de Providência, no Município e Comarca de Leopoldina, Minas Gerais e falecido na sede da fazenda da Pedra, em Água Viva, Minas Gerais, e de [13] Julieta Vasques de Castro (09-07-187828-01-1943) − Julieta Vasques de Miranda quando solteira e casados em 08-07-1899; por Julieta Hisse de Castro, bisneto de [14] Kalil Hissi (02-01-189012-12-1964), natural do Líbano e falecido em Volta Grande, Minas Gerais, e de sua conterrânea [15] Rosa Lattuf Hissi (01-12-189315-12-1954) − Warde Lattuf quando morava no Líbano, falecida em São Martinho, Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Minas Gerais. Por Waldemiro Santos, o Thiago de Castro Santos é trineto de [16] Arthur de Souza Santos e de [17] Henriqueta Olívia da Conceição, ambos residentes em Além Paraíba, Minas Gerais; por Eugênia de Oliveira Santos, trineto do mineiro [18] Conceição de Oliveira e Silva e da fluminense [19] Donária Júlia de Oliveira, casados em Natividade do Carangola, atual Natividade, Estado do Rio de Janeiro; por Joaquim da Silva, trineto de [20] Pessoa incógnita e da fluminense [21] Victoriana Silva residentes em Além Paraíba, Minas Gerais; por Luiz Augusto Teixeira de Castro, trineto do português [24] Joaquim Antônio Teixeira de Castro falecido aos 76 anos de idade, no dia 31-02-1893, terça-feira, no Distrito de São Luiz, atual Trimonte, Município de Volta Grande, Minas Gerais, e de [25] Carolina Augusta de Siqueira Castro falecida no dia 14-11-1880, domingo, na sede do sítio Gratidão, em Providência, Município de Leopoldina, Minas Gerais; por Julieta Vasques de Castro, trineto do espanhol [26] José Bento Vasques de Miranda (01-11-183321-12-1915), natural da Galiza e falecido na sede da fazenda Santo Antônio, em Trimonte, no atual Município de Volta Grande, Minas Gerais, e de [27] Rosa Luiza de Menezes Vasques (184518-08-1927) falecida no Distrito de Água Viva, no atual Município de Estrela Dalva, Minas Gerais; por Kalil Hissi, trineto dos libaneses [28] Isse Khalil Assaf e [29] Najme Mansur falecidos no Líbano; por Rosa Lattuf Hissi, trineto dos libaneses [30] Habib Lattuf Ilia falecido em 1900 e [31] Janne Amin falecida em 1903, ambos no Líbano.
VI-1 João Pedro Rezende Castro Santos. Nascido em São José dos Campos, Estado de São Paulo.
                                             
IV-3 José Mauro Hisse de Castro. Ele nasceu no Domingo de Páscoa, dia 05-04-1942, às 6 horas e 50 minutos, na sede da fazenda da Pedra, no Distrito de Água Viva, no atual Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais e foi batizado em 28-06-1942, domingo, na igreja de Santo Antônio, no Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Minas Gerais, tendo como padrinhos: o tio materno Antônio Hissi e sua avó materna Rosa Lattuf Hissi. E teve por padrinho de crisma o comerciante libanês Wady José Waked. Casou-se no dia 12-10-1968, sábado, em Além Paraíba, Minas Gerais, com a normalista Suely Teixeira da Silva, natural desta mesma Cidade, e que adotou o nome: Suely Teixeira da Silva Castro.
Ascendentes da esposa: [1] Suely Teixeira da Silva Castro é filha legítima do mecânico aposentado, [2] Osmar Pinto da Silva – o popular "Bolacha", nascido em Além Paraíba, Minas Gerais, no dia 01-06-1915, terça-feira, e aí falecido em 22-10-2010, sexta-feira, aos 95 anos, 4 meses e 21 dias de idade e 69 anos, 11 meses e 16 dias de casado, e de [3] Guiomar Teixeira da Silva, natural de Além Paraíba, Minas Gerais, onde reside; neta paterna de [4] Oscar Pinto da Silva nascido em 03-09-1888, segunda-feira, e de [5] Isabel Ferreira da Rocha nascida em 26-06-1893, segunda-feira; neta materna de [6] Antônio Teixeira Dias e de [7] Cecília Rosária Dias; por Oscar Pinto da Silva, bisneta de [8] José Pinto da Silva e de [9] Justiniana Pinto da Silva; por Isabel Ferreira da Rocha, bisneta de [10] Francisco Ferreira da Rocha e de [11] Ana Olympia da Rocha.
José Mauro Hisse de Castro trabalhou no Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de Minas Gerais, no período de 1962 a 1969, no setor ligado à construção e pavimentação de estradas, prestando serviços na fiscalização dos seguintes trechos no Estado de Minas Gerais: Pirapetinga ― Volta Grande e Volta Grande ― Além Paraíba, da rodovia BR-393, quando morava em Juiz de Fora (MG) e depois, em Volta Grande (MG); Piraúba ― Cataguases, da rodovia BR-120, quando residia em Leopoldina (MG) e posteriormente em Dona Eusébia (MG). E depois de solicitar o seu desligamento do Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de Minas Gerais, ele entrou para a companhia de construção civil Coenge Sociedade Anônima, onde trabalhou no setor de construção de estradas como encarregado de campo, no período de 1969 até 1977; neste período passou a residir inicialmente em Ipatinga (MG), onde permaneceu até o ano de 1971, prestando serviços na pavimentação do trecho Governador Valadares ― Ipatinga, da rodovia BR-381; depois foi para o Estado da Bahia e trabalhou no subtrecho Feira de Santana ― Amélia Rodrigues, da rodovia BR-324, que faz parte do trecho Feira de Santana ― Salvador, passando a residir em Feira de Santana (BA), onde permaneceu morando até 1973; depois mudou-se para Itapecerica da Serra (SP), onde ficou de 1973 a 1977, trabalhando em diversas obras da rodovia BR-116, do trecho São Paulo ― Curitiba. No ano de 1977, José Mauro Hisse de Castro foi contratado pela Construtora Mendes Júnior, e se mudou então para Pimenta Bueno (RO), onde permaneceu morando até 1980, prestando serviços na pavimentação de um dos subtrechos da rodovia BR-364, do trecho Porto Velho ― Cuiabá; no ano de 1980, mudou-se para Belo Horizonte (MG), onde passou a trabalhar como encarregado nos serviços da construção e pavimentação do Contorno de Belo Horizonte, onde permaneceu até 24-07-1991, quarta-feira à tarde, data do seu falecimento aos 49 anos, 3 meses e 19 dias de idade e após 22 anos, 9 meses e 12 dias de casado. Ele foi vítima de ataque cardíaco enquanto dirigia seu carro na saída do trabalho. Seu corpo jaz sepultado no Cemitério Público de Trimonte, Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais.
Deixou um casal de filhos. A viúva Suely Teixeira da Silva Castro reside na Capital Mineira e com temporadas em Além Paraíba, Minas Gerais, onde pratica a pesca por esporte.
Em 1985, ele incentivou e colaborou com os irmãos na fundação de uma firma industrial para fabricação de produtos eletrônicos para instalação de antenas parabólicas. Firma registrada com o nome de Tectel, na cidade de São José dos Campos (SP), que teve em 1990 o seu nome mudado para Tectelcom.
Em 1989, ele fundou a firma comercial JHC, em Belo Horizonte (MG) para revenda e instalação de antenas parabólicas e componentes eletrônicos do ramo.
V-1 Carla da Silva Castro. Psicóloga e arquiteta, natural de Cataguases, Minas Gerais. Reside em Belo Horizonte. Tem um filho de seu namorado .......... Roveri.
VI-1 Caio Vinícius de Castro Roveri. Nascido em Belo Horizonte, Minas Gerais.
V-2 Henrique da Silva Castro. Natural de Juiz de Fora, Minas Gerais. Tem curso de especialização em Comércio Exterior, no Estado do Texas – EUA. Solteiro.
IV-4 Anna Maria Hisse de Castro. Nascida na sede do sítio da Baixada (já demolido), que ficava situado em área pertencente ao Distrito de Água Viva, então Município de Volta Grande e que hoje faz parte do Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais. Ela foi batizada na igreja de Santo Antônio no Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Minas Gerais. Normalista, formada pelo Colégio Imaculada Conceição, em Leopoldina, e mais tarde pedagoga, diplomada pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, Professora Nair Fortes Abu Mehry, de Além Paraíba, Minas Gerais. Foi professora em Jamapará, Município de Sapucaia (RJ) e diretora escolar em Além Paraíba (MG). Casou-se no ano de 1969, na casa de seus pais em São Martinho, Distrito de Providência, Município de Leopoldina, com o seu primo, caminhoneiro e depois agropecuarista, Antônio Carlos de Siqueira Castro – "Toninho" nascido na sede da fazenda Santa Teresa, no Distrito de Tebas, Município de Leopoldina; tendo ela continuado com o mesmo nome de solteira: Anna Maria Hisse de Castro. Já o seu casamento religioso foi celebrado na igreja de São José Operário, na cidade de Leopoldina.
Ascendentes do marido: [1] Antônio Carlos de Siqueira Castro é filho legítimo de [2] Lourival Pacheco de Castro (26-01-189510-06-1963), natural do Distrito de Trimonte, no atual Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais, e de [3] Maria Júlia de Siqueira Castro (Maria Júlia Monteiro de Siqueira quando solteira) nascida em 05-03-1907, terça-feira, em São Domingos, no atual Município de Santo Antônio do Aventureiro, Minas Gerais, e falecida no dia 04-07-1988, segunda-feira, na cidade de Leopoldina; neto paterno do fazendeiro [4] Luiz Augusto Teixeira de Castro (01-06-186703-12-1935) e de sua primeira esposa, [5] Maria Tereza Pacheco de Castro, cujo nome de solteira era Maria Tereza Pacheco Vieira (22-01-187301-03-1899); neto materno do agropecuarista [6] Francisco Barbosa de Siqueira – "Nhonhô Siqueira" (16-12-188228-01-1964) e de [7] Clara Godoy Monteiro de Siqueira – "Titina" (05-06-188909-11-1949), cujo nome de solteira era Clara Godoy Monteiro de Castro e que se casaram em 03-02-1906, sábado, em Providência, Município de Leopoldina, Minas Gerais; por Luiz Augusto Teixeira de Castro, bisneto do agricultor [8] Joaquim Antônio Teixeira de Castro nascido em 1816/1818, no Norte de Portugal, e falecido no dia 31-01-1893, terça-feira no Distrito de São Luiz, hoje Trimonte, Município de Volta Grande, Minas Gerais, e de [9] Carolina Augusta de Siqueira Castro, natural de Minas Gerais e falecida em 14-11-1880, domingo, na sede do sítio Gratidão, em Providência, Município de Leopoldina, Minas Gerais; por Maria Tereza Pacheco de Castro, bisneto do fazendeiro [10] Manoel Pacheco Vieira (30-05-184409-08-1914) nascido em Sumidouro, Estado do Rio de Janeiro e falecido na sede da fazenda São Manoel, em Trimonte, Município de Volta Grande, Minas Gerais, e de [11] Vitória Amarante Pacheco, cujo nome de solteira era Vitória Maria do Amarantes (16-04-184816-07-1924), também natural de Sumidouro, Estado do Rio de Janeiro e falecida na sede da fazenda São Manoel, em Trimonte, Minas Gerais, e cujo casamento fora celebrado no dia 13-04-1869, terça-feira, na igreja de Nossa Senhora da Conceição do Paquequer, em Sumidouro, Estado do Rio de Janeiro; por Francisco Barbosa de Siqueira, bisneto de [12] João Alexandre de Siqueira nascido em 24-08-1857, segunda-feira, na Freguesia de Calheiros, Ponte de Lima, Portugal e falecido no dia 19-06-1944, segunda-feira, na cidade de Bicas, Minas Gerais e de [13] Flausina Barbosa de Siqueira (Flausina Barbosa de Miranda quando solteira) nascida em 31-12-1861, terça-feira, em Piacatuba, Município de Leopoldina, Minas Gerais, casada em 11-02-1882, sábado, na igreja de Santo Antônio, em Tebas, Município de Leopoldina, Minas Gerais, e falecida em 01-03-1939, quarta-feira, quando o automóvel em que viajava pela estrada de São Domingos, no atual Município de Santo Antônio do Aventureiro, Minas Gerais, retornando do casamento de uma neta residente na cidade do Rio de Janeiro, se desgovernou e caiu dentro de um lago, afogando-a, sendo ela já idosa, pois contava 77 anos, 2 meses e 1 dia de idade e 57 anos e 18 dias de casada, tendo o seu corpo sido sepultado no Cemitério Público de São Domingos; por Clara Godoy Monteiro de Siqueira, bisneto de [14] José Augusto Monteiro de Castro (186222-04-1902) e de [15] Maria Augusta de Godoy Monteiro de Castro (Maria Augusta de Godoy quando solteira) nascida em 04-01-1867, sexta-feira, em terras situadas no atual Município de Volta Grande, Minas Gerais, e casada em 26-08-1882, sábado, na igreja de Nossa Senhora da Conceição, em Conceição da Boa Vista, no atual Município de Recreio, Minas Gerais; por Carolina Augusta de Siqueira Castro, trineto de [18] Francisco Antunes de Siqueira, e de [19] Francisca Carolina Gonçalves Cortes; por Manoel Pacheco Vieira, trineto de [20] José Gomes Vieira de Souza, natural de São José do Chopotó, atual Alto Rio Doce, Minas Gerais, e de [21] Carolina Leopoldina Cândida Vieira, natural de Cantagalo, Estado do Rio de Janeiro; por Vitória Amarante Pacheco, trineto de [22] José Luciano do Amarantes, natural de Portugal, e de [23] Rosa Pereira de Jesus batizada em 30-09-1815, sábado, na igreja matriz de Cantagalo, Estado do Rio de Janeiro; por João Alexandre de Siqueira, trineto de [24] Alexandre Joaquim Antônio nascido em 22-09-1822, domingo, em Calheiros, Ponte de Lima, Portugal, e de sua segunda mulher, [25] Maria Rosa Cerqueira (09-09-183629-08-1873), casados em 01-10-1856, quarta-feira, em Cepões, Ponte de Lima, Portugal – nota-se que os sobrenomes "Cerqueira" e "Antônio" deste casamento em Portugal se transformaram em "Siqueira" no Brasil, adotado que foi por João Alexandre de Siqueira que o passou aos seus descendentes; por Flausina Barbosa de Miranda, trineto de [26] Francisco José Barbosa de Miranda e de [27] Maria Júlia de Oliveira, estabelecidos na região de Piacatuba, no Município de Leopoldina, Minas Gerais; por José Augusto Monteiro de Castro, trineto do comendador [28] Lucas Manoel Monteiro de Castro, fazendeiro nascido na sede da fazenda União, nas proximidades da atual localidade de São Martinho, Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Minas Gerais, e de sua mulher, [29] Maria da Glória Monteiro de Rezende nascida na sede da fazenda Soledade (sede antiga já demolida), situada no entorno desta mesma Localidade, onde também de casaram no dia 15-06-1861, sábado; por Maria Augusta de Godoy, trineto de [30] Olympio Augusto de Godoy e de sua primeira mulher, [31] Anna Fortunata de Bittencourt Godoy (Anna Fortunata de Bittencourt e Castro quando solteira) batizada em 24-10-1839, quinta-feira, no oratório da fazenda Bom Sucesso, em terras do atual Município de Volta Grande, Minas Gerais, onde também se casaram no dia 04-02-1858, quinta-feira.
V-1 Cláudia Maria Hisse de Castro. Pedagoga, nascida em Leopoldina, Minas Gerais. Casou-se em Além Paraíba, Minas Gerais, com James Stewart Villela e adotou o nome: Cláudia Maria Hisse de Castro Villela. Ele, agropecuarista, natural da cidade de Além Paraíba.
Ascendência do marido: [1] James Stewart Villela é filho legítimo de [2] Arthur Augusto Cortes Villela nascido na sede da fazenda Bela Aurora, em Angustura, Município de Além Paraíba, Minas Gerais, residente e domiciliado na cidade do Rio de Janeiro, e de sua primeira esposa, [3] Márcia Stewart Villela (Márcia Ferraz Stewart quando solteira); neto paterno de [4] Renato Brugger Villela, fazendeiro em Angustura, Município de Além Paraíba, Minas Gerais, nascido em 16-12-1906, domingo, em Sumidouro, Estado do Rio de Janeiro, e de [5] Anna Cortes Villela − Anna Teixeira Cortes quando solteira (26-01-1904—18-03-2004), nascida na sede da fazenda Bela Aurora, no Distrito de Angustura, Município de Além Paraíba, Minas Gerais, onde também se casou no dia 30-08-1935, sexta-feira, e que faleceu contando 100 anos, 1 mês e 21 dias de idade, na cidade de Além Paraíba, Minas Gerais; e neto materno do cirurgião-dentista [6] James Feuchard Stewart nascido em 21-03-1908, sábado, em Estrela Dalva, Minas Gerais e falecido no dia 30-07-1987, quinta-feira, em Além Paraíba, Minas Gerais, e de [7] Lenira Ferraz Stewart (Lenira Junqueira Ferraz quando solteira) nascida em 16-01-1910, domingo, na sede da fazenda Santa Emiliana, em Pirapetinga, Minas Gerais e falecida em 14-10-1985, segunda-feira, em Além Paraíba, Minas Gerais, onde seus corpos jazem sepultados no Cemitério da Trindade do Santíssimo Sacramento (ao lado da igreja de São José). Por Renato Brugger Villela, o James Stewart Villela é bisneto de [8] Gabriel de Andrade Villela e de [9] Leopoldina Brugger Villela, fazendeiros no Município de Sumidouro, Estado do Rio de Janeiro; por Anna Cortes Villela, bisneto de [10] Arthur Augusto Diniz de Figueiredo Cortes batizado em 29-05-1861, quarta-feira, em Angustura, Minas Gerais e falecido em 24-09-1918, terça-feira, na cidade do Rio de Janeiro, e de [11] Anna Esméria Teixeira Cortes – que era chamada de "Nicota da Bela Aurora" pelo povo da região (03-03-1864—30-09-1943), e que foram proprietários da fazenda Bela Aurora, no Distrito de Angustura, Município de Além Paraíba, Minas Gerais; por James Feuchard Stewart, bisneto do dentista [12] Mário de Sá Haygh Stewart, natural da então Província do Rio de Janeiro, falecido no centro da cidade de Além Paraíba, Minas Gerais, em acidente ocorrido no dia 03-12-1930, quarta-feira, às 15 horas, numa grande explosão de material bélico do Comando Revolucionário, e tendo o seu corpo sido sepultado no túmulo de número 12 da família no Cemitério Municipal de Estrela Dalva, Minas Gerais, e de [13] Ercília Curty Feuchard nascida por volta de 1883, na então Província do Rio de Janeiro, casada na vila de São Sebastião do Paraíba, Estado do Rio de Janeiro e falecida no dia 07-07-1922, sexta-feira, em Estrela Dalva, Minas Gerais, onde seu corpo jaz sepultado no jazigo da família; por Lenira Ferraz Stewart, bisneto de [14] Joaquim Junqueira Ferraz – "Quiqui" (02-10-1880—05-12-1967) nascido em Cruzília, Minas Gerais e falecido na cidade do Rio de Janeiro, e de [15] Maria do Carmo Junqueira Ferraz – "Duquinha" (19-01-1883—04-12-1966) nascida em Pirapetinga, Minas Gerais e falecida em Leopoldina, Minas Gerais. Por Gabriel de Andrade Villela, o James Stewart Villela é trineto do fazendeiro [16] Casimiro Villela de Andrade − que era viúvo de Anna de Andrade Penha, filha dos barões de São Tomé: Francisco Gonçalves da Penha e Mariana Benedita de Andrade − e de sua segunda esposa, [17] Cândida Cardoso Villela (Cândida Cardoso Brochado quando solteira); por Arthur Augusto Diniz de Figueiredo Cortes, trineto de [20] José Augusto de Figueiredo Cortes nascido em Barbacena, Minas Gerais por volta de 1821, e de [21] Maria Guilhermina Diniz falecida em 03-06-1862, terça-feira, em Angustura, Minas Gerais; por Anna Esméria Teixeira Cortes, trineto do fazendeiro [22] José Cesário de Figueiredo Cortes (01-06-1828—10-07-1902), natural de São José do Chopotó, atual Alto Rio Doce, Minas Gerais e falecido em Angustura, Minas Gerais, e de [23] Maria Guilhermina Teixeira Cortes (1838—12-03-1900) − Maria Guilhermina Teixeira quando solteira, nascida na sede da fazenda dos Coqueiros, em Conceição da Barra, São João del Rei, Minas Gerais e falecida na sede da fazenda Trindade, em Angustura, Minas Gerais; por Mário de Sá Haygh Stewart, trineto de [24] Harold Haygh Stewart, natural da Inglaterra, e de [25] Emília de Sá Stewart; por Ercília Curty Feuchard, trineto de [26] Frederico Costa Feuchard e de [27] Elvira Maria Curty Feuchard (Elvira Maria Dazon Curty quando solteira), casados no dia 07-01-1882, sábado, em Cantagalo, então Província do Rio de Janeiro, e descendentes de suíços; por Joaquim Junqueira Ferraz, trineto de [28] Salviano Dias Ferraz (05-10-1852—03-11-1918) nascido e falecido em Cristina, Minas Gerais e de [29] Maria José Junqueira Ferraz (06-07-1860—1928) nascida em São Tomé das Letras, Minas Gerais e falecida em Cristina, Minas Gerais; por Maria do Carmo Junqueira Ferraz, trineto de [30] Joaquim Dias Ferraz – "Quinquim" (01-05-1854—21-02-1924) nascido em Cristina, Minas Gerais e falecido em Pirapetinga, Minas Gerais, e de [31] Maria do Carmo de Andrade Junqueira nascida em 25-03-1865, sábado.
VI-1 Mariana de Castro Villela. Nascida em Santo Antônio de Pádua (RJ).
VI-2 Arthur Augusto de Castro Villela. Nascido em Santo Antônio de Pádua (RJ).
VI-3 Ana Luísa de Castro Villela. Nascida em Santo Antônio de Pádua (RJ).
V-2 Luciana Hisse de Castro. Nasceu em Leopoldina, Minas Gerais e casou-se no Distrito de Providência, Município de Leopoldina, com Jovêncio Carlos Moreira da Costa e adotou o nome: Luciana Hisse de Castro Costa. Ele, natural de São José do Vale do Rio Preto, Estado do Rio de Janeiro, filho de Antônio Moreira da Costa e de Maria Renilda Faraco; neto paterno de Juvêncio Moreira da Costa e de Joana Moreira da Costa; neto materno do senhor Humberto e de dona "Nita". O casal se dedica ao comércio e reside na cidade de Juiz de Fora, Minas Gerais.
VI-1 Antônio Carlos Hisse de Castro Costa. Nascido em Juiz de Fora.
VI-2 João Vítor Hisse de Castro Costa. Nascido em Juiz de Fora.
V-3 Samantha Hisse de Castro. Ela é natural da cidade de Além Paraíba, Minas Gerais. Formou-se em Direito no ano de 1999 pela Universidade do Vale do Paraíba em São José dos Campos, Estado de São Paulo. Casou-se em Além Paraíba com Robert Russel Spratt – "Bob" e adotou o nome: Samantha Hisse de Castro Spratt. Ele, natural da cidade de Dixon, Estado de Illinois, Estados Unidos da América, onde passaram a residir desde o final de 2004. Ele, filho legítimo do senhor Russel Spratt e da senhora Nancy Spratt (primeira esposa) e foi criado pela senhora Charlotte Glessner (segunda esposa), todos residentes em Dixon.
A família se transferiu para o Brasil no início de 2012.
VI-1 Anna Maria Castro Spratt. Nascida em Dixon, Estado de Illinois, Estados Unidos da América.
IV-5 Paulo Roberto Hisse de Castro. Engenheiro metalúrgico formado pela Escola de Engenharia Industrial Metalúrgica de Volta Redonda, Estado do Rio de Janeiro, da Universidade Federal Fluminense, e diplomado no dia 15-07-1972. É natural do povoado de São Martinho, Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Estado de Minas Gerais. Foi funcionário da Companhia Siderúrgica Paulista – Cosipa, em Cubatão (SP), onde foi encarregado do setor de aquisição de minérios e viajava muito para Minas Gerais e outros estados brasileiros, e algumas vezes, para países da América do Sul e da Europa, fixando residência na cidade de Santos (SP). Em 1976 ele se casou nesta mesma Cidade com a normalista, Ivani Rocha Galvão, natural de São Paulo (SP), que adotou o nome: Ivani Galvão de Castro. Pela sua experiência, em 1980, ele foi requisitado para prestar seus serviços na Siderbrás, mudando-se então para Brasília (DF). E em 1987, ele foi indicado para dirigir o escritório da Siderbrás em Nova Iorque, nos Estados Unidos da América, para um período de quatro anos que tinha por objetivo favorecer os interesses da siderurgia brasileira, viabilizando a aquisição de produtos de melhor qualidade e menor preço. Nesta época fixou residência com a família em Manhattan, em local bem próximo do referido escritório. No desempenho de suas atribuições ele percorreu quase toda a América do Norte, e visitou diversos países europeus e também a Austrália. Terminado o período nos Estados Unidos da América, no ano de 1991 ele voltou para o Brasil e depois de liberado pela Siderbrás, retornou à Companhia Siderúrgica Paulista – Cosipa, em Cubatão e passou a residir no Bairro Jardins, na Capital Paulista. Mais tarde, deixou a Cosipa e se incorporou à firma industrial dos irmãos em São José dos Campos, Estado de São Paulo, onde continua residindo com a esposa e seus dois filhos.
Eis a ascendência de sua esposa: [1] Ivani Galvão de Castro, é filha legítima de [2] Norberto de Oliveira Galvão (19-04-192116-07-1998) e de sua esposa [3] Roldith Cavalcante Rocha Galvão (13-10-1923―15-05-2001), casada no dia 27-07-1946, sábado, em São Paulo (SP), ambos falecidos em Santos (SP) onde seus corpos jazem sepultados no Cemitério Municipal da Filosofia, no Bairro Saboó; neta paterna de [4] Octaviano Galvão de França nascido em 06-12-1886, segunda-feira, em São Pedro de Piracicaba, atual São Pedro (SP), e de [5] Maria Cândida de Oliveira Galvão (Maria Cândida de Oliveira quando solteira) nascida em 22-09-1894, sábado, em Santana de Parnaíba (SP), e casados em 16-10-1917, terça-feira; neta materna de [6] Raimundo de Souza Rocha e de [7] Maria Cavalcante Rocha – "Quinha", sendo esta natural da cidade de Juazeiro (BA); por Octaviano Galvão de França, bisneta de [8] Norberto Galvão de França, e de sua esposa e sobrinha, [9] Maria Dias de França; por Norberto Galvão de França, trineta de [16] Elias Galvão de França, e de [17] Maria Leme de Sampaio, casados por volta de 1832, em Itu (SP); por Maria Dias de França, trineta de [18] José Galvão de França, fazendeiro em Dois Córregos (SP); por Elias Galvão de França, quarta neta do capitão [32] José Galvão de França, natural de Santana de Parnaíba (SP), e de sua esposa e prima, [33] Maria Josefa de Cerqueira, casados por volta de 1797, em Itu (SP); por Maria Leme de Sampaio, quarta neta do capitão [34] Vicente de Sampaio Góes e de [35] Francisca Soares de Araújo; por José Galvão de França, quarta neta de [16 e 36] Elias Galvão de França e de [17 e 37] Maria Leme de Sampaio, casados em Itu (SP), por volta de 1832; pelo capitão José Galvão de França, quinta neta do sargento-mor [64] José Galvão de França, sendo este natural de Pindamonhangaba (SP), e de [65] Maria Xavier de Barros, casados no ano de 1758 em Santana de Parnaíba (SP) – o sargento-mor José Galvão de França era irmão de Santo Antônio de Santana Galvão canonizado em 11-05-2007 pelo Papa Bento XVI e portanto tio-quinto-avô da Ivani Galvão de Castro; por Maria Josefa de Cerqueira, quinta neta do capitão [66] José Manoel da Fonseca, e de [67] Josefa Maria de Góes; por Vicente de Sampaio Góes, quinta neta de [68] José de Sampaio Góes e de [69] Ana Ferraz de Campos, casados por volta de 1756 em Itu (SP); por Francisca Soares de Araújo, quinta neta do sargento-mor [70] Domingos Dias Leme, e de [71] Isabel de Lara e Morais, casada em 1767 em Sorocaba (SP), e falecida em 1792; por Elias Galvão de França, quinta neta também do capitão [32 e 72] José Galvão de França e de [33 e 73] Maria Josefa de Cerqueira; por Maria Leme de Sampaio, quinta neta também do capitão [34 e 74] Vicente de Sampaio Góes e de [35 e 75] Francisca Soares de Araújo.
V-1 Leonardo Galvão Hisse de Castro. Estudante.
V-2 Pedro Galvão Hisse de Castro. Estudante.
IV-6 Sebastião Nélson Hisse de Castro. Nascido no dia 06-04-1948, terça-feira, às 7 horas e 20 minutos, em São Martinho, Distrito de Providência, Município e Comarca de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, e foi aí batizado na capela de Santa Úrsula no dia 06-06-1948, domingo, pelo Cônego Geraldo Mendes Monteiro (Guarará-MG, 18-08-1920Laranjal-MG, 31-08-1989), tendo como padrinhos os comerciantes Camilo Tito de Araújo e Clarisse Cerqueira de Araújo. Casou-se no dia 05-09-1981, sábado, em Além Paraíba, Minas Gerais, com a normalista Kátia Teixeira da Silva, que adotou o nome: Kátia da Silva Castro. O casal passou então a residir em Betim, Minas Gerais.
A ascendência da esposa: [1] Kátia da Silva Castro é natural de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais e irmã da Suely Teixeira da Silva Castro casada com o José Mauro Hisse de Castro (05-04-194224-07-1991) acima citado no item IV-3, filha legítima do mecânico aposentado, [2] Osmar Pinto da Silva – popularmente conhecido por "Bolacha" nascido em Além Paraíba, Minas Gerais, no dia 01-06-1915, terça-feira, e aí falecido em 22-10-2010, sexta-feira, aos 95 anos, 4 meses e 21 dias de idade e após 69 anos, 11 meses e 16 dias de casado, e de [3] Guiomar Teixeira da Silva, natural de Além Paraíba, Minas Gerais; neta paterna de [4] Oscar Pinto da Silva nascido em 03-09-1888, segunda-feira, e de [5] Isabel Ferreira da Rocha nascida em 26-06-1893, segunda-feira; neta materna de [6] Antônio Teixeira Dias e de [7] Cecília Rosária Dias; por Oscar Pinto da Silva, bisneta de [8] José Pinto da Silva e de [9] Justiniana Pinto da Silva; por Isabel Ferreira da Rocha, bisneta de [10] Francisco Ferreira da Rocha e de [11] Ana Olympia da Rocha.
Sebastião Nélson Hisse de Castro trabalhou inicialmente como motorista e depois como caminhoneiro até o ano de 1986. E desta data em diante mudou com a família para São José dos Campos, Estado de São Paulo, onde passou a trabalhar em sociedade com os irmãos, dirigindo um setor mecânico da fábrica industrial do grupo, e que alguns anos mais tarde ele se aposentou. 
O casal se separou amigavelmente e teve duas filhas e um filho, todos residentes em São José dos Campos, Estado de São Paulo.
Sebastião Nélson Hisse de Castro faleceu na Casa de Caridade Leopoldinense, em Leopoldina, Minas Gerais, no dia 04-10-2010, segunda-feira, às 16 horas e 37 minutos, de parada cardíaca; contava 62 anos, 5 meses e 28 dias de idade. Seu corpo foi sepultado às 16 horas do dia seguinte, no Cemitério Público de Trimonte, Município de Volta Grande, Minas Gerais.
                                                
V-1 Pollyana Silva Castro. Natural de Além Paraíba, Minas Gerais. Ela é formada em Propaganda e Marketing pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas, Estado de São Paulo. Reside em São José dos Campos. Solteira.
V-2 Paola Silva Castro. Natural de São José dos Campos, Estado de São Paulo, onde reside. Solteira.
V-3 Vanor Silva Castro. Natural de São José dos Campos, Estado de São Paulo, onde reside. Estudante, solteiro.
IV-7 Maria das Graças Hisse de Castro. Nascida em São Martinho, Distrito de Providência, Município e Comarca de Leopoldina, Estado de Minas Gerais. Diplomada no curso de Normalista em Recreio, Minas Gerais, no ano de 1972, e no de Letras pela "Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, Professora Nair Fortes Abu Merhy", de Além Paraíba, Minas Gerais, em que optou pelos idiomas, português e inglês. De 1973 até 1976, ela foi professora primária, em Providência, Município de Leopoldina, Minas Gerais. Em 1977, ela se casou em Além Paraíba, com o seu parente e comerciante, Nivaldo João de Castro Pandeló, e adotou o nome: Maria das Graças de Castro Pandeló; passando o casal a residir na Capital Paulista. Ele, nascido em domicílio, situado na fazenda Palmeiras, no Município de Laranjal, Estado de Minas Gerais.
Ascendência do marido: [1] Nivaldo João de Castro Pandeló, filho legítimo de [2] João Nunes Pandeló nascido no dia 22-05-1925, sexta-feira, no Distrito de Tebas, Município de Leopoldina, Minas Gerais, e falecido em 07-02-2005, segunda-feira, em São Paulo (SP), aos 79 anos, 8 meses e 16 dias de idade e após 55 anos, 8 meses e 30 dias de casado, e de [3] Margarida de Castro Pandeló (Margarida de Castro Martins quando solteira) nascida em 22-02-1928, quarta-feira, em domicílio, situado na fazenda São Benedito, no Distrito de Conceição da Boa Vista, Município de Recreio, Minas Gerais, casada em 08-05-1949, domingo, no Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Minas Gerais, e falecida em 01-05-2008, quinta-feira, em São Paulo (SP), aos 80 anos, 2 meses e 9 dias de idade; neto paterno de [4] João Rodrigues Pandeló Filho nascido em 13-02-1897, sábado, no Distrito de São Luís, atual Trimonte, Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais, e falecido em 05-01-1954, terça-feira, aos 56 anos, 10 meses e 23 dias de idade, em Leopoldina, Minas Gerais, onde seu corpo jaz sepultado no Cemitério Nossa Senhora do Carmo, e de [5] Maria Antônia Nunes Martins nascida em 31-03-1903, terça-feira; neto materno de [6] João de Castro Neto – conhecido nos meios familiares por "Filhinho" nascido em 22-04-1905, sábado, no Distrito de Vista Alegre, Município de Cataguases, Minas Gerais, lavrador aposentado, falecido em 04-08-1986, segunda-feira, na cidade de Leopoldina, Minas Gerais, aos 81 anos, 3 meses e 13 dias de idade e após 59 anos, 3 meses e 12 dias de casado, e de [7] Isabel Martins Nunes de Castro (Isabel Nunes Martins quando solteira), nascida no dia 24-05-1909, segunda-feira, em Providência, Município de Leopoldina, Minas Gerais, casada em 23-04-1927, sábado, em Conceição da Boa Vista, no atual Município de Recreio, Minas Gerais, e falecida em 28-10-1992, quarta-feira, aos 83 anos, 5 meses e 4 dias de idade, em Leopoldina, Minas Gerais, onde os corpos do casal se acham sepultados; por João Rodrigues Pandeló Filho, bisneto de [8] João Rodrigues Pandeló, nascido no ano de 1869, em Estreito de Câmara de Lobos, Concelho de Câmara de Lobos, Região Autônoma da Madeira, Portugal, que chegou ao Brasil em 1884 com apenas 14 anos de idade, junto com seu irmão José Rodrigues Pandeló, e que em Minas Gerais, fundaram em Angustura, no Município de Além Paraíba e em São Luís, atual Trimonte, Município de Volta Grande, a Padaria Rodrigues & Rodrigues, sendo que mais tarde, João se dedicou à agricultura e esteve morando em Providência, Município de Leopoldina e que já mais idoso voltou para a sua chácara Pandeló em Angustura, onde faleceu no dia 10-01-1941, sexta-feira, ao meio dia, contando 71 anos de idade (Cartório de Paz e do Registro Civil de Angustura. Livro de óbitos 13-C, folhas 48, termo 1.309), e de [9] Elvira Rodrigues da Silva, nascida por volta de 1878 e falecida viúva de morte natural aos 63 anos de idade, no dia 24-07-1942, sexta-feira, às 20 horas, em domicílio, na sua chácara Pandeló, no Distrito de Angustura (Cartório de Paz e do Registro Civil de Angustura. Livro de óbitos 13-C, folhas 82 verso, termo 1.419), estando ambos os corpos sepultados no Cemitério de Angustura (MG); por Maria Antônia Nunes Martins, bisneto dos espanhóis, [10] Anselmo Nunes de Moraes, fazendeiro nascido em 1876, e [11] Maria Antônia Nunes Martins, nascida em 1881, e que se casaram no dia 11-02-1900, domingo, no Distrito de Angustura, Município de Além Paraíba, Minas Gerais; por João de Castro Neto, bisneto do agricultor [12] João Firmiano de Castro nascido no mês de agosto de 1880, em Trimonte, Município de Volta Grande, Minas Gerais, e falecido aos 43 anos de idade, em 19-06-1924, quinta-feira, em Água Viva, no atual Município de Estrela Dalva, Minas Gerais, tendo o seu corpo sido sepultado no Cemitério Púbico de Trimonte, no atual Município de Volta Grande, Minas Gerais, e de [13] Eponina Eulália de Castro nascida em 15-05-1887, domingo, em Nossa Senhora do Amparo, Município de Barra Mansa, Estado do Rio de Janeiro, casada no dia 16-02-1901, sábado, em Trimonte, com a idade de 13 anos, 9 meses e 1 dia, e que faleceu em 09-01-1965, aos 77 anos, 7 meses e 25 dias de idade e tendo o seu corpo sido sepultado no Cemitério Municipal de Recreio, Minas Gerais; por Isabel Martins Nunes de Castro, bisneto do agricultor [14] Fernando Martins Hernandes nascido em 24-08-1880, terça-feira, e de [15] Antônia Nunes de Moraes, nascida por volta de 1884, na Espanha, e falecida em 04-03-1962, domingo, no Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Minas Gerais, onde seu corpo jaz sepultado no cemitério local; por João Rodrigues Pandeló, trineto de [16] Manoel Rodrigues nascido por volta de 1839 e de [17] Rosa Pestana de Jesus nascida por volta de 1840, ambos naturais da Freguesia de Estreito de Câmara de Lobos, Concelho de Câmara de Lobos, Região Autônoma da Madeira, Portugal, onde eles também se casaram no dia 12-06-1861, quarta-feira, pelas 11 horas da manhã, na igreja paroquial de Nossa Senhora da Graça do Estreito (Freguesia de Estreito de Câmara de Lobos – livro 3.337, folhas 5 verso a 6, registro 07), e que foram aí moradores no sítio do "Cabo do Portão"  nota-se que nenhum dos ascendentes da ilha da Madeira possuem o sobrenome Pandeló e sim o sobrenome Rodriguespor Elvira Rodrigues da Silva, trineto de [18] Vicente Rodrigues da Silva e de [19] Laurentina Reginalda de Jesus; por Anselmo Nunes de Moraes e sua irmã Antônia Nunes de Moraes, trineto dos agricultores [20 e 30] Nemêncio Nunes de Moraes e de [21 e 31] Isabel Moraes Nunes, ambos naturais da Espanha; por Maria Antônia Nunes Martins e seu irmão Fernando Martins Hernandes, trineto dos agricultores [22 e 28] Nicácio Martins e [23 e 29] Margarida Hernandes, ambos naturais da Espanha; por João Firmiano de Castro, trineto do lavrador [24] João Zeferino de Azevedo Castro nascido por volta de 1844, em Magé, na então Província do Rio de Janeiro e falecido no dia 22-05-1935, quarta-feira, em Recreio, Minas Gerais, aos 91 anos de idade, e de [25] Leopoldina de Freitas Castro (Leopoldina Telles de Freitas quando solteira) nascida por volta de 1859, em Angustura, Minas Gerais e casada no dia 21-07-1875, quarta-feira, em Conceição da Boa Vista, Município de Recreio, Minas Gerais; por Eponina Eulália de Castro, trineto de [26] José Augusto Teixeira de Castro nascido em 10-09-1861, terça-feira, na sede do sítio Gratidão, na região onde se formou o Distrito de Providência, no Município de Leopoldina, Minas Gerais, batizado em 16-08-1862, sábado, na ermida da vizinha fazenda Trimonte, e falecido no dia 11-04-1913, sexta-feira, em Barbacena, Minas Gerais, aos 51 anos, 7 meses e 1 dia de idade, e de [27] Eulália Maria da Conceição nascida em 1869, que foi sua namorada antes dele se casar com a Francisca Alminda de Almeida que adotou o nome de Francisca de Almeida Castro após o matrimônio celebrado em 04-09-1886, na igreja de São Sebastião em Leopoldina e que passaram a criar a Eponina Eulália de Castro desde tenra idade. Pelo trisavô Manoel Rodrigues, o Nivaldo João de Castro Pandeló é quarto neto de [32[ João Rodrigues e de [33] Maria Rosa, ambos naturais da Freguesia de Estreito de Câmara de Lobos, Concelho de Câmara de Lobos, Região Autônoma da Madeira, Portugal, onde se casaram em 1839 e aí moradores no sítio do "Cabo do Portão"; pela trisavó Rosa Pestana de Jesus, é quarto neto de [34] João Pestana e de [35] Rosa de Jesus, ambos naturais de Estreito de Câmara de Lobos, ilha da Madeira, Portugal, onde se casaram no ano de 1824; pelos trisavô João Zeferino de Azevedo Castro, é quarto neto dos portugueses [48] Joaquim Antônio Teixeira de Castro (1816/1818―31-01-1893) e de [49] Constança Maria da Conceição falecida por volta de 1855; pela trisavó Leopoldina de Freitas Castro, é quarto neto do português [50] Joaquim José de Freitas e de [51] Maria Joaquina do Espírito Santo nascida no ano de 1841 em Barra Mansa (RJ) e falecida aos 24 anos de idade, em Angustura (MG), no dia 07-05-1865; pelo trisavô José Augusto Teixeira de Castro, é quarto neto também do português [52] Joaquim Antônio Teixeira de Castro (1816/1818―31-01-1893) e da mineira [53] Carolina Augusta de Siqueira Castro falecida em 14-11-1880 na sede do sítio Gratidão, situado na região de Providência (MG); pela trisavó Eulália Maria da Conceição, é quarto neto de [54] João Duarte Nunes e de [55] Eulália Francisca Valadão, agricultores naturais de Arrozal (RJ) e casados em 22-08-1868, em Conceição da Boa Vista (MG). Pelo quarto avô João Rodrigues, o Nivaldo João de Castro Pandeló é quinto neto de [64] pessoa incógnita e de [65] Josefa Maria; pela quarta avó Maria Rosa, é quinto neto de [66] Antônio Gomes e de [67] Francisca Rosa de Jesus, que se casaram em 1810, em Estreito de Câmara de Lobos, ilha da Madeira, Portugal; pela quarta avó Carolina Augusta de Siqueira Castro, é quinto neto de [106] Francisco Antunes de Siqueira e de [107] Francisca Carolina Gonçalves Cortes, agricultores na região de Angustura (MG). Pelo quarto avô João Duarte Nunes, o Nivaldo João de Castro Pandeló é quinto neto dos agricultores [108] João Nunes Duarte e de [109] Ana Maria da Conceição; e pela quarta avó Eulália Francisca Valadão, é quinto neto de [110] José Mendes Valadão e de [111] Francisca Maria da Silva, agricultores em terras onde se formou o atual Distrito de Água Viva, Município de Estrela Dalva (MG).
Nivaldo João de Castro Pandeló e Maria das Graças de Castro Pandeló tiveram um casal de filhos. E residem em São José dos Campos, Estado de São Paulo.
V-1 Júlio Márcio Castro Pandeló. Ele é natural de São Paulo (SP) e formado em Engenharia Elétrica no ano de 2003, pela Universidade do Vale do Paraíba em São José dos Campos (SP). Casou-se em São José dos Campos, com Cíntia Abranches Chelou, que adotou o nome: Cíntia Abranches Chelou de Castro. Ela natural de São José dos Campos, filha legítima de Omar Mamede Chelou e de Marilena Abranches Antunes.
O casal é residente e domiciliado na cidade de São José dos Campos.
VI-1 Gabriel Abanches Castro Pandeló. Nascido em São José dos Campos.
VI-2 Nícolas Abanches Castro Pandeló. Nascido em São José dos Campos.
V-2 Juliana Castro Pandeló. Ela é natural de São Paulo (SP) e formada em Ciências Econômicas no ano de 2002, pela Universidade do Vale do Paraíba em São José dos Campos (SP). Casou-se em São José dos Campos, com Matheus Prince e adotou o nome: Juliana Castro Pandeló Prince. Ele, filho legítimo de Sebastião dos Santos e de Regina Célia Prince.
O casal é residente e domiciliado na cidade de São José dos Campos.
VI-1 Laís Pandeló Prince dos Santos. Nascida em São José dos Campos (SP).
IV-8 Maria Helena Hisse de Castro. Ela nasceu no povoado de São Martinho, Distrito de Providência, Município e Comarca de Leopoldina, Estado de Minas Gerais. Formou-se em 1973 nos cursos de Normalista e Técnica em Contabilidade, na cidade de Recreio (MG). Em 1974, ela ingressou no Magistério do Estado de Minas Gerais e durante três anos lecionou em Providência no Município de Leopoldina, e depois na cidade de Além Paraíba (MG). Em 1978, formou-se em Matemática e em Pedagogia, e depois fez pós-graduação em Latos-Sensus de Didática, pela "Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, Professora Nair Fortes Abu Merhy" de Além Paraíba.
Casou-se no ano de 1977, em Além Paraíba, Minas Gerais, com o seu primo odontologista, doutor José Guilherme Bouhid Hissi e adotou o nome: Maria Helena de Castro Hissi. E continuou residindo em Além Paraíba.
Ascendência do marido. [1] José Guilherme Bouhid Hissi é natural de Nova Friburgo, Estado do Rio de Janeiro, onde se formou em Odontologia pela Faculdade Fluminense; filho legítimo do contador e comerciante [2] Frontin Hissi nascido em 17-10-1921, segunda-feira, em Estrela Dalva, Minas Gerais, e falecido em 10-05-1980, sábado, em Nova Friburgo,  aos 58 anos, 6 meses e 23 dias de idade e após 33 anos, 4 meses e 28 dias de casado, e de [3] Nazira Bouhid Hissi (Nazira Bouhid quando solteira), normalista, nascida em 24-11-1923, sábado, em Volta Grande, Minas Gerais, casada em 12-12-1946, quinta-feira, nesta mesma Cidade e que faleceu viúva, em 11-03-2007, domingo, aos 83 anos, 3 meses e 15 dias de idade, em Nova Friburgo, Estado do Rio de Janeiro, onde residia; neto paterno do comerciante [4] Kalil Hissi (02-01-189012-12-1964) e de [5] Rosa Lattuf Hissi (01-12-189315-12-1954), ambos naturais de Kfar Aamay, Aley, Província do Monte Líbano, República do Líbano, vindo ela a falecer em São Martinho, Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Minas Gerais, e ele na cidade de Volta Grande, Minas Gerais, na casa de seu filho José Hisse; neto materno do comerciante [6] Elias Bouhid (22-02-189002-07-1947) e de [7] Sophia Bouhid, cujo nome de solteira era Sophia Abalen (14-09-189416-01-1978), ambos naturais de Zahlé, Província de Bekaa, República do Líbano, vindo ele a falecer em Volta Grande, Minas Gerais, e ela na cidade do Rio de Janeiro; por Kalil Hissi, bisneto de [8] Isse Khalil Assaf, agricultor, nascido por volta de 1863, e de [9] Najme Mansur nascida por volta de 1867, ambos naturais de Kfar Aamay, Aley, Província do Monte Líbano, República do Líbano, onde também faleceram; por Rosa Lattuf Hissi, bisneto de [10] Habib Lattuf Ilia e de [11] Janne Amin, ambos naturais de Kfar Aamay, Aley, Província do Monte Líbano, República do Líbano, onde se casaram e faleceram, ele em 1900 e ela em 1903; por Elias Bouhid, bisneto de [12] José Bouhid (Youssef Bouhid) nascido em 1850 em Zahlé, Província de Bekaa, República do Líbano e falecido viúvo em 29-12-1928, sábado, em Volta Grande, Minas Gerais, e de sua conterrânea [13] Rosa Chagra (Warde Chagra); por Sophia Bouhid, bisneto de [14] Khalil Abalen e de [15] Rosa Bouhid (Warde Bouhid), ambos naturais de Zahlé, Província de Bekaa, República do Líbano; por Isse Khalil Assaf, trineto de [16] Assaf Isse, natural de Kfar Aamay, Aley, Província do Monte Líbano, República do Líbano, nascido por volta de 1833, pouco mais ou menos – e que ocupou seguidamente, escolhido pelo povo, o cargo de administrador de Kfar Aamay – e que faleceu no ano de 1913, e de sua conterrânea [17] Mariam Assaf (primeira esposa de seus três casamentos), nascida por volta de 1834, sendo estes, adeptos da religião cristã maronita, assim como os seus descendentes que permaneceram no Líbano; por Najme Mansur, trineto dos cristãos maronitas [18] Mansur Abichebeb, natural de Kfar Aamay, Aley, Província do Monte Líbano, República do Líbano, e aí falecido pelo ano de 1900, e de sua conterrânea [19] Mariam Mansur, falecida em 1919, também em Kfar Aamay; por José Bouhid (Youssef Bouhid) e sua irmã Rosa Bouhid (Warde Bouhid), trineto dos cristãos ortodoxos gregos [24 e 30] Elias Bouhid (Ilia Bouhid) e [25 e 31] Bárbara Bouhid (Burbara Bouhid), nascidos e falecidos em Zahlé, Província de Bekaa, República do Líbano; por Rosa Chagra (Warde Chagra), trineto dos cristãos ortodoxos gregos [26] João Chagra (Hanna Chagra) e [27] Maria Chagra (Mariam Chagra), nascidos e falecidos em Zahlé, Província de Bekaa, República do Líbano.
Maria Helena de Castro Hissi depois de quinze anos deixou o magistério e se transferiu com a família, de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, para São José dos Campos, Estado de São Paulo, mais precisamente, no dia 10-07-1991; passando ela a trabalhar como diretora em firma industrial e o marido no gabinete dentário que instalou na cidade. Em 2005, ela se formou em Psicanálise pelo CINPP – Centro de Investigação em Psicanálise e Psicossomática de São José dos Campos, Estado de São Paulo; e depois de trabalhar como estagiária em hospitais locais montou o seu próprio gabinete de trabalho. Atualmente ela e o marido desempenham suas funções profissionais no mesmo prédio, no Jardim São Dimas, em São José dos Campos.
V-1 Gustavo de Castro Hissi. É natural de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. Reside e trabalha em São José dos Campos, Estado de São Paulo, onde se formou em Curso Técnico de Eletrônica pela Escola Técnica Professor Everardo Passos e também em Engenharia Elétrica pela Universidade do Vale do Paraíba (2003). Casou-se em São José dos Campos, com a bacharela em Direito, Quéssia Elaine Assis Luz, que adotou o nome: Quéssia Elaine Luz Hissi. Ela é filha de Mauro Cagnoni Luz e de Solange de Assis Cândida.
VI-1 José Mauro Hissi. Nascido em São José dos Campos, Estado de São Paulo.
V-2 Marcelo de Castro Hissi. Nasceu em Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. Reside e trabalha em São José dos Campos, Estado de São Paulo, onde se formou em Curso Técnico de Eletrônica pela Escola Técnica Professor Everardo Passos e em Administração de Empresas e Negócios em 2003, pela Universidade do Vale do Paraíba.
Reside em união consensual estável com Rute Angélica da Silva, natural de São José dos Campos, filha de Joaquim Expedito da Silva e de Regina Aparecida.
V-3 Aline de Castro Hissi. Residente em São José dos Campos, Estado de São Paulo. Solteira.
V-4 Camila de Castro Hissi. Residente em São José dos Campos, Estado de São Paulo. Solteira.
IV-9 Antônio Márcio Hisse de Castro. Industrial e administrador de Empresas e Negócios, nascido no dia 05-02-1954, sexta-feira, às 20 horas e 25 minutos, em São Martinho, Distrito de Providência, Município e Comarca de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, e aí batizado em 08-08-1954, domingo, na capela de Santa Úrsula, pelo Padre holandês Bernardo van de Vem ‒ ofm, sendo seus padrinhos, os tios: Oswaldo Vasques de Castro e Maria José Junqueira de Castro. Casou-se no dia 03-01-1981, sábado, em Além Paraíba, Minas Gerais, com a funcionária do Instituto Nacional de Previdência Social, Rita Celeste Vieira Cordeiro, que adotou o nome: Rita Celeste Cordeiro de Castro; esta nascida em 16-03-1955, quarta-feira, em Além Paraíba, Minas Gerais e batizada no dia seguinte, 17-03-1955, quinta-feira, na igreja de Nossa Senhora da Conceição, em Sumidouro, Estado do Rio de Janeiro. O casal fixou residência em São José dos Campos, Estado de São Paulo.
A Rita Celeste Cordeiro de Castro era formada no curso de Normalista (1975), pelo Colégio Santos Anjos de Além Paraíba; e completou em 1978 nesta mesma Localidade, os cursos de Licenciatura Plena e de Matemática, na "Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, Professora Nair Fortes Abu Merhy". Ela faleceu em 17-05-1995, quarta-feira, no Hospital Albert Einstein, em São Paulo (SP), depois de alguns dias em estado de coma, em decorrência de infecção causada por fungos de pombo; contava 40 anos, 2 meses e 1 dia de idade e 14 anos 4 meses e 14 dias de casada; e seu corpo jaz sepultado no Cemitério Horto São Dimas, em São José dos Campos, Estado de São Paulo. Eles tiveram um casal de filhos.
Ascendentes da esposa: [1] Rita Celeste Cordeiro de Castro era filha legítima de [2] Paulo Pinheiro Cordeiro, fiscal de rendas do Estado do Rio de Janeiro e exímio cruzadista, nascido em 11-01-1926, segunda-feira, em Sumidouro, Estado do Rio de Janeiro, onde foi batizado anos mais tarde, no dia 14-07-1935, domingo, na igreja de Nossa Senhora da Conceição e que faleceu em 05-04-1973, quinta-feira, aos 47 anos, 3 meses e 25 dias de idade, na cidade de Além Paraíba, Minas Gerais, e de [3] Maria Vieira Cordeiro (23-11-192312-11-2012) nascida em domicílio, na fazenda Pamparrão, no Município de Sumidouro, Estado do Rio de Janeiro, onde também se casou e que faleceu em São José dos Campos (SP), aos 88 anos, 11 meses e 20 dias de idade, tendo o seu corpo sido sepultado junto ao do marido no Cemitério Municipal de Além Paraíba (MG); neta paterna de [4] Presciliano Mendes Cordeiro (04-01-190617-09-1962), funcionário da Justiça do Estado do Rio de Janeiro, nascido e falecido em Sumidouro, Estado do Rio de Janeiro, e de [5] Antônia Pinheiro Cordeiro (Antônia Almada Pinheiro quando solteira) nascida em 24-03-1904, quinta-feira, em Sumidouro, Estado do Rio de Janeiro e falecida em 21-01-1960, quinta-feira, em Niterói; neta materna do lavrador [6] Waldemar da Silva Souza e de [7] Maria José de Souza (Maria José Santos quando solteira) residentes em domicílio situado na fazenda Pamparrão pertencente à senhora Alexandra Schwenk, que foi a mãe de criação da Maria Vieira Cordeiro; por Presciliano Mendes Cordeiro, bisneta de [8] Narciso Soares Cordeiro nascido em 24-06-1871, sábado, na Freguesia de Nossa Senhora da Conceição do Paquequer, atual Sumidouro, Estado do Rio de Janeiro, e de sua conterrânea [9] Júlia Mendes Cordeiro nascida em 28-12-1873, domingo; por Antônia Pinheiro Cordeiro, bisneta de [10] Joaquim Alves Pinheiro, natural de Duas Barras, Estado do Rio de Janeiro, e de [11] Brasília Almada Pinheiro; por Waldemar da Silva Souza, bisneta de [12] Alcino Vieira de Souza e de [13] Adelina Felícia de Souza (Adelina Felícia da Silva quando solteira); por Maria José de Souza, bisneta de [14] Alberto de Silva Santos e de [15] Francisca Hermínia da Silva Santos.
                                      
V-1 Maria Clara Cordeiro de Castro. Natural da cidade de Além Paraíba, Minas Gerais e advogada formada pela Universidade do Vale do Paraíba. Casou-se em São José dos Campos, Estado de São Paulo, com Gustavo Ramos de Almeida e adotou o nome: Maria Clara Cordeiro de Castro Almeida. Ele, filho de Mauro Antônio Pereira de Almeida e de Eugênia Maria Ramos.
Casal residente e domiciliado em São José dos Campos.
VI-1 Maria Rita Cordeiro de Castro Almeida. Nascida em São José dos Campos, Estado de São Paulo.
VI-2 Maria Júlia Cordeiro de Castro Almeida. Nascida em São José dos Campos, Estado de São Paulo.
V-2 Antônio Márcio Cordeiro de Castro. É natural de Além Paraíba, Minas Gerais. Reside e estuda em São José dos Campos, Estado de São Paulo. Solteiro.
IV-9 Antônio Márcio Hisse de Castro estando viúvo consorciou-se no quarto trimestre de 1997, em união consensual estável, com Daniela de Souza Monteiro, formada em Administração de Empresas e Negócios, natural de São José dos Campos, Estado de São Paulo. Esta, filha legítima de Antônio Monteiro de Souza e de Célia de Souza Monteiro, natural de Paraisópolis, Minas Gerais e professora em São José dos Campos.
Antônio Márcio Hisse de Castro faleceu no dia 22-06-2006, quinta-feira, às 3 horas e 30 minutos da madrugada, de infarto do miocárdio; contava 52 anos, 4 meses e 17 dias de idade e seu corpo foi sepultado no dia seguinte, às 9 horas, na quadra 4, setor 8, jazigo 36 do Cemitério Horto São Dimas, em São José dos Campos. Ele deixou um casal de filhos desta união.
V-3 Gabriela Monteiro de Castro. Natural de São José dos Campos.
V-4 Rafael Monteiro de Castro. Natural de São José dos Campos.
IV-10 Maria Julieta Hisse de Castro. Ex-bancária e comerciante, nascida em São Martinho, Distrito de Providência, Município e Comarca de Leopoldina, Estado de Minas Gerais; e tendo sido aí também batizada na capela de Santa Úrsula. Completou o curso de Normalista no Colégio Santos Anjos, em Além Paraíba, Minas Gerais. Em 1978 mudou-se para Belo Horizonte (MG) e em 1979 transferiu-se para São Paulo (SP), onde passou a trabalhar no Banco Maisonnave, na agência da Avenida Paulista e depois no Banco Auxiliar S/A, na Avenida Santo Amaro, no Bairro Vila Nova Conceição. Nessa época fez o curso de Artes Cênicas, na Faculdade Marcelo Tupinambá, na Capital Paulista; e iniciou um curso de Psicologia em Mogi das Cruzes, que interrompeu depois de um ano.
Casou-se no ano de 1986 em Além Paraíba, Minas Gerais, com o seu primo, o bioquímico Elias Augusto Bouhid Hissi, e adotou o nome: Maria Julieta de Castro Hissi. Ele, natural de Nova Friburgo, Estado do Rio de Janeiro e irmão do José Guilherme Bouhid Hissi acima citado no item IV-8. O casal é residente na cidade do Rio de Janeiro e dedica-se ao comércio de antenas parabólicas.
Ascendência do marido: [1] Elias Augusto Bouhid Hissi é ex-funcionário da empresa norte-americana denominada Schering Medicamentos Farmacêuticos, situada no bairro de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro (RJ), e esteve fazendo estágio na mesma empresa em Porto Rico. Ele é filho legítimo do comerciante e contador [2] Frontin Hissi nasceu em 17-10-1921, segunda-feira, em Estrela Dalva (MG) e faleceu em 10-05-1980, sábado, em Nova Friburgo (RJ), aos 58 anos, 6 meses e 23 dias de idade, após 33 anos, 4 meses e 28 dias de casado, e de [3] Nazira Bouhid Hissi (Nazira Bouhid quando solteira), normalista, nascida em 24-11-1923, sábado, em Volta Grande (MG), onde se casou em 12-12-1946, quinta-feira e que faleceu viúva, em 11-03-2007, domingo, em Nova Friburgo (RJ), onde residia, aos 83 anos, 3 meses e 15 dias de idade; neto paterno do comerciante [4] Kalil Hissi (02-01-189012-12-1964) e de [5] Rosa Lattuf Hissi (01-12-189315-12-1954), ambos naturais de Kfar Aamay, Aley, Província do Monte Líbano, República do Líbano, tendo ela falecido em São Martinho, Distrito de Providência, Município de Leopoldina (MG), e ele em Volta Grande (MG), na casa de seu filho José Hisse, estando os corpos de ambos sepultados no Cemitério São Sebastião, em Volta Grande; neto materno do comerciante [6] Elias Bouhid (22-02-189002-07-1947) e de [7] Sophia Bouhid, cujo nome de solteira era Sophia Abalen (14-09-189416-01-1978), ambos naturais de Zahlé, Província de Bekaa, República do Líbano, tendo ele falecido em Volta Grande (MG) e ela na cidade do Rio de Janeiro (RJ), e estando os corpos de ambos sepultados no Cemitério São Sebastião, em Volta Grande. Por Kalil Hissi, o Elias Augusto Bouhid Hissi é bisneto de [8] Isse Khalil Assaf, agricultor, nascido por volta de 1863, e de [9] Najme Mansur nascida por volta de 1867, ambos em Kfar Aamay, Aley, Província do Monte Líbano, República do Líbano, onde também faleceram; por Rosa Lattuf Hissi, é bisneto de [10] Habib Lattuf Ilia e de [11] Janne Amin, ambos naturais de Kfar Aamay, Aley, Província do Monte Líbano, República do Líbano, onde se casaram e faleceram, ele em 1900 e ela em 1903; por Elias Bouhid, é bisneto de [12] José Bouhid (Youssef Bouhid) nascido em 1850 em Zahlé, Província de Bekaa, República do Líbano e falecido viúvo em 29-12-1928, sábado, em Volta Grande, Minas Gerais, e de sua conterrânea [13] Rosa Chagra (Warde Chagra); por Sophia Bouhid, é bisneto de [14] Khalil Abalen e de [15] Rosa Bouhid (Warde Bouhid), ambos naturais de Zahlé, Província de Bekaa, República do Líbano. Por Isse Khalil Assaf, o Elias Augusto Bouhid Hissi é trineto de [16] Assaf Isse, natural de Kfar Aamay, Aley, Província do Monte Líbano, República do Líbano, que nasceu por volta de 1833, pouco mais ou menos  e ocupou seguidamente, por escolha popular, o cargo de administrador desta referida Localidade  e que faleceu no ano de 1913, e de sua conterrânea [17] Mariam Assaf (primeira esposa de seus três casamentos), esta nascida por volta de 1834, sendo estes, adeptos da religião cristã maronita, assim como os seus descendentes e ascendentes que permaneceram no Líbano; por Najme Mansur, é trineto de [18] Mansur Abichebeb, natural de Kfar Aamay, Aley, Província do Monte Líbano, República do Líbano, e aí falecido pelo ano de 1900, e de sua conterrânea [19] Mariam Mansur falecida no ano de 1919, também na mesma Localidade; por José Bouhid (Youssef Bouhid) e sua irmã Rosa Bouhid (Warde Bouhid), trineto dos cristãos ortodoxos gregos [24 e 30] Elias Bouhid (Ilia Bouhid) e [25 e 31] Bárbara Bouhid (Burbara Bouhid), nascidos e falecidos em Zahlé, Província de Bekaa, República do Líbano; por Rosa Chagra (Warde Chagra), é trineto dos cristãos ortodoxos gregos [26] João Chagra (Hanna Chagra) e [27] Maria Chagra (Mariam Chagra), nascidos e falecidos em Zahlé, Província de Bekaa, República do Líbano.
V-1 Matheus de Castro Hissi.
IV-11 Maria de Fátima Hisse de Castro. Nasceu no povoado de São Martinho, Distrito de Providência, Município e Comarca de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, e foi aí batizada na capela de Santa Úrsula. Morou na cidade de Recreio (MG) e depois em Além Paraíba (MG), onde fez o curso de Normalista no Colégio Santos Anjos e o de Pedagogia, na "Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, Professora Nair Fortes Abu Merhy". Casou-se no ano de 1980 em Além Paraíba, Minas Gerais, com Luiz Augusto Silva Santos, natural desta mesma Cidade e adotou o nome: Maria de Fátima Castro Santos. Ele formado em Matemática e bancário em Além Paraíba, onde permaneceram residindo até o final do ano de 1985, quando se transferiram para São José dos Campos, Estado de São Paulo, onde fixaram residência e passaram a trabalhar como diretores administrativos em firma industrial.
Ascendência do marido: [1] Luiz Augusto Silva Santos é filho legítimo de [2] Hildo Santos (04-02-193031-10-2008), ferroviário aposentado, nascido em Além Paraíba (MG) e falecido em São José dos Campos (SP), aos 78 anos, 8 meses e 27 dias de idade, após 54 anos, 4 meses e 5 dias de casado, e de sua conterrânea [3] América Silva Santos (América Baeta da Silva quando solteira) residente em São José dos Campos, Estado de São Paulo; neto paterno do ferroviário [4] Waldemiro Santos (14-04-189922-08-1986) nascido em Além Paraíba, Minas Gerais, onde faleceu viúvo aos 87 anos, 4 meses e 8 dias de idade, e de sua conterrânea [5] Eugênia de Oliveira Santos (Eugênia dos Santos Oliveira quando solteira) nascida em 01-11-1900, quinta-feira, e falecida em 24-03-1976, quarta-feira, em Além Paraíba, aos 75 anos, 4 meses e 23 dias de idade, estando os seus corpos sepultados no Cemitério Municipal de Além Paraíba; neto materno de [6] Joaquim Silva nascido em 28-05-1904, sábado, às 4 horas da madrugada, em Além Paraíba (MG) e de [7] Leopoldina Baeta da Silva; por Waldemiro Santos, bisneto de [8] Arthur de Souza Santos e de [9] Henriqueta Olívia da Conceição; por Eugênia de Oliveira Santos, bisneto do mineiro [10] Conceição de Oliveira e Silva, e da fluminense [11] Donária Júlia de Oliveira, casados em Natividade de Carangola, atual Natividade (RJ); por Joaquim Silva, bisneto de [12] Pessoa incógnita e de [13] Victoriana Silva; por Henriqueta Olívia da Conceição, trineto de [18] Isidoro .......... e de [19] Olívia da Conceição; por Conceição de Oliveira e Silva, trineto de [20] Manuel Francisco de Oliveira Leite e de [21] Maria José do Carmo; por Donária Júlia de Oliveira, trineto de [22] José Gomes Henriques e de [23] Rosa Mariana Henriques; e por Victoriana Silva, trineto de [27] Paulina Silva.
V-1 Bruno Castro Santos. Ele é natural de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. Em São José dos Campos, Estado de São Paulo onde reside, fez o Curso Técnico de Eletrônica na Escola Técnica Professor Everardo Passos e no ano de 2004 se formou em Engenharia Elétrica pela Universidade do Vale do Paraíba. É funcionário em firma industrial. Casou-se em São José dos Campos com Priscila Capucci, filha legítima de Adílson Capucci e de Rosângela Victória Capucci.
V-2 Thiago de Castro Santos. Ele é natural de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. Em São José dos Campos, Estado de São Paulo fez Curso Técnico de Eletrônica na Escola Técnica Professor Everardo Passos, e no ano de 2006 se formou em Publicidade e Propaganda pela Universidade do Vale do Paraíba. É bancário em São José dos Campos, onde se casou com sua prima Sílvia Rezende Castro, que adotou o nome: Sílvia Rezende Castro Santos.
Ascendência da esposa: [1] Sílvia Rezende Castro Santos é natural de Juiz de Fora, Minas Gerais; e bacharela em Direito pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Vale do Paraíba, de São José dos Campos; ela é filha legítima de [2] Luiz Fernando Hisse de Castro, funcionário público aposentado do Estado de Minas Gerais, e de [3] Célia Rezende Castro (Célia Monteiro de Rezende quando solteira e após a separação); neta paterna de [4] Vanor Vasques de Castro (02-12-1915—12-04-1975), natural do Distrito de Água Viva, no atual Município de Estrela Dalva (MG) e falecido na cidade de Recreio (MG), e de [5] Julieta Hisse de Castro (26-02-1923—15-09-1980) − Julieta Lattuf Hissi quando solteira, natural de Estrela Dalva (MG), casada em 23-02-1938, quarta-feira, na sede da fazenda da Pedra, no Distrito de Água Viva, no atual Município de Estrela Dalva (MG) e falecida em Além Paraíba (MG); neta materna dos agricultores [6] Antônio Monteiro de Rezende (22-05-1903—15-12-1967) e [7] Corina Francisca de Rezende (09-03-190413-07-1981) , que foram proprietários do sítio Palmital, em Arraial dos Montes, Município de Leopoldina (MG) e que faleceram em Leopoldina (MG). Por Vanor Vasques de Castro, a Sílvia Rezende Castro Santos é bisneta de [8] Luiz Augusto Teixeira de Castro (01-06-1867—03-12-1935) nascido na sede do antigo sítio Gratidão, nas proximidades do local onde se formou o Distrito de Providência, no Município e Comarca de Leopoldina (MG) e falecido na sede da fazenda da Pedra, em Água Viva, no atual Município de Estrela Dalva (MG), e de [9] Julieta Vasques de Castro (09-07-1878—28-01-1943) − Julieta Vasques de Miranda quando solteira, nascida em Água Viva (MG) onde também se casou em 08-07-1899, sábado, e que faleceu em Recreio (MG); por Julieta Hisse de Castro, bisneta de [10] Kalil Hissi (02-01-1890—12-12-1964), natural do Líbano e falecido na cidade de Volta Grande (MG), e de sua conterrânea [11] Rosa Lattuf Hissi (01-12-1893—15-12-1954) − Warde Lattuf no Líbano, falecida em São Martinho, Distrito de Providência, Município de Leopoldina (MG); por Antônio Monteiro de Rezende, bisneta de [12] João Baptista Monteiro de Rezende e de [13] Josephina Monteiro de Rezende casados em Tiradentes (MG) e agricultores em Arraial dos Montes, Município de Leopoldina; por Corina Francisca de Rezende, bisneta dos agricultores [14] José Monteiro de Rezende Sobrinho e [15] Maria do Carmo Rezende. Por Luiz Augusto Teixeira de Castro, a Sílvia Rezende Castro Santos é trineta do português [16] Joaquim Antônio Teixeira de Castro falecido aos 76 anos de idade, no dia 31-02-1893, terça-feira, no Distrito de São Luiz, atual Trimonte, Município de Volta Grande (MG), e de [17] Carolina Augusta de Siqueira Castro falecida no dia 14-11-1880, domingo, na sede do sítio Gratidão, em Providência, Município e Comarca de Leopoldina (MG); por Julieta Vasques de Castro, é trineta do espanhol [18] José Bento Vasques de Miranda (01-11-1833—21-12-1915), natural da Galiza e falecido na sede da fazenda Santo Antônio, no Distrito de Trimonte, no atual Município de Volta Grande (MG), e de [19] Rosa Luiza de Menezes Vasques (1845—18-08-1927) falecida no Distrito de Água Viva, no atual Município de Estrela Dalva (MG); por Kalil Hissi, é trineta dos libaneses [20] Isse Khalil Assaf e [21] Najme Mansur falecidos no Líbano; por Rosa Lattuf Hissi, é trineta dos libaneses [22] Habib Lattuf Ilia falecido em 1900 e [23] Janne Amin falecida em 1903, ambos no Líbano; por João Baptista Monteiro de Rezende e seu irmão José Monteiro de Rezende Sobrinho, é trineta de [24 e 28] Marcos Monteiro de Rezende e de [25 e 29] Amélia Francisca Monteiro de Rezende (Amélia Francisca Ribeiro da Silva quando solteira); por Josephina Monteiro de Rezende, é trineta de [26] José Monteiro de Rezende e de [27] Messias Rezende Mendonça nascida em 05-03-1851, quarta-feira, em São João del Rei (MG); por Maria do Carmo Rezende, é trineta do comendador [30] Domiciano Monteiro de Rezende e de sua segunda esposa [31] Maria José Lara de Rezende (Maria José Lara quando solteira).
VI-1 João Pedro Rezende Castro Santos. Nascido em São José dos Campos (SP).
V-3 Ana Paula de Castro Santos. Residente em São José dos Campos, Estado de São Paulo. Solteira.
V-4 Mariana de Castro Santos. Residente em São José dos Campos, Estado de São Paulo. Estudante. Solteira.
IV-12 Rita de Cássia Hisse de Castro. Engenheira química, natural de São Martinho, Distrito de Providência, Município e Comarca de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, tendo sido aí também batizada na capela de Santa Úrsula. Morou em Recreio (MG) e depois na Capital Paulista, onde trabalhou em firma indústrial. Casou-se em Além Paraíba (MG), com Sérgio Pereira de Moraes e adotou o nome: Rita de Cássia Hisse de Castro Moraes.
Ascendência do marido: [1] Sérgio Pereira de Moraes nascido na Vila de Jamapará, Município e Comarca de Sapucaia, Estado do Rio de Janeiro, filho legítimo de [2] Simplício Teixeira de Moraes nascido em 04-10-1928, quinta-feira, em Santo Antônio do Aventureiro (MG), e de [3] Alice Pereira de Moraes (Alice Pereira Ramiro quando solteira) nascida em 18-03-1935, segunda-feira, no Distrito de Angustura, Município de Além Paraíba (MG), casada em Jamapará, Estado do Rio de Janeiro, no dia 14-09-1957, sábado, e falecida no dia 20-04-2006, quinta-feira, aos 71 anos, 1 mês e 2 dias de idade; neto paterno do lavrador [4] Jair Ferreira de Moraes nascido em 13-01-1904, quarta-feira, e de [5] Nair Teixeira de Rezende nascida em 10-11-1904, quinta-feira, sendo ambos naturais de Santo Antônio do Aventureiro (MG), onde também se casaram em 29-10-1925, quinta-feira; neto materno de [6] Sebastião Ramiro e de [7] Maria Pereira Ramiro, agricultores em Angustura, Município de Além Paraíba (MG); por Jair Ferreira de Moraes, bisneto de [8] Simplício Dutra de Moraes nascido no dia 23-08-1877, quinta-feira, em Santo Antônio do Aventureiro (MG), e de [9] Guilhermina Ferreira de Moraes, cujo nome de solteira era Guilhermina Cerqueira Ferreira (1877/1878—30-10-1940), falecida em Santo Antônio do Aventureiro (MG); por Nair Teixeira de Rezende, bisneto do agricultor [10] Pedro Teixeira de Rezende e de [11] Emília Dutra de Moraes; por Sebastião Ramiro, bisneto de [12] Ramiro de Souza e de [13] Emília Cândida Neto, lavradores em Angustura, Município de Além Paraíba (MG); por Maria Pereira Ramiro, bisneto dos agricultores [14] Manuel Joaquim Pereira e [15] Virgínia Vitorato; por Simplício Dutra de Moraes, trineto de [16] Francisco Dutra de Oliveira Moraes e de sua esposa, [17] Miquelina Dutra de Moraes (1847/1848—28-08-1928), ambos nascidos e falecidos em Santo Antônio do Aventureiro (MG); por Guilhermina Ferreira de Moraes, trineto dos agricultores [18] José Carlos Ferreira e [19] Ana Joaquina de Cerqueira; por Pedro Teixeira de Rezende, trineto de [20] Miguel José Teixeira de Rezende e de [21] Luiza Tereza de Nazareth; por Emília Dutra de Moraes, trineto de [22] Francisco Dutra de Moraes nascido em Santo Antônio do Aventureiro (MG) e batizado em 18-01-1846, domingo, em Angustura (MG), e de [23] Joaquina Antônia dos Santos; por Francisco Dutra de Oliveira Moraes, quarto neto de [32] Claudiano Dutra de Moraes e de [33] Ana Cândida de Jesus, proprietários das fazendas Córrego Grande e Santana, em Santo Antônio do Aventureiro (MG); por Miquelina Dutra de Moraes, quarto neto de [34] Manoel Dutra de Moraes; por Claudiano Dutra de Moraes, quinto neto de [64] Francisco Dutra de Moraes (1768—1824) e de [65] Antônia Maria do Rosário; por Ana Cândida de Jesus, quinto neto de [66] Francisco Antônio Gomes e de [67] Tereza Maria de Jesus.
O casal Sérgio Pereira de Moraes e Rita de Cássia Hisse de Castro Moraes em 1992 mudou-se da cidade de São Paulo para São José dos Campos, onde reside. Eles trabalham em firma industrial.
V-1 Luiz Felipe Hisse de Castro Moraes. Natural de São José dos Campos, Estado de São Paulo. Estudante de Medicina.
V-2 Ana Carolina Hisse de Castro Moraes. Natural de São José dos Campos, Estado de São Paulo.
IV-13 Vanor José Hisse de Castro. Nasceu em São Martinho, Distrito de Providência, Município e Comarca de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, e foi aí também batizado na capela de Santa Úrsula. Ele se casou em São José dos Campos, Estado de São Paulo, com Niura da Silva Neves, que adotou o nome de Niura da Silva Neves Hisse de Castro.
Ascendência da esposa: [1] Niura da Silva Neves Hisse de Castro, ex-bancária em São José dos Campos (Banco Itaú e depois Banco Geral do Comércio), natural de Vargem Alegre (MG), é filha legítima do agricultor [2] Sebastião Neves de Almeida nascido em 09-07-1923, segunda-feira, em Vargem Grande (MG) e aí residente, e de sua segunda esposa [3] Elvira de Souza Araújo nascida em 14-06-1930, sábado, em Vargem Alegre (MG), onde se casou em 18-03-1951, domingo, e que faleceu em São José dos Campos (SP), no dia 11-03-2012, domingo, aos 81 anos, 8 meses e 26 dias de idade, após 60 anos, 11 meses e 22 dias de casada  já o Sebastião Neves de Almeida fora casado na primeira vez com Maria Zulema Garcia Mendes, que faleceu em Vargem Grande (MG) no dia 15-11-1948, segunda-feira. A Niura da Silva Neves Hisse de Castro é neta paterna de [4] Manoel da Costa Neves e de [5] Maria Nunes de Almeida, esta falecida no dia 24-03-1987, terça-feira, ambos naturais também de Vargem Alegre (MG); é neta materna de [6] Argemiro da Silva Araújo, natural de Manhuaçu (MG) e que faleceu no dia 09-11-1937, terça-feira, e de [7] Sebastiana Cândida de Souza, natural de Carangola (MG) e falecida no ano de 1937, em Vargem Alegre (MG). Por Argemiro da Silva Araújo, a Niura da Silva Neves Hisse de Castro é bisneta de [12] Francisco de Paula Souza e Silva e de [13] Maria José de Araújo, ambos naturais de Manhuaçu (MG); e por Sebastiana Cândida de Souza, é bisneta de [14] João Dias Damasceno e de [15] Virgínia Cândida de Souza, ambos naturais de Carangola (MG).
O casal reside em São José dos Campos, Estado de São Paulo.
V-1 Júlia Neves Hisse de Castro. Natural de São José dos Campos, Estado de São Paulo.
V-2 Marina Neves Hisse de Castro. Natural de São José dos Campos, Estado de São Paulo.
V-3 Vívian Neves Hisse de Castro. Natural de São José dos Campos, Estado de São Paulo.
IV-14 Marco Antônio Hisse de Castro. Bacharel em Direito formado no ano de 2006, em São José dos Campos (SP), pela Universidade do Vale do Paraíba. Nascido em Volta Grande, Estado de Minas Gerais; e batizado na capela de Santa Úrsula, em São Martinho, Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Minas Gerais.
Ele se casou em São José dos Campos (SP), com Adriane Clementino Brizola, que adotou o nome: Adriane Brizola Hisse de Castro. Ela, formada em Informática, nascida em Siqueira Campos, Estado do Paraná; filha legítima do fuzileiro naval [2] Moacyr Ramos Brizola nascido em 28-03-1938, segunda-feira, em Ourinhos (SP) e falecido em 12-10-1970, segunda-feira, em Siqueira Campos (PR), aos 32 anos, 6 meses e 14 dias de idade, e de [3] Rosalina Clementino Brizola (Rosalina Clementino de Souza quando solteira), natural de Natal (RN); neta paterna de [4] Moupir Brizola, natural do Estado do Paraná, e de [5] Elisa Ramos Brizola, natural de Siqueira Campos (PR), comerciantes que foram proprietários de uma panificadora em Ourinhos (SP); neta materna de [6] José de Souza e de [7] Maria Clementino de Araújo, estabelecidos no Estado do Rio Grande do Norte.
O Marco Antônio Hisse de Castro e Adriane Brizola Hisse de Castro, residem em São José dos Campos, onde ele é funcionário de firma industrial.
Marco Antônio Hisse de Castro se dedica há muitos anos ao radioamadorismo (prefixo PY2MHC  São José dos Campos).
V-1 Sophia Brizola Hisse de Castro. Natural de São José dos Campos.
V-2 Lucas Brizola Hisse de Castro. Natural de São José dos Campos.
III-9 Lea Vasques de CastroFilha caçula e última neta do patriarca Joaquim Antônio Teixeira de Castro; nascida no dia 06-08-1917, segunda-feira, às 2 horas da madrugada, na sede da fazenda da Pedra, no Distrito de Espírito Santo de Água Limpa, atual Água Viva, Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais. Casou-se na cidade de Recreio (MG), no dia 01-02-1937, segunda-feira, com o agricultor Orcy Theodoro de Cerqueira e adotou o nome: Lea Vasques de Castro Cerqueira. Ele nascido no dia 15-05-1910, domingo, em Muriaé, Estado de Minas Gerais, filho legítimo dos fazendeiros Antônio Cândido de Cerqueira e Antônia Theodora de Cerqueira. O casal após o casamento passou a residir em Vermelho, Município de Muriaé (MG), até ano de 1947, quando se transferiu com os filhos para Araxans, no Município de Presidente Bernardes, Estado de São Paulo. Eles tiveram onze filhos.
Lea Vasques de Castro Cerqueira faleceu em Presidente Bernardes, Estado de São Paulo, no dia 21-03-1996, quinta-feira, aos 78 anos, 7 meses e 15 dias de idade, após 59 anos, 1 mês e 20 dias de casada. E o Orcy Theodoro de Cerqueira faleceu no dia 31-03-2002, domingo, aos 91 anos, 10 meses e 16 dias de idade. Seus corpos jazem sepultados no Cemitério Municipal de Presidente Bernardes (SP).
      
IV-1 Lúcia de Castro Cerqueira. Natural de Muriaé, Estado de Minas Gerais. Casou-se com o professor Dirceu Roberto e adotou o nome: Lúcia de Castro Cerqueira Roberto. Ela foi professora de português na Escola Estadual "Alferes Mário Pedro Vercellino", em Boituva, Estado de São Paulo.
Eles residem em Sorocaba, Estado de São Paulo.
V-1 Marisa Cerqueira Roberto. Casou-se na família Domingues e adotou o nome: Marisa Cerqueira Roberto Domingues. São residentes em Sorocaba, Estado de São Paulo.
V-2 Eduardo Cerqueira Roberto. Residente em Sorocaba, Estado de São Paulo.
V-3 Telma Cerqueira Roberto. Desportista praticante de "mountain bike". É casada com o publicitário Fábio Malafaia Farinha. Eles são residentes e domiciliados em Sorocaba, Estado de São Paulo.
V-4 Regina Cerqueira Roberto. É Funcionária da Agência Nacional de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia. Casou-se com Kyle Dawson e adotou o nome: Regina Cerqueira Dawson.
IV-2 José de Castro Cerqueira. Natural de Muriaé, Estado de Minas Gerais. Casou-se com Neusa de Toledo, que adotou o nome: Neusa de Toledo Cerqueira.
V-1 Marcelo de Toledo Cerqueira. Advogado e professor da Unitoledo, em Presidente Prudente, Estado de São Paulo. É casado com Luciana de Toledo Cerqueira.
VI-1 Víctor Henrique de Toledo Cerqueira.
VI-2 Lucas de Toledo Cerqueira.
V-2 Débora de Toledo Cerqueira. Estudante de Direito. Residente em Presidente Prudente, Estado de São Paulo.
V-3 Luciano de Toledo Cerqueira. Advogado, casado, residente e domiciliado em Presidente Prudente, Estado de São Paulo.
V-4 Luís Antônio de Toledo Cerqueira. Falecido em 06-03-1973, terça-feira, em Presidente Prudente, Estado de São Paulo. Seu corpo jaz sepultado no Cemitério Municipal São João Batista, nesta mesma Cidade.
V-5 Otávio de Toledo Cerqueira. Falecido em 26-03-1978, domingo, em Presidente Prudente, Estado de São Paulo. Seu corpo jaz sepultado no Cemitério Municipal São João Batista, nesta mesma Cidade.
IV-3 Maria de Castro Cerqueira. Natural de Muriaé, Estado de Minas Gerais. Residente de São Roque, Estado de São Paulo. Professora estadual aposentada. Solteira.
IV-4 Lea de Castro Cerqueira. Natural de Muriaé, Estado de Minas Gerais. Casou-se com Ziegfried Gorte e adotou o nome: Lea de Castro Cerqueira Gorte. O casal é residente e domiciliado em Presidente Bernardes, Estado de São Paulo.
V-1 Cláudia Cerqueira Gorte. Casou-se na família Alves. Seu nome de casada é Cláudia Cerqueira Gorte Alves. Residem em Apucarana, Estado do Paraná.
VI-1 Fernanda Cerqueira Gorte.
V-2 Adriana Cerqueira Gorte. Casou-se na família Nunes. Seu nome de casada é Adriana Cerqueira Gorte Nunes.
V-3 Maria Helena Cerqueira Gorte. Ela mora em Atibaia, Estado de São Paulo e mantém um relacionamento sério com Maurício Martins (2012).
IV-5 Julieta de Castro Cerqueira. Natural de Muriaé, Estado de Minas Gerais. Casou-se com Fernando Motonobu Mizobuchi. O casal reside em Bauru, Estado de São Paulo.
V-1 César Cerqueira Mizobuchi. Ele é médico radiologista estabelecido em Itapeva, Estado de São Paulo. Casou-se com Maria Luiza Elias.
VI-1 Luiz Fernando Elias Mizobuchi.
V-2 Renato Cerqueira Mizobuchi. Ele é formado em Odontologia e especialista em Ortodontia.
V-3 Fernando Cerqueira Mizobuchi. Ele é formado em Médicina pela Universidade Camilo Castelo Branco – Unicastelo, de Itaquera (SP).
V-4 Léa Eiko Cerqueira Mizobuchi. Ela é formada em Enfermagem pela Universidade Paulista.
IV-6 Luiz Antônio de Castro Cerqueira. Ele é médico residente e domiciliado em Itapeva, Estado de São Paulo. É Natural de Araxans, Município de Presidente Bernardes, Estado de São Paulo. Casou-se com Márcia Maria Sandoval, que adotou o nome: Márcia Maria Sandoval Cerqueira. Esta filha legítima de Antônio Sandoval, já falecido, e de dona Clara Sandoval.
V-1 Daniel Sandoval Cerqueira. Ele é médico cirurgião geral, residente e domiciliado em Itapeva, Estado de São Paulo. Casado com Carola Machado Cerqueira. Têm uma filha.
V-2 Thales Sandoval Cerqueira. Ele é engenheiro agrônomo formado em 2012 pela Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz", de Piracicaba, Estado de São Paulo. Casou-se com Fabiana Fumi Sasaki, que adotou o nome: Fabiana Fumi Cerqueira Sasaki. Ela é engenheira agronômica formada em 2002 pela Universidade de São Paulo, com mestrado e doutorado em Fisiologia e Bioquímica de Plantas pela Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" (2005 e 2009); filha legítima de Kazunoshim Sasaki e de Marta Sumico Awaihara Sasaki.
V-3 Raul Sandoval Cerqueira. Ele é engenheiro formado pela Faculdade de Engenharia Civil da Universidade de Campinas, Estado de São Paulo. Casado com Renata.
V-4 Flávia Sandoval Cerqueira. Casada com Rafael.
IV-7 João de Castro Cerqueira. Nascido no ano de 1950 em Araxans, Município de Presidente Bernardes, Estado de São Paulo, e aí falecido em tenra idade.
IV-8 Maria Aparecida de Castro Cerqueira. Ela é natural de Araxans, Município de Presidente Bernardes, Estado de São Paulo. Casou-se com Clemente Lario Morata e adotou o nome: Maria Aparecida de Castro Cerqueira LarioAmbos professores em Itapeva (SP).
V-1 Márcio de Cerqueira Lario. Engenheiro residente e domiciliado na Capital Paulista.
V-2 Fábio de Cerqueira Lario. Médico com especialização em Clínica Médica, Cardiologia e Ecocardiografia. Casado com dona Gláucia. Estabelecido na Capital Paulista.
V-3 Rogério de Cerqueira Lario. Residente em São José dos Campos, Estado de São Paulo.
IV-9 Maria Antônia de Castro Cerqueira. Ela é natural de Araxans, Município de Presidente Bernardes, Estado de São Paulo. Casou-se em Presidente Barnardes, com José Pecin e adotou o nome: Maria Antônia Cerqueira Pecin. Ele, natural de Caiuá, Estado de São Paulo, filho legítimo de [2] João Pessin nascido no dia 10-03-1910, quinta-feira, em Monte Azul Paulista (SP), e de [3] Ida Zuchi, natural de Caiuá (SP), onde se casou em 29-07-1933, sábado; neto paterno do italiano [4] Domingos Pecin (Domenico Pessin) e de [5] Júlia Tezzini, casados em Araraquara (SP); neto materno de [6] Primo Zuchi e de [7] ..........; por Domingos Pecin (Domenico Pessin), bisneto do francês [8] Antonio Pessin (Antoine Pessin), que migrou para a Itália e se casou em Treviso, com [9] .........., natural da Itália.
O José Pecin faleceu no dia 02-07-2012, segunda-feira, em Presidente Bernardes, Estado de São Paulo, aos 64 anos, 10 meses e 27 dias de idade, após 40 anos e 6 meses de casado. Seu corpo foi sepultado no dia 03-07-2012, às 10 horas no Cemitério de Presidente Bernandes.
A viúva Maria Antônia Cerqueira Pecin é microempresária em Presidente Bernardes, Estado de São Paulo.
V-1 Eliza Cerqueira Pecin. Gerente regional de vendas de empresa de cosméticos. Reside e trabalha em Presidente Prudente, Estado de São Paulo.
V-2 Roberto Cerqueira Pecin (26-12-1973—27-12-1973) Nascido e falecido em Presidente Bernardes, Estado de São Paulo.
V-3 Maria de Fátima Mendonça. Ela é natural de Mirante do Paranapanema, Estado de São Paulo. Filha de criação.
V-4 Vilma Alves Rosa. Ela é natural de Presidente Bernardes, Estado de São Paulo. Filha de criação.
V-5 Sônia Cerqueira Pecin. Natural de Presidente Bernardes, Estado de São Paulo. Professora casada com .......... Menna Barreto. Seu nome de casada é Sônia Cerqueira Pecin Menna Barreto. Têm um filho.
V-6 Marina Cerqueira Pecin. É de Presidente Bernardes, Estado de São Paulo. Casou-se na família Pereira e adotou o nome Marina Cerqueira Pereira. Residentes em São Paulo (SP). Têm uma filha.
V-7 Luciana Cerqueira Pecin. Natural de Presidente Epitácio, Estado de São Paulo. Casada com .......... d'Arce Pinheiro. Seu nome de casada é Luciana Pecin Pinheiro. Têm um casal de filhos.
V-8 Rodrigo Cerqueira Pecin. Ele é natural de Presidente Bernardes, Estado de São Paulo. É formado em Direito.
V-9 José Thiago Cerqueira Pecin. Ele é natural de Cascavel, Estado do Paraná.
IV-10 Marcos Eduardo de Castro Cerqueira. Ele é natural de Araxans, Município de Presidente Bernardes, Estado de São Paulo. Engenheiro residente em São Paulo (SP), onde é funcionário da firma Multiteste Telecom. É casado com Maria de Lourdes Jamarino, que adotou o nome: Maria de Lourdes Jamarino Cerqueira.
V-1 Gustavo Jamarino Cerqueira. Cirurgião-dentista com pós-graduação em Endodontia. É residente e domiciliado na Capital Paulista. Casado com Karina Nathalia.
V-2 Lucas Jamarino Cerqueira. Natural de Itapeva(SP) e residente na cidade de São Paulo.
V-3 Rafael Jamarino Cerqueira. Natural de Itapeva, Estado de São Paulo.
IV-11 Carlos Alberto de Castro Cerqueira. Ele é natural de Araxans, Município de Presidente Bernardes, Estado de São Paulo. Médico cardiologista morador e domiciliado em Itapeva, Estado de São Paulo.
Ele faleceu na madrugada do dia 19-08-2012, domingo, em Ourinhos, Estado de São Paulo, depois de sofrer um infarte no dia anterior no momento em que estava viajando. Contava 53 anos, 4 meses e 24 dias de idade e seu corpo foi sepultado no dia seguinte no Cemitério de Itapeva. Era casado com dona Sílvia do Amaral Cerqueira.
V-1 Camila do Amaral Cerqueira. Natural de Itapeva, Estado de São Paulo. Mora em São Paulo (SP), onde é Funcionária da Assembleia Legislativa do Estado. Ela mantém um relacionamento sério com Rodrigo Rosica (2012), que reside em Itapeva.
V-2 Dimas do Amaral Cerqueira. Natural de Itapeva, Estado de São Paulo. Mora em Curitiba, Estado do Paraná.
II-6 Anna Vasques de Miranda. Ela nasceu no dia 30-12-1880, quinta-feira, na sede da fazenda do Rochedo, situada em terras do futuro Distrito de Água Viva, Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais; e foi aí batizada em 01-02-1882, quarta-feira, pelo Cura, Padre Modesto Theophilo Alves Ribeiro, da Paróquia de Conceição da Boa Vista, então Termo de Leopoldina, Estado de Minas Gerais. Foram seus padrinhos: seu tio materno, Agostinho Luiz de Menezes e sua irmã mais velha, Marianna Vasques de Miranda Sá. Anna Vasques de Miranda foi educada no Colégio Santa Isabel, da cidade de Petrópolis, Estado do Rio de Janeiro.
Ela se casou no dia 08-07-1899, sábado, às 11 horas, na sede da fazenda do Rochedo, no Distrito de Espírito Santo de Água Limpa, atual Água Viva, Município de Estrela Dalva, Minas Gerais, com o agricultor João Pacheco Vieira, e adotou o nome: Anna Vasques Vieira. Neste mesmo local, dia e hora, casou-se também sua irmã Julieta Vasques de Miranda com Luiz Augusto Teixeira de Castro, viúvo da Maria Tereza Pacheco de Castro que era irmã do nubente João Pacheco Vieira.
O João Pacheco Vieira e sua esposa Anna Vasques Vieira foram fazendeiros no Distrito de São Luiz, atual Trimonte, Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais.
João Pacheco Vieira nasceu no dia 02-09-1881, sexta-feira, na sede da fazenda São Manoel, situada no entorno da estação ferroviária de São Luiz, atual Distrito de Trimonte, Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais, e foi batizado em 10-09-1881, sábado, pelo Padre Henrique de Souza Borges Accioli, na igreja Madre de Deus, em Angustura, Termo de Além Paraíba, Minas Gerais; e foram seus padrinhos: José Muniz e Rosa Deolinda de Jesus.
Ascendência do marido: [1] João Pacheco Vieira era filho legítimo de [2] Manoel Pacheco Vieira (30-05-1844—09-08-1914) e de [3] Victória Amarante Pacheco (16-04-1848—16-07-1924), casados no dia 13-04-1869, na Freguesia de Nossa Senhora da Conceição do Paquequer, atual Sumidouro, Estado do Rio de Janeiro; neto paterno de [4] José Gomes Vieira de Souza, natural de São José do Chopotó, atual Alto Rio Doce, Minas Gerais, e de [5] Carolina Leopoldina Cândida Vieira, natural de Cantagalo, então Província do Rio de Janeiro; neto materno do português [6] José Luciano do Amarantes e de [7] Rosa Pereira de Jesus, esta natural de Cantagalo, e aí batizada no dia 30-09-1815; por José Gomes Vieira de Souza, bisneto de [8] José Gomes Vieira e de [9] Teresa Moreira de Jesus; por Carolina Leopoldina Cândida Vieira, bisneto de [10] ........... Pacheco (provavelmente Pacheco por ser o sobrenome que foi adotado pelo neto Manoel Pacheco Vieira – numa hipótese deduzida pelo Autor deste trabalho), e de [11] Ana Maria Vieira, moradores em Cantagalo; por Rosa Pereira de Jesus, bisneto de [14] Manoel José Pereira e de [15] Victória Maria do Amor Divino; por José Gomes Vieira, trineto de [16] José Vieira de Souza, natural de São Martinho de Lagares, Penafiel, Bispado do Porto, Portugal, e de [17] Maria Gomes da Anunciação, natural de Itaverava, Minas Gerais (já lemos Maria Gomes da Assunção); por Manoel José Pereira, trineto de [28] Manoel Pereira e de [29] Bárbara de Jesus, ambos naturais da Freguesia de Santa Luzia, ilha Terceira, Bispado de Angra, Açores, Portugal; por Victoria Maria do Amor Divino, trineto de [30] João Gomes Rodrigues Torres e de [31] Ana Maria da Victória, ambos naturais de Santo Antônio de Sá, na então Capitania do Rio de Janeiro; por José Vieira de Souza, quarto neto de [32] Manoel Vieira nascido no dia 09-12-1694, e de [33] Maria de Souza, ambos naturais de Ondins, São Martinho de Lagares, Penafiel, Bispado do Porto, Portugal, que chegaram a Minas Gerais, por volta de 1740; por Manoel Vieira, quinto neto de [64] Domingos João e de [65] Maria Antônia Vieira, naturais de Ondins, São Martinho de Lagares, Penafiel, Bispado do Porto, Portugal; por Maria de Souza, quinto neto de [66] Domingos Alves e de [67] Maria de Souza, também naturais de Ondins.
O fazendeiro João Pacheco Vieira morreu no dia 27-10-1910, quinta-feira, em São Luiz, atual Trimonte, Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais; teve como causa da morte, síncope cardíaca, conforme laudo apresentado pelo doutor Paulo Fonseca. Entretanto, a esposa de um sobrinho dele informou-me de que ele havia contraído pneumonia. Seu corpo jaz sepultado no túmulo da família no Cemitério Público de Trimonte, Município de Volta Grande (MG). Contava apenas 29 anos, 1 mês e 25 dias de idade, e 11 anos, 3 meses e 19 dias de casado.
Já a viúva Anna Vasques Vieira, que residia no Distrito de São Luiz, atual Trimonte, Município de Volta Grande, proprietária dos sítios São Joaquim e do Rocha (1917) e do Triunfo e Recanto (1920). Anna Vasques Vieira faleceu em Muqui, Estado do Espírito Santo, no dia 19-02-1972, sábado, e seu corpo foi sepultado no dia seguinte no Cemitério Público de Trimonte, Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais. Contava 91 anos, 1 mês e 20 dias de idade e permaneceu 61 anos, 3 meses e 26 dias no estado de viuvez. O casal teve cinco filhos, dos quais dois chegaram à fase adulta e deixaram geração.
   
       

III-1 (Sem nome) Nascido e falecido em 01-06-1900, sexta-feira, na sede da fazenda São Manoel, no Distrito de São Luiz, atual Trimonte, Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais. Seu corpo foi sepultado no Cemitério Público de Trimonte.
III-2 Moacyr Vasques Vieira. Agropecuarista, filho legítimo de João Pacheco Vieira e de Anna Vasques Vieira ‒ "Zizinha". Nascido no dia 17-06-1901, segunda-feira, no Distrito de São Luiz, atual Trimonte, Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais. Casou-se com Maria José da Costa Villela, que adotou o nome: Maria José Villela Vieira.
Após o casamento eles ficaram residindo em Minas Gerais e em cerca de 1930 se fixaram no Distrito de Trimonte até aproximadamente 1956, quando se transferiram para o Município de Muqui, Estado do Espírito Santo, onde permaneceram residindo. Maria José faleceu viúva, em janeiro de 1998.
Ascendência da esposa: [1] Maria José Villela Vieira era filha legítima do agricultor [2] Emílio Villela e de [3] Maria Augusta da Costa Villela – dona "Neném"; neta paterna do fazendeiro [4] Azarias de Andrade Villela nascido no ano de 1839 na sede da fazenda das Pedras no Termo de Aiuruoca no Sul de Minas Gerais (em terras que atualmente fazem parte do Município de Serranos), e de [5] Maria José Azevedo; por Azarias de Andrade Villela, bisneta de [8] Alexandre Antônio Villela Pedras, chamado de "Coronel Villela Pedras" pelo povo da região e que acabou por incorporar "Pedras" ao seu sobrenome em alusão a sua fazenda das Pedras, no Termo de Aiuruoca no Sul de Minas Gerais (em terras que atualmente fazem parte do Município de Serranos), e de sua primeira mulher, [9] Bárbara Delminda de Andrade Botelho. Por Alexandre Antônio Villela Pedras, a dona Maria José Villela Vieira era trineta do fazendeiro [16] Francisco Antônio Villela nascido em 23-12-1769 e de sua primeira mulher [17] Joaquina Tomásia dos Reis; por Bárbara Delminda de Andrade Botelho, era trineta de [18] Tomé Inácio Botelho batizado em 14-03-1774, em Lavras do Funil, atual Lavras (MG) e falecido em 1826, e de [19] Emerenciana Constança de Andrade falecida em 01-10-1865; por Francisco Antônio Villela, era quarta neta do capitão [32] Domingos Villela, natural de Santa Maria das Palmeiras, Braga, Portugal, e de [33] Maria Clara do Espírito Santo; por Joaquina Tomásia dos Reis, era quarta neta de [34] Domingos dos Reis e Silva, natural da Freguesia de São Bartolomeu de Bessa, Montalegre, Portugal, que em 20-11-1766 recebeu uma sesmaria na Paragem de Furnas, no Termo da Vila de São João del Rei, Comarca do Rio das Mortes (MG) e faleceu em 1785 em Carmo da Cachoeira (MG), e de [35] Andreza Dias de Carvalho batizada no dia 13-12-1734, na matriz antiga de Nossa Senhora da Piedade da Borda do Campo, atual Barbacena (MG), e falecida em Carmo da Cachoeira (MG); por Tomé Inácio Botelho, era quarta neta do capitão [36] Francisco Inácio Botelho nascido no dia 02-02-1734, em Covilhã, Freguesia de São Tiago, Portugal, e falecido em 04-08-1796, em Lavras do Funil, atual Lavras (MG), e de [37] Maria Teresa de Araújo Menezes nascida por volta de 1750, em Campanha (MG); por Emerenciana Constança de Andrade, era quarta neta do licenciado [38] Jerônimo de Andrade Brito batizado em 19-10-1740, em Carrancas (MG) e falecido em 22-05-1816, e de [39] Maria de Souza Monteiro casada em 01-06-1776, na capela de Conceição da Barra, São João de Rei (MG) e falecida em 30-01-1811, em Carrancas (MG). Por Domingos Villela, a Maria José Villela Vieira era quinta neta de [64] Custódio Villela e de [65] Felícia de Cerqueira, casada em 05-06-1707, ambos naturais de Santa Maria das Palmeiras, Arcebispado de Braga, Portugal; por Maria Clara do Espírito Santo, era quinta neta do fazendeiro [66] Diogo Garcia (03-03-169016-04-1762) natural da ilha do Faial, Açores, Portugal, e falecido em São João del Rei (MG), e de [67] Júlia Maria da Caridade, também chamada de Júlia Maria Nunes Gonçalves, nascida em 08-02-1707, na ilha do Faial, Açores, Portugal  uma das três ilhoas que chegaram ao Brasil no ano de 1723; por Domingos dos Reis e Silva, era quinta neta de [68] Domingos Gonçalves Fontoura e de [69] Maria Gonçalves, ambos naturais da Freguesia de São Bartolomeu de Bessa, Montalegre, Portugal; por Andreza Dias de Carvalho quinta neta de [70] Jacob Dias de Carvalho batizado em 29-10-1691, em São Tiago de Anhões, Monções, Portugal, e de [71] Francisca Pereira da Silva batizada em 19-04-1705, em Taubaté (SP), onde se casou em 04-01-1726 e que faleceu no dia 10-09-1765, na Freguesia de Nossa Senhora da Piedade da Borda do Campo, atual Barbacena (MG); por Francisco Inácio Botelho, era quinta neta de [72] Francisco José Botelho batizado em 22-03-1708, em Portugal, e de sua primeira mulher [73] Teresa Maria Joana nascida no dia 10-12-1708, em Portugal; por Maria Teresa de Araújo Menezes, era quinta neta de [74] Domingos Gonçalves Vianna, natural de Arcozelo, Portugal, e de [75] Branca Teresa de Toledo batizada no dia 22-03-1720, em Taubaté (SP); por Jerônimo de Andrade Brito, era quinta neta do capitão [76] Antônio de Brito Peixoto, natural de São João de Souto, Portugal, e falecido no dia 28-02-1759, em Carrancas, São João del Rei (MG), e de [77] Maria de Moraes Ribeira batizada em 15-05-1711 em São Miguel do Cajuru, atual Arcângelo (MG) e que faleceu no dia 13-05-1794, na sede da fazenda das Bicas, em Carrancas (MG); e por Maria de Souza Monteiro, era quinta neta do capitão [78] André Martins Ferreira nascido em Santo Aleixo do Beco, Ferreira do Zêzere, Portugal, e falecido no dia 04-06-1777, em São João del Rei (MG), e de [79] Maria de Sousa Monteiro nascida na Freguesia de Nossa Senhora do Pilar, em São João del Rei (MG) e aí falecida no dia 18-11-1759.
                   
IV-1 Clea Villela Vieira. Professora normalista, filha legítima de Moacyr Vasques Vieira e de Maria José Villela Vieira. Casada com o Oficial da Força Aérea Brasileira ‒ FAB, Paulo Odilon Dockhorn, que foi reformado em 04-09-1964, como Major Intendente da Aeronáutica. O seu nome de casada é Clea Villela Vieira Dockhorn.
V-1 Maria José Vieira Dockhorn. Filha legítima de Paulo Odilon Dockhorn e de Clea Villela Vieira Dockhorn. Casou-se com Paulo Roberto Menezes, e adotou o nome: Maria José Dockhorn de Menezes. Residem no Estado do Espírito Santo.
VI-1 Ana Luísa Dockhorn de Menezes. Ela se casou com o médico veterinário, doutor Sebastião Victor Carvalho Costa, e adotou o nome: Ana Luísa de Menezes Costa.
VII-1 Ana Karolina Menezes Costa.
VI-2 Fabiano Dockhorn de Menezes.
VI-3 Anna Flávia Dockhorn de Menezes. É natural de Muqui, Estado do Espírito Santo. Casou-se com o advogado e professor, doutor Flávio Cheim Jorge, natural de Cachoeiro de Itapemirim, Estado do Espírito Santo sendo Anna Flávia Dockhorn de Menezes Cheim Jorge o seu nome de casada. Residem em Vitória, Estado do Espírito Santo.
VI-4 Matheus Dockhorn de Menezes. Advogado residente em Vitória, Estado do Espírito Santo.
VI-5 Saulo Dockhorn de Menezes. Agropecuarista em Muqui, Estado do Espírito Santo.
V-2 Paulo Olmiro Vieira Dockhorn. Filho legítimo de Paulo Odilon Dockhorn e de Clea Villela Vieira Dockhorn. Casou-se com Rita de Cássia Rodrigues, que adotou o nome: Rita de Cássia Rodrigues Dockhorn. Residem em Vitória, Estado do Espírito Santo.
VI-1 Felipe Rodrigues Dockhorn. De Vitória, Estado do Espírito Santo e formado em Multimídia Digital. É sócio na Associação Brasileira de Cinematografia.
VI-2 Gabriel Rodrigues Dockhorn. Natural de Vitória, Estado do Espírito Santo e residente na vizinha Vila Velha.
V-3 Celso Luís Vieira Dockhorn. Filho legítimo de Paulo Odilon Dockhorn e de Clea Villela Vieira Dockhorn. Casou-se com Déborah Langfort, que adotou o nome: Déborah Langfort Dockhorn. Residem em São Luís, Estado do Maranhão.
VI-1 Celso Longfort Dockhorn.
VI-2 Victor Longfort Dockhorn.
VI-3 Guilherme Longfort Dockhorn.
V-4 Maria do Carmo Vieira Dockhorn. Filha legítima de Paulo Odilon Dockhorn e de Clea Villela Vieira Dockhorn. Casou-se com o engenheiro Carlos Alberto Carvalho Costa, e adotou o nome: Maria do Carmo Dockhorn Costa.
VI-1 Patrícia Dockhorn Costa. Natural de Muqui, Estado do Espírito Santo e residente em Vitória. É professora da Universidade Federal do Espírito Santo  disciplina de Estrutura de Dados I.
VI-2 Fernanda Dockhorn CostaNatural de Muqui, Estado do Espírito Santo. É funcionária do Ministério da Saúde. Mora em Brasília (DF).
VI-3 Pedro Henrique Dockhorn Costa. Engenheiro, natural de Muqui, Estado do Espírito Santo. É funcionário da Ferrovia Centro-Atlântica.
V-5 Maísa Vieira Dockhorn. Filha legítima de Paulo Odilon Dockhorn e de Clea Villela Vieira Dockhorn. Casou-se com Carlos Jerônimo Alves Fosse, e adotou o nome: Maísa Vieira Dockhorn Fosse. Ela é Secretária Municipal de Ação Social da Prefeitura Municipal de Muqui, Estado do Espírito Santo.
VI-1 Thiago Dockhorn Fosse. Residente em Vila Velha, Estado do Espírito Santo.
VI-2 Thaís Dockhorn Fosse. Residente em Vila Velha, Estado do Espírito Santo.
V-6 José Tarcísio Vieira Dockhorn. Filho legítimo de Paulo Odilon Dockhorn e de Clea Villela Vieira Dockhorn. Casou-se com Iacy da Mota Correa, que adotou o nome: Iacy da Motta Correa Dockhorn. Residentes em São Luís, Estado do Maranhão.
VI-1 Bruno Mota Dockhorn.
VI-2 Jéssica Tereza Correa Dockhorn.
VI-3 Rafael Mota Dockhorn.
V-7 Ana Cristina Vieira Dockhorn. Filha legítima de Paulo Odilon Dockhorn e de Clea Villela Vieira Dockhorn. Casou-se com Marcelo Vicente. Residentes em Vitória, Estado do Espírito Santo.
VI-1 André Dockhorn Vicente.
VI-2 Bernard Dockhorn Vicente.
IV-2 Wálter Villela Vieira. Filho legítimo de Moacyr Vasques Vieira e de Maria José Villela Vieira. Engenheiro Eletricista formado em 1956 pela Universidade Federal de Itajubá, Minas Gerais. Funcionário da Petrobrás, aposentado. Casado com Corália Salles Vieira.
V-1 Maria Cristina Sales Vieira. Filha legítima de Wálter Villela Vieira e de Corália Salles Vieira. Casou-se com Maurício Marques Santos.
V-2 Cláudio Salles Vieira. Filho legítimo de Wálter Villela Vieira e de Corália Salles Vieira. Engenheiro da Petrobras, aposentado.
V-3 Rogério Vieira. Filho legítimo de Wálter Villela Vieira e de Corália Salles Vieira.
V-4 Fernando Salles Vieira. Natural do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, filho legítimo de Wálter Villela Vieira e de Corália Salles Vieira. Mora no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro.
V-5 Maria Luiza Vieira. Filha legítima de Wálter Villela Vieira e de Corália Salles Vieira.
IV-3 João Jacques Villela Vieira. Filho legítimo de Moacyr Vasques Vieira e de Maria José Villela Vieira nascido no dia 07-03-1931, sábado, no Distrito de São Luiz, atual Trimonte, Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais. E batizado pelo Padre holandês, Fernando Von Pelt ‒ Vigário da Paróquia, no dia 07-06-1931, domingo, na igreja de Santo Antônio, em Providência, Município de Leopoldina, Estado de Minas Gerais; foram seus padrinhos: Péricles Alexandre Villela e Nylcea Vasques Vieira. João Jacques Villela Vieira faleceu no ano de 1934.
IV-4 Ethel Villela Vieira. Professora normalista, filha legítima de Moacyr Vasques Vieira e de Maria José Villela Vieira. Casou-se com o médico e major veterinário do Exército Brasileiro, doutor Rômulo Vieira Machado, e adotou o nome: Ethel Villela Vieira Machado. Residentes em Muqui, Estado do Espírito Santo.
V-1 Moara Vieira Machado. Filha legítima do doutor Rômulo Vieira Machado e de Ethel Villela Vieira Machado. Residente em Barra do Jucu, Vila Velha, Estado do Espírito Santo.
V-2 Theonilla Maria Vieira Machado. Natural de Curitiba, Estado do Paraná, filha legítima do doutor Rômulo Vieira Machado e de Ethel Villela Vieira Machado. Mora em Vila Velha, Estado do Espírito Santo.
IV-5 Maria Aparecida Villela Vieira. Professora normalista, filha legítima de Moacyr Vasques Vieira e de Maria José Villela Vieira, nascida no Distrito de São Luiz, atual Trimonte, Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais. Casou-se com o cirurgião-dentista, doutor Jésus Cavalcanti França, e adotou o nome: Maria Aparecida Villela Vieira França. Ele, já falecido. Ela, residente em Humaitá, Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro.
V-1 Marita Vieira França. Dentista, filha legítima de Jésus Cavalcanti França e de Maria Aparecida Villela Vieira França. Casou-se com Renato Mendonça de Castro, e adotou o nome: Marita Vieira França de Castro. Residem em Marataízes, Estado do Espírito Santo.
VI-1 Maíra Vieira França de Castro.
VI-2 Nara Vieira França de Castro.
VI-3 Marcela Vieira França de Castro.
V-2 Márcia Vieira França. Filha legítima de Jésus Cavalcanti França e de Maria Aparecida Villela Vieira França. Casou-se com Francisco Fernando Moss. Residem em Humaitá, Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro.
VI-1 Leonardo Vieira França Moss.
IV-6 Emílio Márcio Villela Vieira. Fazendeiro e político no Estado do Espírito Santo, filho legítimo de Moacyr Vasques Vieira e de Maria José Villela Vieira; natural do Distrito de São Luiz, atual Trimonte, Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais. É casado com Emilce de Oliveira Villela VieiraEmílio Márcio Villela Vieira foi vereador da Câmara Municipal de Muqui, Estado do Espírito Santo, nos seguintes períodos: 19731974, 19771978 e 19811982.
V-1 Andrea Oliveira Villela Vieira. Natural de Muqui, Estado do Espírito Santo, filha legítima de Emílio Márcio Villela Vieira e de Emilce de Oliveira Vieira. Casou-se com Fabiano Barcellos, e adotou o nome: Andrea Villela Vieira Barcellos.
VI-1 Fabrícia Vieira Barcelos.
VI-2 Fabiano.
V-2 Emílio Márcio Villela Vieira Filho. Natural de Muqui, Estado do Espírito Santo, filho legítimo de Emílio Márcio Villela Vieira e de Emilce de Oliveira Villela Vieira. É casado com Adriana Furtado Vieira.
V-3 Evandro Oliveira Villela Vieira. Natural de Muqui, Estado do Espírito Santo, filho legítimo de Emílio Márcio Villela Vieira e de Emilce de Oliveira Villela Vieira. É casado com Juliana Carvalho Vieira.
VI-1 Evandro Carvalho Vieira.
V-4 Eduardo Oliveira Villela Vieira. Natural de Muqui, Estado do Espírito Santo, filho legítimo de Emílio Márcio Villela Vieira e de Emilce de Oliveira Villela Vieira.
V-5 Bruno Oliveira Villela Vieira. Natural de Muqui, Estado do Espírito Santo, filho legítimo de Emílio Márcio Villela Vieira e de Emilce de Oliveira Villela Vieira.
IV-7 Décio Villela Vieira. Engenheiro formado em 1966 pela Universidade Federal de Itajubá, Minas Gerais, filho legítimo de Moacyr Vasques Vieira e de Maria José Villela Vieira, natural do Distrito de São Luiz, atual Trimonte, Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais. É casado com Maria Antônia Brito Villela Vieira. Residentes em Muqui, Estado do Espírito Santo.
IV-8 Sérgio Villela Vieira. Economista, filho legítimo de Moacyr Vasques Vieira e de Maria José Villela Vieira, nascido no Distrito de São Luiz, atual Trimonte, Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais, em 07-07-1942, terça-feira. Casou-se com Vânia Aglay, que adotou o nome: Vânia Aglay Villela Vieira. Sérgio faleceu em Muqui, Estado do Espírito Santo, no dia 13-11-2009, sexta-feira, aos 67 anos, 4 meses e 6 dias de idade. Ele era funcionário da Petroquisa.
V-1 Sérgio Henrique Villela Vieira. Filho legítimo de Sérgio Villela Vieira e de Vânia Aglay Villela Vieira.
IV-9 Moacyr Villela Vieira. Engenheiro, filho legítimo de Moacyr Vasques Vieira e de Maria José Villela Vieira, natural do Distrito de São Luiz, atual Trimonte, Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais. Casou-se com Tânia Maria Cabral Vieira, natural de Muqui, Estado do Espírito Santo, que adotou o nome: Tânia Cabral Vieira Vieira. Moacyr trabalha na Companhia Excelsa (Estado do Espírito Santo).
V-1 Milene Cabral Vieira. Filha legítima de Moacyr Villela Vieira e de Tânia Cabral Vieira Vieira. Casada e tem dois filhos.
V-2 Rodrigo Cabral Vieira. Natural de Colatina, Estado do Espírito Santo. filho legítimo de Moacyr Villela Vieira e de Tânia Cabral Vieira Vieira. Reside em Vitória, Estado do Espírito Santo.
V-3 Gustavo Cabral Vieira. Natural de Vitória, Estado do Espírito Santo, filho legítimo de Moacyr Villela Vieira e de Tânia Cabral Vieira Vieira. Casou-se com Larissa Caus Delbone, que adotou o nome: Larissa Caus Delbone Vieira.
IV-10 Lia Villela Vieira. Professora normalista, filha legítima de Moacyr Vasques Vieira e de Maria José Villela Vieira, nascida no Distrito de São Luiz, atual Trimonte, Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais. Casou-se com Lúcio Haddad de Mendonça, e adotou o nome: Lia Villela Vieira de Mendonça. Ela é diretora de dois colégios em Muqui, Estado do Espírito Santo. O Lúcio já é falecido.
V-1 Lucas Vieira de Mendonça. Natural de Muqui, Estado do Espírito Santo, filho legítimo de Lúcio Haddad de Mendonça e de Lia Villela Vieira de Mendonça.
V-2 Lívia Vieira de Mendonça. Natural de Muqui, Estado do Espírito Santo, filha legítima de Lúcio Haddad de Mendonça e de Lia Villela Vieira de Mendonça.
V-3 Matheus Vieira de Mendonça. Natural de Muqui, Estado do Espírito Santo, filho legítimo de Lúcio Haddad de Mendonça e de Lia Villela Vieira de Mendonça.
V-4 Luana Vieira de Mendonça. Médica dermatologista pediátrica, natural de Muqui, Estado do Espírito Santo, filha legítima de Lúcio Haddad de Mendonça e de Lia Villela Vieira de Mendonça. Doutora Luana casou-se com o médico geriatra, doutor Roni Chaim Mukamal, e adotou o nome: Luana Vieira Mukamal.
IV-11 Cláudio Villela Vieira. Médico veterinário e agrônomo, filho legítimo de Moacyr Vasques Vieira e de Maria José Villela Vieira, nascido no Distrito de Trimonte, Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais. O doutor Cláudio Villela Vieira é casado com a cirurgiã-dentista, doutora Sueliza Galvão Villela Vieira. Ele é funcionário da Embrapa do Estado do Rio de Janeiro.
V-1 Giovanna Galvão Villela Vieira. Filha legítima do doutor Cláudio Villela Vieira e da doutora Sueliza Galvão Villela Vieira.
V-2 Mariana Galvão Villela Vieira. Filha legítima do doutor Cláudio Villela Vieira e da doutora Sueliza Galvão Villela Vieira.
V-3 Eliza Galvão Villela Vieira. Filha legítima do doutor Cláudio Villela Vieira e da doutora Sueliza Galvão Villela Vieira.
IV-12 Maria Ignez Villela Vieira. Professora normalista, filha legítima de Moacyr Vasques Vieira e de Maria José Villela Vieira. Casou-se com o engenheiro José Antônio Barbosa Ribeiro, e adotou o nome: Maria Ignez Villela Vieira Ribeiro.
V-1 Júlia Villela Vieira Ribeiro. Filha legítima de José Antônio Barbosa Ribeiro e de Maria Ignez Villela Vieira Ribeiro. Mora em Cachoeiro de Itapemirim, Estado do Espírito Santo.
V-2 Guilherme Villela Vieira Ribeiro. Filho legítimo de José Antônio Barbosa Ribeiro e de Maria Ignez Villela Vieira Ribeiro.
V-3 Alexandre Villela Vieira Ribeiro. Filho legítimo de José Antônio Barbosa Ribeiro e de Maria Ignez Villela Vieira Ribeiro.
III-3 Sebastião Vasques Vieira. Filho legítimo de João Pacheco Vieira e de Anna Vasques Vieira, nasceu no dia 30-09-1902, terça-feira, no Distrito de São Luiz, atual Trimonte, Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais. Faleceu no dia 06-04-1905, quinta-feira, na mesma Localidade. Tinha 2 anos, 6 meses e 7 dias de idade. Seu corpo jaz sepultado no Cemitério Público de Trimonte.
III-4 Maria do Carmo Vasques Vieira. Filha legítima de João Pacheco Vieira e de Anna Vasques Vieira ‒ "Zizinha", nascida em 1908, no Distrito de São Luiz, atual Trimonte, Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais. Faleceu com 2 anos de idade, no dia 06-11-1910, domingo, na mesma Localidade. Seu corpo jaz sepultado no Cemitério Público de Trimonte.
III-5 Nylcea Vasques Vieira. Filha póstuma de João Pacheco Vieira e de sua mulher Anna Vasques Vieira, nascida no dia 07-07-1911, sexta-feira, em Recreio, Estado de Minas Gerais. Era professora primária, normalista. Casou-se no dia 26-04-1936, domingo, no Distrito de São Luiz, atual Trimonte, Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais, com Heitor Januário de Miranda Carneiro, e adotou o nome: Nylcea Vasques Vieira Carneiro.
O casal residiu na cidade do Rio de Janeiro, onde Heitor Januário de Miranda Carneiro foi funcionário público. Ele faleceu aí no dia 19-02-1980, terça-feira, e seu corpo foi sepultado no Cemitério Público de Trimonte; contava 77 anos e 15 dias de idade e 43 anos, 9 meses e 24 dias de casado. Já Nylcea Vasques Vieira Carneiro faleceu viúva, no dia 30-03-2001, sexta-feira, também na cidade do Rio de Janeiro, e seu corpo foi aí sepultado no Cemitério São João Batista; contava 89 anos, 8 meses e 23 dias de idade.
Alguns ascendentes do marido: [1] Heitor Januário de Miranda Carneiro nascido em Cataguases (MG) no dia 04-02-1903, quarta-feira, era filho legítimo de [2] Antônio Januário de Miranda Carneiro nascido no dia 14-09-1853, quarta-feira, em Piranga (MG) e falecido em 29-09-1924, segunda-feira, em Cataguases (MG), e de [3] Leonor Martins Carneiro nascida em 26-04-1866, quinta-feira, em Ubá (MG), onde também se casaram em 28-11-1883, quarta-feira; neto paterno de [4] Antônio Januário Carneiro Filho nascido em Piranga (MG) no dia 26-08-1811, segunda-feira, e de [5] Ana Jacinta Carneiro de Miranda; neta materna de [6] Antônio Jacinto Martins da Costa, e de [7] Anna Jacinta Carneiro Martins da Costa (Anna Jacinta Januária Carneiro quando solteira), que se casaram no dia 08-11-1856, sábado, em Santa Bárbara (MG). Por Antônio Januário Carneiro Filho, o Heitor era bisneto do fundador da cidade de Ubá, Estado de Minas Gerais, capitão-mor [8] Antônio Januário Carneiro falecido em 16-02-1828, sábado, e de dona [9] Francisca Januária de Paula Carneiro. Pelo capitão-mor Antônio Januário Carneiro, o Heitor era trineto de [16] Antônio Carneiro Flores nascido em 02-11-1732, domingo, em São João Batista da Vila do Conde, Porto, Portugal, e de [17] Tereza Maria de Jesus, natural de Calambau, atual Presidente Bernardes, Estado de Minas Gerais, Brasil.
IV-1 Heinil Maria Vieira Carneiro. Filha legítima e única de Heitor Januário de Miranda Carneiro e de Nylcea Vasques Vieira Carneiro, natural do Distrito de São Luiz, atual Trimonte, Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais. Casou-se com o engenheiro Sylvio Furtado Gasparri, e adotou o nome: Heinil Maria Vieira Carneiro Gasparri. Ele, filho legítimo do bancário Sestílio Gasparri e de Irene Gasparri Ponticelli; neto paterno de Mirsillo Gasparri e de Maria Luísa Furtado, todos de Bento Gonçalves, Estado do Rio Grande do Sul.
V-1 Sylvio Henrique Carneiro Gasparri. Natural do Rio Janeiro (RJ), filho legítimo de Sylvio Furtado Gasparri e de Heinil Maria Vieira Carneiro Gasparri. Casou-se com Ana Paula Leite Barbosa, que adotou o nome: Ana Paula Leite Barbosa Gasparri. Esta, filha de Noel Barbosa e de Wanda Leite de Souza. Sylvio é formado nos cursos de Marketing e de Administração de Empresas. É Gerente de Atendimento e Negócios, em firma de Engenharia Civil, na cidade do Rio de Janeiro.
VI-1 João Mirsilo Gasparri. Natural da cidade do Rio de Janeiro.
VI-2 Matteus Gasparri. Natural da cidade do Rio de Janeiro.
V-2 Pedro Paulo Carneiro Gasparri. Advogado, natural do Rio Janeiro (RJ), filho legítimo de Sylvio Furtado Gasparri e de Heinil Maria Vieira Carneiro Gasparri. Casou-se com Ana Paula Jannuzzi, que adotou o nome: Ana Paula Jannuzzi Gasparri. Esta, filha de Paulo Guilherme Jannuzzi e de dona Angélica.
VI-1 Ana Beatriz Jannuzzi Gasparri.
V-3 Anna Carolina Carneiro Gasparri. Advogada, natural do Rio Janeiro (RJ), filha legítima de Sylvio Furtado Gasparri e de Heinil Maria Vieira Carneiro Gasparri. Doutora Anna Carolina é casada na família Souza. Nome de casada: Anna Carolina Gasparri de Souza. Estabelecida no Rio de Janeiro (RJ).
V-4 Heitor Luiz Carneiro Gasparri. Advogado, natural do Rio Janeiro (RJ), filho legítimo de Sylvio Furtado Gasparri e de Heinil Maria Vieira Carneiro Gasparri. Estabelecido na cidade do Rio de Janeiro.
II-7 Joaquim Vasques de Miranda. Ele nasceu no dia 25-09-1883, terça-feira, na sede da antiga fazenda do Rochedo, situada em terras do atual Distrito de Água Viva, Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais; e foi aí batizado em 17-10-1883, quarta-feira, pelo Cura, Padre Modesto Theophilo Alves Ribeiro, da Paróquia de Conceição da Boa Vista, então Termo de Leopoldina, Minas Gerais. Foram seus padrinhos: o seu irmão José Guilherme Vasques de Miranda e Generosa Vasques, sua ½ irmã espanhola.
Joaquim Vasques de Miranda faleceu ainda criança, na sede da fazenda do Rochedo (sede antiga já demolida), no Distrito de Água Viva.
II-8 Agostinha Vasques de Miranda. Ela nasceu no dia 26-11-1884, quarta-feira, na sede da fazenda do Rochedo, situada em terras formadoras do Distrito de Água Viva, Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais; e foi aí batizada em 14-01-1885, quarta-feira, pelo Cura, Padre Modesto Theophilo Alves Ribeiro, da Paróquia de Conceição da Boa Vista, então Termo de Leopoldina, Minas Gerais. Foram seus padrinhos: o seu irmão José Guilherme Vasques de Miranda e sua avó materna, Ana Rosa de Moraes. Agostinha Vasques de Miranda foi educada no Colégio Santa Isabel, da cidade de Petrópolis, Estado do Rio de Janeiro.
Casou-se no dia 28-10-1905, sábado, às 8 horas da manhã, na sede da fazenda do Rochedo, no Distrito de Espírito Santo de Água Limpa, atual Água Viva, Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais, com o agricultor Geraldino Ferreira de Menezes, e adotou o nome: Agostinha Vasques de Menezes. O casamento foi presidido pelo Juiz de Paz, José Pereira da Costa e foram testemunhas: José Joaquim Monteiro de Castro (37 anos) e Luiz Augusto Teixeira de Castro (38 anos).
Ascendentes do marido: [1] Geraldino Ferreira de Menezes nasceu no dia 27-12-1881, terça-feira, na sede da fazenda Entre Manos, situada em área do atual Distrito de Água Viva, Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais. Foi aí batizado no dia 10-04-1882, segunda-feira, pelo Cura, Padre Modesto Theophilo Alves Ribeiro, da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, do Distrito de Conceição da Boa Vista, então Termo de Leopoldina, Distrito este que hoje faz parte do Município de Recreio, Estado de Minas Gerais; foram seus padrinhos, Francisco Luiz de Andrade Jorge e Joaquina Monteiro de Andrade Jorge. Geraldino Ferreira de Menezes era filho legítimo de [2] Joaquim Ferreira de Menezes, fazendeiro (proprietário da fazenda Entre Manos) e subdelegado de polícia (1904) no Distrito de Espírito Santo de Água Limpa, atual Água Viva, Município de Estrela Dalva (MG), nascido por volta de 1848 e batizado no dia 02-12-1853, sexta-feira, pelo Padre Vicente Ferreira Monteiro, da Paróquia de Madre de Deus do Angu, atual Angustura, Estado de Minas Gerais, tendo por padrinhos, Manuel Januário da Cunha e Castro e dona Teresa de Bittencourt; e de sua primeira esposa [3] Amélia Maria Nunes de Menezes (Amélia Maria Nunes Duarte quando solteira), natural de Areias, Estado de São Paulo, casados pelo Padre Manoel Luiz Correia – Cura, no dia 14-07-1868, terça-feira, às 9 horas da manhã, na igreja de Nossa Senhora da Conceição, no Distrito de Conceição da Boa Vista, localidade esta hoje pertencente ao Município de Recreio (MG), e no qual serviram como testemunhas, Sebastião Borges dos Santos e Gervásio Monteiro de Resende (Conceição da Boa Vista, livro 1, folhas 39). O Geraldino Ferreira de Menezes era neto paterno do agricultor [4] Agostinho Luiz de Menezes nascido por volta de 1815 e que faleceu aos 46 anos de idade, no dia 25-09-1861, quarta-feira, e de sua mulher [5] Ana Rosa de Moraes, no primeiro casamento desta; e neto materno de [6] Severino Nunes Duarte e de sua mulher, [7] Antônia Maria Nunes; e por Severino Nunes Duarte, Geraldino Ferreira de Menezes era bisneto do homônimo [10] Severino Nunes Duarte e de sua mulher, [11] Ana Clara da Aleluia.
O casal foi proprietário da fazenda do Rochedo, no Distrito de Água Viva, então Município de Além Paraíba e que hoje faz parte do Município de Estrela Dalva, Comarca de Pirapetinga, Estado de Minas Gerais.
Agostinha Vasques de Menezes foi nomeada no dia 07-02-1911, terça-feira, pelo Secretário de Estado dos Negócios do Interior do Estado de Minas Gerais – Delfim Moreira da Costa Ribeiro, professora interina da cadeira mista do Distrito do Espírito Santo de Água Limpa, atual Água Viva, Município de Estrela Dalva, com vencimento anual de Réis 1:400$000 (um conto e quatrocentos mil réis). Prestou solenemente o juramento e houve a posse do cargo no dia 01-04-1911, sábado, perante o Inspetor Escolar José Joaquim Monteiro de Castro.
O Geraldino Ferreira de Menezes faleceu no dia 22-10-1920, sexta-feira, às 19 horas, na sede da fazenda do Rochedo, vitimado por tuberculose; contava apenas 38 anos, 9 meses e 25 dias de idade; e 14 anos, 11 meses e 25 dias de casado. Seu corpo jaz sepultado no Cemitério Público de Trimonte, Município de Volta Grande, Minas Gerais.
Agostinha Vasques de Menezes faleceu no dia 01-11-1969, sábado, na cidade do Rio de Janeiro. Contava 84 anos, 11 meses e 6 dias de idade. Sobreviveu ao marido por 49 anos e 10 dias. O seu corpo foi sepultado no dia 02-11-1969, no Cemitério Público de Trimonte, Município de Volta Grande, Minas Gerais. O casal gerou 9 filhos, dos quais, 7 chegaram à fase adulta.
             
             
III-1 Laís Vasques de Menezes. Nasceu no dia 14-08-1906, terça-feira, em Santa Clara, Município de Itaperuna, Estado do Rio de Janeiro. Casou-se no dia 26-07-1927, segunda-feira, no Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Minas Gerais, com João Marcondes, que completava 21 anos de idade nesta data. Ele nascido no Distrito de Falcão, que hoje pertence ao Município de Quatis, Estado do Rio de Janeiro, no dia 26-07-1906, quarta-feira.  
O seu nome de casada era: Laís de Menezes Marcondes.
João Marcondes morreu no dia 20-09-1958, sábado, na cidade do Rio de Janeiro, onde residia, contando 51 anos, 11 meses e 25 dias de idade e 30 anos, 11 meses e 25 dias de casado. Tendo o casal gerado 10 filhos.
Ascendência do marido: [1] João Marcondes era filho legítimo do negociante [2] João Marcondes dos Santos nascido em 1875 em Santa Isabel do Rio Preto, Estado do Rio de Janeiro e falecido no ano de 1920 na cidade do Rio de Janeiro, e de [3] Emiliana Monteiro de Barros Marcondes (Emiliana Monteiro de Barros quando solteira) nascida no dia 08-09-1881, quinta-feira, em Angustura, Município de Além Paraíba (MG), casada no dia 11-06-1901, terça-feira, às 16 horas, no Distrito de São Sebastião, Município de Barra Mansa (RJ) e falecida no ano de 1920, em Falcão (RJ); neto paterno de [4] Isaac Marcondes dos Santos, natural de Santa Isabel do Rio Preto, Estado do Rio de Janeiro, e de sua prima e conterrânea [5] Ana Marcondes dos Santos (Ana Marcondes da Conceição quando solteira), que se casaram também nesta mesma Localidade no dia 08-02-1864, segunda-feira; neto materno de [6] Aurélio de Souza Monteiro de Barros ‒ "Reco", natural de Piraí, Estado do Rio de Janeiro, e de [7] Francisca Carolina Domingues Monteiro de Barros (Francisca Carolina Domingues quando solteira) ‒ "Chiquinha" nascida no dia 08-07-1860, domingo, na sede da fazenda Trimonte (sede antiga já demolida), situada a 1.500 metros da estação ferroviária de Providência, no Município e Comarca de Leopoldina, Minas Gerais e falecida no dia 13-11-1946, quarta-feira, em Angustura, Município de Além Paraíba, Minas Gerais, aos 86 anos, 4 meses e 5 dias de idade, e que foram fazendeiros em Barra Mansa e Miracema, no Estado do Rio de Janeiro. Por Isaac Marcondes dos Santos, o João Marcondes era bisneto de [8] Justo Marcondes dos Santos nascido no dia 12-04-1812, domingo, em Santa Isabel do Rio Preto, Estado do Rio de Janeiro e falecido em 08-03-1879, sábado, aos 66 anos, 10 meses e 24 dias de idade, e de [9] Rita Teresa de Jesus, natural também de Santa Isabel do Rio Preto e que se casaram no dia 07-01-1840, terça-feira, na cidade de Guaratinguetá, Estado de São Paulo, onde foram fazendeiros produtores de café. Por Ana Marcondes dos Santos, o João Marcondes era bisneto de [10] Manoel Marcondes dos Santos nascido por volta do ano de 1805, em Santa Isabel do Rio Preto, Estado do Rio de Janeiro e de sua conterrânea [11] Sabina Emerenciana de Jesus nascida por volta do ano de 1816. Por Aurélio de Souza Monteiro de Barros, o João Marcondes era bisneto do tenente-coronel [12] Júlio César de Miranda Monteiro de Barros, natural de Congonhas do Campo, atual Congonhas, Minas Gerais e falecido no dia 09-01-1879, quinta-feira, em Barra Mansa, Estado do Rio de Janeiro, e de sua primeira mulher [13] Emiliana de Souza Monteiro de Barros (Emiliana de Souza Breves quando solteira), natural da cidade do Rio de Janeiro (RJ) e falecida no dia 29-06-1874, segunda-feira, em São José de Além Paraíba, atual Além Paraíba, Minas Gerais, e que foram proprietários da fazenda Santa Teresa em Barra Mansa, Estado do Rio de Janeiro, onde jazem sepultados no cemitério local. Por Francisca Carolina Domingues Monteiro de Barros, o João Marcondes era bisneto do português [14] Antônio Manoel Domingues ‒ “Carcacena” nascido no dia 13-06-1807, sábado, e falecido no dia 10-08-1875, terça-feira, na sede da sua fazenda Trimonte, em Providência, Município e Comarca de Leopoldina, Minas Gerais, aos 68 anos, 1 mês e 28 dias de idade, e de sua mulher [15] Maria Rosa de Siqueira Domingues (Maria Rosa de Siqueira quando solteira) nascida no dia 04-03-1833, segunda-feira, e batizada em Espírito Santo do Piau, atual Piau, Minas Gerais, e falecida viúva no dia 14-06-1918, sexta-feira, em Angustura, Município e Comarca de Além Paraíba, Minas Gerais, aos 85 anos, 3 meses e 10 dias de idade; os corpos do casal estão sepultados no Cemitério Público de Angustura, Minas Gerais. Por Justo Marcondes dos Santos e seu irmão Manoel Marcondes dos Santos, o João Marcondes era trineto de [16 e 20] José Antônio dos Santos e de [17 e 21] Ana Maria Marcondes; por Sabina Emerenciana de Jesus, era trineto do capitão [22] José Lopes de Araújo, um dos fundadores de São José do Rio Preto, Estado do Rio de Janeiro; por Júlio César de Miranda Monteiro de Barros, era trineto do advogado, doutor [24] Francisco de Paula Monteiro de Barros, natural de Congonhas do Campo, atual Congonhas, Minas Gerais e que ocupou os cargos de Juiz de Fora, Ouvidor, Corregedor e Desembargador, e de sua mulher, a portuguesa [25] Ana Carlota de Miranda, casada em Coimbra, Portugal; por Emiliana de Souza Monteiro de Barros (Emiliana de Souza Breves quando solteira), era trineto de [26] Luiz de Souza Breves e de [27] Maria Pimenta de Almeida Breves, esta natural de São João Marcos, Estado do Rio de Janeiro, localidade esta surgida em 1739 e que entre 1941 e 1943 deixou de existir, submersa que foi pelas águas represadas para a ampliação da Hidrelétrica de Lajes; por Antônio Manoel Domingues, era trineto dos portugueses, [28] Domingos Domingues e [29] Maria Luísa Esteves; e por Maria Rosa de Siqueira Domingues (Maria Rosa de Siqueira quando solteira), era trineto de [30] Francisco Antunes de Siqueira e de [31] Francisca Carolina Gonçalves Cortes.
      
IV-1 Dirce de Menezes Marcondes. Casada com Wellington − "Dete".
      
IV-2 João Batista de Menezes Marcondes − "Dão". Nasceu no dia 18-09-1929, quarta-feira, no Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Minas Gerais. Casou-se com Virgínia Sereno, que adotou o nome: Virgínia Sereno Marcondes.
Ele já é falecido.
IV-3 Dea de Menezes Marcondes. Ela se casou com o português Firmino Salgueiro.
                             
IV-4 José de Menezes Marcondes. Ele se casou com Laudecy e já é falecido.
IV-5 Jairo de Menezes Marcondes. Ele se casou com Nísia.
IV-6 Dilene de Menezes Marcondes. Ela se casou com Antônio Couto − "Chumbinho", contador em Nova Iguaçu, Estado do Rio de Janeiro, onde faleceu.
IV-7 Dinah de Menezes Marcondes. Ela se casou com Antônio − "Toninho". São residentes em Tombos, Minas Gerais.
                             
IV-8 Laís de Menezes Marcondes. Ela se casou com Dinar de Lima e Silva − "Didi" nos meios familiares. Ex-jogador de futebol que encerrou a carreira com menos de 30 anos de idade. Famoso meia do Clube Atlético Mineiro, pelos idos de 1962 a 1965, vindo do Democrata Futebol Clube de Sete Lagoas, Minas Gerais, depois de ter sido jogador inicialmente do Tombense Futebol Clube, de Tombos, Minas Gerais, e depois do Esporte Clube Caratinga, de Caratinga, Minas Gerais. Ele nascido em Patrocínio do Muriaé, Minas Gerais, faleceu no dia 05-12-2010, domingo, no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro. Seu corpo foi sepultado no Cemitério de Patrocínio do Muriaé, Minas Gerais, no dia 06-12-2010, segunda-feira à tarde.
V-1 Fabiana Marcondes de Lima e Silva.
V-2 Cláudia Marcondes de Lima e Silva. Casada na família Sousa. Seu nome de casada é Cláudia Marcondes de Lima e Silva Sousa.
V-3 Sandro Metrevelle Marcondes de Lima e Silva. Engenheiro mecânico e professor do Instituto de Engenharia Mecânica da Universidade Federal de Itajubá, Minas Gerais.
V-4 Distefano Marcondes de Lima e Silva.
IV-9 Marco Aurélio de Menezes Marcondes. Casou-se com Teresa de Souza Ribeiro, que adotou o nome: Teresa Ribeiro Marcondes. Esta é irmã da Maria Emília Ribeiro Dutra, esposa do Nivaldo Menezes Dutra citado abaixo. Filha legítima de Francisco Martins Ribeiro e de Maria Emília de Souza Ribeiro.
Residem na cidade do Rio de Janeiro.
V-1 Eliane Ribeiro Marcondes. Ela é casada com Márcio Leandro.
V-2 Elaine Ribeiro Marcondes. Ela é casada e seu marido se chama Gustavo.
V-3 Marco Aurélio de Menezes Marcondes Júnior. Casou-se com Kíssila de Paiva, que adotou o nome: Kíssila de Paiva Marcondes. Já falecida.
VI-1 Marco Aurélio de Menezes Marcondes Neto. Natural da cidade do Rio de Janeiro.
IV-10 Paulo Celso de Menezes Marcondes. Ele é casado e a sua esposa se chama Elizabeth.
III-2 Maria Sylvia Vasques de Menezes. Nasceu no dia 11-03-1908, quarta-feira, em Palma, Estado de Minas Gerais. Casou-se duas vezes. Seu primeiro matrimônio foi com Constantino Augusto Müller, celebrado no dia 29-07-1926, quinta-feira, no Distrito de São Luiz, atual Trimonte, Município de Volta Grande, Minas Gerais. Ele, ferroviário residente e domiciliado inicialmente em Ubá, Minas Gerais, nascido no dia 21-05-1896, quinta-feira, em Juiz de Fora, Minas Gerais, de ascendência alemã, filho de João Müller e de Joaquina Müller. Sendo Maria Sylvia de Menezes Müller o seu nome de casada.
Constantino Augusto Müller faleceu no dia 16-07-1960, sábado, em Juiz de Fora, Minas Gerais, onde residia, aos 64 anos, 1 mês e 25 dias de idade, após 33 anos, 11 meses e 17 dias de casado. O casal não deixou geração. Maria Sylvia de Menezes Müller ficou viúva aos 52 anos, 4 meses e 5 dias de idade.
                 
III-2 Maria Sylvia Vasques de Menezes. Depois de viúva consorciou-se com Levy Correa de Almeida, natural de Providência, Município de Leopoldina, Minas Gerais, que depois foi sapateiro e comerciante em Resende, Estado do Rio de Janeiro, onde faleceu, deixando-a viúva pela segunda vez e sem geração.
Com o passar dos anos e sem descendentes Maria Sylvia de Menezes Müller foi para o Asilo Santo Antônio, em Leopoldina, Minas Gerais, aonde veio a falecer ainda lúcida no dia 31-01-2001, quarta-feira, aos 92 anos, 10 meses e 20 dias de idade.
III-3 Iolanda Vasques de Menezes. Nasceu no dia 02-03-1910, quarta-feira, em Campestre, atual São Martinho, Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Minas Gerais. Morreu ainda criança.
III-4 Rosa Amélia Vasques de Menezes. Nasceu no dia 22-11-1911, quarta-feira, no Distrito de Espírito Santo de Água Limpa, atual Água Viva, Município de Estrela Dalva, Minas Gerais. Casou-se no dia 14-11-1932, segunda-feira, às 16 horas, na sede da fazenda do Rochedo, em Água Viva, Minas Gerais, com o farmacêutico Coriolano Silveira Dutra e adotou o nome: Rosa Amélia de Menezes Dutra. Ele nascido no dia 25-08-1907, domingo, em Miraí, Minas Gerais, filho do mineiro Braz Ferreira Coelho e de Júlia Soares nascida por volta de 1884 também em Minas Gerais e que quando já viúva em 1932, morava em Miracema, Estado do Rio de Janeiro.
O casal residia na cidade do Rio de Janeiro, então Capital Federal, onde Coriolano Silveira Dutra trabalhava como farmacêutico em Laboratório fabricante de produtos gastrointestinais.
Coriolano Silveira Dutra faleceu na cidade do Rio de Janeiro, no dia 28-10-1969, terça-feira; contava 62 anos, 2 meses e 3 dias de idade e 36 anos, 11 meses e 14 dias de casado.
Já Rosa Amélia de Menezes Dutra faleceu viúva no dia 23-05-1996, também na cidade do Rio de Janeiro, aos 84 anos, 6 meses e 1 dia de idade. O casal teve dois filhos.
                                   
IV-1 José Newton de Menezes Dutra. Ele nasceu no dia 05-11-1934, segunda-feira. E faleceu no dia 18-09-1984, terça-feira. Contava apenas 49 anos, 10 meses e 13 dias de idade. Ele era funcionário público e casado com Leda Areal Dutra.
Dona Leda Areal Dutra reside em Vila Velha, Estado do Espírito Santo.
                                    
V-1 Alexandre Areal Dutra. Ele já é casado. Residente e domiciliado em Belo Horizonte, Minas Gerais. É funcionário da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, na Diretoria Regional de Belo Horizonte, onde atua como atendente comercial da microrregião.
V-2 Lucienne Areal Dutra. Natural de Brasília (DF) e reside na cidade do Rio de Janeiro.
IV-2 Nivaldo Menezes Dutra. Ele se casou com a professora Maria Emília de Souza Ribeiro, que adotou o nome: Maria Emília Ribeiro Dutra. Esta nascida na cidade do Rio de Janeiro, filha legítima de Francisco Martins Ribeiro e de Maria Emília de Souza Ribeiro. O casal dedicou-se ao comércio e fixou residência na cidade do Rio de Janeiro.
O Nivaldo Menezes Dutra (04-02-1936—28-06-2015) faleceu aos 79 anos, 4 meses e 24 dias de idade e 49 anos, 2 meses e 5 dias de casado. O casal deixou três filhos.
                                   
V-1 Cláudio Ribeiro Dutra. Natural do Rio de Janeiro (RJ), onde se casou com Elizamá Marcondes, que adotou o nome: Elizamá Marcondes Dutra. Residentes em Niterói, Estado do Rio de Janeiro.
VI-1 Carolina Marcondes Dutra. É natural da cidade do Rio de Janeiro (RJ).
VI-2 João Pedro Marcondes Dutra. É natural da cidade do Rio de Janeiro (RJ).
V-2 Eduardo Ribeiro Dutra. É natural da cidade do Rio de Janeiro (RJ).
V-3 Leandro Ribeiro Dutra. É natural da cidade do Rio de Janeiro (RJ).
III-5 Djalma Vasques de Menezes. Ele nasceu no dia 23-03-1913, domingo, no Distrito de Espírito Santo de Água Limpa, atual Água Viva, Município de Estrela Dalva, Minas Gerais. Casou-se com Maria de Lourdes  no primeiro casamento desta.
O casal residia no Distrito de Água Viva, Minas Gerais, onde o lavrador Djalma Vasques de Menezes veio a óbito em sua residência no dia 11-07-1936, sábado, aos 23 anos, 3 meses e 18 dias de idade; tendo como causa mortis toxemia, conforme atestado firmado pelo médico, doutor Pompílio Guimarães, de Leopoldina, Minas Gerais; em consequência de intoxicação causada por sardinha deteriorada. Seu corpo jaz sepultado no Cemitério Público de Trimonte, Município de Volta Grande, Minas Gerais. Sem geração.
A viúva Maria de Lourdes casou-se depois com o doutor Ernâni Manna, fazendeiro no Distrito de São Luiz, atual Trimonte, Município de Volta Grande, Minas Gerais.
III-6 José Joaquim Vasques de Menezes. Ele nasceu no dia 20-05-1915, quinta-feira, em domicílio no Distrito de Espírito Santo de Água Limpa, atual Água Viva, Município de Estrela Dalva, Minas Gerais, onde também faleceu em 26-08-1915, quinta-feira, com apenas 3 meses e 6 dias de idade. Seu corpo foi sepultado no Cemitério Público de Trimonte, Município de Volta Grande, Minas Gerais.
        
III-7 Yolanda Vasques de Menezes. Ela nasceu no dia 03-08-1916, quinta-feira, no Distrito de Espírito Santo de Água Limpa, atual Água Viva, Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais. Normalista, diplomada em 19-02-1938, sábado, pela Escola Normal Nossa Senhora do Carmo de Cataguases, Minas Gerais; e professora primária estadual no Distrito de Água Viva e depois na cidade de Estrela Dalva, Minas Gerais.
Casou-se com o lavrador e agropecuarista Elpídio Victorio dos Santos e adotou o nome: Yolanda Vasques de Menezes Santos. Ele nascido no dia 14-10-1910, sexta-feira, no Distrito do Rio Pardo, atual Argirita, Estado de Minas Gerais. O casal desde o início continuou residindo e desempenhando as suas respectivas atividades profissionais no Distrito de Água Viva. Só anos mais tarde, já perto da aposentadoria no magistério, é que a professora Yolanda Vasques de Menezes Santos esteve lecionando também na cidade de Estrela Dalva, sede do Município.
A Yolanda Vasques de Miranda Santos faleceu no dia 16-12-1996, segunda-feira, às 14 horas, na Casa de Caridade Leopoldinense, na cidade de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, contando 80 anos, 4 meses e 13 dias de idade e seu corpo foi sepultado no dia seguinte no Cemitério Público de Água Viva; a causa da morte foi insuficiência respiratória, conforme o laudo médico firmado pelo doutor Maurício Domingues Rosa.
Ascendentes do marido: [1] Elpídio Victorio dos Santos, viúvo, falecido aos 93 anos, 5 meses e 25 dias de idade e seu corpo jaz sepultado também no Cemitério Público de Água Viva; ele era filho legítimo do comerciante [2] Elfino Victorio dos Santos, natural de Carandaí, Estado de Minas Gerais e de [3] Emília Rita dos Santos – "Bilica" (Emília Rita de Campos quando solteira), natural do Rio Pardo, atual Argirita, Estado de Minas Gerais, onde se casaram e residiram até o ano de 1930, quando se mudaram com os filhos para o Distrito de Água Viva; neto paterno de [4] José Estevam dos Santos e de [5] Maria Magdalena dos Santos; e materno de [6] Firmo José Coelho e de [7] Maria Rita de Campos.
O casal Elpídio Victorio dos Santos e Yolanda Vasques de Menezes Santos deixou 4 filhos.
             
IV-1 Clice Maria Menezes dos Santos. Nascida no Distrito de Água Viva, então Município de Volta Grande e hoje de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais. Casou-se com José Matheus Gonçalves Celano e adotou o nome: Clice Maria Santos Celano.
Ascendentes do marido: [1] José Matheus Gonçalves Celano é filho legítimo de [2] Pedro Celano e de [3] Lúcia Gonçalves Celano (Lúcia Gonçalves de Menezes quando solteira), natural do Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Estado de Minas Gerais. É neto materno de [6] José Gonçalves de Castro Fonseca, cirurgião-dentista e farmacêutico, nascido no ano de 1883 em Providência, Município de Leopoldina (MG), e de [7] Maria Antonieta de Menezes Gonçalves (Maria Antonieta de Menezes quando solteira) nascida no dia 08-04-1888, domingo, em Espírito Santo de Água Limpa, atual Distrito de Água Viva, Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais, onde se casou em 17-02-1906, sábado, na sede da fazenda dos pais, e que faleceu viúva no dia 23-07-1982, sexta-feira, aos 94 anos, 3 meses e 15 dias de idade, tendo o seu corpo sido sepultado no Cemitério São Francisco de Paula, no Catumbi, Rio de Janeiro (RJ). Por José Gonçalves de Castro Fonseca, o José Matheus Gonçalves Celano é bisneto de [12] José Gonçalves da Fonseca e de [13] .......... de Castro, agricultores no Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Estado de Minas Gerais; por Maria Antonieta de Menezes Gonçalves, é bisneto do agricultor e subdelegado de polícia de Água Viva, [14] Joaquim Ferreira de Menezes, nascido por volta de 1848 e que foi batizado pelo Padre Vicente Ferreira Monteiro, no dia 02-12-1853, sexta-feira, na igreja Madre de Deus, no atual Distrito de Angustura, Município de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, tendo por padrinhos de batismo, Manoel Januário da Cunha e Castro e dona Teresa de Bittencourt, e de sua primeira esposa [15] Amélia Maria Nunes de Menezes (Amélia Maria Nunes Duarte quando solteira), natural de Areias, Estado de São Paulo, casada no dia 14-07-1868, terça-feira, às 9 horas da manhã, pelo Padre Manoel Luiz Correa, Cura da igreja de Nossa Senhora da Conceição, de Conceição da Boa Vista, então pertencente ao Município de Leopoldina e hoje ao de Recreio (MG), e tendo servido como testemunhas: Sebastião Borges dos Santos e o fazendeiro então proprietário da vizinha fazenda da Pedra, Gervásio Monteiro de Resende. Por Joaquim Ferreira de Menezes, o José Matheus Gonçalves Celano é trineto do agricultor [28] Agostinho Luiz de Menezes nascido por volta do ano de 1815 e que faleceu no dia 25-09-1861, quarta-feira, aos 46 anos de idade, e de [29] Ana Rosa de Moraes, em seu primeiro casamento; por Amélia Maria Nunes de Menezes, é trineto do agricultor [30] Severino Nunes Duarte e de [31] Antônia Maria Nunes; por Severino Nunes Duarte, é quarto neto de outro [60] Severino Nunes Duarte e de [61] Ana Clara da Aleluia.
V-1 Valéria dos Santos Celano. Natural da cidade do Rio de Janeiro. Professora de Ciências.
V-2 Andrea dos Santos Celano. Natural da cidade do Rio de Janeiro.
IV-2 Elda Lúcia Menezes dos Santos. Nascida no Distrito de Água Viva, então Município de Volta Grande e hoje ao de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais. Casou-se com o seu parente Mário Gonçalves Vasques e adotou o nome: Elda Lúcia Santos Vasques.
Ascendentes do marido: o [1] Mário Gonçalves Vasques é natural da cidade do Rio de Janeiro e completou o Curso Científico no Colégio Pio XII, em Juiz de Fora (MG); é filho legítimo de [2] José Augusto Vasques e de [3] Dinorah Gonçalves Vasques (Dinorah Gonçalves de Menezes quando solteira) nascida em 27-03-1912, quarta-feira, no Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Estado de Minas Gerais e falecida no dia 25-04-1967, terça-feira, aos 55 anos e 29 dias de idade, tendo o seu corpo sido sepultado no Cemitério São Francisco de Paula, no Catumbi, Rio de Janeiro (RJ). É neto paterno de [4] Augusto Vasques de Miranda nascido por volta de 1874 na sede da fazenda do Rochedo, em Espírito Santo de Água Limpa, atual Distrito de Água Viva, Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais e falecido no dia 03-07-1916, segunda-feira, às 22 horas, em Leopoldina, Estado de Minas Gerais, aos 42 anos de idade e que teve como causa mortis infecção paratífica, conforme o atestado de óbito firmado pelo doutor Felipe Nunes Pinheiro, e de [5] Maria Alcina Pires Vasques de Miranda (Maria Alcina Duarte Pires quando solteira) nascida por volta de 1882 e casada no dia 21-10-1899, sábado, no Distrito de Espírito Santo de Água Limpa, atual Água Viva, Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais, e que ficou viúva após 16 anos, 11 meses e 12 dias de casada; e é neto materno de [6] José Gonçalves de Castro Fonseca, cirurgião-dentista e farmacêutico no Distrito de Providência, Município de Leopoldina (MG), nascido por volta de 1883, e de [7] Maria Antonieta de Menezes Gonçalves (Maria Antonieta de Menezes quando solteira) nascida em 08-04-1888, domingo, casada em 17-02-1906, sábado, em Água Viva, e falecida no dia 23-07-1982, aos 94 anos, 3 meses e 15 dias de idade. Por Augusto Vasques de Miranda, o Mário Gonçalves Vasques é bisneto do espanhol [8] José Bento Vasques de Miranda (01-11-1833—21-12-1915), natural da Galiza e falecido aos 82 anos, 1 mês e 20 dias de idade, na sede da fazenda Santo Antônio, no Distrito de São Luiz, atual Trimonte, Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais, e de sua segunda esposa [9] Rosa Luiza de Menezes Vasques (Rosa Luiza de Menezes quando solteira) nascida por volta de 1845, batizada em 10-04-1847, sábado, pelo Padre Vicente Ferreira Monteiro, da igreja Madre de Deus, do atual Distrito de Angustura (MG), e falecida viúva aos 82 anos de idade, no dia 18-08-1927, quinta-feira, na sede da fazenda do Rochedo, no Distrito de Água Viva, Estado de Minas Gerais; por Maria Alcina Pires Vasques de Miranda, é bisneto do lavrador [10] José Joaquim Pires e de [11] Ana Eugênia Duarte; por José Gonçalves de Castro Fonseca, é bisneto de [12] José Gonçalves da Fonseca e de [13] .......... de Castro, agricultores no Distrito de Providência, Município de Leopoldina, Estado de Minas Gerais; por Maria Antonieta de Menezes Gonçalves, é bisneto do agricultor e subdelegado de polícia no Distrito de Água Viva, [14] Joaquim Ferreira de Menezes nascido por volta de 1848 e que foi batizado pelo Padre Vicente Ferreira Monteiro, no dia 02-12-1853, sexta-feira, na igreja Madre de Deus, no atual Distrito de Angustura, Município de Além Paraíba (MG), tendo por padrinhos de batismo, Manoel Januário da Cunha e Castro e dona Teresa de Bittencourt, e de sua primeira esposa [15] Amélia Maria Nunes de Menezes (Amélia Maria Nunes Duarte quando solteira), natural de Areias, Estado de São Paulo, casada no dia 14-07-1868, terça-feira, às 9 horas da manhã, pelo Padre Manoel Luiz Correa, Cura da igreja de Nossa Senhora da Conceição, de Conceição da Boa Vista, localidade então pertencente ao Município de Leopoldina e hoje ao de Recreio, Estado de Minas Gerais, e tendo servido como testemunhas: Sebastião Borges dos Santos e o fazendeiro Gervásio Monteiro de Resende. Por Rosa Luiza de Menezes Vasques e seu irmão Joaquim Ferreira de Menezes, o Mário Gonçalves Vasques é trineto do agricultor [18 e 28] Agostinho Luiz de Menezes nascido por volta de 1815 e falecido no dia 25-09-1861, quarta-feira, aos 46 anos de idade, e de [19 e 29] Ana Rosa de Moraes, em seu primeiro casamento; por Amélia Maria Nunes de Menezes, é trineto do agricultor [30] Severino Nunes Duarte e de [31] Antônia Maria Nunes; por Severino Nunes Duarte, é quarto neto do homônimo [60] Severino Nunes Duarte e de [61] Ana Clara da Aleluia.
V-1 Mário Gonçalves Vasques Júnior. Natural de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais. Controlador de voo no aeroporto, em Belo Horizonte.
Casou-se em Venda Nova, Belo Horizonte, com Elaine Aparecida Ritson, natural de Volta Redonda, Estado do Rio de Janeiro.
V-2 Marcelo Santos Vasques. Natural de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais.
V-3 Hellen Santos Vasques. Natural de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais. Ela fez o curso de Eletrotécnica, no Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais, (1994—1999); e colou grau em Engenharia Mecânica na Universidade Federal de Minas Gerais, em 05-09-2009.
IV-3 Elfino Menezes dos Santos. Nascido no Distrito de Água Viva, no atual Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais. Casou-se com Vilma Alves, natural de Salvador, Estado da Bahia. Reside na cidade do Rio de Janeiro (RJ).
O Elfino Menezes dos Santos foi um grande colaborador nesta genealogia da família.
V-1 Bernardo Alves Menezes dos Santos. Natural do Rio de Janeiro (RJ).
V-2 Eduardo Alves Menezes dos Santos. Natural do Rio de Janeiro (RJ).
IV-4 Fernando Antônio Menezes dos Santos. Nascido no Distrito de Água Viva, no atual Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais. Casou-se com Adalgisa Morais que adotou o nome: Adalgisa Morais Menezes dos Santos. São residentes e domiciliados em Arcos, Estado de Minas Gerais.
V-1 Fernando Morais Menezes dos Santos. Ele é natural de Arcos, Estado de Minas Gerais. Técnico em Laticínios formado em 2007 pelo Instituto de Laticínios Cândido Tostes − Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais.
V-2 Rodrigo Morais Menezes dos Santos. Ele é natural de Arcos, Estado de Minas Gerais. Em 2012, estudante do curso de Técnico de Laboratório em Química, na Universidade Federal de Viçosa, Estado de Minas Gerais.
V-3 Stela Morais Menezes Santos. Ela é natural de Arcos, Estado de Minas Gerais. Em 2012, estudante do curso noturno de Engenharia Civil, no Centro Universitário de Patos de Minas, Estado de Minas Gerais.
III-8 Neuza Vasques de Menezes. Ela nasceu no dia 04-03-1919, terça-feira, às 10 horas da manhã, no Distrito de Espírito Santo de Água Limpa, atual Água Viva, Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais. No início da década de 1930, até o segundo semestre de 1933, ela esteve estudando em São João del Rei (MG), ficando hospedada na casa dos seus tios João Baptista Vasques de Miranda e Rita Zulmira de Menezes Vasques – "Nhazinha".
Casou-se em Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais, com o seu cunhado Julio Cezar Marcondes e adotou o nome: Neuza de Menezes Marcondes.
O Julio Cezar Marcondes, natural do Distrito de Falcão, que hoje pertence ao Município de Quatis, Estado do Rio de Janeiro, era irmão do João Marcondes, acima citado no item III-1.
Eis a ascendência do marido: [1] Julio Cezar Marcondes era filho legítimo do negociante [2] João Marcondes dos Santos nascido em 1875 em Santa Isabel do Rio Preto, Estado do Rio de Janeiro e falecido no ano de 1920 no Rio de Janeiro (RJ), e de [3] Emiliana Monteiro de Barros Marcondes (Emiliana Monteiro de Barros quando solteira) nascida no dia 08-09-1881, quinta-feira, em Angustura, Município de Além Paraíba, Minas Gerais, casada no dia 11-06-1901, terça-feira, às 16 horas, no Distrito de São Sebastião, Município de Barra Mansa, Estado do Rio de Janeiro e falecida no ano de 1920, em Falcão, Estado do Rio de Janeiro; era neto paterno de [4] Isaac Marcondes dos Santos, natural de Santa Isabel do Rio Preto, Estado do Rio de Janeiro, e de sua prima e conterrânea [5] Ana Marcondes dos Santos (Ana Marcondes da Conceição quando solteira), que se casaram também nesta mesma Localidade no dia 08-02-1864, segunda-feira; era neto materno de [6] Aurélio de Souza Monteiro de Barros ‒ "Reco", natural de Piraí (RJ) e de [7] Francisca Carolina Domingues Monteiro de Barros (Francisca Carolina Domingues quando solteira) ‒ "Chiquinha" nascida no dia 08-07-1860, domingo, na sede da fazenda Trimonte (sede antiga já demolida), situada a 1.500 metros da estação ferroviária de Providência, no Município e Comarca de Leopoldina, Minas Gerais e falecida no dia 13-11-1946, quarta-feira, no Distrito de Angustura, Município de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, aos 86 anos, 4 meses e 5 dias de idade, e que foram fazendeiros em Barra Mansa e Miracema, no Estado do Rio de Janeiro. Por Isaac Marcondes dos Santos, o Julio Cezar Marcondes era bisneto de [8] Justo Marcondes dos Santos nascido no dia 12-04-1812, domingo, em Santa Isabel do Rio Preto (RJ) e falecido em 08-03-1879, sábado, aos 66 anos, 10 meses e 24 dias de idade, e de [9] Rita Teresa de Jesus, natural também de Santa Isabel do Rio Preto (RJ) e que se casaram no dia 07-01-1840, terça-feira, na cidade de Guaratinguetá (SP), onde foram fazendeiros produtores de café. Por Ana Marcondes dos Santos, o Julio Cezar Marcondes era bisneto de [10] Manoel Marcondes dos Santos nascido por volta do ano de 1805, em Santa Isabel do Rio Preto (RJ), e de sua conterrânea [11] Sabina Emerenciana de Jesus nascida por volta de 1816. Por Aurélio de Souza Monteiro de Barros, o Julio Cezar Marcondes era bisneto do tenente-coronel [12] Júlio César de Miranda Monteiro de Barros, natural de Congonhas do Campo, atual Congonhas (MG), e falecido no dia 09-01-1879, quinta-feira, em Barra Mansa (RJ), e de sua primeira esposa [13] Emiliana de Souza Monteiro de Barros (Emiliana de Souza Breves quando solteira), natural da cidade do Rio de Janeiro, e falecida no dia 29-06-1874, segunda-feira, em São José de Além Paraíba, atual Além Paraíba (MG), e que foram proprietários da fazenda Santa Teresa em Barra Mansa (RJ), onde seus corpos jazem sepultados no cemitério local. Por Francisca Carolina Domingues Monteiro de Barros, o Julio Cezar Marcondes era bisneto do português [14] Antônio Manoel Domingues ‒ “Carcacena” nascido no dia 13-06-1807, sábado, e falecido no dia 10-08-1875, terça-feira, na sede da sua fazenda Trimonte, em Providência, Município e Comarca de Leopoldina, Minas Gerais, aos 68 anos, 1 mês e 28 dias de idade, e de sua esposa [15] Maria Rosa de Siqueira Domingues (Maria Rosa de Siqueira quando solteira) nascida no dia 04-03-1833, segunda-feira, e batizada em Espírito Santo do Piau, atual Piau, Minas Gerais, e falecida viúva no dia 14-06-1918, sexta-feira, em Angustura, Município e Comarca de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, aos 85 anos, 3 meses e 10 dias de idade; os corpos do casal jazem sepultados no Cemitério Público de Angustura. Por Justo Marcondes dos Santos e seu irmão Manoel Marcondes dos Santos, o Julio Cezar Marcondes era trineto de [16 e 20] José Antônio dos Santos e de [17 e 21] Ana Maria Marcondes; por Sabina Emerenciana de Jesus, era trineto do capitão [22] José Lopes de Araújo, um dos fundadores de São José do Rio Preto (RJ); por Júlio César de Miranda Monteiro de Barros, era trineto do advogado, doutor [24] Francisco de Paula Monteiro de Barros, natural de Congonhas do Campo, atual Congonhas, Minas Gerais e que ocupou os cargos de Juiz de Fora, Ouvidor, Corregedor e Desembargador, e de sua mulher, a portuguesa [25] Ana Carlota de Miranda, casada em Coimbra, Portugal; por Emiliana de Souza Monteiro de Barros (Emiliana de Souza Breves quando solteira), era trineto de [26] Luiz de Souza Breves e de [27] Maria Pimenta de Almeida Breves, esta natural de São João Marcos (RJ), localidade esta surgida em 1739 e que entre 1941 e 1943 deixou de existir, submersa que foi pelas águas represadas para a ampliação da Hidrelétrica de Lajes; por Antônio Manoel Domingues, era trineto dos portugueses, [28] Domingos Domingues e [29] Maria Luísa Esteves; e por Maria Rosa de Siqueira Domingues (Maria Rosa de Siqueira quando solteira), era trineto de [30] Francisco Antunes de Siqueira e de [31] Francisca Carolina Gonçalves Cortes.
O Julio Cezar Marcondes faleceu em acidente de automóvel nas proximidades da cidade de Teresópolis (RJ) e a Neuza de Menezes Marcondes faleceu viúva, no dia 04-08-1999, quarta-feira, às 10 horas e 50 minutos, no Hospital São José do Avaí, em Itaperuna, Estado do Rio de Janeiro, aos 80 anos e 5 meses de idade; e seu corpo foi sepultado no dia seguinte, no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, no Rio de Janeiro (RJ). Ela residia na Vila Valqueire, nesta mesma Capital. Eles tiveram cinco filhos.
IV-1 Djalma de Menezes Marcondes. Ele nasceu na sede da fazenda do Rochedo, no Distrito de Água Viva, no atual Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais. Casado com Eli e residente em Blumenau, Estado de Santa Catarina.
IV-2 Julio Cezar de Menezes Marcondes. Casado com dona Zélia Figueiredo Marcondes. Ambos naturais, residentes e domiciliados na cidade do Rio de Janeiro. Eles têm um casal de filhos.
V-1 Julio Cezar Figueiredo Marcondes. Natural da cidade do Rio de Janeiro. Casou-se com Claudia Pinto Cabral, que adotou o nome: Claudia Cabral Marcondes.
VI-1 Brenda Cabral Marcondes. Natural da cidade do Rio de Janeiro.
VI-2 Yasmim Cabral Marcondes. Natural da cidade do Rio de Janeiro.
V-2 Juliana Figueiredo Marcondes. Natural do Rio Janeiro (RJ). Casou-se com Flavio Lins da Silveira, sendo o seu nome de casada: Juliana Figueiredo Marcondes Lins da Silveira. Eles têm um filho.
VI-1 João Victor Marcondes Lins da Silveira. Natural do Rio de Janeiro (RJ).
IV-3 Roberto de Menezes Marcondes. Casou-se com Gisele. Já é falecido. A viúva reside no Estado de São Paulo.
IV-4 Sebastião Menezes Marcondes. Ele se casou com Ana. É residente na cidade do Rio de Janeiro.
IV-5 Emiliana Regina Menezes Marcondes. É casada com o tenente-coronel Luiz França, comandante do 12 Batalhão da Polícia Militar, de Niterói, Estado do Rio de Janeiro (2010).
III-9 Geraldo Ferreira de Menezes. É o caçula dos filhos. Ele nasceu no dia 16-08-1920, segunda-feira, às 10 horas da manhã, no Distrito de Espírito Santo de Água Limpa, atual Água Viva, Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais. Casou-se no dia 21-11-1951, quarta-feira, em Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, com Sílvia Igreja Sardella, que adotou o nome: Sílvia Igreja Sardella de Menezes. Esta nascida em Miracema, Estado do Rio de Janeiro, no dia 15-05-1926, sábado.
Ascendência da esposa: [1] Sílvia Igreja Sardella de Menezes é filha legítima de [2] Antônio Sardella nascido em Miracema, Estado do Rio de Janeiro, em 17-03-1897, quarta-feira e falecido viúvo na cidade do Rio de Janeiro, no dia 16-03-1966, quarta-feira, na véspera de completar 69 anos de idade, e de [2] Maria Igreja Sardella nascida em 13-11-1897, sábado e falecida em Resende, Estado do Rio de Janeiro, no dia 27-03-1956, terça-feira, aos 58 anos, 4 meses e 14 dias de idade, e que jaz sepultada no Cemitério Municipal de Resende, Estado do Rio de Janeiro; é neta paterna dos italianos [4] Paschoal Sardella e [5] Ana Boaretto, que se casaram no Distrito de São Sebastião da Boa Vista, Município de Miracema, Estado do Rio de Janeiro. Por Paschoal Sardella, a Sílvia Igreja Sardella de Menezes é bisneta de [8] Santo Sardella e de [9] Domenica Fabri; e por Ana Boaretto, é bisneta de [10] Mario Boaretto e de Rosana Branchini, todos estes quatro bisavós também naturais da Itália.
O Geraldo Ferreira de Menezes faleceu no dia 03-02-1994, quinta-feira, em Resende, Estado do Rio de Janeiro, onde residia. Contava 73 anos, 5 meses e 18 dias de idade e 42 anos, 2 meses e 13 dias de casado. Seu corpo jaz sepultado no Cemitério Municipal de Resende, Estado do Rio de Janeiro.
Geraldo Ferreira de Menezes foi comerciante do ramo de açougue, couros e ossos em Minas Gerais e depois se transferiu para o Estado do Rio de Janeiro, onde foi proprietário do Açougue Santo Antônio em Pinheiral e mais tarde de um restaurante de comida mineira em Penedo, no Município de Itatiaia (RJ). O casal teve três filhas.
IV-1 Rosa Emília Sardella de Menezes. Ela nasceu na cidade do Rio de Janeiro, onde se casou com o engenheiro Paulo Linoff Comunale. Ele, funcionário da Companhia Siderúrgica Nacional, em Volta Redonda, Estado do Rio de Janeiro. E ela, normalista e ex-comerciante em Penedo, Município de Itatiaia, Estado do Rio de Janeiro − proprietária de um restaurante especializado em pratos da cozinha mineira.
V-1 Bernardo Comunale. Ele é carioca e bacharel em Direito formado no ano de 2007 pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Casou-se com Emiliana Tranin, natural de Resende, Estado do Rio de Janeiro.
Eles são residentes e domiciliados na cidade do Rio de Janeiro.
V-2 Mirhem Comunale. Ela é natural de Volta Redonda, Estado do Rio de Janeiro.
V-3 Paulo Comunale. Natural de Volta Redonda, Estado do Rio de Janeiro.
Diplomado como bacharel em Direito e 1º tenente. Paulo Comunale integrou o 13º Contingente Brasileiro na Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti, onde esteve entre (2010—2011).
IV-2 Rita de Cássia Sardella de Menezes. Ela nasceu na cidade do Rio de Janeiro e é formada no curso de Normalista. Casou-se nessa mesma Capital, com o doutor Dorivaldo Montelo da Fonseca e adotou o nome: Rita de Cássia Sardella Menezes Montelo da Fonseca.
V-1 Fernanda Menezes da Fonseca. Nascida na cidade do Rio de Janeiro. É formada em Agronomia no ano de 2007 em Seropédica, pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.
V-2 Paula Menezes da Fonseca. Advogada nascida na cidade do Rio de Janeiro.
IV-3 Maria Angélica Sardella de Menezes. Nascida na cidade do Rio de Janeiro (RJ). É formada em Educação Física pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro e possui mestrado. Ela é casada e residente no Rio de Janeiro (RJ).


Fontes:
  • Aditamento do levantamento genealógico inédito da descendência de João de Castro Neto e Isabel Martins Nunes de Castro, elaborado pelo grupo familiar e gentilmente fornecido por José Maria Martins de Castro.
  • Amato, Marta Maria ‒ "A Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Carrancas e sua História" ‒ 288 páginas ‒ Edições Loyola, Rua 1822, n.º 347, CEP 04216-000, São Paulo, Estado de São Paulo, 1996.
  • Amato, Marta Maria ‒ "Três ramos Garcias ‒ Uma só origem", Revista Gentree - Genealogia & História, ano I, número 1, São Paulo, Estado de São Paulo, setembro de 2001.
  • Arantes, Doutor Arnaldo ‒ "A Família Arantes ‒ Estudo Genealógico", do Instituto Histórico e Geográfico do Estado de São Paulo, Academia Brasileira de Ciências Sociais e Políticas e Instituto Genealógico Brasileiro, São Paulo, Estado de São Paulo, janeiro de 1953.
  • Arquivo da igreja matriz de Nossa Senhora do Pilar, São João del Rei, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Arquivo Distrital de Braga, Concelho de Ponte de Lima, Freguesia de Calheiros, Livro de Registros de Nascimento n.º 5 (1743 a 1863). E também referências a João Alexandre de Siqueira e sua ascendência. Por cortesia de Roberto de Siqueira Ferreira Leite residente na cidade do Rio de Janeiro, por e-mail, em 29-08-2004.
  • Arquivo do Segundo Cartório de Notas da Comarca de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, Brasil – Inventário de Carolina Augusta de Siqueira Castro (maço 9 – período: 22-03-1881—04-11-1882).
  • Arquivo Nacional, Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, Brasil.
  • Arquivo Regional da Madeira ‒ Caminho dos Álamos, 35 ‒ 9020-064 Funchal, Região Autônoma da Madeira ‒ Certidões de casamentos solicitadas da Freguesia de Estreito de Câmara de Lobos, Concelho de Câmara de Lobos.
  • Assis, João Paulo Ferreira de ‒ "Revista Pólis 30", Rua Coronel Belisário Moreira 86, CEP 36270-000 ‒ Ressaquinha, Estado de Minas Gerais, Brasil. Citações: Número 6, mês de julho de 1999, página 6  Número 20, setembro de 2000, página 13  Número 21, outubro de 2000, página 17  Número 31, agosto de 2001, página 7  Número 35, dezembro de 2001, página 24  Número 40, maio de 2002, página 13  Número 41, junho de 2002, páginas 1, 2 e 3  Número 42, julho de 2002, página 18.
  • Bastos, Wilson de Lima ‒ "A Fazenda da Borda do Campo e o Inconfidente José Aires Gomes" ‒ 324 páginas, Edições Paraibuna, Juiz de Fora, Minas Gerais, 1992.
  • Bastos, Wilson de Lima ‒ "Badalo do Sino", livro de Memórias/1 ‒ 356 páginas, impresso pela Companhia Brasileira de Artes Gráficas do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, Edições Paraibuna, Juiz de Fora, Minas Gerais, 1987.
  • Brotero, Doutor Frederico de Barros ‒ "A Família Monteiro de Barros", 1.047 páginas, Indústria Gráfica Bentivegna, São Paulo, Estado de São Paulo, 1951.
  • Brotero, Doutor Frederico de Barros ‒ "Memórias e Tradições da Família Junqueira", 995 páginas, Editora Gráfica Canton, São Paulo, Estado de São Paulo, 1959.
  • Cartório Civil das Pessoas Naturais de Feira de Santana, Estado da Bahia, Brasil.
  • Cartório de Paz e do Registro Civil de Água Viva, Município de Estrela Dalva, Comarca de Pirapetinga, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Cartório de Paz e do Registro Civil de Angustura, Município e Comarca de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Cartório de Paz e do Registro Civil de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Cartório de Paz e do Registro Civil da Comarca de Eugenópolis, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Cartório de Paz e do Registro Civil de Recreio, Comarca de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Cartório de Paz e do Registro Civil de Ribeiro Junqueira. Município e Comarca de Leopoldina, Estado de Minas Gerais.
  • Cartório de Paz e do Registro Civil de Trimonte, Município de Volta Grande, Comarca de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Cartório de Paz e do Registro Civil do Distrito de Providência, Município e Comarca de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Cartório de Paz e Registro Civil de Cataguases, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Cartório de Paz e Registro Civil de Laranjal, Comarca de Muriaé, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Cartório de Registro Civil da Cidade e Comarca de Bicas, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Cartório de Registro Civil das Pessoas Naturais do 1º Subdistrito, de Santos Dumont, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Cartório de Registro Civil de Conceição da Boa Vista, Município de Recreio, Comarca de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Cartório de Registro Civil de Estrela Dalva, Comarca de Pirapetinga, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Cartório de Registro Civil de Vila de Jamapará, Município e Comarca de Sapucaia, Estado do Rio de Janeiro, Brasil.
  • Cartório de Registro Civil do Município e Comarca de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Cartório de Registro Civil do Primeiro Subdistrito de Barbacena, Estado de Minas Gerais, Brasil (Livro C-09, Folhas 44 verso, Termo 128), referente ao óbito de José Augusto Teixeira de Castro.
  • Cartório de Registro Civil e Notas de Argirita, Rua Joaquim Barbosa de Castro 22, Centro, Argirita, Comarca de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Cartório de Registro Civil e Notas de Volta Grande, Comarca de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Cartório de Registro Civil e Notas do Distrito de Tebas, Município e Comarca de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Cartório de Registro Civil e Tabelionato de Abaíba, Município e Comarca de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Cartório do Primeiro Ofício de Notas, de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Cartório do Primeiro Ofício de Registro Civil das Pessoas Naturais e Tabelionato de Registro de Imóveis do Município e Comarca de Sumidouro, Estado do Rio de Janeiro, Brasil.
  • Cartório do Primeiro Subdistrito de Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Cartório de Registro Civil e Tabelionato de Santo Antônio do Aventureiro, Comarca de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Cartório do Registro Civil e Tabelionato do Distrito de Itapiruçu, Município e Comarca de Palma, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Cartório do Terceiro Subdistrito de Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Cemitério da Trindade do Santíssimo Sacramento, na igreja de São José, na cidade de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais. Lápides de túmulo.
  • Cemitério Público de Angustura, Município de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, Brasil. Lápides de túmulos.
  • Cemitério Municipal de Recreio, Estado de Minas Gerais, Brasil. Lápides de túmulos.
  • Cemitério Público do Distrito de Trimonte, Município de Volta Grande, Comarca de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, Brasil. Lápides de túmulos.
  • Cemitério São João Batista, Presidente Prudente, Estado de São Paulo, Brasil. Via Internet, web.
  • Cemitério São Sebastião, Volta Grande, Estado de Minas Gerais, Brasil. Lápides de túmulos.
  • Centro de Estudos e Pesquisas Sertões do Leste, de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, Brasil.
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  • Guimarães, Cid ‒ "Ribeiro do Valle". Revista da ASBRAP ‒ Associação Brasileira de Pesquisadores de História e Genealogia, São Paulo, Estado de São Paulo, Brasil ‒ Número 4, ano de 1997 ‒ Citações.
  • Guimarães, Doutor José (Cambuquira, 05-05-1909 — Ouro Fino, 01-07-1989) ‒ "As Três Ilhoas" ‒ Obra póstuma em 4 volumes: volume 1 com 500 páginas; volume 2 ‒ parte 1 com 726 páginas; Volume 2 ‒ parte 2 com 528 páginas; e volume 3 com 158 páginas; digitação e diagramação de José Fernando Honorato, Ouro Fino, Minas Gerais; impressão: Reprox Artes Gráficas ‒ São Paulo, Estado de São Paulo, 1990.
  • Informações e cópias fotográficas fornecidas pelo engenheiro Murilo Vasques Thibau de Almeida residente e domiciliado em Paris, França.
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  • Informações fornecidas pela senhora Ana Paula Leite Barbosa Gasparri, em Nogueira, Correias, Estado do Rio de Janeiro, Brasil.
  • Informações fornecidas pela senhora Célia Odile Delle Piagge Vasques de Miranda da cidade de Araraquara, Estado de São Paulo, Brasil.
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  • Informações fornecidas pela senhora Heinil Maria Vieira Carneiro Gasparri residente em Nogueira, Correias, Estado do Rio de Janeiro, Brasil.
  • Informações fornecidas pela senhora Ivani Galvão de Castro residente em São José dos Campos, Estado de São Paulo, Brasil.
  • Informações fornecidas pela senhora Juliana Figueiredo Marcondes Lins da Silveira residente na cidade do Rio de Janeiro, Brasil.
  • Informações fornecidas pela senhora Kátia da Silva Castro residente na cidade de São José dos Campos, Estado de São Paulo, Brasil.
  • Informações fornecidas pela senhora Lea Christina Teixeira de Castro residente em Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Informações fornecidas pela senhora Lea de Castro Cerqueira Gorte residente em Presidente Bernardes, Estado de São Paulo, Brasil.
  • Informações fornecidas pela senhora Lea Vasques de Castro Cerqueira residente em Presidente Bernardes, Estado de São Paulo, Brasil.
  • Informações fornecidas pela senhora Leíse Policiano da Silva de Souza residente na cidade de Argirita, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Informações fornecidas pela senhora Majumea de Jesus Vieira Cordeiro residente em São José dos Campos, Estado de São Paulo, Brasil.
  • Informações fornecidas pela senhora Maria Antônia Cerqueira Pecin residente em Presidente Bernandes, Estado de São Paulo, Brasil.
  • Informações fornecidas pela senhora Maria da Conceição Siqueira Castro, de Volta Grande, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Informações fornecidas pela senhora Maria das Graças de Castro Pandeló residente na cidade de São José dos Campos, Estado de São Paulo, Brasil.
  • Informações fornecidas pela senhora Maria das Graças Mendes de Castro residente na cidade do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, Brasil.
  • Informações fornecidas pela senhora Maria de Fátima Castro Santos residente em São José dos Campos, Estado de São Paulo, Brasil.
  • Informações fornecidas pela senhora Maria Emília Ribeiro Dutra residente no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, Brasil.
  • Informações fornecidas pela senhora Maria Helena de Castro Hissi residente em São José dos Campos, Estado de São Paulo, Brasil.
  • Informações fornecidas pela senhora Maria Helena Junqueira de Castro residente em Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Informações fornecidas pela senhora Maria Leni Junqueira de Castro Cordeiro residente em São José dos Campos, Estado de São Paulo, Brasil.
  • Informações fornecidas pela senhora Maria Sylvia de Menezes Müller residente no Asilo Santo Antônio, em Leopoldina, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Informações fornecidas pela senhora Niura da Silva Neves Hisse de Castro residente na cidade de São José dos Campos, Estado de São Paulo, Brasil.
  • Informações fornecidas pela senhora Nylcea Vasques Vieira Carneiro, da cidade do Rio de Janeiro, Brasil.
  • Informações fornecidas pela senhora Rita de Cássia Hisse de Castro Moraes residente em São José dos Campos, Estado de São Paulo, Brasil.
  • Informações fornecidas pela senhora Rosalina Clementino Brizola residente em São José dos Campos, Estado de São Paulo, Brasil.
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  • Informações fornecidas pela senhora Yolanda Vasques de Menezes Santos residente no Distrito de Água Viva, Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Informações fornecidas pelo advogado, doutor Rafael de Castro Baker Botelho, de São Paulo, Estado de São Paulo, em 05-09-2005; e outras, divulgadas na lista Gen-Minas, no dia 12-11-2006, de suas pesquisas referentes à ascendência de Eduardo Baker Botelho.
  • Informações fornecidas pelo casal Luiz Batista e Vera Bonoto Batista, de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Informações fornecidas pelo engenheiro Sylvio Furtado Gasparri residente na cidade do Rio de Janeiro, Brasil.
  • Informações fornecidas pelo jovem Eduardo Cardoso Junqueira de Castro residente em Leopoldina, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Informações fornecidas pelo senhor Ânderson de Castro Teixeira residente em São José do Rio Preto, Estado de São Paulo, Brasil.
  • Informações fornecidas pelo senhor Elfino Menezes dos Santos residente no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, Brasil.
  • Informações fornecidas pelo senhor Elfino Victorio dos Santos residente no Distrito de Água Viva, Município de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Informações fornecidas pelo senhor Geraldo Salvador de Sá residente em Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Informações fornecidas pelo senhor Ivanir Vasques Barbuto residente em Eugenópolis, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Informações fornecidas pelo senhor Jayme Junqueira de Castro e sua irmã, senhorita Isabel Junqueira de Castro.
  • Informações fornecidas pelo senhor Jorge Romero Teixeira de Castro, de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Informações fornecidas pelo senhor Kalil Alexandre residente em Nova Friburgo, Estado do Rio de Janeiro, Brasil.
  • Informações fornecidas pelo senhor José Pecin residente de Presidente Bernardes, Estado de São Paulo, Brasil.
  • Informações fornecidas pelo senhor Luiz Augusto Teixeira de Castro Neto residente em Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Informações fornecidas pelo senhor Nagib Camillo Jorge residente em Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Informações fornecidas pelo senhor Nivaldo João de Castro Pandeló residente na cidade de São José dos Campos, Estado de São Paulo, Brasil.
  • Informações fornecidas pelo senhor Oswaldo José Junqueira de Castro residente em Itumbiara, Estado de Goiás, Brasil.
  • Informações fornecidas pelo senhor Oswaldo Vasques de Miranda residente em Presidente Prudente, Estado de São Paulo, Brasil.
  • Informações fornecidas pelo senhor Roberto de Siqueira Ferreira Leite residente no Rio de Janeiro e em Teresópolis, no Estado do Rio de Janeiro, Brasil.
  • Informações fornecidas pelo senhor Roberto Heleno de Castro residente em São José dos Campos, Estado de São Paulo, Brasil.
  • Informações fornecidas pelo senhor Rubens Teixeira de Castro residente em Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Informações fornecidas por escrito pela senhora Maria Lívia Rodrigues Chagas residente em Nova Friburgo, Estado do Rio de Janeiro, Brasil.
  • Informações fornecidas, via e-mail, pelo senhor Reynaldo Elias Gonçalves residente na cidade do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, Brasil
  • Informações gentilmente fornecidas pelo genealogista e colunista social, senhor Douglas Fazolatto residente em Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais, Brasil, de seus arquivos genealógicos ― Claudiano Dutra de Moraes, esposa e ascendentes e também, Manoel Dutra de Moraes, esposa e ascendentes.
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  • Internet, web Yahoo! Grupos ― Gen-Minas ― Grupo de Discussão de Genealogia Mineira Mensagem número 39.823 ― Dados divulgados pelo advogado, doutor Aristóteles Rodrigues residente em Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais, Brasil, no dia 11-07-2005.
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  • Jornal "Leopoldinense", de Leopoldina, Minas Gerais, edição da quinzena de 16 a 31 de agosto de 2009 ‒ Seção Ponto & Vírgula, por Maria José Baia Meneghite ‒ página 3.
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  • Leme, Luiz Gonzaga Silva [03-08-185213-01-1919]  "Genealogia Paulistana", 9 volumes, Duprat & Cia, ano de 1904, São Paulo, Estado de São Paulo, Brasil. Citações no volume IV ‒  título Arrudas Botelhos, página 73.
  • Leme, Luiz Gonzaga Silva [03-08-185213-01-1919]  "Genealogia Paulistana", 9 volumes, Duprat & Cia, ano de 1904, São Paulo, Estado de São Paulo, Brasil. Citações no volume V ‒  título Toledos Pizas: no capítulo 1º, §1º, 2-1, página 448; e no capítulo 3º, §1º, 4-2, página 518.
  • Livro "Autos da Devassa da Inconfidência Mineira" ‒ Oitavo volume da segunda edição da Coordenação de Publicações do Centro de Documentação e Informação da Câmara dos Deputados da República Federativa do Brasil, em Brasília (DF) e publicado nos termos de acordo firmado, pela Imprensa Oficial de Minas Gerais ‒ 444 páginas, Belo Horizonte, abril de 1977.
  • Machado, Attila Augusto Cruz, ‒ "Os Côrtes ‒ Descendência de Antônio Gonçalves Côrtes e Ana Gonçalves Rodrigues" ‒ Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro -2006.
  • Mattos, José Americo Junqueira de ‒ "Família Junqueira: sua História e Genealogia", 1ª Edição, 5 volumes, 2.150 páginas; Editora: Família Junqueira, Ribeirão Preto, Estado de São Paulo, ano 2004. Citação na página 1330. Pesquisa via internet, web.
  • Ofício de Registro Civil das Pessoas Naturais ‒ 1º Subdistrito de Juiz de Fora – Cartório Cobucci, Galeria Constança Valadares – Centro – Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Ofício de Registro Civil das Pessoas Naturais ‒ 2º Subdistrito de Juiz de Fora – Cartório Villela, Rua Barão de Cataguases, 15 – Centro – Juiz de Fora, Minas Gerais, Brasil.
  • Ofício do Registro Civil das Pessoas Naturais – 1º Distrito de Cantagalo, Estado do Rio de Janeiro, Brasil.
  • Ofício do Registro Civil das Pessoas Naturais – 1º Distrito de Itaperuna, Estado do Rio de Janeiro, Brasil.
  • Ofício do Registro Civil e Tabelionato de Notas – 1º Distrito de Barra Mansa, Estado do Rio de Janeiro, Brasil – Cartório Souza Reis.
  • Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, Estrela Dalva (antigo São Sebastião. da Estrela), Diocese de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Paróquia de Nossa Senhora da Conceição da Boa Vista, em Conceição da Boa Vista, Município de Recreio, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Paróquia de Nossa Senhora da Conceição do Paquequer, em Sumidouro, Diocese de Nova Friburgo, Estado do Rio de Janeiro, Brasil.
  • Paróquia de Nossa Senhora da Piedade, em Piacatuba, Município de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Paróquia Madre de Deus, Distrito de Angustura, Município e Comarca de Além Paraíba, Diocese de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Paróquia de Santo Antônio, Distrito de Providência, Município e Bispado de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Paróquia de São José, Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Paróquia de São José Operário, Leopoldina, Estado de Minas Gerais, Brasil.
  • Pereira, Mauro de Almeida  "Os Almeidas, os Britos e os Netos em Leopoldina  MG", 124 páginas, Imprensa Oficial de Minas Gerais, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil.
  • Prefeitura Municipal de Estrela Dalva, Estado de Minas Gerais, Brasil − Relação de túmulos do Cemitério Municipal contendo os nomes dos seus respectivos titulares.
  • Presidência da República  Casa Civil  Arquivo Nacional  Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro  COACE  DIADI  Registro 13287  Kalil Hissi. Documentação para obtenção da carteira de identidade para estrangeiros exigida pelo artigo 135, do decreto 3010 de 1938 (modelo 19).
  • Procópio Filho, José ‒ "Salvo Erro ou Omissão – Gente juiz-forana" ‒ 362 páginas, Edição do Autor, Juiz de Fora, 1979.
  • Quadro inédito da ascendência direta de Octaviano Galvão de França, a partir dos portugueses Manoel de França e Águeda Maria, naturais da Província do Algarve, Portugal.
  • Revista Placar Magazine, 03-08-1990, edição 1050, Bastidores, "O jornalismo está desfalcado", Página 19.
  • Revista Veja, 08-08-1990, edição 1142, Datas, Página 76.
  • Serviços Registral e Notarial de Alegre, Espírito Santo, Brasil.
  • Silva, Arthur Vieira de Resende e (02-06-186816-10-1945)  "Genealogia Mineira", 4 volumes, Imprensa Oficial de Minas Gerais, Belo Horizonte, Minas Gerais, 1937 e 1939. Citações.
  • Toledo, Luiz Barcelos de (1848–1922) ‒ "O Sertão da Pedra Branca", livro manuscrito, inédito, citações às páginas 77 e verso. Divulgado na Internet, web, em 03-05-2001, pelo senhor Dalmo José Franqueira Carneiro, de São Lourenço, Estado de Minas Gerais, Brasil ‒ pela lista de genealogia (gentree@yahoogroups.com).
  • Trindade, Cônego Raymundo Octávio da (20-11-1883, Barra Longa, Minas Gerais ― 02-04-1962, Belo Horizonte, Minas Gerais) – "Genealogias da Zona do Carmo". Com XIV+527+40 páginas. Estabelecimento Gráfico Gutenberg, Irmãos Penna & Companhia, Ponte Nova, Minas Gerais, Brasil  ano de 1943. Título VI – Vieira de Sousa.

Autor deste trabalho genealógico:
Luiz Fernando Hisse de Castro
São José dos Campos
São Paulo, Brasil
23-09-2012



12 comentários:

Henrique Oliveira disse...

Luiz Gostaria de saber se na sua região havia alguma cervejaria artesanal por volta de 1880 a 1910. Saudações e parabéns pelo trabalho.

Luiz Hisse disse...

Caro Henrique.

Soube que em Juiz de Fora (também na Zona da Mata Mineira), onde se estabeleceram muitas famílias alemãs: surgiu na grande chácara da Vilagem, na atual Rua Bernardo Mascarenhas, a fábrica comercial "José Weiss", que mais tarde teve o seu nome mudado para "Germania".
Referente à fabricação artesanal, que você pergunta, embora eu não saiba precisar o período, soube das seguintes, situadas em bairros da cidade de Juiz de Fora:
a) a do pioneiro Kunz, no Bairro de São Pedro; que foi a primeira cerveja fabricada em Juiz de Fora e em Minas Gerais;
b) da "Barbante", cuja rolha vinha amarrada com um barbante ao gargalo da garrafa;
c) a da família Griese, no atual bairro Mariano Procópio;
d) a dos irmãos Scoralick, no bairro Borboleta;
e) e a de Winter, no Largo do Riachuelo, Centro.
Soube que diversos fabricantes dessas cervejas utilizavam também o milho e o arroz.
Provavelmente também fabricada por outras famílias alemãs aí nesta dita Cidade; povo já há muito acostumado nas festas com a habitual distribuição de cervejas, e sendo esta tão escassa para eles aqui.
Um abraço e obrigado pela visita!

Marcelo Cruz disse...

Caro Luiz,

Sobre a Família Vasques de Miranda, eu posso te ajudar com a descendência de Salvador José da Conceição:

- Sheila Aparecida Ferreira da Conceição, solteira,nascida em Volta Grande no ano de 1969, formada em Letras pela Faculdade de Filosofia, Ciência e Letras Nair Fortes Abhur Merhy;
-Salvador Ferreira da Conceição Júnior, nascido em Volta Grande no ano de 1971, contabilista, casado e pai de 02 filhos;
- Soraia Aparecida Ferreira da Conceição de Souza, casada, nascida em Volta Grande no ano de 1974, formada em Matemática no início de 2000;
-Saulo Ferreira da Conceição, casado, nascido em Volta Grande no ano de 1976, funcionário da Petrobrás;
-Shirlei Ferreira da Conceição, solteira, nascida em Volta Grande no ano de 1986, estudante.

Luiz Hisse disse...

Caro Marcelo.
Meus agradecimentos pela remessa dos dados. Já os anotei. Só vou precisar dar uma checada no nome do Salvador.
Toda ajuda será sempre bem recebida. Volte sempre!
Um abraço.

Marcelo Cruz disse...

Caro Luiz,

Voltando à família do Salvador Jorge da Conceição:

-O nome do esposo da Soraia é Luiz Augusto Lamim de Souza;
-O nome de solteira da esposa do Salvador Ferreira da Conceição é Tatiana da Costa Souza, que ao se casar adotou o nome de Tatiana da Costa Souza Ferreira.

Saudações e parabéns pelo seu grandioso trabalho.

Abraços

Marcelo Cruz

Luiz Hisse disse...

Caro Marcelo.

Obrigado pela ajuda, joia!

Abraços.

Leandro Ribeiro Dutra disse...

Gostaria de atualizar uma informação sobre o Sr. Nivaldo Menezes Dutra, ele faleceu dia 28/06/2015.

Luiz Hisse disse...

Caro Leandro.
Meus pêsames pelo falecimento do seu pai. Que Deus os conforte.
Brevemente atualizarei.
Abraços a todos.

Juliana Marcondes Lins disse...

Caro Luiz, parabéns pelo belíssimo trabalho. Estou encantada por conhecer minha árvore genealógica. Principalmente pela feliz coincidência de ter nascido e casado no mesmo dia que minha bisavó Agostinha, mãe de minha avó Neuza.
Meu nome é Juliana, sou filha de Julio Cezar de Menezes Marcondes e Zelia; e neta de Neuza Menezes Marcondes e Julio Cezar Marcondes.
Gostaria de atualizar alguns dados, se for possível.
Como o nome de minha mãe, que após casada, adotou o nome de Zélia Figueiredo Marcondes e tiveram dois filhos, Julio Cezar Figueiredo Marcondes, nascido em 15/09/1970 e eu, Juliana Figueiredo Marcondes, nascida em 26/11/1974. Ambos, natural do Rio de Janeiro
Julio Cezar Figueiredo Marcondes, casou-se com Claudia Pinto Cabral em 07/11/1992, que adotou o nome de Claudia Cabral Marcondes. Possuem duas filhas, Brenda Cabral Marcondes, nascida em 06/09/1994 e Yasmim Cabral Marcondes, nascida em 30/08/1996. Ambas natural do Rio de Janeiro
Juliana Figueiredo Marcondes, casou-se com Flavio Lins da Silveira, em 28/10/2000 e passou adotar o nome Juliana Figueiredo Marcondes Lins da Silveira. Possuem um filho, João Victor Marcondes Lins da Silveira, nascido em 07/03/2003, natural do Rio de Janeiro.
Desde já, agradeço sua atenção.
Atenciosamente,
Juliana Marcondes

Luiz Hisse disse...

Cara Juliana.
Bom dia!
Meus agradecimentos pelo dados que mandou. Já os coloquei.
Fiquei feliz por saber do seu ramo familiar.
Todas as informações são muito bem vindas!
Um abraço a todos!

Anônimo disse...

Bom dia,

Sou descendente de Joaquim Barbosa de Castro, o Barão de Além Paraíba. Se o Sr. possuir alguma informação e/ou fotos do Barão , favor entrar em contato.

Procuro, também, informações e/ou fotos de Agostinho José Frederico de Castro, José Justiniano de Mattos , José Agostinho de Mattos, Domingos Eugênio Pereira, todos da região de Mar de Espanha (MG).

Desde já, lhe agradeço

e-mail : fabiocmattos@uol.com.br

Att,
Fábio.

Luiz Hisse disse...

Boa tarde, Senhor Fabio!

Meus agradecimentos, por ter escrito.
Entrarei em contato.

Um abraço.