28/11/2018

Um Belo Conselho


Discurso proferido pelo Dr. Paulo Japiassu Coelho dedicado aos Pais dos Alunos, no dia 12 de setembro de 1941, às 19h30min, nos festejos das Bodas de Ouro da Academia de Comércio de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais.

Em uma das tardes frias, nevoentas e irritantes que encerraram o mês de agosto, voltava do meu afã diuturno quando lobriguei iluminada a sala de frente da minha casa. Era indício seguro de visita. Efetivamente, lá estava à minha espera a figura insinuante e sempre bem-vinda do Padre Jorge, o Diretor mui querido desta casa. Antes de mais preâmbulos, foi logo dizendo ao que ia. Levava-me a intimação de também dizer, como ex-aluno da Academia, alguma coisa em uma das sessões comemorativas do cinquentenário glorioso deste educandário cristão.
O frio que então me correu todo o corpo, penetrando-me até a medula, foi mais intenso que aquele que o vento sul, sibilando, espalhava sobre a terra, e principalmente, quando me foi marcado o dia de hoje — Dia dos Pais. Falar depois de se terem ouvido discursos memoráveis de oradores afeitos à arte de Mercúrio e Minerva, era tarefa que reputava muito superior às minhas forças e quis recuar. Ponderei, porém, a mim mesmo que recebia uma ordem e que as ordens recebidas devem ser executadas sem discussão, quando elas promanam de quem tenha autoridade para no-las dar e neste caso estava o Padre Jorge como diretor deste estabelecimento em relação a mim, ex-aluno da Academia.
Corri por um momento os olhos e vi, num relance, se volverem para traz 39 anos no livro da minha vida, quando eu, pouco mais que menino, ingressava no primeiro ano ginasial desse estabelecimento, onde encontraria as fontes que me haviam de dessedentar o espírito sequioso de instrução. Vi passarem diante de mim vultos venerandos e queridos de cujos lábios eu ouvira os ensinamentos que procurava. Processionais, majestosos, convincentes, passaram eles pela minha retina, tais como eu os vira naqueles saudosos tempos em que róseos nos eram os horizontes, fossem quais fossem os pontos cardeais que mirássemos. Francisco Cohanier, Arthur Hoyer, Frederico Hellenbrock, Emílio Soares, Aureliano Pimentel, Pinto de Moura, Luiz Andrés; e... Theodoro Coelho a quem devo o meu ser e cuja memória eu evoco com a mais profunda saudade de que é capaz o amor filial, tendo ao lado Aristides Ribeiro, um dos mais distintos alunos que passaram pelos bancos desta escola, o orador de nossa turma de bacharelato e meu dileto amigo. Toda essa teoria querida desfilou no meu cérebro com a rapidez do relâmpago que fuzila no espaço, prenunciando tempestade ou prolongação de estio.
Parece que cada qual me dizia: Não, não podes recuar, porque aquela casa é para ti uma tradição. Nela teu pai transmitiu o saber a várias gerações; nela se acenderam em ti as primeiras luzes da instrução secundária e consolidaram-se ainda mais as convicções cristãs que já trazias do teu lar profundamente católico; ali abeberam também os teus filhos, se dessedentando nas mesmas fontes onde bebeste.
Não mais hesitei e eis, senhores, porque aqui me encontro hoje nesta tribuna. Já tão brilhantemente ocupada. Mas para bem se apreciar o que é bom deve-se também conhecer, se não o que é de todo mau, ao menos o que é pior.
Esta casa é hoje para Juiz de Fora e para o Brasil uma tradição porque, há meio século, coberta pela bandeira de Cristo, ela esbate sem esmorecimento, as trevas da ignorância de milhares de brasileiros, tornando-os cidadãos úteis à Pátria, em todos os setores das atividades humanas.
E, como tradição, deve ser por todos, cultuada e venerada, porque, como disse um dos mais brilhantes pensadores dos tempos modernos.
— É um povo morto, um povo sem memória!
A alma de um povo é todo o seu passado!
 Como pode existir a Pátria sem a história?
Sem tradição não pode haver soldado!
Senhores, nas comemorações do cinquentenário da Academia de Comércio foi o dia de hoje consagrado aos pais e que honra insigne para eu falar neste dia, interpretando o sentir de milhares de pais que confiaram seus filhos queridos aos zelosos e abnegados Padres da Congregação do Verbo Divino, os continuadores fiéis da obra gigantesca de Francisco Batista de Oliveira.
Aos pais não cumpre apenas prover do necessário o lar para o sustento material da prole. A par do pão para o corpo, aos pais incumbe a tarefa muito mais sublime de dar aos filhos o pão para o espírito, o que, na maioria das vezes tem de ir procurar fora de casa e, às vezes até, em terras longínquas. Aí é que está principalmente a grande responsabilidade dos pais, pois deverão ser escrupulosos em excesso na escolha daqueles a quem irão dar procuração com plenos poderes para continuarem a plasmar o cérebro e o coração dos entes queridos que irão perpetuar o seu nome. “O homem que educa o seu filho trabalha para si; as virtudes do filho honram ao pai”. (Eclesiastes, XXX, 19).
Há, senhores, um provérbio chinês, sábio como todos os provérbios, que diz: — O menino é o pai do homem. — Querem os chineses com isto exprimir que é preciso ter-se em grande conta o menino, porque ele um dia será homem e o valor desse homem será proporcional aos cuidados que se dispensaram ao seu corpo e ao seu espírito, quando um e outro estavam ainda em plena formação. — Esse sugestivo provérbio pode ser assim expresso:
Não descures do menino
Que ele é o homem de amanhã,
Dai-lhe o pão, dai-lhe o ensino,
Dai-lhe uma vida cristã.
Sim! Eduquemos os nossos filhos dentro dos princípios cristãos. É na escolha de um educandário cristão que está toda a responsabilidade dos pais, máxime na época sombria e incerta que atravessa a humanidade, quando as forças do mal se congregam todas contra as forças do bem. Quando se pretende arrancar, por todos os meios e modos, Deus do coração da criança e da consciência dos homens. Quando se tenta esponjar nas consciências o amor da Pátria, universalizando-a, e aniquilar a família; quando, em uma palavra, se quer a todo custo animalizar a humanidade.
Nesse meado do século XX, de sequência imprevista, só de uma coisa estamos certos: é que do vendaval tremendo que varre diabólico quase todo o orbe, somente ficarão de pé os povos que tiverem desfraldado com sinceridade a bandeira de Cristo. Só ela tem a virtude que lhe vem de Deus de manter coesos, como os átomos de uma molécula única, aqueles que se norteiam pelo mandamento divino que nos manda “amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos”.
Na escolha de um colégio cristão para os nossos filhos, nós os pais brasileiros, seguindo as tradições dessa terra querida, teremos que procurar aqueles que se abrigam, leigos ou religiosos, sob a égide da Igreja Católica, da qual o Brasil recebeu, desde os primórdios, a influência benéfica.
A pena universal de Stefan Zweig, que há pouco nos visitou, em seu livro “Brasil, País do Futuro”, assim se expressa: — Tomé de Souza traz consigo seiscentos soldados ou marinheiros e quatrocentos degredados, ao todo mil homens, com armaduras ou com camisas de trabalho. Mais importante do que esses mil homens, cujo valor está nos braços e na força, serão para os destinos do Brasil os seis homens de batinas pretas e singelas que o rei enviou com Tomé de Souza para direção e conselhos espirituais, que esses homens trazem o que de mais precioso um povo e uma terra necessitam para sua existência, trazem uma idéia, a idéia verdadeiramente criadora do Brasil... Com esses seis homens começa algo de novo para o Brasil. Todos os que antes deles chegaram ao Brasil fizeram-no em cumprimento de uma ordem ou vítimas da violência, ou refugiados; quem até então desembarcava na costa do Brasil queria tirar alguma coisa desta terra, madeira ou frutos, ou aves, ou minérios, ou entes humanos; nenhum deles pensara em retribuição à terra.
Os Jesuítas são os primeiros que nada querem para si e tudo querem para esta terra. “Sabem que a sua tarefa é perigosa e demorada. Mas precisamente o fato de absolutamente visarem, desde o começo, um alvo longínquo, colocado a séculos de distância, na eternidade, distingue-os tão grandiosamente dos funcionários da Coroa e dos guerreiros que querem para si e para a Pátria lucros imediatos e visíveis. Os Jesuítas sabem perfeitamente que serão necessárias gerações e gerações para que se complete esse processo de abrasileiramento e que cedo um deles que arrisca a vida, a saúde e as forças nesse começo, jamais verá os menores resultados de seus esforços”.
Senhores, não haverá bom brasileiro que seja capaz de negar o influxo decisivo da Igreja Católica na formação da nossa nacionalidade, o seu entrosamento em todas as nossas mais gloriosas tradições.
Os Nóbregas e Anchietas multiplicaram-se, entretanto, nos quatro séculos da nossa existência de terra conhecida. Já no seio mesmo da Companhia de Jesus, já nas comunidades religiosas que depois se radicaram a esta grande pátria, fundando aqui e acolá colégios por onde passaram os grandes vultos da nossa história. E passam agora os nossos filhos, os homens de amanhã, que plasmados nos sãos princípios da moral cristã, no amor da pátria e da família hão de transformar esta vasta extensão de terra abençoada que, mercê de Deus, nos legaram os nossos antepassados em uma grande nação, forte, respeitada e feliz.
Os padres do Verbo Divino, continuando a obra grandiosa e altamente patriótica de Batista de Oliveira, fazem-se credores da gratidão de milhares de brasileiros que têm passado por estas saudosas salas de aulas e que jubilosos assistem completar meio século de existência fecunda a Academia de Comércio. Sublime anelo de Francisco Batista que, da mansão celestial que Deus lhe há de ter concedido, contempla enternecido a sua obra.
Senhores, “a gratidão é a memória do coração” (Massieu) é, como diz Livry, a primeira necessidade de uma bela alma. A gratidão é um sentimento que se encontra até nos irracionais que sabem manifestá-la por movimentos, vozes que lhes são próprias e até por expressões fisionômicas bastante significativas. Nem há epíteto que tanto deponha contra um homem qual seja o de ingrato. É menos do que o irracional aquele que depressa se esquece dos benefícios recebidos, perdendo a memória do coração; que não aninha em sua alma essa primeira necessidade que é o reconhecimento, ou que se envergonha de externar a sua gratidão.
Pais, que como eu, confiastes os vossos queridos filhos a estes veneráveis homens que vestindo, como Nóbrega e Anchieta, uma sotaina preta e singela, trabalham também pela construção desta grande Pátria. Permiti que, no meu nome e no vosso, eu lhes testemunhe de público a nossa gratidão imorredoura, não permitindo se afoguem em nossos corações este nobre sentimento, instintivo até nos irracionais.
Padres do Verbo Divino, que dirigis a Academia, nós, os pais de vossos discípulos, nesse momento augusto do cinquentenário desta instituição vos testemunham a nossa gratidão e rogamos a Deus derrame a sua bênção sobre a vossa comunidade.


Fonte Bibliográfica:
Livro “Academia de Comércio de Juiz de Fora — 1891 – 1941”. 104 páginas e 36 gravuras. Publicação da Academia de Comércio em comemoração do seu cinquentenário. Tipografia do “Lar Católico”, Rua Halfeld n.º 1179, Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais, Brasil – Ano de 1941.

05/09/2018



Relatório Ahnentafel de Antonio Teixeira de Moura.
No Brasil: Joaquim Antonio Teixeira de Castro.

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Primeira Geração   Ele
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1 Antonio Teixeira de Moura. Fillho legítimo do sargento-mor [2] Bernardo Teixeira de Abreu Barros Falcão e de dona [3] Ana Emilia de Moura Teixeira de Magalhães. Nasceu no dia 11-02-1818, quarta-feira, na Casa de Fundevila, freguesia de Pedraça, concelho de Cabeceiras de Basto, distrito de Braga, Portugal. E foi batizado no dia 15-02-1818, domingo, na igreja de Santa Marinha, em Pedraça, pelo Padre Rodrigo dos Santos Pereira – Vigário da paróquia. Foram seus padrinhos de batismo: o Brigadeiro Bernardo Teixeira da Casa do Barreiro situada na freguezia de Canedo, concelho de Serolico de Basto e madrinha a avó paterna, dona Ana Joaquina Teixeira Bacelar do lugar da Portella, por procuração apresentada pelo seu filho, Antonio Teixeira de Abreu, então Conego Secular da freguesia de São João Evangelista em Santarém, freguesia esta que deixou de existir e hoje é integrada à de Marvila.3
No dia 20-03-1832, terça-feira, registrou a justificação De Genere et Moribus na Câmara Eclesiástica, visando se ordenar à Prima Tonsura e mais Ordens sacerdotais como desejava. Houve o aproveitamento dos registros já existentes, do seu tio paterno, Padre Francisco Teixeira de Abreu, então sacerdote da freguezia de São Martinho do Urió do Concelho de Cabeceiras de Basto; e por parte materna teve os registros do seu tio materno, Padre José Antonio de Moura, Clerigo in minoribus da freguesia de Pedraça, que falecera no Seminário de São Caetano em Cabeceiras de Basto. Provavelmente o mesmo local onde Antonio Teixeira de Moura passou a estudar. Todavia pelo ano de 1836, deixou o curso, e foi à Galiza, onde tirou passaporte como galego, visando se transferir para o Brasil. Seu nome pelo passaporte era Joaquim Teixeira.4
Em 01-01-1837, domingo, na cidade do Porto, ele zarpou pela galera "Lusitano" um tipo de embarcação de velas arredondadas tendo ele desembarcado pelo porto do Rio de Janeiro, no dia 21-02-1837, terça-feira, após 52 cansativos dias de viagem; era pela relação de passageiros, o de número 105, dentre os 124 que vieram conduzidos na nau, pelo capitão Antônio Ferreira Nunes.5
No dia 08-03-1837, quarta-feira, depois de transcorridos quinze dias da sua chegada, ele compareceu ao Escritório de Controle de Imigrantes da Polícia da Corte e disse que morava por ora na Lapa do Desterro n.º 19, numa padaria. E pelas anotações na margem direita do documento, constava que ele era: solteiro, moreno-claro, de estatura mediana, de cabelos castanho-claros e olhos pardos. A referida Lapa do Desterro, onde ele passou a residir e a trabalhar, era usualmente um ponto muito frequentado pelos portugueses recém-chegados ao Rio de Janeiro rua esta com início na igreja de Nossa Senhora do Carmo e término na Rua Direita, no Centro da Cidade, — um local ideal para a obtenção de informações.6
Mais tarde alterou novamente o seu nome, passando a se chamar Joaquim Antonio Teixeira de Castro. Nome este mantido para sempre e com o qual criou família com vasta descendência, que se espalhou pelo Brasil.7,8,9,10,11
Fora casado duas vezes e gerou nove filhos. Mais tarde vamos encontrá-lo morando em Magé, na então Província de Rio de Janeiro, consorciado com a sua conterrânea e contemporânea, Constança Maria da Conceição, da família Azevedo. E com ela gerou três filhos: Ana de Castro, Maria Joaquina de Castro e João Zeferino de Azevedo Castro. Alguns anos depois ele se transferiu com a família para a Zona da Mata de MInas Gerais, fixando-se como agricultor em área pertencente à Comarca de Leopoldina, nas imediações do local, onde cerca de vinte anos mais tarde surgiu nos cruzamentos das estradas vicinais das fazendas da região, a vila de Providência, após a passagem da Estrada de Ferro Leopoldina e a construção da gare no local.7,8,9,10
Estando viúvo pelo ano de 1856 e com três filhos ainda menores, ele contraiu matrimônio com dona Carolina Augusta de Siqueira, que adotou o nome de Carolina Augusta de Siqueira Castro, viúva, sem filhos de um fazendeiro da região — o capitão Lucas da fazenda "Sossego" — e com ela teve seis filhos com o sobrenome Teixeira de Castro: Antonio Augusto, Maria Luiza, José Augusto, Francisco Augusto, Joaquim Antonio e Luiz Augusto.7,11,12,13,14,15,16,17,18,19,20,21,22,23,24 
O patiarca Joaquim Antonio Teixeira de Castro foi proprietário do sítio "Gratidão", no lugar então denominado Córrego do Rocha, adquirido do cidadão Antonio Gomes da Rocha e que originalmente fizera parte da sesmaria de Manuel Gonçalves da Rocha. Ele foi aí pequeno produtor de café.12,23,25
Sua segunda esposa, Carolina Augusta de Siqueira Castro faleceu no dia 14-11-1880, domingo, no sítio "Gratidão".23
O Joaquim Antonio Teixeira de Castro morreu em Trimonte, Município de Volta Grande, Estado de Minas Gerais, no dia 31-01-1893, terça-feira. Contava 74 anos, 1 mês e 20 dias de idade. Seu corpo foi sepultado no dia seguinte no Cemitério de Angustura, Município de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, junto ao da sua segunda esposa.26

Segunda Geração — Seus pais
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2 Bernardo Teixeira de Abreu Barros Falcão sargento-mor do concelho de Cabeceiras de Basto, Portugal. Senhor pelo seu casamento da Casa de Fundevila, em Pedraça, concelho de Cabeceiras de Basto, Portugal. Era filho legítimo do alferes [4] Leão Teixeira Falcão e Andrada e de dona [5] Ana Joaquina Teixeira de Abreu.
Casou-se no dia 03-10-1815, terça-feira, na igreja de Santa Marinha em Pedraça, com sua prima carnal, dona [3] Ana Emilia de Moura Teixeira de Magalhães.1,2

3 Ana Emilia de Moura Teixeira de Magalhães. Herdeira. Casa de Fundevila, Freguesia de Pedraça. Filha legítima de [6] Baltasar Luis de Moura Magalhães e de dona [7] Teresa Angelica Teixeira Falcão de Andrada.
Casada com o sargento-mor [2] Bernardo Teixeira de Abreu Barros Falcão.1,2

Terceira Geração — Seus avós
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4 Leão Teixeira Falcão e Andrada Alferes do Segundo Regimento de Infantaria da cidade do Porto. Sucessor pelo seu casamento: Senhor da Casa de Prado. Era filho legítimo de [8] Manuel de Andrada Falcão e de dona [9] Maria Teresa da Cunha.
Casado com dona [5] Ana Joaquina Teixeira de Abreu.1

5 Ana Joaquina Teixeira de Abreu. Herdeira da Casa de Prado. Era filha legítima de [10] Antonio Teixeira de Barros Bacelar e de dona [11] Luisa Teresa Teixeira da Motta.
Casada com o alferes [4] Leão Teixeira Falcão e Andrada.1

6 Baltasar Luis de Moura Magalhães. Sucessor Senhor da Casa de Fundevila da Vides, no concelho de Cabeceiras de Basto, Portugal. Era filho legítimo de [12] Luis Carlos de Moura Coutinho e de dona [13] Senhorinha Eufrasia Carneiro da Silva.
Casado com dona [7] Teresa Angélica Teixeira Falcão de Andrada.1

7 Teresa Angelica Teixeira Falcão de Andrada. Era filha legítima de [8 e14] Manuel de Andrada Falcão e de dona [9 e15] Maria Teresa da Cunha.
Casada com [6] Baltasar Luis de Moura Magalhães.1


Quarta Geração — Seus bisavós
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8 Manuel de Andrada Falcão. Pelo seu casamento: Senhor das Casas do Telhado e Portella. Sucessor. Era filho legítimo de [16 e 28] José de Andrada Falcão e de dona [17 e 29] Senhorinha Alvares Pereira.
Casado com dona [9 e 15] Maria Teresa da Cunha.1

9 Maria Teresa da Cunha. Herdeira. Era filha legítima de [18 e 30] Bernardo Teixeira da Cunha e de dona [19 e 31] Rosa Maria de Andrada.
Casada com [8 e 14] Manuel de Andrada Falcão.1

10 Antonio Teixeira de Barros Bacelar. Era filho legítimo de [20] Martinho Teixeira de Magalhães. e de dona [21] Francisca de Barros Teixeira.
Casado com dona [11] Luisa Teresa Teixeira da Motta.1

11 Luisa Teresa Teixeira da Motta. Era filha legítima de [22] Gervasio Teixeira de Macedo e de dona [23] Maria da Motta de Carvalho.
Casada com [10] Antonio Teixeira de Barros Bacelar.1

12 Luis Carlos de Moura Coutinho. Sucessor. Senhor da Casa de Fundevila da Vides em Cabeceiras de Basto, Portugal. Era filho legítimo de [24] Manuel de Moura Coutinho e de dona [25] Joana de Moura.
Casado com dona [13] Senhorinha Eufrasia Carneiro da Silva.1

13 Senhorinha Eufrasia Carneiro da Silva. Era filha legítima de [26] João Carneiro da Silva e de dona [27] Senhorinha Ferreira.
Casada com [12] Luis Carlos de Moura Coutinho.1

14 Manuel de Andrada Falcão. A mesma pessoa de número 8.1

15 Maria Teresa da Cunha. A mesma pessoa de número 9.1

Quinta Geração — Seus trisavós
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16 José de Andrada Falcão. Pelo seu casamento: Senhor da Casa de Abelheira de cima, localizada em Canedo. Filho 2.º
Casado com dona [17] Senhorinha Alvares Pereira.1

17 Senhorinha Alvares Pereira. Herdeira.
Casada com [16] José de Andrada Falcão.1

18 Bernardo Teixeira da Cunha. Senhor da Casa do Telhado no Arco, em Portugal. Pelo seu casamento: Senhor da Portella, em Cabeceiras de Basto.
Casado com dona [19] Rosa Maria de Andrada.1

19 Rosa Maria de Andrada. Herdeira.
Casada com [18] Bernardo Teixeira da Cunha.1

20 Martinho Teixeira de Magalhães. Senhor da Casa do Prado, em Paços, Celorico de Basto. Também chamado de Martim Teixeira de Magalhães. Filho legitimo de [40] Domingos de Magalhães Teixeira e de dona [41] Mariana de Abreu.
Casado com dona [21] Francisca de Barros Teixeira.1

21 Francisca de Barros Teixeira. Filha legítima de [42] João de Barros de Macedo e de dona [43] Mariana Teixeira de Carvalho.
Casada com [20] Martinho Teixeira de Magalhães.1

22 Gervasio Teixeira de Macedo. Senhor da Casa de Fundevila, em Ourilhe. Era filho legítimo de [44] Gonçalo Teixeira e de dona [45] Ana Cerqueira.
Casado com dona [23] Maria da Motta de Carvalho.1

23 Maria da Motta de Carvalho. Filha legítima de [46] José da Motta Brochado e de dona [47] Margarida João de Carvalho.
Casada com [22] Gervasio Teixeira de Macedo.1

24 Manuel de Moura Coutinho. Senhor da Casa de Fundevila da Vides, em Cabeceiras de Basto, Portugal.
Casado com dona [25] Joana de Moura.1

25 Joana de Moura.
Casada com [24] Manuel de Moura Coutinho.1

26 João Carneiro da Silva.
Casado com dona [27] Senhorinha Ferreira.1

27 Senhorinha Ferreira.
Casada com [26] João Carneiro da Silva.1

28 José de Andrada Falcão. A mesma pessoa de número 16.1

29 Senhorinha Alvares Pereira. A mesma pessoa de número 17.1

30 Bernardo Teixeira da Cunha. A mesma pessoa de número 18.1

31 Rosa Maria de Andrada. A mesma pessoa de número 19.1



Fontes das Pesquisas:
  • 1 — CASTELLO-BRANCO, José Barbosa Canaes de Figueiredo — "Arvores de Costados das familias nobres dos reinos de Portugal" – Volume 2 – Páginas 40, 206 e 211.
  • 2 — CHF – Tombo-pt — 1617 – 1899: Paroquia de Pedraça, Orago Santa Marinha, imagens 16 a 17. Endereço: http://pesquisa.adb.uminho.pt/viewer?id=1078964 Casamento de Bernardo Teixeira de Abreu Barros Falcão e Ana Emilia de Moura Teixeira de Magalhaes Data: 03 de outubro de 1815.
    Fundevilla
    Aos trez dias do mez de Outubro do anno de mil, e oito centos, e quinze corrido os banhos. Sem impedimento que se Saibaõ juntei Solemnemente em Matrimonio por palavras de presente em face da Igreja o Bernardo Teixeira de Abreu Falcaõ, e Magalhaes filho legitimo de Leaõ Teixeira Falcaõ, e Andrade e de Dona Anna Joaquina Teixeira d' Abreu Bacellar da Portella da freguezia de Sam Martinho de Arco de Bagulhe, e nepto paterno de Manoel de Andrade Falcaõ, e de Sua mulher Dona Maria Theresa Teixeira do mesmo lugar e freguezia, e materno de Antonio Teixeira de Abreu e de Dona Luisa Teixeira da Casa do Prado de Baixo da freguezia de Sam Sebastiaõ do Passo do Concelho de Basto, com Dona Anna Emilia de Moura Teixeira de Magalhaes filha legitima de Balthasar Luis de Moura, e Magalhaes, e de Dona Theresa Angelica Teixeira de Andrade do lugar de Fundevilla desta freguezia de Santa Marinha de Pedrassa, e nepta paterna de Luis Carlos de Moura Pinto de Magalhaes, e Dona Senhorinha Eufrásia da Silva Ferreira do lugar Sobre dito, e materna de Manoel de Andrade Falcaõ, e de Dona Maria Theresa Teixeira da Portella da Sobre dita freguezia de Sam Martinho do Arco de Bagulhe de Cabeceiras de Basto, declaro que os Contrahentes supra Saõ primos carnaes, e obtiveraõ Dispensas, e Apostolica e lhe dei as bençaõs na forma do Ritual Romano, ao que tudo foraõ testemunhas presentes Joaquim Jozé da Costa,e Manoel Pereira viuvo, e Manoel Rodrigues todos desta freguezia, e para constar fiz este termo que assignei com as testemunhas era mez, e anno ut supra.
    O Vigario Rodrigo dos Santos Pereira
    Joaquim Jozé da Costa
    Manoel Pereira
    Manoel + Rodrigues
  • 3 — CHF – Tombo-pt — 1617 – 1899: Paroquia de Pedraça, Orago Santa Marinha, imagens 126 a 127. Endereço: http://pesquisa.adb.uminho.pt/viewer?id=1078959
    Batizado de Antonio Teixeira de Moura – Data: 15 de fevereiro de 1818.
    Fundevila
    Averbada e que vai
    Antonio filho legitimo de Bernardo Theixeira de Abreu e de Dona Anna Emilia do lugar de Fundevilla desta freguezia de Santa Marinha de Pedraça. Nepto paterno de Leaõ Theixeira Falcaõ, e Andrade e Dona Anna Joaquina Theixeira Bacellar do lugar da Portella,da freguezia de Sam Martinho do Arco de Baúlhe, e materno de Balthasar Luis de Moura, e Magalhaes Pinto, e Dona Theresa Angelica Teixeira de Andrade do mesmo lugar de Fundevilla Fundo Villa desta mesma freguezia. Nasceo aos onze dias do mez de Jan digo de Fevereiro do anno de mil e oito centos, e dezoito, e foi Baptizado por mim Solemnemente com imposiçaõ dos Santos Oleos aos quinze dias do mesmo mez, e anno. Foram padrinhos o Brigadeiro Bernardo Theixeira da Casa do Barreiro da freguezia de Canêdo do Concelho de Serolico, e madrinha Dona Anna Joaquina Theixeira Bacellar Avó do Baptizado do dito lugar da Portella, e de Sua procuraçaõ Seu filho Antonio Theixeira de Abreu Conego Secular de Saõ Joaõ Evangelista, e para constar fiz este termo que assignei era mez e anno ut Supra. O Vigario Rodrigo dos Santos Pereira.
  • 4 — CHF – Tombo-pt — Portugal, Braga, Priest A...Genere et Moribus), 1596-1911. Braga – Cabeceiras de Basto – Pedraça – Processos de habilitação Sacerdotal, Pasta 12587, 1832. Endereço: https://www.familysearch.org/ark:/61903/3:1:3QS7-89XH-Y91i=2&wc=SSV81N1%3A363117701%2C363671801%2C363678401%2C1077047004&cc=2125025
    Portugal, Braga, Priest A...Genere et Moribus), 1596-1911 Braga, Cabeceiras de Basto, Pedraça, Processos de habilitação Sacerdotal, Pasta 12587, 1832
    Documento De Genere et Moribus de Antonio Teixeira de Moura. Data: 20 de março de 1832
    Braga 1832 M59
    Justificaçaõ de Genere de Antonio Teixeira de Moura da freguezia de Santa Marinha de Pedraça.
    Camara Eclesiastica
    Anno do Nascimento de Nosso Senhor Jezus Christo de mil oitocentos e trinta e dous annos aos: Illustrissimo e Reverendissimo Senhor. Diz Antonio Teixeira de Moura, Solteiro, filho de Bernardo Teixeira de Barros Falcaõ e mulher Dona Anna Emilia de Moura Teixeira de Magalhães da Caza de Fundezilha de vides, da freguezia de Pedraça, para parte da Vezita de Basto desta Comarca, e Arcebispado Primaz, que para ser admitido a Prima Tonsura e mais Ordens como dezeja, preciza justificar em como por parte paterna tem seo tio irmaõ germano de seo pai Padre Francisco Teixeira d'Abreu sacerdote da freguezia de Saõ Martinho do Urió desta Comarca, e por parte materna tem seo tio irmaõ germano de sua mai o Padre Joze Antonio de Moura, Clerigo in minoribus da dita freguezia de Pedraça, falescido no Seminario de Saõ Caetano desta cidade. Justificante Vaz
    Para que Vossa Senhoria se digne admitir o Supplicante a justificar o referido, e justificado ser julgado se lhe entregue a propria ou sigaõ seos termos do e estilo direito. O Reverendo Vaz.
    Justificação
    Aos vinte dias do mez Março de mil oitocentos trinta e doiz annos nesta Cidade de Braga em meu Cartorio da Camara Eccleziastica della aonde veio o Justificador de minha repartiçaõ Joze Joaquim Fernandes para comigo procedermos na progunta e enqueredoria das seguintes testemunhas cujos nomes comprovamos moradas officios idades e custumes saõ os que se seguem de que para constar fiz este termo eu Custodio Luiz d'Araujo Secretario da Camara Eccleziastica desta vara.
    Bento Joze d'Araujo e Silva Vigario de Saõ Thiago desta Cidade testemunha a quem elle Inqueridor deferio aprovamento dos Sanctos Evangelhos na forma devida para dizer a verdade do que soubesse e lhe fosse proguntado e sendo-o por sua idade disse ser de quarenta e seis annos pouco mais ou menos e os custumes disse nada.
    E proguntado elle testemunha pelo conteúdo na suplica retro desse conteudo Justificante que seus Pais e sabe pelo ver e ser que bloco que o mesmo he Sobrinho Legitimo dos Padres Francisco Teixeira d'Abreu Irmaõ de seu Pai, e Joze Antonio de Moura Irmaõ de sua Mai facelitados de Genere por esta Jurisdicaõ, e mais naõ disse ademais com elle Inqueridor e eu Custodio Luiz d'Araujo o escrevi.
  • 5 Presidência da República, Casa Civil, Arquivo Nacional, Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, Brasil: coleção 415, volume 1, folhas 200 a 201 verso: “Lista dos passageiros que da Cidade do Porto conduz para a Cidade do Rio de Janeiro, a galera portuguesa Lusitano – capitão Antonio Ferreira Nunes.”
  • 6 Presidência da República, Casa Civil, Arquivo Nacional, Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, Brasil: volume 8 do códice 381, folhas 186 verso, do fundo Polícia da Corte – Certidão de Joaquim Teixeira, datada de 08 de março de 1837. "Em cumprimento ao despacho exarado no requerimento de Luiz Fernando Hisse de Castro, autuado sob o número 211, em 24 de maio de 2004, no qual solicita certidão de Joaquim Teixeira, registrada à folhas 186 verso, do códice 381, volume 8, do fundo Polícia da Corte, Certifico que, revendo o referido documento arquivado nesta Coordenação, deles consta o seguinte: 'Joaquim Teixeira natural de Galicia idade de 18 anos solteiro sem arrumação mora por ora na Lapa do Desterro 19 em hua Padaria vindo de Lisboa digo do Porto na Galera Luzitano entrado em Fevereiro 1837 apresentou Passaporte. Joaquim Teixeira'. Na margem direita consta: 'Estatura ordinaria trigueiro cabelos castanhos olhos pardos naris e boca regular s. b. r. e.' Em tempo: a palavra digo consta no original. E para constar onde convier, eu, Maria da Gloria Francisco dos Santos, técnico de arquivo – NI–BVI, passei a presente certidão que assino. Maria da Gloria Francisco dos Santos. E eu, Fátima Maria Fontoura da Silva, especialista de nível médio – NI–BVI, a conferi e assino. Fatima Maria Fontoura da Silva. Rio de Janeiro, 24 de junho de 2004. Sandra Silva Pinto, substituta eventual do coordenador da Coordenação de Documentos Escritos do Arquivo Nacional."
  • 7 Arquivo da Paróquia Madre de Deus, Praça da Matriz, Distrito de Angustura, Município e Comarca de Além Paraíba, Diocese de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, Brasil. Livro de Casamentos 1-A, folhas 33 verso: casamento de Mariano Carvalho da Costa com Maria Joaquina de Castro, celebrado em 27-11-1872.
  • 8 Arquivo da Paróquia de Jesus Menino Deus de Recreio, Comarca de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, Brasil. Livro de Casamentos 1, folhas 81 e verso, da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição da Boa Vista: casamento de João Zeferino de Azevedo Castro com Leopoldina Telles de Freitas celebrado em 21-07-1885.
  • 9 Cartório de Paz e do Registro Civil de Recreio. Ofício de registro civil das pessoas naturais e tabelionato de notas de Recreio, Comarca de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, Brasil – Cartório Francisco de Almeida. Livro de Óbitos 07-C, folhas 70 verso, termo 254: óbito de João Zeferino de Azevedo Castro ocorrido em 22-05-1935, aos 91 anos de idade.
  • 10 Cartório de Paz e do Registro Civil de Recreio. Ofício de registro civil das pessoas naturais e tabelionato de notas de Recreio, Comarca de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, Brasil – Cartório Francisco de Almeida. Livro de Óbitos 08-C, folhas 121 verso, termo 63: óbito de Maria Joaquina de Castro ocorrido em 22-11-1941, aos 100 anos de idade (sic).
  • 11 Informações fornecidas no ano de 1995, pela senhora Maria da Conceição Siqueira Castro, viúva de José Vasques de Castro, residente em Volta Grande, Minas Gerais.
  • 12 — Cartório do Primeiro Ofício de Notas, Praça Coronel Breves, 7 – Comarca de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, Brasil. Escrituras referentes a Joaquim Antonio Teixeira de Castro.
  • 13 — MACHADO, Attila Augusto Cruz, – "Os Côrtes – Descendência de Antônio Gonçalves Côrtes e Ana Gonçalves Rodrigues" – Rio de Janeiro (RJ) – 2006. Citação: página 326 – Capítulo 38, 1 (IV). Igreja de São José, de Além Paraíba (MG): Livro de Batizados 2, folhas 13. Nascido em 05-10-1857 e batizado em 20-10-1857.
  • 14 — Arquivo da Paróquia Madre de Deus, Distrito de Angustura, Município e Comarca de Além Paraíba, Diocese de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, Brasil. Batizado de José Augusto Teixeira de Castro:
    Aos 16 de Agosto de 1862, na fazenda do Trimonte, batizei solenemente Jozé, nascido aos 10 de setembro de 1861. Filho legítimo de Joaquim Antonio Teixeira de Castro e de Carolina Augusta de Siqueira. Foram padrinhos: Antonio Manoel Domingues e Maria Roza de Siqueira. E, para constar, lavrou-se este assentamento. Padre Pedro José da Costa.
  • 15 — Arquivo da Paróquia Madre de Deus, Distrito de Angustura, Município e Comarca de Além Paraíba, Diocese de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, Brasil. Batizado de Francisco Augusto Teixeira de Castro:
    Aos 22 de Março de 1865, na fazenda do Trimonte, batizei solenemente ao inocente Francisco, nascido aos 18 de abril de 1863. Filho legítimo de Joaquim Antonio Teixeira de Castro e de Carolina Augusta de Siqueira. Foram padrinhos: Francisco Antunes de Siqueira e Eufrosina Amélia de Siqueira. E, para constar, lavrou-se este assentamento. O Pároco: Padre Henrique de Souza Borges Accioli
  • 16 Arquivo da Paróquia Madre de Deus, Distrito de Angustura, Município e Comarca de Além Paraíba, Diocese de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, Brasil. Batizado de Joaquim Antonio Teixeira de Castro Filho:
    Aos 22 de Março de 1865, na fazenda do Trimonte, batizei solenemente ao inocente Joaquim, nascido aos 18 de fevereiro de 1865. Filho legítimo de Joaquim Antonio Teixeira de Castro e de Carolina Augusta de Siqueira. Foram padrinhos: Antonio de Pina Loureiro e Claudina Amalia Rosa. E, para constar, lavrou-se este assentamento. O Pároco: Padre Henrique de Souza Borges Accioli.
  • 17 Arquivo da Paróquia Madre de Deus, Distrito de Angustura, Município e Comarca de Além Paraíba, Diocese de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, Brasil. Batizado de Luiz Augusto Teixeira de Castro:
    Aos 13 de Junho de 1868, na fazenda do Trimonte, batizei solenemente ao inocente Luiz, nascido a primeiro de Junho de 1867. Filho legítimo de Joaquim Antonio Teixeira de Castro e de Carolina Augusta de Siqueira. Foram padrinhos: Luiz de Souza Brandão e Marceliana de Magalhães Brandão por procuração apresentada por Herculana Alexandrina Xavier de Mendonça. E, para constar, lavrou-se este assentamento. Padre José Manuel Esteves.
  • 18 Arquivo da Paróquia de São Sebastião, arquivados na Paróquia de Nossa Senhora do Rosário, Diocese de Leopoldina, situado à Praça do Rosário, 110 – Comarca de Leopoldina, Minas Gerais, Brasil, CEP 36700-000 – Livro de casamentos 1, páginas 33 e verso, termo 89. Casamento de Antonio Augusto Teixeira de Castro com Martiniana Maria de Jesus:
    Aos Dez de Abril de 1880 (mil oitocentos e oitenta) perante o Reverendíssimo Padre José Francisco dos Santos Durães e as testemunhas, Tenente Lauriano Celestino Ferreira e Julio da Silva Bizarro, receberam-se em matrimônio Antonio Augusto Teixeira de Castro e Martiniana Maria de Jesus; ele, filho de Joaquim Antonio Teixeira de Castro e Carolina Augusto de Siqueira; ela, filha de José Coelho Lourenço e Mathildes Maria de Jesus. O Pároco José Francisco dos Santos Durães.
  • 19 — Arquivo da Paróquia de São Sebastião, arquivados na Paróquia de Nossa Senhora do Rosário, Diocese de Leopoldina, situado à Praça do Rosário, 110 – Comarca de Leopoldina, Minas Gerais, Brasil, CEP 36700-000 – Livro de casamentos 1, folhas 156, termo 109. Casamento de José Augusto de Castro com Francisca Alminda de Almeida, em 04 de setembro de 1886.
  • 20 Arquivo da Paróquia de São Sebastião, arquivados na Paróquia de Nossa Senhora do Rosário, Diocese de Leopoldina, situado à Praça do Rosário, 110 – Comarca de Leopoldina, Minas Gerais, Brasil, CEP 36700-000 – Livro de casamentos 1, folhas 156, termo 110. Casamento de Joaquim Antônio Teixeira de Castro Filho com Maria José de Almeida, em 04 de setembro de 1886.
  • 21 SIGAUD, José Côrtes e CÔRTES, Agostinho Teixeira "Entrelaçamento Genealógico das Famílias Teixeira, Figueiredo e Côrtes" São Paulo – SP, Brasil, 1968. Citações.
  • 22 PEREIRA, Mauro de Almeida "Os Almeidas, os Britos e os Netos em Leopoldina-MG" 124 páginas Imprensa Oficial de Minas Gerais Belo Horizonte, MG, Brasil, 1966. Citações.
  • 23 — Arquivo do Segundo Cartório de Notas da Comarca de Leopoldina, Estado de Minas Gerais, Brasil. Inventário de Carolina Augusta de Siqueira Castro falecida no dia 14 de novembro de 1880 – maço 9. Lavrado no período compreendido entre 22 de março de 1881 e 04 de novembro de 1882, tendo como inventariante: o viúvo Joaquim Antônio Teixeira de Castro. E que foram citados como Herdeiros: o viúvo Joaquim Antônio Teixeira de Castro; e os filhos com seus respectivos cônjuges: Antônio Augusto Teixeira de Castro e sua mulher Martiniana Maria de Jesus; Maria Luiza de Castro Brum e seu marido Antônio Olímpio do Canto Brum; José Teixeira de Castro; Joaquim Antônio Teixeira de Castro; e Luiz Augusto Teixeira de Castro.
  • 24 — Internet, web – Arquivo Histórico Público Municipal "Geraldo de Andrade Rodrigues" e o Centro de Estudos e Pesquisas Sertões do Leste, de Além Paraíba, Minas Gerais, Brasil. "Relação de Negociantes da Freguesia de Madre de Deos de Angustura – Quarto Districto de São José de Além Parahyba – Anno de 1889" – Negociante: "Joaquim Antonio Teixeira de Castro & Irmão" Atividade: "Seccos e molhados, aguardente, armarinho e polvora – na estrada".
  • 25 CASTRO, Celso Falabella de Figueiredo "Os Sertões de Leste – Achegas para a história da Zona da Mata" Segunda Edição Revista e Ampliada 199 páginas Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, 2001. Vide capítulo XI, página 68.
  • 26 Cartório de Paz e do Registro Civil de Angustura. Ofício de registro civil das pessoas naturais e tabelionato de notas – Angustura, Município e Comarca de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, Brasil. Livro de Óbitos 2-C, folhas 92 verso, termo 23: óbito de Joaquim Antônio Teixeira de Castro ocorrido em 31-01-1893, em São Luiz, localidade esta, que a partir de 01-01-1944, teve o nome mudado para Trimonte, Distrito pertencente hoje ao Município de Volta Grande e Comarca de Além Paraíba.

Autor deste trabalho genealógico:
Luiz Fernando Hisse de Castro
São José dos Campos
São Paulo, Brasil
05-09-2018

25/03/2018

Árvore de Costado – Nº 50



Relatório Ahnentafel – Nº 50


Filho

1 Rui Vasques de Siqueira. Neto do Governador do Maranhão: Rui Vaz de Siqueira.

Pais

2 Ascenso de Siqueira Freire.

3 Joana de Sousa Chichorro.

Avós

4 Rui Vaz de Siqueira. Governador do Maranhão.

5 Francisca Freire.

6 Vasco Martins de Sousa Chichorro.

7 Leonor de Távora.

Bisavós

8 Ascenso Siqueira de Vasconcelos.

9 Joana de Vilhena.

10 Martinho de Melo.

11 Joana Freire de Andrade.

12 Jerônimo de Sousa Chichorro.

13 Maria da Silva.

14 Diogo Leite Pereira.

15 Helena de Távora.

Trisavós

16 Gaspar Siqueira de Vasconcelos.

17 Brites de Tovar.

18 Rodrigo Manuel.

19 Felipa de Castro.

20 Luís de Melo.

21 Catarina de Azevedo.

22 Álvaro Freire de Andrade.

23 Francisca de Campos.

24 André de Sousa Chichorro.

25 Maria de Rojas.

26 Simão Ferreira Veloso.

27 Vicência de Miranda.

28 Álvaro Leite Pereira.

29 Antônia de Vasconcelos.

30 Martim de Távora Noronha.

31 Maria Leme.

Tetravós

32 Ascenso de Siqueira Macedo.

33 Isabel Pereira.

34 Manuel do Quental Lobo.

35 Teresa Álvares Ferrão.

36 Cristovão Manuel.

37 Francisca de Castro.

38 Álvaro de Castro.

39 Catarina Henriques.

40 Antônio de Melo.

41 Francisca Henriques.

42 João Caiado de Gamboa.

43 Felipa de Azevedo.

44 Manoel Pacheco de Almeida.

45 Joana Freire de Andrade.

46 Diniz Figueiredo de Campos.

47 Bárbara de Abreu.

48 Jerônimo de Sousa Chichorro.

50 Fernando de Rojas.

51 Isabel de Carvalho Macedo.

52 Manuel Ferreira Veloso.

53 Maria Viegas.

54 Tristão Cerniche.

55 Maria da Silveira.

56 Diogo Leite Pereira.

57 Antônia de Magalhães.

58 Manoel Mendes de Vasconcelos.

59 Paula de Moraes.

60 Domingos de Távora.

61 Maria de Noronha.

62 Henrique Leme de Miranda.

63 Antônia de Miranda.

Pentavós

66 Lopo Sardinha da Gama.

67 ....... Esposa.

70 Álvaro Lopes Ferrão.

74 Rui Vaz Pinto.

78 Antônio de Miranda Azevedo.

82 Pedro Botelho.

86 Diogo de Almeida.

90 Rui Freire de Andrade.

94 Francisco da Costa.

110 Francisco da Silveira.

114 Gaspar Pires Soares.

122 Manuel Feio de Melo.

126 Francisco do Prado.


Fonte Bibliografica:
MOYA, Salvador de (Capivari - SP, 02/02/1891 – São Paulo - SP, 11/06/1973) – "Árvores de Costado", Genealogia, 1ª Série, 50 árvores de costado, Tipografia da Força Pública de São Paulo, São Paulo (SP), 1938. Vide Árvore de Costado Nº 50.